História Como Não Perder Essa Garota. - Capítulo 13


Escrita por: ~ e ~Mykie

Postado
Categorias Naruto
Tags Naruhina, Naruto, Romance, Sasusaku
Exibições 498
Palavras 1.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii meus amores, eu disse que ia postar hoje.. Bem, não as 00:24 mas... To aqui neh.
Bom, espero que gostem e apreciem a leitura... Tava muito ansiosa e não consegui esperar o dia amanhecer!!

Capítulo 13 - I wanna see you smile


Fanfic / Fanfiction Como Não Perder Essa Garota. - Capítulo 13 - I wanna see you smile

 

POV Sasuke 

Plena segunda feira. Não, eu não quero acordar! Por favor santo Odin, me deixa. Mas não! Tenho a bosta da escola pra ir. Okay né! Aceitar que dói menos.

Abri os olhos com uma imensa dificuldade e me sentei na cama. Aii, sinto minha cabeça mais pesada que o resto do meu corpo. Oi ressaca, tudo bem?

Joguei o cobertor pro lado e percebi que havia dormido só de cueca. Olhei ao redor e vi minhas roupas todas jogadas pelo quarto. 

O que aconteceu ontem hein? Será que andei fazendo merda? Rá! Óbvio que você fez né Sasuke. 

Levantei e decidi tomar um banho, sinto meu corpo todo dolorido. Fui pra debaixo do chuveiro e deixei a água quente escorrer, relaxando meus músculos. To tão fraco, que acabei sentando no chão do box e me ensaboando sentado mesmo, enquanto a água caia no meu rosto. 

Senti minha cabeça latejar forte e fiz uma careta, enquanto imagens da noite anterior se formavam em minha mente. Lembrei de ter saído com o Itachi e os amigos dele, meus amigos foram, e ainda tinha uma cabeleira rosa muito conhecida lá. Bebemos pra caramba (eu bebi mais que todos juntos, claro!), usei as cantadas mais idiotas da face da Terra. Ahh, que vontade de me matar! 

Levantei meio à contra gosto e já fui pra desligar o chuveiro. Minha cabeça latejou mais uma vez com uma última lembrança. 

Eita porra, eu fiz merda mesmo!!

Eu dando carona pra Haruno, levando-a até a casa dela... CARALHO, EU CANTEI COM ELA!! Que coisa de viado meu Deus. 

Saí do banheiro e fui me arrumar. Coloquei o uniforme, peguei meus fones, skate e saí. Me sentindo ridículo como sempre. 

Porque isso tá acontecendo comigo? Ou melhor, o que está acontecendo comigo!? 

(...)

Já estava dentro da sala de aula após ter chegado um pouquinho atrasado. 

Estava sentado na minha carteira todo viajado. Só conseguia prestar atenção em uma coisa, e com certeza, não era no professor. Eu estava hipnotizado por aquele cabelo rosa, não conseguia parar de encarar. Será que ela se lembra de ontem? Eu to fodido caso ela se lembrar; ou não. 

Aí ela olhou pra trás. Encarei seus olhos, como se pudesse ver algo muito mais além daquela imensidão verde. E ela também me encarou de mesma forma. O mundo e o tempo ao meu redor haviam parado, nada mais fazia sentido. Ficamos assim por alguns segundos, até que o professor chama a atenção da Sakura e ela se vira pra frente de novo. 

Continuei encarando suas costas.  Melhor eu prestar atenção na aula, que vergonha. 

(...)

O sinal pro intervalo bateu e eu saí rapidamente. Não quero falar com ela, nem agora, nem nunca. E se ela conta pra alguém do meu momento "kawaii" pros outros? Aii, não! 

(...)

Graças a Buda eu não encontrei com a Sakura em momento algum nos corredores, apenas no fim da aula, porque óbvio, a gente é da mesma turma. 

Não vou pra oficina hoje, to muito acabado, vocês não imaginam quanto. Vou é pra casa fazer o que faço de melhor: me jogar na cama e dormir. 

E assim eu fiz.

(...)

Porra despertador, porque tu me odeias tanto?! 

Levantei e fui me arrumar, hoje estava um pouco melhor. Desci, dei bom dia pros meus pais e tomei café. Voltei pro quarto e após vestido a caráter saí de casa rumo à escola. 

As primeiras aulas foram "uma beleza" como sempre.

 Já havia passado o intervalo e já estávamos na última aula, quando a diretora entra na sala, mais uma vez pra falar sobre um teatro. Ah é , ainda tem essa! 

Tomara que eu não tenha que participar, seria perfeito se eu escapasse como nas outras vezes. 

Tsunade chamou a Haruno lá na 
frente. 

– Pessoal, eu já disse a vocês sobre o teatro. – ela iniciou. – Venho avisar que Sakura será a organizadora este ano, e hoje já vamos dizer os nomes dos participantes. Pode começar, Sakura. 

Porque será que eu sinto que aí não vem boa coisa heiin!? 

Cruzei meus dedos rezando pra que não ouvisse meu nome. 

– Jesus, sei que já errei muito nessa minha miserável vida, mas não deixa ela me escolher. – sussurrava com os olhos cerrados. – Não me escolhe, não me escolhe, não me escolhe... 

Naruto que tava do meu lado ria disfarçadamente do meu desespero. 

— Tenten, Hinata, Temari, Ino, Naruto, Choji, Shino... – O Shino sério? Só se ele for uma árvore, porque porra, o cara nem fala hahaa! 

Ela falou mais uns outros nomes e eu continuei com a minha mandinga. 

– ... Ah! Eu já ia me esquecendo. Sai e... Sasuke. – ela disse por fim. 

