História Como Resistir ao Inimigo (Adaptacão Camren) - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 851
Palavras 1.356
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - 11


 

Camila: eu não creio que tu estás brigando comigo por isso – disse exasperada com a injustiça.
 

Lauren: e o que tu quer que eu faça sorria? Estão todos falando de mim pelas costas, logo vaza-ra pra fora desse castelo e será o inferno – disse irritada.
 

Camila: meu Deus, quantas vezes eu vou ter que repetir? Não fui eu – disse incrédula.
 

Lauren: e quem foi em nome de Deus?
 

Camila: eu já disse, foi Diana – disse o rosto corado de raiva.
 

Lauren: e quer que eu acredite que ela descobriu sozinha, que adivinhou?
 

Camila: ela deve ter suposto quando tu não confirmou a ordem dela ontem – disse cansada.
 

Lauren: então a culpa é minha? – perguntou debochada.

 

Camila: em nome de Deus não é culpa de ninguém.

 

Lauren: e porque ela espalharia isso? – perguntou, Camila passou a mão no rosto tentando se acalmar.
 

Camila: porque está com inveja, porque queria que fosse ela no meu lugar, só tu não vê? – perguntou encarando-­a. estavam as duas em uma sala fechada e Lauren apenas a acusava – não fui eu que disse nada, confie em mim.
 

Lauren: porque confiaria? – perguntou encarando-­a.
 

Camila levou aquilo como um tapa no rosto, ela hesitou por um instante, sem reação com aquilo, então assentiu.
 

Camila: eu não tenho mais nada a dizer, com licença – disse virando as costas, mas quando ela estava perto da porta a voz de Lauren veio cheia de autoridade.
 

Lauren: nem mais um passo, eu não terminei ainda – ordenou e Camila teve que ficar. Ela olhou a porta desejosa e se virou para encará-la.
 

Camila: o que mais quer que eu diga Lauren? – ela estava tão magoada que não reparou que a chamou pelo nome, mas era a primeira vez que Lauren ouvia seu nome pela voz dela e ela gostou – eu já disse quem foi, já disse que não fui eu, mas tu não confias em mim, o que mais quer que eu faça?
 

Lauren: como posso confiar em alguém que eu conheço a menos de um mês? E que já me deu razões suficientes para duvidar, como levar minha filha sem consentimento de dentro do castelo? – Camila olhou o chão respirando fundo, então a encarou.
 

Camila: menos de um mês não foi o suficiente para que confie em mim, mas foi o suficiente para se por em minha cama duas vezes – disse a voz morta.
 

Lauren: isso deveria tornar-te especial? – perguntou debochada, Camila riu consigo mesma.
 

Camila: obviamente que não – disse dando de ombro – mas se soubesse que seria assim a teria rejeitado desde o primeiro dia – Lauren riu.
 

Lauren: me rejeitado? – ela riu novamente – falas como se tivesse o poder.
 

Camila: e eu tenho. Você pode me violentar se quiser esse é o seu direito, como é o meu não querer alguém que me acusa mesmo tendo a verdade em mãos – disse juntando as suas mãos – e agora com sua licença, eu ainda tenho muito o que fazer antes que possa parar. Principalmente agora que minha superior esta mordida comigo por uma verdade que tu és incapaz de administrar. – disse virando as costas.
 

Lauren: Camila– rosnou vendo ela lhe dar as costas pela segunda vez.
 

Camila: me deixe em paz – pediu virando­-se uma última vez para encará-la. Os olhos Castanhos traziam todo o peso da mágoa, mas ela não parou dessa vez, passou pela porta fechando e quando ouviu os passos de Lauren vindo desatou a correr.
 

Era só isso que ela sabia fazer afinal, fugir. Mas estava magoada, se lembrou do rosto dela adormecida esta manhã, então as palavras durar a açoitaram de novo. Ela ouviu a porta se batendo atrás dela, mas não olhou pra trás, apenas acelerou o passo. O vestido não ajudava.
 

Lauren: CAMILA – chamou se irritando pela petulância dela de fugir, mas Camila não parou, só parou quando se bateu com alguém. Diana , ela encarou a outra ofegante pela corrida.
 

Diana: vou ter que repetir quantas vezes que não deves andar por aí assim? – perguntou mas estranhou Camila não responder. Os cabelos de Camila haviam se soltados do pequeno laço na corrida e caído pelas costas, o pescoço marcado estava exposto mas ela não ligou. Lauren parou na parede atrás da curva observando.
 

