História Como Queimar uma Borboleta - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Assassino, Dark, Detetive, Jikook, Namjin, Obsessão, Perseguição, Policial, Sequestro, Stalker, Taeseok, Vhope, Yoonmin
Exibições 79
Palavras 2.743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


~~Hello.... It's me...
Postando as 3h da manhã pq sim, perdão.
Ok, então, por onde começar?
O capitulo original ficou putamente enorme, iria dar mais de 5000 palavras com certeza, então decidi dividi-lo em dois. Esta é a primeira parte, por isso está relativamente curta e sem muitos acontecimentos interessantes, mianhae <3
O próximo capitulo terá mais ação, prometo.
PARA QUEM SHIPPA JIKOOK, AINDA HÁ ESPERANÇA !!!
E pra quem não shippa, deve estar sendo um dia muito bom pras inimigas. haushuasas
Ok, então vamos lá, flw.

Capítulo 7 - O Acusado e o Bom Hyung


Fanfic / Fanfiction Como Queimar uma Borboleta - Capítulo 7 - O Acusado e o Bom Hyung

Minhas mãos começaram a suar frio e eu pude sentir a familiar sensação do nó formando-se em minha garganta, prenúncio das lágrimas que desejavam cair. Desta vez, a dor de meu choro era mais intensa do que da noite passada, pois não estava laceada apenas com medo. Havia traição, ódio, arrependimento, culpa, tudo isto nadando dentro de alguém que confiou cedo demais em um abraço confortável e palavras de consolo.

Talvez a perseguição tivesse me feito paranoico, era uma opção também, mas eu jurava com todas as forças que a cilada por trás da inocente conversa ao telefone de Jungkook era mais profunda. Podia jurar que, de todas as pessoas a quem ele poderia estar me delatando, ele tinha escolhido justo o meu pior inimigo. Podia jurar que -ainda que tal prospectiva fosse fisicamente impossível-, do outro lado da linha distante, eu conseguia ouvir uma risada sádica e vitoriosa de um psicopata que fazia da minha tormenta seu entretenimento diário.

Eu podia jurar que ele havia vendido minha segurança para Suga.

Comecei a tremer na hora, martirizando-me mentalmente por ter confiado em Jungkook. Pensando agora, fora uma decisão bem impensada mesmo. Nós não nos conhecíamos tanto, não tínhamos intimidade suficiente e, ainda assim, lá estava eu noite passada, buscando conforto em seus lençóis, perdendo-me em seu beijo, entregando-me ao seu desconhecido. Eu me arrependia de cada uma destas escolhas.

Fazia muito sentido, na verdade, que Suga tivesse contatos dentro da delegacia. Isso explicaria o porquê ele estava sempre um passo à frente, sempre parecia saber mais sobre nós do que nós mesmos. Isso explicaria o porquê dele estar tão descuidado e atrevido, como se fosse inatingível, brincando conosco como se tivesse poder para tal. Se um policial estava do lado dele, bom, então ele realmente tinha.

Esta conclusão não ajudou nem um pouco a aliviar minha consciência pesada.

Jungkook já havia desligado o telefone quando eu me dei conta de que o medo havia me paralisado e de que precisava fazer alguma coisa, agora que sabia da ameaça à espreita. Entretanto, antes que eu pudesse reagir e planejar melhor como lidar com a situação, Jungkook se virara, percebendo a presença de outro corpo na sala.

Seus olhos se arregalaram –assim como os meus –quando ele me avistou, meio escondido pela parede do corredor, e ele soube. Soube que eu havia ouvido tudo e soube que seu segredo fora revelado. Sua expressão não poderia delatar mais culpa do que como naquele momento, ele realmente havia feito algo errado e sabia disso.

Por instinto e puro desespero, tentei armar-me com a primeira coisa que vi, o que acabou sendo um troféu que estava convenientemente em cima da mesa de canto da sala, perto do corredor que falhara em me encobrir. Não era muito intimidador e não havia muito que eu podia fazer com tal objeto –ainda mais contra um legítimo revólver que Jungkook provavelmente tinha e que me fora tirado -, mas eu já me sentia mais seguro só de tomar posição de ataque.

-Fi-Fique onde está! Se você chegar mais perto vai se arrepender! –Eu gritei, sabendo que não conseguiria nem mesmo fingir que estava calmo, a única solução era encará-lo de frente. –Eu estou falando sério!

Minhas mãos tremiam, mas eu ainda segurava fortemente o troféu de bordas pontiagudas como se fosse lançá-lo a qualquer momento. Jungkook também parecia ter percebido a tensão da situação, tomando uma posição defensiva e levantando as mãos a sua frente em uma inútil tentativa de estabelecer a paz.

