História Como Resistir ao Inimigo (Adaptacão Camren) - Capítulo 76


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 612
Palavras 2.764
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei!

Capítulo 76 - 76


Lauren acordou no cair da noite. Avisou que não desceria para o jantar, e Camila entendeu. Chovia furiosamente lá fora. Após se aprontar para dormir, Camila ficou perto da janela, olhando a chuva cair. Quase não se via nada lá fora, o cheiro era gostoso e o barulho era reconfortante. Ela caminhou até a porta, abrindo-­a de leve… Não havia ninguém lá fora. O que não mudava o fato de que Veronica adorava aparecer do nada, no escuro. Ela fechou a porta e, descalça, saiu na ponta dos pés. Na curva do corredor não havia ninguém… E ela desatou a correr. Correu como se estivesse salvando a vida, desembalada pelos corredores desertos, os pés mal tocando o chão frio. Lauren estava em seu quarto. Tinha tomado banho, se preparava para dormir… Novamente. Ela abriu uma gaveta, e procurando uma pasta terminou derrubando-­a.
 

Lauren: Que maravilha. – Murmurou consigo mesma, se abaixando. Estava catando os papéis quando a porta se abriu com um baque, se fechando em seguida. Ela virou o rosto pra se debater com a imagem de Camila parada, encostada na porta, ofegando. Estava de camisola, os cabelos soltos, descalça.
 

Camila: Consegui. – Murmurou pra si mesma, passando a mão para trancar a porta. Ela se virou, dando de costas na porta, e viu o olhar confuso de Lauren.

 

Lauren: O que houve? – Perguntou, alerta.
 

Camila: Eu fugi. – Disse, satisfeita, com um sorriso enorme aparecendo no rosto. Lauren teve que rir.
 

Lauren: Fugiu? – Repetiu, se levantando.
 

Camila: Fugi. Correndo. – Ela tirou o cabelo do rosto, e Lauren riu mais gostosamente ainda – Eu tenho graça? – Perguntou, erguendo a sobrancelha.
 

Lauren: Em certa parte. – Admitiu, coçando a sobrancelha. A expressão do rosto dela fez Lauren rir mais ainda. Camila observou por um instante, então ela viu Camila abrindo a porta novamente.
 

Camila: Eu não mereço. – Disse pra si, abrindo a porta. Quando tomou impulso para sair, entretanto, a mão de Lauren a puxou de volta, fechando a porta. Camila sorriu ao sentir a boca dela em seu ombro, os beijos quase fazendo a pele arder. Lauren trancou a porta e tirou a chave da maçaneta, largando-­a no chão.
 

Lauren: Não conhecia esse teu lado caprichoso. – Murmurou, virando-­a para si, e viu o sorriso travesso no rosto dela.
 

Camila: É novo. – Provocou e ela sorriu, tomando a boca de Camila em seguida.
 

Uma coisa era certa: Camila não voltaria pro quarto aquela noite.
 

Lauren se afastou com ela da porta, abraçando-­a forte, a boca devorando a dela. A resposta estava ali, era dela que precisava para esquecer aquele dia horroroso. Camila arfou, satisfeita, e Lauren sorriu, mordendo os lábios dela. Apenas quando ela tombou sentada nos pés da cama dela, que se tocou de algo. Lauren não entendeu porque ela a afasto.
 

Lauren: O que há? – Perguntou, confusa. Estava começando a ficar bom e ela a afastava?
 

Camila: Vão vir me buscar. – Disse, frustrada – Assim que derem minha falta. – Lauren olhou para a porta. A tranca não impediria Veronica de armar um pandemônio, aos risos ainda.
 

Lauren: Temos que sair daqui. – Constatou.
 

Camila: Pra onde? – Perguntou, e Lauren se afastou um pouco dela, tentando manter o foco. Demorou. – Pare de me tratar como se eu fosse outra pessoa. – Ralhou.
 

Lauren: Como é? – Perguntou, achando graça do biquinho dela.
 

Camila: Pare de pensar em mim como uma rainha. Com alguém da realeza. – Insistiu.
 

Lauren: Mas você é alguém da realeza. – Brincou, apanhando o queixo dela com a mão e selando-­lhe os lábios.
 

Camila: Eu sou sua mulher. – Corrigiu, e Lauren sorriu – Não me trate cheio de não ­me toques, eu não vou aceitar. – Lauren riu. Ela se jogou de costas na cama, tapando o rosto com os braços – Ótimo. – Ela abriu os braços, deixando­-os cair de lado. – Continue rindo. Não vai demorar nada e Veronica estará do outro lado da porta. – Mas Lauren apenas a observava, com um sorriso de canto – Oque agora?
 

