História Como Fogo e Gelo - Capítulo 6


Escrita por: ~, ßAnaTheKiller e ~Min-Yu

Postado
Categorias Originais
Tags Adriel, Fogo, Gelo, Lemon Hard, Lian, Yaoi
Exibições 41
Palavras 3.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oeee ~
Não temos nada a declarar.
Pelo menos eu não indiwefiwebfik
Boa leitura, perdoem os erros ~

Ja nee ^^

Capítulo 6 - O Garoto de Ouro


Adriel

E num piscar de olhos, puff... Lian voltava a ser histericamente arisco e fujão. Isso normalmente acontece quando eu ultrapasso seu “limite de intimidade” – foi esse o nome que dei para o meu atual problema.

O limite de intimidade é o que Lian criou especialmente para a nossa relação. Quando eu sou "amigo de mais" e fico muito grudento a ele, ele foge, é a reação que ele tem quando não respeito seu espaço. ‘Tá, até aí é muito normal esperado de Lian.

Só que dessa vez... Eu não fiz nada!

Eu o tratei ele como um cara normal, sem muitos abraços, papos melosos, nada que ferisse seu carismático humor frio. Ele ficou estranho e vermelho assim que eu comecei a caminhar em sua direção, quando o treinador nos deu uma pausa. Era como se eu tivesse acabado de falar algo muito embaraçoso a ele, ou como se tivesse acabado de ofendê-lo; bem, isso levando para lado pessoal, pois ele não parecia estar bem fisicamente. Poderia ter atacado alguma dor de barriga ou sentido um enjoo ou tontura.

Fiquei de olho na porta do banheiro assim que Lian entrou. Havia alguns garotos por ali próximos à porta ou escorados na parede, entrando, saindo, não muitos. Comecei a estranhar quando percebi que ele demorava de mais para uma simples mijada ou alívio.

Porém, logo depois, vi Austin entrando tranquilamente no banheiro. Se ele sabia ou não que Lian estava ali, eu estava pouco me fodendo, eu apenas não iria deixar que aquele pervertido se aproveitasse do meu amigo. Eu havia me levantado, pronto para adentrar o banheiro e ver se estava tudo bem quando senti uma mão forte segurando meu ombro.

– Hey, garoto! – O treinador chamou minha atenção – Posso ter um papo rápido com você?

– Ah, sim, é claro! – Confirmei nervoso, encarando os olhos ameaçadores do treinador, que cruzava seus grandes e másculos braços.

– O seu amigo Lian me disse que tinham uma implicância séria com o Austin German, o chefe do time da escola. E olha, eu sei bem como é essa idade, e não vim atrás de confirmações, só que... – Ele chegou mais perto e sussurrou – Se algo que ele fizer estiver atingindo de forma negativa qualquer um que você conheça, me fale!

– Tudo bem... – Confirmei num suspiro desanimado, meu peito estava apertado, eu estava de certa forma sufocado por algum sentimento ruim, o sentimento de que a merda ia começar a feder.

Voltei meu olhar para o banheiro novamente. O grupo de amigos de Austin havia acabado de sair, e eu olhava atentamente para cada um dele, sem conseguir identificar nenhuma cabeleira alemã entre os caras. Isso foi um segundo motivo para eu me preocupar, Lian e Austin estavam demorando de mais naquele banheiro, alguma coisa estava de fato acontecendo.

Corri para aquele banheiro com uma raiva que chegava a sufocar minha respiração, meu coração batia com tanta força que eu podia senti-lo em meu peito, passos firmes faziam as solas dos meus pés arderem. E a única coisa que eu pensava era no que fazer com aquele desgraçado caso ele fizesse algum mal a Lian.

Ansiedade, ódio, era tanta coisa... Era quase como se Austin estivesse tirando Lian de mim como um refém, apontando na cara dele e falando que agora ele lhe pertencia.

Quando abri a porta do banheiro, por um milissegundo eu tive certeza absoluta de que algo estava errado, de que nada era apenas teoria, porém quando vi os dois... Meu peito explodiu num coquetel apimentado e amargo de raiva, ciúmes, ansiedade e tristeza. Aquilo ativou de vez a minha raiva descontrolada, sufocava-me ainda mais.

A visão de ver os dois se beijando quase me fazia chorar.

Olhos azuis de Lian estavam num comum vazio; ele estava simplesmente parado, como se tivesse desistido, perdido a fé, como uma estátua, sem se mexer, sem fazer absolutamente nada. E Austin, o filho da puta, segurava seu pescoço e sua cintura como se aquilo fosse um prêmio, beijando a boca dele como se fosse um brinquedo.

Por outro milissegundo, pensei que aquilo fosse um beijo genuíno, o que me deixaria ainda mais triste e só me faria sentir traído. Mas não. Após de ver a cena, Lian olhou para o lado, em minha direção, com lágrimas nos olhos e o olhar desesperado pedindo para que eu fizesse alguma coisa.

