História Como interditar Jackson Wang por Mark Tuan ft. 97 Line - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7, Seventeen
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Jungkook, Kim Mingyu, Lee Seokmin "DK", Mark, Xu Ming Hao "THE8", Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, 97line, Jark, Markson, Yugbam
Visualizações 62
Palavras 1.579
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Fluffy, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAMEU MARKSON NINGUEM SAI

Capítulo 1 - Aguentar os roncos de Jackson Wang? To fora;


Fanfic / Fanfiction Como interditar Jackson Wang por Mark Tuan ft. 97 Line - Capítulo 1 - Aguentar os roncos de Jackson Wang? To fora;

-Jackson, pode, pelo amor de todos os santos, parar de gritar um pouco? - Pedi pela terceira vez provavelmente em menos de uma hora.

Assim começa os relatos de um colega de quarto desesperado, nomeado muito bem por meus pais de Mark Tuan, ou Marquinhos, apenas para as tias chatas apertadoras de bochecha que mandam bom dia às seis da manhã em grupo de família.

Era sempre assim, Jackson se empolgava nas gravações e começava a gritar como se estivéssemos no meio de um terremoto.

Com certeza, quando pequeno, caiu do berço e engoliu um megafone, porque aquele menino baixinho (que ele não leia isso, ou este será o ultimo registro de Mark Tuan na face da Terra, foi bom enquanto durou, adeus ó vida cruel) falava mais alto do que o Bambam e o Yugyeom juntos, pobres cordas vocais e tímpanos alheios.

Mas oque eu poderia fazer?

Ele, (in)felizmente era meu melhor amigo e o conhecia desde que me entendia por ser humano. Éramos dois estrangeiros e morávamos na China antes que minha família se mudasse para os Estados Unidos, e como grande palhaçada do destino que praticamente ria da minha cara, nossos pais eram melhores amigos, ou seja, toda festinha de família brincando com os primos e um Jackson Wang infiltrado.

Nos tornamos próximos novamente assim que entramos no ensino médio, afinal compartilhávamos do mesmo sonho de largar o inferno que apelidamos carinhosamente de ensino médio virar youtubers.

E assim aconteceu, sem a mínima noção de como mexer naquela parte do site (pois acreditem ou não, postar vídeos é complicado viu? Todo esse negócio de copyright e monetização faz o nosso cu trancar e assombram nossos pesadelos) conseguimos postar um dos vídeos mais toscos que aquela plataforma já havia presenciado.

Era apenas Jackson dando uma cambalhota perto de um rebanho de ovelhas com uma pequena participação especial de minha mão que forjou um peteleco em suas costas, causando uma ilusão de ótica até que razoavelmente ridícula, enganava os mais desavisados e lerdinhos de plantão, esse que encontramos em um daqueles sítios clichês que levam os alunos no final do ano para que os professores tenham alguma paz; ou isso ou um museu qualquer da cidade. Não tinha nem um minuto, mas por algum milagre do deus da internet (amém) conseguimos umas cinquenta visualizações, o que para nós na época já era motivo de orgulho.

Nos mudamos para a capital, juntos, colocando em um cofrinho desses de porcelana que se compra em lojinhas de souvenires, dinheiro de qualquer trabalho que conseguíssemos, coisas como aulas de inglês, mandarim, pequenos concertos e até vender algumas coisas inúteis como brinquedos velhos e alguns livros de escola com as respostas. Nada de muito importante, mas já foi possível juntar um bom dinheiro para comprar um apartamento de dois quartos e alguns equipamentos que precisaríamos. Sim, nós juntamos muito, ainda acho que Deus ficou com pena de nós e fez dinheiro brotar ali, foi milagre.

Abri meu canal de vlogs e Overwatch, o único jogo em que conseguia me viciar e fazer lives de mais de uma hora sem reclamar de nada.

Escolhi vlogs, porque esse tópico era o que mais me identificava. Parecia mais calmo, só precisava escolher algum assunto que me incomodava atualmente e reclamar em frente a uma câmera por umas duas horas, fazer ficar engraçado, mandar para o editor e estava feito.

Reclamar, falar merda no meio e ainda ganhar dinheiro por isso? Mais feliz que eu só dois eu.

Jackson escolheu virar gamer, para seu contentamento e minha tristeza.

Eu sempre fazia alguma participação em seus vídeos, sendo convidado por boa vontade, empurrado pela cadeira de minha escrivaninha até seu quarto para reagir a algum joguinho sem sentido encontrado na pagina principal da playstore ou como nesta vez, batendo na porta e pedindo silêncio.

-Eu quero dormir, baixa o volume, tá? - Pude ouvir os gritos de Bambam ultrapassando seus fones de ouvido, denunciando que estava em uma chamada de vídeo.

- Faltam só uns trinta minutos de vídeo. Vou tentar moderar, tudo bem? - Moveu sua cadeira mais para perto de mim e beijou minha mão enquanto eu concordava. Fechei a porta e voltei para o quarto, verificando se o vídeo que sairia terça feira havia sido enviado corretamente para Jaebum, nosso editor.