Lauren: Tem uma mulher linda se espreitando na minha frente, em minha cama. É indecente de tão tentador. – Ela sorriu com o elogio, então se sentou, puxando-­a para si.
 

Camila: Se não sairmos daqui vão me levar embora. – Lembrou. Lauren se focou novamente por um instante, então se soltou dela, sumindo dentro do closet. – Então? – Perguntou, olhando na direção da porta.

 

Lauren: Sei de um lugar. – Disse, a voz abafada dentro do closet – Mas vamos nos molhar. – Avisou, saindo de lá. Lauren já tinha uma capa sobre os ombros, e trazia uma para ela. Camila sorriu.
 

Lauren vestiu a capa nela, puxando seu capuz, e em seguida lhe deu a mão, indo pra porta. As duas avançaram rapidamente pelo corredor da torre, descendo as escadas em silêncio. Após observarem o corredor principal, saíram em disparada, porém na direção oposta a saída. Camila não questionou, apenas a seguiu; Lauren conhecia o castelo melhor que ela. Vários corredores e escadarias depois as duas deram nos fundos, no gramado perto da lavanderia. A chuva forte fustigou as duas, que correram até que Lauren ouviu o riso dela, que a fez parar, sorrindo.
 

Lauren: O que há? – Perguntou, a voz um pouco mais alta para ela ouvir. Lauren não usava capuz, os cabelos já estavam molhados, pingando.
 

Camila: Parecemos crianças. – Respondeu, se lançando no pescoço dela e a beijou de modo apaixonado. Lauren a ergueu do chão, retribuindo seu beijo, e Camila sentiu ela andando, meio que tropeçando pro lado. O gramado devia estar escorregadio, a terra fofa. Chovia tanto que quase não se podia ver, mas Camila viu de relance uma luz vindo do corredor da área de serviços. Podia ser qualquer criado… Mas podiam ser Demi e Veronica. Ela arfou, soltando os lábios dela, que beijou-­lhe o queixo, ainda erguendo-­a no ar – Vem alguém. – Murmurou, os olhos castanhos focalizando o corredor… Mas não dava pra ver.
 

Na falta de opção as duas saíram correndo novamente. Ao chegar a copa das árvores Camila ofegava, rindo, e Lauren apanhou a mão dela novamente, guiando-­a no escuro. Ali a chuva era abafada pelas árvores, mas ainda estava muito molhado. Correram até chegar no rio. Foi então que Lauren praguejou.
 

Camila: O que foi? – Perguntou, ofegando pela corrida.
 

Lauren: Havia um… Umas pedras ali. – Ela apontou pra um lugar onde a água cobria. -­ Eu não me dei conta que a chuva faria a correnteza subir. – Camila olhou o lugar onde ela apontava. A água corria solta – Perdoe.
 

Camila: Vamos nadar? – Perguntou, olhando­-a. Lauren ergueu as sobrancelhas e riu.
 

Lauren: Nadar? – Confirmou.
 

Camila: Há outro modo de atravessar? – Perguntou, e Lauren riu – Bom, ou nós nadamos, ou vamos terminar aqui no chão. Eu não passei por tudo isso pra voltar pra casa tão cedo. – Lauren a olhava, meio fascinada.
 

Lauren: Você realmente quer estar comigo. – Disse, ainda com aquele olhar estranho sobre ela. Lauren ignorou o fato de Alexa se encontra com Austin ali. Rapidamente veio um flash em sua cabeça, de uma passagem do diário dela, comentando o quanto era desprezível ter que conviver com ela, quem dirá ter que tê-­la em sua cama. Mas Camila sorriu, abraçando­-se a ela, selando-­lhe os lábios.
 

Camila: Se eu não quisesse tanto não estaria nessa chuva. – Disse, passando a mão no cabelo dela. A chuva açoitava as duas sem piedade. Lauren a olhou por um instante, e Camila queria poder saber o que ela estava pensando.
 

Lauren: Então nós vamos nadar. – Confirmou, apontando com a cabeça pro rio, e ela sorriu, travessa.
 

Camila se arrependeu da ideia na hora em que a água se fechou sobre sua cabeça. Estava tão frio que ela mal conseguiu manter o ar dentro dos pulmões. A correnteza quase a levou, mas a mão de Lauren a agarrou pelo braço, trazendo-­a de volta.
 

Lauren: Tudo bem? – Perguntou, a voz preocupada. A água batia no colo dela. Pareciam facas atravessando seu corpo. A respiração das duas formava pequenas nuvens brancas a sua frente. Camila assentiu, soltando-­se dela e tomando impulso novamente.
 