Ele então empurrou Austin com tanta força que ele quase caiu no chão, a cara de vergonha e medo quase divina. Eu não esperei sequer uma explicação, a sensação de não pensar duas vezes era quase que como um instinto, pois eu estava protegendo o que era meu. Fui para cima de Austin como um touro, agarrei-o pelo colarinho e joguei seu corpo contra a parede com tanta força que pude ouvir suas costas estalarem.

– Você realmente quer levar uma surra, não é?! –olhei no fundo de seus olhos verdes, do jeito que eu sempre encarava nas brigas de rua. Olhar a expressão de susto e surpresa, aquele quase medo que ele me mostrava, era quase nostálgico.

– Que medinho... – ele deu um largo sorriso de deboche – E o que você vai fazer, cabelo de ferrugem?

Ele decidiu fazer a cagada de me provocar. Senti meu rosto ficar vermelho pela falta de ar, arregalei meus olhos, apertei com força seu colarinho e levantei uma mão.

– Te dar muito mais do que um soco!

E cara... Aquele murro que dei em seu rosto foi lindo. Havia batido com tanta força que escutei a cabeça dele batendo dolorosamente na parede, seu rosto virando e o som de meu punho na sua cara ecoando pelo banheiro. Fiz isso mais duas vezes, e até teria feito mais caso Lian não chegasse para me separar dele.

– Cara, para! – Ele segurou meu braço. – Aqui não!

Olhei pra ele, olhei com tanta raiva. Meu maxilar estava tenso e firme, trancando os dentes; e seus olhos azuis-gelo, com aquelas lágrimas, o rosto vermelho de vergonha. Austin se atreveu a tocar nele, e me senti mais insultado do que o normal, eu não queria admitir naquele dia e muito menos naquele momento, mas eu estava possesso de ciúmes.

Foi então que Austin me acertou em cheio no rosto, entre a maçã do rosto e o meu olho direito. Era um soco forte, mas eu já havia tomado surras mais graves. Aquela bichinha teria que fazer muita coisa pra de derrubar. Não esperei e não hesitei em revidar o soco, acertando-lhe o nariz. Eu estava com tanta raiva! Lian veio nos separar de novo, mas o empurrei sem nem perceber o que fazia, peguei Austin pelos cabelos louros e bati sua cabeça com força na parede.

– Adriel, chega! – Lian mandou, me puxando pelos ombros para longe de Austin.

Ele nos encarou com tanta raiva, ele usava aquele olhar frio e ameaçador, que nos deixava congelado de medo em sequer pensar em desobedece-lo. Aqueles olhos lhe davam um ar assassino e cruel, como uma arma apontada pra sua cara. Quando Lian liderar o reino que seu pai e seu avô lhe deixarão, ele será o chefe mais infernal existente. Aquele olhar era amedrontador e misterioso, de fato!

Sim, eu estava quase me mijando de medo dele, e por quê? Só encarando aqueles olhos com aquele ódio para saber.

Ele encarava Austin com nojo, ódio. Era algo insanamente ameaçador, uma raiva mil vezes maior que a minha, e ainda assim ele se manteve no controle e não desceu o cacete no loiro, no momento, a raiva de Lian estava focada nele.

– Qual é o seu problema? – Ele chegou mais perto de Austin e apontou seu dedo indicador bem na cara dele – O que você tem na cabeça?! Não... Nem precisa responder! – Ele o pegou pelo colarinho, ainda colocando o dedo na sua cara. A expressão de desespero de Austin era a melhor parte, se Lian não estivesse com raiva de mim, eu estaria chorando de rir – Chegue pelo menos três metro de mim e do Adriel e eu juro por Deus que apanhar do Adriel vai ser coisa de criança perto do que eu vou fazer com essa sua vida de bosta, agora... Saia da minha frente!

Ele jogou Austin em direção a porta, o loiro saiu com passos rápidos para fora do banheiro. O treinador já devia estar preocupado com a falta do seu Garoto de Ouro. Agora, quem ia se foder era eu.

Lian me encarou com uma raiva bem menos intensa qual a que encarava Austin, mas mesmo assim, era uma raiva rancorosa. Ele bufou, colocou os cabelos negros recém-lavados para trás e fechou os olhos azuis como se estivesse implorando mais paciência para si. Eu abri a boca para pedir desculpas com qualquer porra de argumento, mas ele me cortou:

– Cala a boca! – Respirou fundo – Você tem noção do que fez?

– Tenho. – Respondi de cabeça baixa. – Mas cara... Ele te beijou!

– Ava, nem tinha percebido! – Retrucou recheado de grosseria e sarcasmo – Você realmente é um herói Adriel, puta que o pariu, você me salvou de noites de pesadelo, pena que você é teimoso e realmente decidiu brigar no meio da aula!

