História Como Me (Des) Apaixonei por Olivier Salvatore - Capítulo 5


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Categorias Daniel Sharman, Kit Harington, Originais, Sophie Turner
Personagens Daniel Sharman, Kit Harington, Personagens Originais, Sophie Turner
Tags Amor, Cafajeste, Ceo, Daniel Sharman, Desejo, Kit Harrington, Nova Iorque, Romance, Sexo, Sofie Turner
Exibições 10
Palavras 1.775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Por favor, favoritem
Capítulo não revisado.

Capítulo 5 - Dor de Cabeça


Acordo com o meu maldito telefone tocando. Bufo irritada,  quem será que me acorda cedo em pleno sábado?

"Alô." Digo com voz de sono

"Filha meu amor, quando ia me contar do seu noivado?"

"Que noivado?" Falo sem lembrar de nada.

"Ah por favor. Todos sabem que você está noiva de Olivier Salvatore. Não minta para mim." Ela fala meio zangada.

Porra, como fui esquecer que eu estava noiva. Merda, me amaldiçoou mentalmente.

"Ah mãe desculpa, foi tudo tão rápido. Olivier me pediu ontem. Nem tive tempo de avisar."

"E quando ia me contar que namorava com ele? Ou não confia na sua mãe?" Ela fala magoada.

"Mãe, eu queria ter certeza que era sério. Não queria criar esperanças e depois destruí-mas. A senhora sabe como eu sou difícil."

"Ah sim. Eu sei! O Olivier deve ser um anjo então." Fala rindo

"Ahan, e como." Falo sarcástica

"Querida quando vamos conhecê-lo?"

"Ah, não Sei.. Hoje eu vou conhecer minha sogra e estou nervosa. Vou marcar um dia." Minto descaradamente.

"Só não espere até o casamento para nos apresentar." Ela riu.

"Não se preocupe com isso." Falo pensando em como não haverá casamento.

"Tá bom filha, tenho horário no salão agora. Te amo e tchau."

"Também te amo e tchau."

Eu amo a minha mãe, mas o meu motivo de raiva dela é que o plano da vida dela era encontrar um marido rico para me criar. Dona Eva engravidou de mim mas não quis o meu pai por ser pobre. E para a sua sorte Philiph Smith, um magnata do ramo musical procurava uma esposa para criar seu filho. Como minha mãe é uma mulher linda e que chama atenção onde passa, foi a mulher perfeita. Éramos a família feliz até que quando eu fiz 18 anos o meu 'querido irmão' Aaron tentou me estuprar. Óbvio que eu o odeio, e isso deu uma enorme briga por que Philiph ficou do lado do filho, minha mãe não tomou partido e eu resolvi que não iria mais sobreviver debaixo da asa do meu padrasto. Na verdade ele tentou se desculpar e me deu o apartamento onde moro,e deposita uma certa quantia na minha conta pra manutenção do mesmo.

Depois  de lembrar de tudo isso eu resolvo levantar e ir tomar meu café.  Preparo um café bem forte e umas panquecas com muito chocolate em cima.

Quando vou comer alguém bate a minha porta. Resolvo abrir e Olivier está lá muito mais sexy do que eu poderia imaginar. Eu o mando entrar e vejo que ele carrega uma pequena bolsa de ginástica.

"Você sempre atende a porta semi nua?" Ele reclama passeando os olhos pelo meu corpo.

"Pelo que eu lembre eu não esperava visita até as 11:00h, meu amorzinho." Falo sarcástica e me enrolando no robe.

"Hahaha, muito engraçado. Resolvi que você precisa saber algumas coisas de mim e eu de você para parecer real."

"Certo. Mas temos um outro probleminha. A minha querida mãe quer ver o homem que 'roubou o meu coração'."

"Okay, vamos marcar um almoço com a sua mãe. Pode ser para amanhã, ou segunda. "

"Pra amanhã  então. Agora com licença que eu vou tomar café. A propósito, você também  quer?"

"Eu aceito o café.  Ia te convidar pra sair pra tomar um mesmo."

Coloco mais uma xícara em cima da bancada e um prato com panquecas. Ele me olha curioso com a quantidade de chocolate em meu prato. Quando ele come minhas panquecas eu vejo que ele suspira e fecha os olhos.

"Você cozinha bem, Angie."

"Muito obrigada Olivier. Ou tenho que te chamar de amorzinho?" Falo zombando dele.

Ele ignora o meu comentário e toma o café. Recolho as louças, lavo e ele guarda. Resolvo assistir um pouco de TV e ele se senta ao meu lado. Me deito em seu colo e é uma cena tão natural que quando me dou conta do que estou fazendo, eu dou um pulo me afastando dele.

"Angie o que foi?" Ele fala me olhando um pouco assustado.

"Nada, foi que eu pensei que ia cair." Minto.

Ele parece que sabe que estou mentindo e não diz nada. Resolvo ir tomar banho e quando estou no box sinto um corpo atrás do meu, rapidamente me viro e o cretino está lá.

"Olivier, sai daqui. E não me olha, seu cretino."

"Angie, Angie não se faça de envergonhada, não existe nada seu que eu não tenha visto e vice versa."

"Cretino, mas não encoste em mim, ou eu arranco seu amiguinho aí."

Ele não diz nada e tomamos banho quietos. Saio do banho e resolvo ir me vestir e ele resolve fazer o mesmo. Quando estou tentando vestir uma calcinha ele ataca meus lábios, tento resistir por meio segundo mas eu falho miseravelmente. Minhas mãos passam pelo seu peitoral e as mãos dele pelo meu corpo todo. De repente minha consciência me lembra de que não  devo ceder assim.