Logo as duas estavam nadando. Lauren ficou pra trás propositalmente, para não perder ela de vista. Os braços de Camila pareciam se negar a se mover, os músculos quase empedrados, mas ela nadou com toda a força que conseguiu. A correnteza forte, tentando desviá-­las do caminho, também não ajudou. Passaram-­se minutos a fio. Quando ela achou que não ia mais conseguir, seus braços se bateram em pedras; Chegaram. As mãos de Lauren a apanharam por debaixo dos braços, tirando-­a da água. Ai foi que o barraco desabou: Se dentro da água o frio era horrível, fora dela era excruciante. Ela ofegou, se arqueando, e Lauren a apanhou no colo, pondo-­se a andar, sumindo nas árvores do outro lado. Dentro de minutos ela pediu para ir pro chão; andar a aqueceria.
 

Lauren: Não falta muito. – Disse, apanhando a mão dela. As duas voltaram a andar rapidamente. As capas pesadas de água não ajudavam.
 

Camila: Para onde estamos indo? – Perguntou, os dentes batendo.
 

Lauren: Há uma cabana de caça aqui perto. – Explicou. Ela assentiu.
 

Dentro de alguns minutos Camila viu: Uma casinha, pequena, aparentemente de um só cômodo. Lauren se aproximou, então rosnou.
 

Lauren: É claro que você não vai trazer a chave, alteza. – Disse, debochando de si própria, e se afastou, dando um pontapé na porta que se abriu.
 

A cabana era no meio do nada, só haviam árvores em volta, e estava fria, mas pelo menos completamente seca. Lauren a pôs pra dentro e fechou a porta, puxando uma cadeira e pondo atrás da maçaneta, como tranca.
 

Lauren: Tem um acendedor em algum lugar aqui. – Disse, tentando se lembrar.
 

Camila: Me dê sua capa. – Ela passou a mão nos ombros de Lauren, tirando-­lhe a capa molhada. Só de não estar mais na chuva seus dentes pararam de ranger. Falando em chuva, o barulho dessa no telhado era alto, quase ensurdecedor.
 

Lauren conseguiu fogo poucos minutos depois. Achou um frasco com um líquido de cheiro forte em algum lugar. Após jogá-­lo na lenha da lareira, tacou fogo. camila torcia as capas cuidadosamente, para não estragá-­las, em um canto afastado. Após acender a lareira Lauren apanhou uma das tochas presas na parede, acendendo-­a na lareira e espalhou o fogo pelo resto das tochas. Camila olhou em volta. Não havia muito ali: Uma mesa de madeira com 4 cadeiras (uma agora servia como tranca para a porta), uma cama de casal num canto, um armário com objetos que Camila não identificou, e só. Uma cabana de caça, resumidamente. Ela apanhou duas cadeiras, colocando do lado da lareira e colocou as capas nelas, deixando­-as aquecer. O calor logo aqueceu as duas. Lauren foi até a cama, puxando um lençol de proteção que haviam posto de cabeceira a cabeceira. Os lençóis eram brancos, simples, e havia um cobertor grosso dobrado aos pés da cama. Camila voltou ao canto molhado e jogou os cabelos pro lado, torcendo­-os. Lauren voltou até o armário, fuçando algo, e apanhou duas toalhas. Entregou uma a ela.
 

Camila: Não está empoeirado nem nada. – Disse, olhando em volta, enquanto secava o pescoço.
 

Lauren: Tem um criado que vem aqui periodicamente. Troca a lenha, os forros, espanta a poeira e evita que algo dê mofo ou cupins. – Ela tirou a camisa molhada, e teve o impulso de largá­ la na cama. Camila ergueu a sobrancelha e ela riu. Camila foi até ela e tomou-­lhe a camisa, o que a fez rir mais ainda. Ela levou a camisa de Lauren até o ‘canto da água’ e a torceu, colocando-­a perto do fogo.
 

Camila: Me dê a calça. – Disse, na maior naturalidade. Lauren, que a observava de braços cruzados, ergueu as sobrancelhas, mas não disse nada. Tirou a calça, ficando de cueca, e deu a ela, que repetiu o procedimento. Os olhos dela se aguçaram quando Camila tirou a camisola, ficando de calcinha, os cabelos molhados caindo até o meio das costas pálidas, e a torceu, desprezando­-a. Ela não viu nada, só quando Lauren a abraçou pelas costas.
 

Lauren: Não tens vergonha de se desnudar na minha frente? – Perguntou, afundando o rosto no pescoço dela, beijando-­a, e afastando­-a das cadeiras com as roupas, e Camila sorriu, pondo seus braços em cima dos dela.
 

Camila: Eu deveria ter? – Perguntou, deixando que Lauren se banquetear-se em sua pele.
 

Lauren: Houve uma época que você corava só por me olhar nos olhos. – Lembrou, e Camila riu. Lauren a virou pra si, estreitando os corpos dos dois. Os seios dela se comprimiram contra os de Lauren, e o frio parecia ter sumido.
 