– Eu te disse que...

– Cala a porra da boca! – Mandou. – Você poderia ter mandado nós três para a suspensão, e sabe o que vai acontecer comigo se eu tiver uma suspensão?! Meu pai vai me matar! Pode parece que eu tenho uma vida boa só por ser podre de rico, mas não, eu estou sempre com alguma ameaça do meu pai pra me manter na linha... Se o treinador descobrir isso, literalmente fodeu pra mim, cara! – Todo aquele blá blá blá dele havia me deixado curioso para saber o que seu pai faria se seu filho pisasse na bola, mas não ousei fazer essa pergunta com esse temperamento que Lian estava.

– Foi mal, cara... – Me desculpei, colocando meus cabelos soltos para trás, parecia que Lian havia corado de leve, ou era apenas impressão minha. Estava escuro, pois uma das lâmpadas do banheiro estava quebrada – Eu só fiquei realmente puto quando vi o que ele fez com você, eu só...

– Está perdoado, agora pare de falar essas coisas, já estou enjoado! – Lian me cortou novamente, caminhando em direção à porta. Eu o segui lado a lado como sempre fizemos, e antes de sairmos daquele banheiro, ele falou – E obrigado, pelo menos você fez alguma coisa, seria pior se você não tivesse feito nada.

Isso de fato me fez corar, e mesmo por trás dele, sorri agradecido.

[...]

O treinador obviamente notou os roxos na gente e a demora do banheiro, mas não exigiu respostas, não mexeu na merda. Do jeito que o treinador era brigão, ele já devia ter feito coisa muito pior no banheiro (isso soou estranho).

Lian passou o dia inteiro mais quieto que o de costume, estava deprimido, com raiva, triste, sempre evitando qualquer conversa que eu tentava iniciar com ele. Se ele esperava que eu o julgasse ou outra coisa, estava errado, Lian não estava tendo um bom dia, estava escrito na testa dele!

Minha cabeça só se focava em duas pessoas: Lian e Charlie, uma das candidatas de líder de torcida. Flertamos o intervalo todo, nada além de piscadelas e sorrisos, eu até me sentia mal por estar olhando para a bunda da Charlie ao invés de consolar meu amigo, mas cara... Eu não ficava com uma garota desde que saí da casa, eu estava carente, até porque Lian não queria mais tocar no assunto.

Nas aulas, ou ele dormia um pouco, ou fazia sua lição em silencio. Não respondia nenhum dos meus bilhetinhos, Lian estava incomunicável, e sempre que respondia era arisco, grosso e triste. Era quase de cortar o coração, quase.

Na saída, nem fiz a pergunta estúpida de querer saber se ele queria companhia para beber e jogar conversa fora. Às vezes saímos para dar uma volta na parte isolada da cidade, eu sabia que aquilo matava a sua solidão.

O corredor estava lotado de pessoas desesperadas para ir embora, mas continuamos lado a lado. O dia estava radiante, nem frio nem quente, a frente da escola era uma cena comum de escolas americanas: grupinhos de amigos perto de seus carros, fumando, bebendo, namorando.

Acompanhei Lian até seu carro, estacionado na mesma vaga de sempre. Não havia muita lição de casa, então, sem muitos cadernos para carregar, mais ainda assim, tínhamos o livro e o caderno de equações. Ele deixou o material em cima do teto de seu carro enquanto procurava a chave em seus bolsos.

– Adriel! – uma voz feminina, fina e doce, soou atrás da gente.

Eu e Lian nos viramos e me deparei com ela, Charlie. Com aquela linda pele negra que cintilava na luz do sol, os olhos grandes cor-de-avelã meio mel radiavam beleza, seus lábios carnudos estavam com aquele batom roxo que ela adorava, e o black power, bagunçado pelo vento. Com aquele sorriso sexy e o uniforme de líder de torcida ela ficava toda charmosa, obviamente com aquele mulherão vindo em minha direção eu não deixei de corar.

Eu iria cumprimentá-la normalmente, como qualquer pessoa faria, mas ela chegou perto de mais. Charlie simplesmente segurou o meu rosto e me beijou, sem mais nem menos.

Arregalei os olhos de surpresa, Charlie dizia que queria sair comigo, mas não sabia que ela simplesmente iria me beijar na frente de todo mundo, principalmente na frente do Lian. Mas não tenho do que reclamar, a boca de Charlie era macia, doce e delicada, como um bom beijo feminino, portanto, foi rápido, quase segundos.

Ela me largou e sorriu animada, com aqueles piercings dourados no nariz, sobrancelha e no smile, ela se virou para Lian, e o cumprimentou simpática (obviamente por educação, nem ela escapava da moda de odiá-lo).

– Oi!

