História Como Resistir ao Inimigo (Adaptacão Camren) - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 777
Palavras 2.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A fic ta um Amorzinho né?! Int quando chegar a parte ruim ñ me matem tá 😍😉

Capítulo 18 - 18


Camila entrou no quarto trancando a porta atrás de si. Lauren estava enrolada em uma toalha, e com outra em volta dos cabelos. Camila riu.

Camila: trouxe roupas. E nem me bati com Sra. Veronica – disse se justificando.

Lauren: você me prendeu – disse a voz séria.

Camila: por uma causa nobre – ainda tentou mostrando a ela as roupas secas e limpas em seu braço, enquanto largava a chave na cômoda.

Lauren: recapitulando – Camila assentiu – você desobedeceu minha ordem, me enganou e me trancou – Camila ergueu as sobrancelha prendendo o riso – atrevida demais – condenou, Camila viu Lexa descruzar os braços, tirando a toalha dos cabelos – venha até aqui.

Camila: o que há? – perguntou desconfiada, largando as roupas de Lauren cuidadosamente nos pés da cama.

Lauren: o que acontece com quem desobedece uma rainha? – perguntou óbvia. Camila esperou – você vai ser punida – disse a voz suave demais para não ser perigosa – tranque a porta e venha.

Camila iá apanha de Lauren, ela nem acreditava nisso. começou com uma pergunta confusa.

Camila: castigada? – perguntou pregada onde estava.

Lauren: não faça perguntas, apenas me obedeça -­ ordenou autoritária, o tom de voz dela fez Camila se arrepiar.

Camila deu um passo hesitante, logo depois outro. Lauren observava, o rosto impassível, mas rindo absurdamente por dentro. Quando Camila chegou ao alcance de Lauren ela bateu nela com a toalha que tinha na mão, ensopada. Lauren aprendeu em uma brincadeira de criança que golpes de tecido molhado não deixavam marca. Ótimo. Ela viu os olhos de Camila se abriram em placas, surpresa, mas logo outro golpe a atingiu. Lauren a agarrou pelo braço, batendo nas laterais do corpo dela com a toalha como quem bate em uma criança com um cinto. Aquilo não doía, apenas causava um impacto ardido. E uma sensação que ela não sabia reconhecer, vindo do fato e estar submissa, subjugada por Lauren. Na linguagem de hoje  em dia ela sentiu tesão por isso.

Camila: pare... – disse se esquivando.

As duas giravam pelo quarto, Camila tentando se soltar e se esquivar e Lauren golpeando-­a e segurando-­a. as duas riam . – em nome de Deus, pare – pediu sem fôlego.

Lauren: agora tu rogas por Deus? –perguntou encarando­-a os olhos verdes começando a se dilatar, a respiração já alterada pelo riso, por bater nela e por segurá-­la – pois deixe Deus fora disso.

Camila foi arremessada na cama, aquilo resultava divertido. Ambas sabiam que se Lauren quisesse aquela cena podia ser real, a proposito sob ordens dela, Camila já levou a maior surra de sua história até agora. Mas agora não. Agora o clima era leve, gostoso.

Camila ao perceber que na cama não tinha pra onde correr, tentou se levantar em um rompante. Mas Lauren já estava lá. a apanhou pelos ombros, arremessando-­a de volta na cama, agora de barriga pra cima, os cachos dela dançaram a volta dela e Lauren observou aquele ato, fascinada. Lauren a prendeu entre as pernas, e Camila protestou, tentando se levantar. No impulso estapeou Lauren. As duas pararam com o gesto de Camila. As duas se encararam um instante, antes de voltarem a falar. Era cômico.

Camila: foi sem querer – se apressou a dizer, os olhos brilhando.

Lauren: bateste em mim – confirmou o ato, observando-­a.

Camila: um acidente – justificou –tu está me batendo, foi um reflexo – mas Lauren negou com a cabeça.

Lauren: por mais que eu a castigue, você nunca aprende. Me bateu – exclamou admirada – nunca aprende.

E Lauren voltou a sura-­la com a toalha.

Camila se retorcia na cama, se esquivando, mas era acertada em todas. Lauren tinha que mantê-la presa entre suas pernas para não deixá-­la fugir. Não que fosse o momento de comparações, mas sexo com Camila era melhor que com Alexa, Alexa era tímida, recatada e envergonhada. Parecia apenas fazê-­lo para satisfazer a mulher, pois era sua obrigação. As luzes estavam sempre apagada, havia silêncio e era sempre o que chamamos de ``arroz com feijão´´ ou ``papai e mamãe ´´ se preferir. Com Camila não. Com ela as luzes estavam sempre acesas. Haviam risos, posições diferentes, prazeres com novos gostos. Havia liberdade entre as duas. Deus até o rio que Alexa certa vez classificou como repugnante fizeram. Lauren viu o rosto de Camila se afoguear, atenta as suas reações.