Camila: Deus, como eu senti sua falta. – Disse, saudosa, tocando os lábios dela. Lauren sorriu de canto, observando­-a.
 

Lauren: Não sente mais? – Perguntou, os olhos sondando-­a, e ela sorriu, se esticando para beijá-­la.
 

Lauren a tomou nos braços, retribuindo seu beijo. Camila enfrentou a chuva, a floresta e o rio só para estar nos braços dela, e isso a fascinara. Lauren a ergueu do chão, caminhando até a cama, onde a deitou, atravessada. A cama apesar de simples era enorme. Ela mal havia deitado e Lauren já estava por cima dela, Camila sorriu, saudosa, a acolhendo dentre as pernas. Lauren apanhou os pulsos dela, prendendo­-os do lado do corpo. Camila Sentiu falta do peso dela roubando-­lhe o ar. Quando Lauren deixou os lábios dela, eles tinham a tonalidade vermelho sangue. Os beijos de Lauren desceram pela frontal do pescoço dela, mordiscando-­a, provando-­a. Camila apenas acariciava perna com a ponta do pé, uma vez que estava presa.
 

Lauren: Senti falta de cada pedaço. – Murmurou, antes de morder a lateral do seio de Camila. Ela gemeu, surpresa, quando Lauren abocanhou um seio seu, sugando-­o na boca, como se quisesse guardar o gosto. – Principalmente do som dos seus gemidos. – Assinalou, e ela corou, se arrepiando. Lauren viu e sorriu – Tão minha, Camila. – Disse, antes de mergulhar o rosto no colo dela, descendo até os seios como uma criança faminta. Camila arfou, languida, e os beijos dela continuaram. Depois de marcar a pele alva dos seios inteira Lauren mordeu a barriga dela, torturando-­a em seu umbigo, fazendo­-a se encolher e rir. Logo o corpo de Camila tinha marca de mordidas por toda a parte.
 

Mas havia desejo demais acumulado. Minutos depois Lauren se desfez do que sobrou de roupa e a possuiu com um movimento brusco. Camila cravou as unhas na mão dela que prendia seu pulso, respirando fundo para conseguir aceitar a invasão. Lauren se deteve por um instante, o rosto afundado no pescoço dela, respirando por arfadas, para desfrutar da sensação do corpo dela acolhendo-­a novamente, aceitando, se adequando. Camila não teve certeza de como não desmontou aquela noite. Lauren pôs a se mover sobre ela furiosamente, incansavelmente, parecia que o tempo tinha resultado nisso. Ela mal conseguia respirar. Tinha as unhas tão cravadas na mão dela que quase a fazia sangrar. Os gemidos dela chegavam ao ouvido de Lauren como música, e parecia servir de combustível. Cada vez mais forte, cada vez mais fundo. Lauren parecia ter perdido o controle; apenas sentia.
 

Camila: Me solte. – Choramingou, e por um breve instante Lauren pensou tê-­la machucado. Mas eram apenas seus pulsos, presos do lado do rosto.
 

Lauren a soltou e Camila a abraçou pelas costas, as unhas logo deixando um traço vermelho por ali e enlaçou as pernas na cintura dela. Lauren apanhou os quadris dela com as mãos, prendendo-­a no lugar, e retomou seu ritmo. Camila gemeu abafado no ombro dela com isso. Meu Deus! O prazer chegava a se formar dor em alguns pontos, mas ela não se importava. Camila a queria, cada pedaço, cada aspecto. As costas de Lauren logo estavam decoradas com marcas de unhas, cada vez mais vermelhas. Então chegou o ponto em que o prazer se fez insuportável… E Camila abafou seu grito final no ombro dela. Após alguns instantes Lauren se agarrou a ela, gemendo abafado, e o silêncio reinou, só perdendo pro barulho da chuva. As duas ficaram quietas até que Camila acariciar as costas dela, ninando-a. Lauren se acomodou no colo dela, quieta, até que Camila sentiu a pele dela esfriar. Apesar das tochas e da lareira ainda chovia lá fora.
 

Camila: Venha. – Chamou, e ela foi com Camila, ambas deitando­-se direito na cama, enquanto Camila puxava o cobertor pra cima das duas. Uma vez aquecidas Lauren a puxou para si, as duas ficando de conchinha.
 

Lauren: Eu amo você. – Sussurrou, perto do ouvido dela, que sorriu, se aninhando nos braços dela. Uma resposta não era necessária.
 

As duas ficaram quietas por vários minutos; Camila acariciando os braços dela e Lauren beijando-­lhe o ombro carinhosamente, até que caíram em um sono tranquilo. Pro inferno com o temporal, o rio frio, com Austin ou com a guerra. Nada importava ali.



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