História Como Resistir ao Inimigo (Adaptacão Camren) - Capítulo 74


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 437
Palavras 964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 74 - 74


Dias se passaram, e Camila não conseguiu fugir. Lauren estava, resumidamente, espumando. Ficou-se sabendo do casamento de Patrícia e Austin. Apenas se soube que se casaram; o silêncio sob esse fato parecia meio agourento.
 

Camila: Mas porque eu não posso?! – Perguntou, indignada.
 

Ally: Porque você será rainha. – Explicou, paciente.
 

Camila: E ela será minha mulher. – Rebateu.
 

Ariana: Será, do verbo não é ainda. E solte esse cabelo, isso é coisa de empregados. – Ela puxou a fitinha do cabelo dela, soltando-o. Os cachos caíram soltos sobre os ombros .
 

Lucy: Esses uniformes também… Em nome de Cristo, não trouxeram roupas ainda?
 

Camila: Trouxeram. – Disse, lembrando­-se das malas e malas com vestidos e todos os tipos de roupa que chegaram para ela.
 

Ally: E você não os usa por…
 

Camila: Porque eu não sou rainha. – Disse, debochada – Usarei quando for, no verbo não sou ainda. – Ariana riu gostosamente.

 

Ariana: Gosto da sua atitude. – Disse, se sentando. Então uma criada bateu na porta, dizendo que “ela” havia chegado. Ally mandou entrar.
 

Camila: Ela quem?
 

Ariana: A não ser que tu queiras virar rainha vestida em trapos, precisaremos de um vestido de noiva. – Disse, divertida. A costureira entrou.
 

Aquilo distraiu Camila por instantes. A costureira tinha modelos dos mais perfeitos vestidos que ela já havia visto, e além. Camila queria o vestido perfeito para quando fosse se tornar mulher de Lauren. Depois do que Alexa fez, ela merecia o melhor.


 

Dias depois…
 

 

Lauren: Soube que tu estas trabalhando em um vestido. – Comentou. As duas caminhavam no jardim dos fundos. Lauren a observava, como quisesse memorizar cada pedaço.
 

Camila: E eu, que tu estas trabalhando em uma coroa. – Rebateu, o que a fez sorrir. Ia perguntar quem os delatou… Mas a mini delatora passou correndo em frente as duas, rindo.
 

Lauren: Como está indo?
 

Camila: Você não pode saber. – Rebateu, imediatamente. Lauren franziu o cenho, confusa – A noiva não pode saber do vestido antes do casamento. Dá azar.
 

Lauren: Oh. – Disse, entendendo.
 

Camila: E tu? – Perguntou, divertida.
 

Lauren: Estou indo maravilhosamente bem, já que perguntas. Quero uma coroa perfeita, para a rainha perfeita. – Disse, parando de andar e tomando o rosto dela entre as mãos. Ela sorriu.
 

Camila: Soube que sua audiência foi marcada para antes do casamento. – Disse, preocupada.
 

Lauren: Não se moleste com isso. Eu darei um jeito. – Disse, tocando o nariz dela. Camila fez um bico insatisfeito. Ela lhe deu um selinho – Não sabe como sinto tua falta. – Disse, olhando os lábios dela.
 

Camila: Me prendem. – Se queixou, insatisfeita, tocando o queixo de Lauren.
 

Lauren: Eu sei. No fundo, estão certos. Haveriam boatos, seria o inferno. – Ela selou os lábios com os de Camila novamente, como se testasse o gosto – Mas está sendo impossível. – Murmurou.

 

Camila olhou por cima do ombro dela, procurando Sofia, mas a menina havia sumido. Lauren sorriu vendo a expressão dela, que a beijou em seguida. Lauren suspirou, satisfeita pela iniciativa, tomando espaço entre os lábios dela e devorando-­lhe a boca. Camila arfou, languida, e ela a abraçou forte pelas costas, oprimindo o corpo contra o dela, os lábios quase se machucando de saudade… Então um barulho as interrompeu. Era… Algo estava cacarejando. As duas abriram os olhos, ainda com os lábios unidos, ambas confusas. Olharam pro lado a tempo de ver Sofia passar desembalada, correndo atrás de uma galinha. A galinha tinha uma vantagem obvia, mas a menina tentava, perdendo tempo toda vez que se lançava para agarrar o animal. Camila riu alto.
 

Lauren: Mas… Porque ela está fazendo isso? – Perguntou, aturdida. A galinha passou quicando em frente a elas, e Sofia atrás. Camila ainda ria. – SOFIA! – A menina não deu bola.
 

Camila: Deixe ela. – Disse, abraçando-­a
 

Lauren: E se ela cair? – Perguntou, exasperada.
 

Camila: Se levantará. – Ela beijou o queixo de Lauren. – Soube que está reformando a torre. – Disse, chamando a atenção dela antes que Lauren cortasse a alegria de Sofia.
 

Lauren: É necessário. Quando me mudei para lá estava aturdida demais para pensar em algo, e então terminou uma torre… masculina de mais. – Explicou – Mas agora tenho uma rainha. – Ela sorriu com a suposição.
 

Camila: Não precisa mudar nada, se não quiser. Gosto dela do jeito que é. – Disse, fungando do perfume dela.
 

Lauren: Por enquanto só estou ampliando os armários. Não sou boa com arquitetura. – Disse, franzindo o cenho – Tu estas livre para mudar qualquer coisa, é só dar a ordem. – Disse, abaixando o rosto para olhá-­la – E se preferir outra torre, há uma suficientemente grande na ala norte que nós podemos tentar adap… – Camila tocou os lábios dela com o dedo, calando-­a.
 

Camila: Só faça o necessário. Quero ela do jeito que é. – Lauren sorriu. Odiaria ter que ter o trabalho de ir para a outra torre, embora jamais fosse admitir. Estava acostumado com as coisas do jeito que estavam… O que a fez lembrar do pandemônio que foi sua vida quando casou com Alexa; ela fez questão de mudar TUDO de lugar (Na antiga torre, a qual Lauren deixou após sua morte) – Deixe as camisas sob a cadeira, a porta do banheiro sempre encostada e a toalha molhada em cima da cama. – Lauren riu de leve, apaixonada. Ela sempre a repreendia por isso. – Não quero que você mude em nenhum único aspecto. – Encerrou.
 

Lauren: Amo você. – Disse, encantada, acariciando-­lhe os cabelos… – SOFIA! – Exclamou, soltando Camila quando a filha passou a sua frente novamente, seguindo a galinha branca, atordoada.
 

Camila riu vendo Lauren correr atrás de Sofia. Ela alcançou a menina em poucas passadas, carregando­-a. A galinha se safou, sumindo de vista. Ela jogou Sofia, que ria gostosamente no ombro e foi na direção de Camila, que correu, mas logo foi alcançada. A apanhou pela cintura, erguendo-­a do chão e mordendo-­lhe o ombro, o que a fez gritar. A felicidade parecia estar ali, no alcance das mãos.



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