História Como Pegar o Senpai - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Lu Han, Sehun, Tao
Tags Baekyeol, Chanbaek Caralho, Hunhan, Ilusão Com O Senpai, Kaisoo, Taoris
Exibições 610
Palavras 1.068
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEY AEEEW

Capítulo 12 - Aniversário do Chanyeol


O mês foi bem agitado, já apliquei os trabalhos e provas, e eu não tive tempo para dar atenção ao Chanyeol. Hoje é o aniversário dele e eu quero fazer uma surpresa para ele, talvez um jantar em um restaurante chique, uma roupa ou um relógio.

Pego meu celular e ligo para o Kyungsoo.

O que foi, criatura do Belzebu?

– Que delicado você.

Fala logo o que você quer.

– Me ajuda em uma coisa pelo amor de Jeová.

P.O.V Kyungsoo

– Por que eu tô te acompanhando? — pergunto olhando para Baekhyun, que parecia um retardado olhando em todas as lojas do Shopping.

– Você vai me ajudar a comprar um presente pro Chanyeol. — diz ele com brilho nos olhos, muito apaixonado? Nem um pouco... Sintam meu sarcasmo.

– E do que ele gosta?

– De comida, de mim, de relógios e Converse High. — ele volta a olhar as lojas. Enquanto eu pensava em algo, ele me puxa até uma joalheria e pega três relógios da prateleira, muito bonitos por sinal. — O que achou desses? São os mais bonitos e baratos que eu achei.

– Esse aqui é lindo, se eu tivesse dinheiro comprava pro Jongin. — disse apontando para um relógio prata, com algumas pedras e o ponteiro e números dourados. Ele assentou com a cabeça e foi ao caixa, até que foi bem rápido.


Mentira, ele inventou de reservar uma mesa em um restaurante muito bonito, eu até achei que ele matou os pais e roubou a herança, mas lembrei que o Chanyeol já trabalhava e ganhava bem pra caralho.

Depois de tudo, fomos até sua casa e arrumamos ela, comemos e eu fui para a casa do Jongin — que agora é nossa —, ficar junto do meu amorzinho.

Tá, isso foi bem gay.

P.O.V Baekhyun

Eu estava bem nervoso, é a primeira vez que eu planejava algo assim para ele, e parece que cada segundo que passa eu fico cada vez mais ansioso. Faltava menos de trinta minutos para ele chegar, então resolvi tomar um banho. Passei um hidratante de morango já que é seu cheiro favorito. Me arrumei e agora estou parecendo uma Barbiezinha esperando pelo Ken.

Depois de um tempo ouço a porta abrir e um Chanyeol de terno entrar pela casa, sua gravata já estava desarrumada, pelo visto estava apressado para algo.

– Baek, me desculpa pelo atraso, é que..... Por que você está vestido assim?

– Feliz aniversário! — me aproximo dele e enlaço meu braço em seu pescoço, puxando-o para um beijo. Sinto suas mãos perto da minha bunda e o afasto. — Seu pervertido, nós vamos sair e não transar. E é bom você se arrumar logo senão chegamos atrasados.

– Vamos para onde?

– Você vai saber quando chegarmos lá. — ele vai para o quarto, e depois de alguns minutos sai mais cheiroso e mais bonito – se é que é possível.

Saímos de casa e eu dou o endereço do restaurante para ele, e quando chegamos lá seus olhos já estavam arregalados, me fazendo rir. Pego em sua mão e levo até a entrada do restaurante, e lá a recepcionista não parava de encarar o Chanyeol. Vadia!

– Boa noite, eu tenho uma reserva feita para o Byun Baekhyun. — ela se ajeitou na cadeira e deixou um pouco do seu sutiã amostra. Eu quase assassinei alguém alí.

– Me acompanhem, vou levá-los até a sua mesa.

Sentamos em frente à uma janela com a vista da rua e alguns prédios bonitos. Ela deixou os cardápios e piscou para Chanyeol, e saiu, ou pelo menos tentou, já que eu segurei ela. Ninguém mexe com meu homem.

– Moça, você perdeu uma coisa no meu namorado? — Dei ênfase no 'Meu' e ela se virou pra mim.

– Não, por quê? — respondeu sínica, DEUS É MAIS E NÃO VAI ME DEIXAR MATAR ELA, AMÉM!

– Ah que bom, então para de encarar ele como se tivesse comendo ele com os olhos. — Ela deu de ombros e saiu. Nós resolvemos escolher algo para pedir e chamamos um garçom, o mesmo anotou o pedido e começamos a conversar.

– Chanyeol, hoje eu e o Kyungsoo fomos ao Shopping e compramos um presente para você, na verdade fui eu que comprei né. Kyungsoo é uma viada mão de vaca. — peguei o presente e entreguei para ele.

– Baek, não foi muito caro? — neguei com a cabeça. — Obrigado! — ele se aproximou e me beijou. Confesso que fiquei corado, ele quase não fazia isso em público, e eu não me acostumei. A comida chegou e comemos, às vezes ele contava piadas que me fez rir tanto que eu me engasguei com o arroz.

Fazia tanto tempo que não ficávamos juntos, ainda mais por conta do trabalho, mas essa noite foi diferente. Nos amamos de várias formas, a noite foi repleta de sentimentos, beijos, gemidos e mais beijos. Simplesmente perfeito.

Eu até poderia dizer que esse foi o melhor dia da minha vida, mas só acordar e ver que tem uma criatura linda, maravilhosa e retardada do meu lado faz meu dia o melhor.

Gente, isso foi muito gay mas é apenas a verdade. Park Chanyeol me faz feliz.

[...]


Acordo com um satanás enchendo meu saco, enquanto batia no meu braço. Viro para o lado e olho para o Chanyeol com uma cara de "como ousa me acordar?".

– O que foi?

– Faz café da manhã pra mim, por favor? — ele me olhava com uma cara de cachorro pedindo comida e eu quase matei ele asfixiado com o travesseiro. E se você estiver pensando que eu fiz o café....Você está certo. Sim eu sou trouxa, problema?

Eu estava de costas, só de cueca e camisa porque eu estava com preguiça demais para vestir outra coisa, quando o Chanyeol passa por mim e bate na minha bunda.

– Mas que ousadia é essa? — olhei para ele e o mesmo começou a fazer uns sons bem estranhos com a boca, parecia barulho de peido. Aí ele começou a cantar uma música aí que eu não sei.

– Mas que audácia é essa? Que raba mais grande pra uma tão pequena festa. Princeso você precisa de mais espaço, tu vai encontrar o universo no meu quarto. — Seja lá o que ele cantou, pareceu macumba e eu fiz o sinal da cruz.

– Eu escolho Deus. — comecei a cantar olhando pra ele com uma cara de "WTF".


Eu tenho um namorado estranho, sei disso.





Notas Finais


Eu usei drogas, não usem drogas. Proerd é o programa, amiguinhos.


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