-H-hyung... Hyung, calma. V-Vamos conversar, por favor. Coloca esse troféu na mesa, você pode acabar se machucando.

-Quem vai se machucar aqui é você, Jungkook! Fica no seu lugar! –Jungkook tentava sutilmente se aproximar de mim com passos minúsculos, aumentando ainda mais a minha inquietude. Fiz menção de lançar o objeto e ele recuou um pouco, ainda tentando controlar a situação. –Droga, você é um grande filho da puta, sabia disso? Não acredito que eu cheguei a confiar em você, seu desgraçado!

Pude sentir meus olhos marejarem, mas contive as lágrimas. Esta não era a situação mais apropriada para uma das crises que já começavam a virar rotina na minha vida.

-Jimin, por favor, só me escuta... Não é nada disso que você está pensando, eu juro. Por favor, você tem que acreditar em mim. –Ele falava pausadamente e em baixo tom para tentar me acalmar, como se eu fosse uma criança birrenta, o que só conseguia enfurecer-me ainda mais. –Por favor, Jimin...

-Você acha que eu sou idiota, seu pirralho? HEIM!? VOCÊ ACHA QUE EU SOU IDIOTA!? –Meu corpo inteiro tremia de raiva, de medo, de choque... eu já nem sabia mais, não era eu no controle de minhas emoções. –Eu ouvi, eu ouvi tudo, seu babaca! Traidor de merda!

Jungkook estremecia a cada insulto rude que eu gritava em sua cara, como se minhas palavras cheias de veneno o estivessem machucando fisicamente.

-Há quanto tempo você trabalha com ele? –Eu perguntei, após alguns segundos de silêncio onde o Jungkook apenas alternava seu olhar alerta entre minha face e o troféu em minha mão. Entretanto, quando fiz tal pergunta, ele me mostrou uma cara de confusão, tombando sua cabeça para o lado em questionamento. Eu bufei com aquela patética encenação. –Para com isso, Jungkook! Seu teatrinho acabou, eu ouvi sua conversa no telefone, agora responde a porra da minha pergunta! DESDE QUANDO VOCÊ TRABALHA COM O SUGA?

Ao ouvir minhas palavras sendo ditas mais explicitamente, ele arregalou os olhos, a compreensão finalmente tomando conta de suas feições.

-O-O-O QUÊ?! N-Não, hyung, NÃO É NADA DISSO! V-Você entendeu tudo errado, Jimin! –Ele sacudiu aos mãos a sua frente de um lado para outro freneticamente. –Jimin, meu deus, o que você está pensando?!

Ele parecia tão desesperado com a ideia de parceria com o Suga e tão honesto ao mesmo tempo, suas reações realmente pareciam o de um menino sendo acusado falsamente. Entretanto, eu não era ingênuo o suficiente para me deixar levar por aparências, eu sabia o quão boa poderia ser a atuação de uma pessoa, ainda mais alguém que conseguiu enganar à delegacia inteira por tanto tempo.

-Você é tão canalha, Jungkook. E eu me sinto um babaca por ter caído nesse teu ato de bom dongsaeng. Você não vale nada! –Minha respiração estava ofegante e a raiva enevoava todas as minhas ações, tornando-me um redemoinho de impulsividade e raciocínio débil. –Eu não caio mais nessa, seu merda. EU SEI QUE VOCÊ TRABALHA PARA ELE!

Jungkook estava com uma expressão quase tão desesperada quanto a minha neste ponto, o tremor por seu corpo era violento e a visão de seu pânico era deplorável, quase o suficiente para me fazer sentir pena. Quase.

Ele balbuciava coisas sem nexo, acho que nem o próprio sabia mais o que estava falando a este momento. Conseguia apenas pegar algumas palavras perdidas em meio a sua verborragia, a maior parte sendo coisas do tipo “por favor”, “pare”, “hyung”, “calma” e “você entendeu tudo errado”.

-Para com isso, Jungkook, pelo amor de Deus, PARA COM ISSO! EU SEI QUEM VOCÊ É! PARA DE TENTAR ME ENGANAR! –Sua farsa me enraivecia. Saber que eu fui apenas um fantoche em sua mão todo esse tempo me enraivecia. Ainda ser capaz de sentir seu toque sobre minha pele ou seu hálito em minha boca me enraivecia. Eu o odiava por ser um traidor, mas me odiava ainda mais por ser tão manipulável.

Ele apenas continuava a vomitar incoerências, fazendo-me questionar se ao menos tinha ouvido minha pergunta ou a impaciência em minha voz. Seu emocional não estava bom, tampouco o meu, então pelo menos nisso estávamos combinando. Ambos estávamos tendo um começo de dia muito bosta.