Me afasto um pouco atordoada e resolvo voltar a me vestir. Ele me olha como se eu tivesse duas cabeças.

"Angie, o que foi?"

"Olivier querido, vamos acabar nos atrasando para o almoço da sua mãe." Falo sem olhar para ele.

Coloco um vestidinho rendado branco que deixa o meu busto mais bonito e modela a minha cintura, faço uma maquiagem básica e calço uma sapatilha vermelha que contrastava com o vestido.

Quando entramos no carro ele começou a fazer diversas perguntas e eu respondi e fiz as mesmas perguntas e percebi que concordavamos em muitos pontos.

Chegamos até uma mansão enorme e de fachada um pouco romanesca, parecia um Palácio de um César.

"Mãe, abra o portão, por favor." Ele fala no interfone.

Os portões são abertos de forma rápida e logo estamos dentro da enorme propriedade dos Salvatore's. Quando vou descer ele segura minha mão e me faz olha-lo,e este põe a mão no bolso e tira uma pequena caixinha. Não posso conter uma surpresa, logo me recomponho e ele desliza para o meu dedo um delicado anel com uma safira em cima.

"Acho que a safira combina muito mais com os seus olhos do que um diamante." Se justifica.

Fico admirando o anel e nem percebo que ele saiu do carro e que uma loira de corpo maravilhoso chega perto dele. Sinto um ciúme enorme. Pera aí eu disse ciúme? Não, claro que não eu apenas quis fingir muito bem.

Saio do carro quando ele está dizendo:

"Mãe, essa é a minha noiva. Angie D'angelo. "

Mãe? Como assim aquela mulher era mãe dele? Ela era extremamente nova e incrivelmente linda. Me assusto e ela está me apertando em um abraço apertado.

"Então você é a mulher que roubou o coração do meu filho. E que ele escondeu de mim. Mas que bela moça você é." Fala me apertando muito mais.

"Mãe, acho que a Angie está ficando meio roxa."

"Ah querida me desculpe, a propósito eu sou a Serena."

Fico um pouco paralisada enquanto ela diz que vai à frente para arrumar algumas coisas. Olho para Olivier com uma cara de 'se deixar alguém me amassar de novo eu te mato'. Não sei o que ele viu, mas ele vai para as minhas costas e enlaça minha cintura e parecemos um casal apaixonado.

"As vezes eu tenho vontade de bater muito duro em sua cabeça." Falo em seu ouvido.

"Em qual delas?" Ele ri malicioso.

Não tenho nenhuma resposta para isso é quando foi por mim estamos entrando na casa.

Sou apresentada ao resto da família e percebi alguém que eu conheço encostado na parede me olhando.

"Tyler é você? " olho sorrindo

"Angie? Meu Deus é você!  Está tão linda." Ele fala correndo até  mim.

Nos abraçamos e ficamos perdidos nesse abraço até  que Olivier faz um som de limpar a garganta. Tyler olha irritado para ele e me solta.

"Bom Angie, parece que você conhece  meu irmão Tyler." Fala sarcástico.

"Claro que sim amorzinho." Falo rindo e mandando um beijinho para ele.

"Pera, Angie você não é a noiva desse idiota não, né?" Ele fala nervoso

"Na verdade sou sim. Seu irmão roubou meu coração. " falei me agarrando a Olivier.

Tyler bufa irritado e sai da sala. Eu apenas percebo que toda sala ficou em silêncio. Viro e vejo que meu noivo está me fuzilando com os olhos. A sala parece relaxar e todos voltam a conversar e as mulheres da família vem olhar meu anel. Algumas reclamam por não ser um diamante e eu ignoro.

Quando estão todos distraídos, Olivier me puxa para a escada e chegamos até um quarto arrumadinho, provavelmente o seu naquela casa e ele fecha a porta e vira para mim.

"Angie, o que foi aquilo?" Fala com raiva

"Eu não sabia que Tyler era seu irmão." Dou de ombros

"O que ele é pra você, Angie? Eu preciso saber." Diz me avaliando.

"O cara que tirou minha virgindade e que namorou comigo durante o primeiro ano da faculdade e depois me deu um pé por causa de uma loira." Falo com raiva.

"Como assim aquele imundo já te tocou?" Ele parece se segurar.

Não sei o que acontece comigo mas, eu empurro-o na parede e beijo seus lábios, ele demora meio segundo e inverte nossas posições e me pressiona na parede e começa a descer os beijos para o meu pescoço e eu começo a soltar gemidos roucos.

De repente a porta se abre de uma vez.

"Olivier. Oh meu Deus. Desculpem, eu não queria atrapalhar nada." Serena fala sem jeito.

"Não Serena, me desculpe você não devia presenciar isso." Falo me afastando dele.

"Não, é que eu esqueço que meus filhos são homens e não mais minhas criancinhas."

Ela são e eu quero enviar minha cabeça em um buraco bem fundo. Quando olho para o dito cujo do meu noivo está  sorrindo. Maldito bastardo.

O almoço ocorre sem mais problemas, mas eu posso sentir os olhares nada alegres de Tyler para Olivier e vice versa. Seguro a mão dele e ele olha para mim, seus olhos travam nos meus e sua mão acaricia meu rosto, me inclino para o seu carinho e eu vejo que ele se acalma.

Depois do almoço eu peço licença para Serena para ir embora e arrasto Olivier. Me despeço de todos e sinto-o travar quando vou dar tchau para seu irmão.

Entramos no carro e ele ainda está com raiva, silêncio é a música que ouvimos. Ele para no meu apartamento e eu me vejo dizendo:

"Pode voltar e dormir aqui? Por favor?"

Ele suspira e concorda. Eu deixo seu nome na portaria e vou para o meu apartamento. Me jogo no sofá  e apago.



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