Lauren: tu estás gostando disso – disse observando-­a. Camila a encarou, o rosto afogueando, os olhos ressaltados – cigana maldita, eu te bato e isso te agrada? – perguntou fingindo­-se, mas fascinada por dentro.

Camila: tu estás me castigando, porque eu haveria de gostar? – perguntou em sua defesa. Mentira, ela estava gostando mesmo.

Lauren: e te atreves a mentir para mim. Olhe só teu rosto – Lauren apanhou o rosto de Camila com uma mão (a outra ainda segurava a toalha) erguendo-­a. a pele de Camila estava quente sob a mão dela – está em fogo – disse em um murmúrio. Camila apenas a encarou. Ofegava sem ter um porque exato – mas você vai aprender – Lauren largou o rosto dela, que voltou a cair na cama – eu vou te mostrar.

Lauren largou a toalha. Camila viu ela apanhar sua camisola pelas duas abas, e antes que protestasse o tecido se rasgou. Lauren continuou destruindo a camisola dela até que ela só ficou com o short. Foi quando Lauren parou, para observar o trabalho feito. Era uma vez uma camisola. Ela tinha o rosto corado por sua nudez, os cabelos que Lauren tanto amava largados ao seu redor, alguns cachos por seus ombros, os seios fartos de presente aos olhos dela, assim como a barriga definida. O short sobreviveu. Camila, tomada pelo rubor, se tapou.

Lauren: Como ousa? – Perguntou, forçadamente ultrajado. – Tire os braços. – Ela não se moveu – Camila, isso foi uma ordem. – Repetiu. – Agora.

Camila: Não. – Respondeu, a voz tremula pela ousadia e pelo riso preso. Viu Lauren erguer a sobrancelha, o verde dos olhos surpresos.

Lauren: Vejo que não foi o suficiente. – Comentou, meio que falando consigo mesmo.

E a toalha, úmida e molhada, bateu no ombro e no braço de Camila que estremeceu, se mantendo. Lauren voltou a investir seus golpes contra ela. Era ardido, mas não chegava a ser dor. Ela se esquivava, rindo e se debatia contra ela, tentando se levantar, sair dali, os braços ainda tapando os seios. Camila soltou os seios e passou a lutar com ela pra tomar a toalha. Sua pele já estava vermelhinha, irritada, mas aquilo não deixava de ser bom. Ela a empurrou deitado na cama, com ela por cima. Lauren podia lançá-­la no inferno, mas deixou que ela o dominasse.

Camila: Solte isso. – Disse, tentando soltar a toalha da mão dela. Lauren ria do esforço dela. – Ande, solte! – Camila não percebia em cima de que estava sentada, e de que estava quase nua Lexa apenas observava. Ela se abaixou e mordeu o punho dela, que no susto largou a toalha, que caiu no chão.

Lauren: Feiticeira amaldiçoada, agora até mordes? – Camila riu, vitoriosa – Cigana. – Acusou, mordendo o ombro dela, enquanto suas mãos desciam pela pele clara de suas costas de modo pegado.

Camila não viu como, mas estava por baixo. Ela imediatamente tentou se tapar, mas Lauren já havia detido seus braços.

Lauren: Não senhora. – Disse, afastando os braços dela – Não mais. – Disse, e parecia estar falando consigo próprio.

Lauren beijou o queixo dela suavemente antes de baixar o rosto de vez. Ela estava faminta. Quando a boca dela alcançou os seios dela Camila arfou, se arqueando, pela intensidade. Parecia que o tempo que passara afastado dela piorou sua brutalidade. Vendo ela se arquear Lauren a abraçou pelas costas, lhe mordendo os seios, beijando. Camila se amparou nos ombros dela, sentindo aquela sensação estranha se apoderar dela outra vez. Mesmo concentrado nos seios dela Lauren percebeu o gesto inconsciente dela de abrir-­lhe as pernas, acolhendo-­a. Era o corpo pedindo de forma muda. Camila nem viu que fez aquilo, ela nem percebeu.

Ela só percebeu que havia a acolhido dentro de suas pernas quando Lauren pressionou a intimidade das duas, a de Lauren já ativa e viril, o que a fez gemer, surpresa. Lauren sorriu, enquanto se deliciava nos seios dela. Pareciam ter sido feitos só para seu paladar, na medida e no formato certo. Camila acariciou os cabelos dela, os olhos fechados, deixando que Lauren se banqueteasse. Os seios de Camila já estavam vermelhos, sensíveis, os mamilos túmidos, quando Lauren a deixou. A boca desceu pela barriga dela, parando um instante no umbigo. Camila se sobressaltou ao ser beijada ali. A sensação era estranha, e causava cócegas. Lauren mordeu a barriga dela em alguns pontos, sentindo a pele de pêssego se retrair ao toque de seus lábios. Mas não havia o gosto que ela queria: O gosto dos lábios dela. Assim Lauren voltou a boca dela, tomando­-a em um beijo repentino. Que saudade! As línguas se encontraram e se reconheceram imediatamente em um beijo ávido, apaixonado. Durou alguns instantes, mas Camila sentia que aquilo não consistia apenas em deixar que Lauren a tocasse. Foi incerta que ela largou seus lábios e, hesitante, lhe beijou o rosto, perto da orelha. Era pecado estar degradando aquela inocência, mas era excitante demais, e Lauren arderia no inferno. Ela sentiu as mãos dela, incertas, pousadas nos músculos de seus braços, de modo hesitante.