Jackson, muitas vezes era um idiota. Passava um pouco dos limites com as piadas, gritava alto e fez com que nosso sindico o odiasse com todas as forças por gastar tanto papel de sua impressora com multas bem baratinhas que paravam em nossa porta (sintam a ironia, por favor), ironia era basicamente sua segunda língua, se empolgava demais e podia considerar ser extra quase como seu primeiro nome.

Se Jackson não era uma das pessoas mais extra que já conhecia na vida toda eu não sei o que significa extra.

Mas a mesma quantidade que tinha de exagero neste lado que encantava a todos por se enturmar tão rápido, tinha de bondade e carinho.

Ele demonstrava aquele carinho, sem pouco se importar se a outra pessoa iria pensar que era um assediador ou qualquer tipo de embuste preconceituoso. Eu era um dos seus maiores alvos, não reclamava nem agradecia, vivíamos há tanto tempo juntos que nem me importava mais.

Mas sobre shippers exageradas, doidas por yaoi ou os preconceituosos de plantão falamos outro dia, o foco aqui é outro e bem mais simples de ser esclarecido: Jackson Wang precisa ser interditado, o mais rápido possível.

Não da maneira séria, em que a pessoa entra com processo na justiça e tudo isso ai. Muito trabalho, eu dispenso.

O real motivo é que eu não aguento mais.

Ele grita demais e isso está me deixando doido.

Ele é simplesmente muito divertido e eu isso acaba jogando meu sono lá pra puta que pariu.

Ele está me deixando confuso e isso não é legal, fui até no médico já ele só riu da minha cara, aquele mal agradecido, gastei meu dinheiro indo naquele consultório e não ganhei nenhuma balinha de menta.

Ou de hortelã, tudo igual.

Eu não aguento ele e o Bambam gritando nos meus ouvidos!

Eu vou bater na porta daquele quarto é agora ou não me chamo Mark.

Aguentar gritos de Jackson Wang?

To fora, pego minha bike e vou embora.

- Jackson! – Apenas abri a porta e gritei seu nome, nem me dei o trabalho de ir até seu quarto.

Vi uma faixa de luz surgir, indicando que a porta estava se abrindo.

- Mark, pode ser mais baixo? Eu estou tentando gravar aqui. – Falou no maior tom inocente, segurando aquela maldita câmera em minha direção.

Audacioso ele.

Mas quem com ferro fere, com ferido será ferrado.

- Seu...

Sai correndo atrás dele, e taquei esse caderninho no qual escrevo agora na cara dele mesmo, tadinho ficou com umas cinco folhas amassadas, tudo culpa de Jackson Wang e esses desrespeitos dentro de minha própria residência.

E eu achando que iria dormir cedo finalmente. Coitadinho, é iludido ele.

Acabei sendo trouxa novamente e perdendo a força quando ele segurou meus pulsos, impedindo que continuasse o batendo.

Resultado, eu, Mark Tuan, sentado no colo do Jackson enquanto ele terminava aquela partida de um jogo que achava ser uma das versões de GTA. E como eu sabia que aqueles míseros dois minutos colocados no vídeo iriam gerar mais de um mês de shippers doidas nas nossas Timelines do Twitter.

Não que eu já tenha lido alguma fanfic.

Eu? Imagina!

Nem sei o que é o Spirit.

Wattpad é oque? É de comer?

Depois que a gravação terminou, finalmente meus ouvidos ganharam alguma paz por uns instantes.

O problema ali era que, eles eram extras dentro e fora da gravação. A conversa entre nós e a tão famigerada 97 line durou umas boas horas e tenho que admitir, uma parte de meu sono se foi.

Yugyeom e Bambam eram aquela típica dupla de amigos que, verão você está passando mal caído em uma valeta, bêbado, todo errado, vomitando seu cu para fora, e a única coisa que farão é gravar e postar no Snapchat. Aqueles que se pegavam em segredo e que achavam que era mesmo um segredo. E quando os dois se juntavam com o Jungkook, era aí que eu ficava triste.

Nos eventos do Youtube, meu quarto de hotel sempre era escolhido a dedo pelo destino para que eu ficasse sendo vizinho de parede deles. Parecia que uma matança estava ocorrendo naquele quarto, principalmente porque era o pouco tempo que todos eles tinham juntos.

Yugyeom, Jungkook e Bambam moravam no mesmo prédio, porém Minghao,Mingyu e Seokmin viviam em Busan, pois foi onde conseguiram passar na faculdade. Por estes e outros motivos, podendo também ser nomeados de meu coração mole, nem fazia questão de ligar para a recepção reclamando de barulho, sabia muito bem que uma hora se cansariam e pegariam no sono, uns embolados nos outros.

Até continuaria contando o resto daquela noite, mas agora o sono realmente está pegando forte e nem abrir os olhos direito estou conseguindo. A claridade desse abajur já está no mínimo e ainda parece mais claro do que o que imagino a luz de um cometa passando pela janela. Mesma sensação de receber a luminosidade horrível da tela branca com o logo da netflix na madrugada.

EU NÃO ACREDITO QUE ELE COMEÇOU A RONCAR NA MERDA DO BELICHE DE CIMA.

Ouvir os roncos de Jackson Wang?

To fora.

Pego meus travesseiros e vou embora.

Para o sofá, no caso.


Notas Finais


SOCORORIFSAFA


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