Lian obviamente estava com a cara ainda mais amarrada depois disso, seus dentes trincaram, ele estava levemente corado e olhava com aquela raiva que a fuzilava, Charlie ficou tensa e séria pelo jeito que Lian a encarou. Não o culpo, de verdade!

–Oi. – Respondeu curto e seco, se virando então para olhar para mim – Te vejo amanhã, tchau.

Ele jogou suas coisas no banco do passageiro, entrou no carro, bateu a porta com força e acelerou. Talvez eu esteja me sentido um bosta depois disso, talvez!

– Vem cá... – Charlie falou, meio chocada saber de como é falar Lian de pertinho – Ele é sempre assim?

– Hum... – Murmurei, negando com a cabeça – Ele só esta tendo um dia difícil...

– Aconteceu alguma coisa? – Charlie perguntou, curiosa.

– É só o pai dele colocando pressão em cima dele! – Menti, com pena do meu amigo.

– Eles não se dão bem? – Charlie perguntou, querendo ter mais informações para fofocar com as outras.

– Pais empresários nunca se dão bem com os filhos, sabe?! Mas não sei muito sobre a família dele. – Mais uma vez eu menti, eu sabia muito sobre o relacionamento dele com sua família, mas prometi que não iria espalhar fofoca sobre a vida dele.

Charlie aperto seus cadernos contra o peito, e em sua boca se formou um sorriso divertido e simpático, ela me encarou, e disse:

– Hey, sábado vai ter uma festa na casa da Wandy e da Andy, elas me disseram que poderíamos levar quem a gente quisesse!

– Andy e Wandy são aquelas gêmeas que vivem puxando o cabelo uma da outra, não? – Perguntei com um ar icônico, sorrindo.

– Essas mesmo! – Concordou, rindo – Vai ser legal, vai ter bebida, musica, pode até levar o Lian se você quiser!

– Ah, ele não é um cara muito sociável, como pôde ver agora pouco. – Falei, colocando minha franja para trás da orelha – Vou ver se vou estar livre, qualquer coisa te mando uma mensagem, tá?

– Certo! – Ela sorriu – Vou ter que ir, te vejo amanhã?

– Sim, claro! – Confirmei, sorrindo levemente corado, até que ela simplesmente me deu um selinho.

– Tchau!

– Tchau... – Me despedi, meio atordoado com tanta informação.

Assim que eu me conectar com o wi-fi do vizinho eu pergunto pra ela de onde veio todo aquele carinho por mim.

Até aí era só ir pegar minha bicicleta e sair pedalando comprar mais ração para o esfomeado do meu gato, e foi isso o que fiz. Ainda tinha um pouco do dinheiro do meu salário, que não era lá muita coisa, mas pra quem é recepcionista de um café, está ótimo. Eu estava na metade do caminho da agropecuária mais próxima quando um Rover preto apareceu do nada e me cortou, quase me atropelando. Obviamente eu caí no chão após bater no capô do carro. Levantei-me pronto pra xingar o motorista, eu havia escutado o bater do carro duas vezes.

Quando levantei, me deparei com um cara moreno e forte, era Todd, um dos jogadores do time da escola. Ele usava uma regata preta rasgada e torta, era o tipo de amigo idiota e galinha do personagem principal.

E é claro, ali do lado estava ele, o Astro Rei do time, o Garoto de Ouro do treinador, o preferido da escola e do mundo, ali estava ele, a cabeleira loira dourada brilhando contra a luz do sol, Austin. Até que ele ficava bem com aquele belo olho roxo que eu havia lhe dado de presente.

– Hahaha... – Ri sarcástico, olhando para os dois a minha frente – Veio fazer vingança? Acho que não aguenta uma briga sozinho!

– Se eu fosse você, tomava cuidado com essa sua língua! – Todd respondeu no lugar e Austin, com um dos sorrisos cruéis mais falsos que já havia visto. Já me meti em coisa pior do que uma briga de dois contra um, tanto que quase morri em uma delas. Eu estava tão relaxado quanto em uma banheira de SPA.

– Meu Deus! – Olhei rindo irônico para Austin e Todd, eles eram quase uma piada de mau gosto. Suspirei, soltei meu cabelo, retirei minha bolsa e meu suéter e joguei pra longe, perto de uma árvore.

Austin estava silencioso, sério. Ele parecia estar lutando com o seu emocional para parecer uma pessoa forte, mas se ele realmente fosse forte, não teria que ficar implorando pro Lian o dar uma chance. Austin era tudo: bonito, popular, amado por todos, mas ele não era forte.

Bastou um olhar de Austin par Todd avançar em mim.

“Que comece mais uma brigada dentre as muitas que tive!”


Notas Finais


Foi isso ~
Continuo sem nada a declarar :v
Obrigada a quem leu mais um capítulo desta bendita fanfic SZ
Obrigada <3
Até o próximo ~

Ja nee ^^


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