Camila odeio você – disse e Diana ergueu uma sobrancelha – a odeio porque é uma invejosa despeitada.
 

Diana: me respeita garota – disse admirada pela reação da outra.
 

Camila: o que anda espalhando por aí, Diana? O que ganhas com isso? – perguntou magoada, seu peito dia e ela não conseguiu se desfazer daquilo, queria chorar.
 

Diana: não sei do que está falando – disse sínica mas sorria, Lauren não podia ver o sorriso.
 

Camila: é claro que não, ninguém sabe – disse a voz mais mortificada ainda – não te suporto quero que isso fique claro. E ela saiu de novo a passos rápidos logo correndo outra vez. Mas estava muito longe das dependências onde ficavam os quartos dos empregados, ela casada de correr se confinou em uma sala, ofegante pela corrida e pela dor da decepção, o silêncio a cercou ela caminhou até um canto se amparando em um armário de louças e pós a mãos o rosto. Porque aquilo a incomodava tanto? Porque estava machucando tanto? Várias pessoas já haviam desconfiado dela, acusado, mas nunca doeu tanto como agora. Então a porta se fechou atrás dela.
 

Lauren: eu disse que não havia acabado – Camila respirou fundo se virando para vê-la ali subitamente perto. Ela teve que erguer o rosto para encará-la – te ousas a fugir de mim outra vez e pagarás o preço pela insolência – avisou encarando­-a.
 

Camila: por favor, eu não quero mais brigar.
 

Lauren ergueu a mão levando ao rosto dela possessivamente, ela não se moveu, quieta.
 

Lauren: se ponha em meu lugar, eu não conheço você, como posso confiar?
 

Camila: você nunca quis conhecer – disse derrotada – me deixe ir por favor – Lauren a
observou por um instante então a soltou.
 

Camila se soltou dela e saiu dali sem olhar pra trás, foi pro seu quarto e ao chegar lá se sentou em um canto, no chão e ficou calada tentando sufocar sua dor. As horas se passaram e ela continuava lá, na mesma posição, até que Harry entrou no quarto.
 

Já Havia Anoitecido.
 

Camila: Harry, agora eu realmente não posso conversar, eu....
 

Harry: tenho notícias – disse erguendo um papel na mão, Camila se calou – Camila, Austin deu uma batida e tua antiga casa.
 

Camila desmoronou encostando a cabeça na parede, sabia que isso iria acontecer, mas isso não tornava o fato menos grave.
 

Harry: Austin mandou procurarem você, esperou que aparecesse mas quando não aconteceu ele mesmo foi procurá-la. Deu uma batida em tua casa e não a encontro, obviamente – Camila o encarou esperando – teu pai o enfrento, Camila.
 

Camila hiperventilou, não, ela se levantou aos tropeços, os olhos assustados e Harry teve que continuar.
 

Harry: levaram ele preso – respondeu a pergunta muda dela – tua mãe continua em casa, mas não se tem notícias de seu pai.

 

Camila: meu Deus – gemeu, pondo a mão no rosto – eu... eu tenho que voltar, agora – disse desorientada.
 

Harry: como?
 

Camila: preciso voltar – disse se antecipando pra porta – quando Austin me reencontrar deixará meu pai em paz.
 

Harry: não vai não – disse puxando-­a de volta.
 

Camila brigou com Harry tentando se soltar, não conseguiu, até que ele a deteve puxando­-a pelos braços e empurrando pra longe da porta.
 

Harry: escute, não vais a lugar algum, se saísse daqui o máximo que conseguira era morrer na fronteira ou ser entregue a Lauren – Camila estava em choque – Camila me perdoe mas Zayn me escreveu coisas que me fazem acreditar que teu pai já esteja morto.
 

Com essa Camila caiu sentada na cama, morto. Ela mal conseguia respirar, as lágrimas caíram por seu rosto de modo livre ao contrário do desespero que ela sentia.
 

Harry: se sair daqui tudo o que foi feito, o sacrifício de teu pai, tudo terá sido em vão. Entende que não pode ir? – Camila não respondeu ainda em choque – eu realmente sinto muito – disse pesaroso.
 

Camila não disse nada nos minutos que se seguiram. Harry tentou mesmo consolá-la mas nada adiantava, por fim ele teve de ir embora, voltar pro trabalho.



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