– Naao!! Porra!! – gritei batendo a testa na mesa. Poxa, porque eu? – EU??! 

– Ora, que eu saiba não tem nenhum outro Sasuke aqui, Uchiha. – respondeu Tsunade com um sorriso vitorioso. Aí tem!

Ela saiu e a Haruno voltou pro lugar dela. Eu fiquei o resto da aula tentando colocar a ideia de que faria parte daquele teatro na cabeça até o sino tocar. 

(...)

Saí e fui direto pra oficina, tinha que falar com ela. Pra quem ontem estava fugindo, hoje eu queria a encontrar o mais rápido possível. Ah, é agora que eu mato a Sakura. 

Entro no local onde aconteciam os treinos e estava vazio. Esperava a encontra lá, mas nada. Resolvi olhar nos vestiários, pois no restante do prédio da escola ela não estava. Abri a porta e dou de cara com meu alvo. 

– AH, VOCÊ ESTÁ AÍ NÉ SUA PILANTRA. – já fui gritando apontando o dedo pra ela, que estava de lado pra mim. – O QUE VOCÊ QUER HEIN HARUNO? NEM ADIANTA DIZER QUE TU NÃO TEM NADA A VER PORQUE EU SEI QUE FOI ARMAÇÃO SUA. POXA, JA NÃO BASTA O MICO QUE EU PAGUEI NAQUELA NOITE, CANTANDO AQUELA MÚSICA IDIOTA... – continuei gesticulando com as mãos. Cara, eu tava tão nervoso que nem percebi que ela não revidada. Cadê a pose de durona!? – Ah, claro. – disse já mais calmo e num tom irônico. – Você não vai dizer nada não é? Vai se fazer de inocente pra colocar sua titia contra mim de novo, eu já devia saber, não adianta te alertar... 

A olhei pra ver se ela estava prestando atenção nas minhas palavras, pois ela não respondia nem nada. Aí pude perceber uns soluços e ela estava... Chorando? 

– Hey, Sakura. Você tá chorando? – É óbvio né seu idiota. Quando eu resolvo ser tapado bato recordes. 

– Não seu mané, eu to suando pelos olhos. – disse ela levantando um pouco o olhar e claro, sem perder a ironia. 

– Olha rosadinha, eu não queria... sabe, ter gritado com você desse jeito.. É que.. você me deixa nervoso... – eu coloquei as mãos nos seus ombros num ato de consolo. Senti meu coração apertar só de pensar que era por minha culpa. – Se for por minha causa, eu me jogo de uma ponte com uma... Bigorna amarrada no pescoço e ... – ela me interrompeu. 

– Relaxa, não é por sua causa. Apesar de que não seria má ideia caso você se matasse. – ela soltou uma risada nasal cessando um pouco o choro, me fazendo rir também. 

– Então é porque? – sussurrei olhando nos seus olhos, que se encheram de lágrimas e ela começou a choradeira de novo. Até pior que antes. Colabora né Sakura, eu não sei consolar ninguém. 

Tomado por um impulso eu a puxei pra um abraço. A apertei forte e apoiei meu queixo no topo da sua cabeça. Ela foi resistente no começo, mas logo cedeu me apertando mais forte ainda. 

– Eii, calma. Eu to aqui. – acariciei suas costas, enquanto ela molhava meu peito com suas lágrimas. Eu não sabia o que fazer pra ela parar, então, presta atenção na porra que eu fiz. 

– What can I do to make you feel alright? (o que eu posso fazer pra você se sentir melhor?) Baby I don't want to see you cry, no-oh (querida, eu não quero ver você chorar, não) – Sim, eu comecei a cantar Smile do R5 baixinho no ouvido dela. — I wanna see you smile (eu quero ver você sorrir). It's the things you do (e é o que eu vou fazer). 

To me sentindo tão gay de uns dias pra cá; tenho até vergonha de mim mesmo. 

Afastei um pouco e olhei seu rosto. Ela me olhou de volta e sorriu, e eu limpei o restante que tinha de lágrimas. Abaixei o olhar e fitei seus lábios; vermelhos e inchados por causa do choro. Algo me atraía pra eles, semiabertos, a gente tava próximo e... 

Não Sasuke! Isso não! Afastei o olhar antes que acontecesse o pior. Aí percebi que ainda estava abraçado a ela; desfiz nosso abraço e fitei minhas mãos. Ai, nossa! Que dedos legais eu tenho. 

– B-Bom, é me-melhor a gente ir... ir.. — putz, eu gaguejei. Eu tava todo embolado sem saber nem o que dizer direito. 

– Treinar? – ela disse se recompondo e me olhando com as sobrancelhas erguidas. 

– Isso! Treinar. A gente precisa ir treinar. – fui saindo de perto dela em direção à porta. Até que ela segura meu pulso e me faz voltar um pouco pra trás. 

– Sasuke. – ela suspirou. – Obrigada. – e sorriu. Eu também sorri, e senti minha cara queimar. Saímos de lá e o pessoal já tinha chegado. 

(...)

O restante do dia na oficina de luta fora tranquilo. Agora já tínhamos nos despedido e eu já estava a caminho de casa. 

Ficava pensando o tempo todo no ocorrido lá no vestiário. O que teria a deixado tão triste? Acabei soltando um riso ao lembrar da música e do resto que eu tinha feito. Suspirei... 

– Eu preciso de um médico. 

 

 


Notas Finais


Por hoje foi isso meus lindos e lindas, perdão por qualquer erro.
Mereço comentários e favoritos?? Continua?

Digam aí suas opiniões sobre a fic e aceito sugestões pros capítulos também... E lógico, críticas construtivas ... Beijos de Thata e até o próximo!


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