Lauren: Você quer me tocar? – Perguntou, a voz rouca pelo esforço de não tocá-­la. Camila assentiu, umedecendo os lábios – Faça-­o.

Camila: Não sei como. – Admitiu, se achando estúpida. Lauren estremeceu com aquela confissão. Era mesmo uma depravada pra se excitar assim pela inocência de alguém.

Lauren apanhou a mão dela, pondo­-a em suas costas. Ela contornou os músculos dela, guiada pela própria, até que se soltou. Gostava de sentir os relevos, a pele firme. A acariciou por instante, até que suas mãos alcançaram o nó da toalha. Ela a encarou, encorajando-­a. Camila pensou na hipótese e algo forte atravessou seu corpo.

Camila: Eu acho que há algo errado. – Lauren franziu o cenho – Comigo. – Ela continuou confuso – Toda vez que nós… – Lauren esperou, tentando entender – Acontece algo. Algo… Estranho. – Ela estava vermelho sangue.

Lauren: Estranho? – Perguntou, ainda confuso.

Camila: Quando estamos assim… Acontece algo… Algo com meu corpo. – Disse, e ela assentiu, entusiasmando-­a. – É algo que só acontece quando eu estou com você. Uma parte do… Do meu corpo, fica estranha.

Lauren: Que parte? – Perguntou, ainda boiando. Pelo rosto dela viu que ela não falaria. – O que você define como estranho?

Camila: Quente. – Lauren sorriu ao entender o que era. Como era possível que houvesse alguém tão inocente no mundo?

Lauren: Creio que sei o que é. – Camila esperou, envergonhada e ansiosa. Talvez estivesse doente. Pode parecer patético, mas ela realmente não sabia porque aquilo acontecia. Talvez estivesse doente. Porque Lauren estava com aquele sorriso no rosto? – Quente. – Camila assentiu – Molhado. – Ela ruborizou mais ainda. – Como… Isso? – Perguntou, e Camila não pôde reprimir, foi rápido demais. A mão de Lauren desceu por sua barriga, sumindo por dentro de seu short e encontrando a intimidade dela. – Como isso? – Perguntou, em um murmúrio, os dedos explorando a intimidade dela, quente e molhada como fora avisado. Camila parecia ter perdido a capacidade de falar, então apenas assentiu.

Lauren levou um dedo ao interior dela, logo um segundo. Ela olhava pra frente, as unhas cravadas no ombro Lauren. O interior dela se tornava cada vez mais úmido; apesar do choque ela gostava daquilo. Lauren mordiscou os lábios dela, deliciado por sua inocência. Ela moveu os dedos e Camila arfou, languida.

Lauren: Isso vai acontecer com você toda vez que você tiver vontade de estar com alguém. – Algo mordiscou Lauren ao imaginar que outra pessoa poderia tocá­-la.

Camila: Então eu creio que quero muito estar com você agora. – Disse, em um murmúrio, enquanto a encarava. Lauren a olhou como se esperasse encontrar algo dentro dos olhos dela. Ela apenas observou o verde intenso dos olhos de Lauren, satisfeita por estar ali, por ser a escolhida.

Depois daquela revelação nada mais foi dito. O ato se consumou minutos depois. Lauren a possuiu como se não fosse ter mais a oportunidade, de modo desesperado, e ela entregou tudo o que podia. Quando terminou Lauren a abraçou, trazendo-­a pro seu peito, beijando-­lhe a testa. O silêncio reinou por instantes.

Camila: Aquilo… – Disse, e Lauren a olhou – Só acontece com você.

Lauren: Só comigo? – Perguntou, acariciando o cabelo dela. Ela gostou violentamente de ouvir aquilo.

Camila: Só… Só acontece quando estou perto de você. Quando me toca. Quando ouço sua voz, quando fala comigo. – Admitiu.

Lauren: Então vai acontecer muitas vezes mais. Eu vou fazer acontecer sempre que puder. – Prometeu, mordendo a orelha dela.

Camila: A propósito… Eu estava mesmo gostando das toalhadas. – Brincou e ela riu
gostosamente, fazendo-­a sorrir.

Em seguida ela trouxe o rosto dela pra si com a mão, beijando-­a docemente. Logo dormiram.  E nada mais precisava ser dito



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