Ficamos um bom tempo naquele impasse, Jungkook em estado de alerta apenas murmurando incoerências e tentando apaziguar a situação, enquanto eu mantinha a postura ameaçadora com minha arma de ataque em mãos, pronto para qualquer mudança naquela conjuntura.

Não sei bem quanto tempo permanecemos assim, mas o cenário fora cortado abruptamente pelo toque do interfone, assustando levemente nós dois. Olhamos para o aparelho barulhento ao mesmo tempo e depois um para o outro, tentando decifrar o que deveria ser feito, o que passava na cabeça de cada um. Eu engoli em seco, pois, de todos os pensamentos que estava tendo naquele momento, nenhum deles deixava de envolver um psicopata doente e sua obsessão pela minha pessoa.

-E-Então seu amiguinho finalmente chegou, não? –Meu tremor se intensificou, assim como o pânico em meu olhar e a vacilância em minha voz. –Você não vai atender, Jungkook? N-Não vai chamar ele pra se reunir aqui com a gente, hm?

-J-Jimin, não é nada disso...  P-Por favor, eu posso provar. Só me deixa atender o interfone, p-por favor. –Sua voz saia em um sussurro, quase tão hesitante quanto a minha.

Eu ponderei por alguns segundos que mais pareceram séculos, até que enfim acenei minha cabeça minimamente e cheio de dúvidas se aquilo era o certo a se fazer, não que eu tivesse muitas outras opções no momento. Sinceramente, eu queria que fosse mesmo Suga, queria que aquele bastardo subisse e encarasse-me de uma vez, que eu pudesse ver suas feições e, ainda que fosse meu última dia na Terra, amaldiçoar todas as suas passadas e futuras gerações. Queria finalmente acabar com este mistério e esta tortura de ter que estar sempre esperando seu bote, ainda que o final da história não me fosse feliz.

Jungkook foi cambaleante até o interfone, ainda com as mãos suspensas a sua frente e olhando para mim a cada passo que dava, certificando-se que eu não iria atacá-lo repentinamente. Apertou um botão no painel assim que chegou perto o suficiente, o que acionou o alto-falante e fez com que a voz do outro lado da linha soasse pela casa inteira, chegando também aos meus ouvidos.

“Kookie? Kook, sou eu, o Jin. Abre a porra dessa porta logo, tá um sol do caralho aqui fora.”

Ao ouvir a familiar voz com o familiar linguajar vulgar, percebi que o “perigo iminente” talvez houvesse sido bastante influenciado por uma grande dose de traumas e paranoia. Talvez Jungkook tivesse mesmo falado a verdade e eu não consegui ouvir entre um xingamento e outro.

Era definitivamente Jin do outro lado da linha e por isso nem considerei a alternativa de que talvez este também estivesse envolvido, ou que fosse o próprio Suga, isto seria levar minha obsessão a um nível elevado demais até mesmo para mim. Eu confiava naquele hyung de discernimento questionável com a minha vida, não iria mudar isto agora por causa de um maníaco na minha cola.

Suspirei profundamente com aquela realização, fechando os olhos e até rezando inconscientemente, feliz por ter sido tudo apenas um mal entendido. Abaixei meu braço ameaçador de forma trêmula, sentindo uma ardência percorrer o mesmo devido ao tempo que ficara tenso e suspenso. Pude ouvir também o suspiro aliviado de Jungkook e isso me pesou um pouco na consciência.

Jungkook liberou o portão para o Jin e ambos relaxamos os ombros em nossos lugares, ainda tentando controlar a respiração e os batimentos cardíacos devido ao ocorrido, um silêncio desconfortável pendendo entre nós. Olhei-o de soslaio e percebi que o mesmo também roubava olhares em minha direção, virando a cabeça ao notar que eu o observava.

-Me desculpe... –Eu falei alto o suficiente para que ele ouvisse, mas baixo o suficiente para que combinasse com meu constrangimento sobre toda aquela situação. Ele focou seu olhar em mim, mas permaneceu quieto. –E-Eu, eu estava assustado... Eu não sabia como reagir e te acusei sem provas, desculpa... –Ele ficou mais alguns segundos em silêncio atônito antes de responder, coçando a nuca.

-T-Tudo bem, hyung. Eu entendo sua preocupação, é só... bom, eu fiquei realmente assustado. Você tinha esse olhar insano, como se tivesse prestes a cometer uma loucura e eu estava preocupado com o que você poderia fazer... –Sua voz já estava mais calma, apesar de ainda poder notar seu tom trêmulo.

Uma batida na porta fora ouvida e Jungkook apressou-se em abri-la, revelando um Jin sorridente por trás da mesma. Seu sorriso logo se desfez ao notar a expressão desgastada de Jungkook e, olhando por trás do mesmo, deparar-se com a minha própria face perturbada. Um silêncio novamente se instalou enquanto ele alternava seu olhar entre mim e Jungkook.

-...Oooook...  Eu não vou nem perguntar o que aconteceu aqui... –Ele disse desconfiado e estreitando os olhos, mas logo seu sorriso enorme voltou ao rosto e ele levantou uma sacola que tinha em mãos. –Mas, ei, eu trouxe sorvete! Quem está a fim de uma tarde das garotas só que homens?

Eu e Jungkook reviramos os olhos na mesma hora e imediatamente pudemos sentir a tensão no ar se dissipando, um dos efeitos naturais de se ter um Jin no ambiente. Jungkook abriu mais a porta para que o loiro pudesse entrar e logo ficamos mais confortáveis. Parecia ser uma continuação relativamente boa para um dia que começara incontestavelmente péssimo.

 

(...)

 

Jin não mentia quando nos propôs uma tarde de garotas, nós realmente não estávamos muito longe disso. Era realmente um dia que ambos planejaram para meu bem-estar, para que eu pudesse tirar minha cabeça dos problemas que rondavam a minha vida e focar apenas em filmes de terror clichês e previsíveis. Comemos todo o sorvete que o Jin trouxe e ainda tivemos estômago para um brigadeiro e cinco pacotes de salgadinho –nunca subestime Kim Seokjin no quesito alimentação -, assistimos televisão e mal prestamos atenção na mesma devido as piadas idiotas que saiam a cada 10 segundos de um de nós. Naquela tarde, eu ri. Eu ri como há muito não ria. Eu gargalhei com duas das pessoas mais especiais da minha vida e Suga nem ao menos cruzou os meus pensamentos.

Eu nem considerei ficar irritado por Jungkook ter contatado Jin sem o meu consentimento, meu pedido na noite passada se voltava mais para Namjoon mesmo, a última pessoa que eu queria que soubesse do ocorrido. Ainda que Jin também trabalhasse na delegacia, ele era mais um amigo do que um superior, mais um companheiro do que um colega de trabalho, sem falar que seu profissionalismo era baixíssimo, fazendo-me sempre questionar como ele conseguiu chegar até onde estava. Além de que Jin era uma das primeiras pessoas para qual eu tentei ligar antes de vir procurar Jungkook, então de qualquer jeito eu já planejava que ele tivesse ciência do que aconteceu.

A atitude de ambos realmente me comoveu. Nós tentamos ao máximo não falar sobre as preocupações enquanto estávamos juntos, preferindo temas leves no lugar, mas eles chegaram a me explicar o motivo de estarem fazendo aquilo. Basicamente, todos na delegacia ficaram sabendo que eu havia sido afastado e os dois quiseram vir me consolar, queriam que eu me sentisse bem e não me afogasse em auto piedade. Tanto meu hyung quanto meu dongsaeng decidiram tirar um dia inteiro de folga só para passá-lo comigo, para me animar, e esta foi uma das melhores ações que já fizeram por mim. Era bom, principalmente em um momento tão caótico da minha vida como o atual, saber que haviam pessoas que se importavam comigo e queriam me ver sorrindo, que foi exatamente o que eu fiz para retribui-los.

No dia em que passamos juntos, também me tornei muito mais próximo de Jungkook do que achei que um dia seria. Nós conseguíamos ficar na presença um do outro confortavelmente e rir com uma naturalidade que aquecia meu coração e enchia minha mente de possibilidades para o futuro. Tentei ao máximo não romantizar nossos momentos, claro, não queria acabar pensando como uma colegial apaixonada, mas que sua presença reluzia com o potencial de algo mais forte e duradouro, isto era inegável.

Acabamos todos por adormecer na frente da televisão, jogados no colchão que encaixamos no chão da sala porque sabíamos que a festa não aconteceria no quarto. Éramos três homens crescidos, então apenas com esta informação já dava para visualizar como fora a cena de nosso sono em conjunto. Basicamente, foi uma guerra de pernas e braços, cobertas roubadas, roncos reverberantes, chutes involuntários e indivíduos caindo para fora do colchão, ainda que nada disso conseguisse nos acordar.

Apesar da certeza de uma dor nas costas horrenda e um torcicolo monstruoso no dia seguinte, eu estava feliz. Dormi com um sorriso no rosto e, em meio daquela anarquia de corpos, eu tive certeza de que não desejaria estar em nenhum outro lugar.


Notas Finais


Para quem achou que era o Suga ou o Namjoon: sorry. muitos sorry. Prometo escrever um limão no futuro para me desculpar mais apropriadamente <3
BYE BYE o/


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