História Como Resistir ao Inimigo (Adaptacão Camren) - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 728
Palavras 1.494
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 19 - 19


Lauren: Sofia, está se tornando aborrecida. – Recriminou, respirando fundo. A menina simplesmente não lhe dava paz.

Sofia: mamãe, eu sou princesa, não sou? – Essa pegou Lauren desprevenida.

Lauren: Sim, você é. – Disse, tentando entender.

Sofia: Segundo a senhora, um dia serei rainha, não é? – Continuou.

Lauren: Sim, Sofia, será. – Disse, paciente.

Sofia: Pois então como princesa herdeira e futura rainha eu ordeno que Camila passe a tomar conta de meus afazeres. – Disse, solene.

Lauren piscou duas vezes antes de gargalhar gostosamente. Sofia cruzou os bracinhos, séria, aguardando.

Sofia: mamãe, não ria de mim! – Pediu, mas Lauren ainda ria – E então?

Lauren: Ai… – Ela pôs a mão em cima da barriga, ainda rindo – Eu vou pensar no assunto. – Um sorriso iluminou o rosto de Sofia – Eu disse pensar, Sofia. – Disse, severa.

Sofia: Entendo, claro. – Disse, satisfeita.

Lauren: Vou descer. Seja uma boa menina com a Srta. Diana. – Ordenou, se levantando.

Sofia: Eu sempre sou. – Disse, ainda sorrindo. Lauren sorriu e beijou a testa da filha, saindo.

Lauren terminou de descer as escadas rindo. Que diabo, mal tinha 05 anos e já queria mandar nela! O sorriso de Lauren se fechou ao se bater com Veronica.

Vero: Como passou a noite? – Perguntou, divertida.

Laur: Sem piadas. – Disse, entrando na sala. – Alguma novidade?

Vero: Chegou uma carta. Há um mensageiro de Demi a caminho. – Informou, recostado em sua cadeira. Lauren parou, franzindo o cenho.

Laur: De Demi? Pensei que ela houvesse dado seu parecer final, que não viria. – Disse, confusa.

Vero: Acontece… – Começou, circulando a aliança em seu dedo – Que Lucy mantém contato com Ariana. Há tempos vem tentando convencer Ariana a induzir Justin a aceitar nossa proposta. Não me pergunte como isso, eu só soube ontem. – Disse, tentando se resumir – Ariana não quer Justin no fogo cruzado, porém tem uma velha amiga… chamada Demi. – Disse, irônica.

Laur: A esposa de Justin é amiga de Demi? – Perguntou, surpresa.

Vero: Aparentemente foram criada juntas, ou cresceram juntas, não importa. O que importa é que Ariana foi até Demi e conversou particularmente com ela. Como diria minha ama de leite, vocês brancos que se resolvam. – Disse, pensativo – Algo que ela disse fez ela pelo menos considerar a proposta, é o que importa. Pelo que soube são amigas íntimas. Me contaram que Justin até confia em deixar Ariana sair em viagens de caça com Demi, na floresta. – Lauren ergueu as sobrancelhas – Curioso é que ninguém nunca viu nenhuma das duas voltar com qualquer caça. Mas o que elas caçam não é problema nosso. O fato é: Demi baixou a guarda, então bendita seja Ariana Grande.

Laur: Justin? – Perguntou, em vão.

Vero: Ainda nada. Não quer se envolver, e ponto. – Ela se levantou, indo até a mesa. Haviam vários papéis espalhados. Ela olhou um deles fixamente, quase obsessiva – Eu conheço Justin. Ele só precisa ver a cara encardida de Austin e estará furioso pela batalha.

Laur: A propósito… Porque você cedeu? – Perguntou, de cenho franzido.

Vero: O que é a vida sem algumas batalhas? – Perguntou, divertida.

Laur: Brigou com Lucy? – Ela teria brigado com Alexa.

Vero: Ora, é claro que não, porque brigaria? – Perguntou, se endireitando – Deixe que ela continue a manter contato com Ariana. Vai que um dia desses convence a própria a jogar o Homem no tabuleiro? Elas que se entendam. – Lauren riu. – Falando em mulheres…

Laur: Eu disse: “Sem piadas.” – Cortou.

Vero: Seu humor parece ótimo essa manhã. – Continuou, alegremente.

Laur: E ele está. A propósito, eu estou com fome. Morrendo. – Veronica riu -­ Com licença. – E saiu da sala.

O dia passou nos conformes. Lauren tomou seu café e voltou a discutir táticas de ataque com Veronica. O problema é que elas queriam que Austin atacasse: Quem ataca perde força com isso. No fim da tarde elas pararam. Lauren saiu caminhando, pensando em tudo. Sofia tentando dar uma de rainha pra cima dela. Lucy e Ariana Grande… Não, Alexa jamais teria coragem de fazer o que Lucy fez, tão tímida que era. Seu pensamento não pode evitar constatar que Camila o faria sem pensar duas vezes. Ela passou a mão no cabelo, espantando aquilo, foi quando viu Veronica e Lucy, passeando de mãos dadas pelo jardim. Veronica já ria. Lauren respirou fundo; Não havia mais como desviar.

Vero: Pelo que eu soube. – Sussurrou, ao passar por Lauren – Ela está na lavanderia.

Lauren: Como vai, Lucy? – Perguntou, apanhando Lucy de surpresa e fazendo Veronica gargalhar.

Por fim Veronica seguiu seu caminho com a esposa, e Lauren voltou a caminhar. Andou… Andou… E quando percebeu estava na área da lavanderia. Já que estava lá não custava nada.

Ela estava prestes a desistir quando a encontrou. Estava em uma sala fechada com pilhas de roupas, passando-­as. Ela fechou a porta em silêncio e a agarrou pela cintura, afundando o rosto em seu pescoço. Camila se sobressaltou mas sorriu.

Camila: O que faz aqui? – Perguntou, divertida – Ei! – Lauren havia mordido seu ombro.

Lauren: Senti sua falta. – Murmurou, ainda beijando-­a.

Camila: Cuidado… Lauren! – Exclamou.

Lauren a virou pra si, sem lhe dar o direito de resposta, e a beijou. Camila ofegou, surpresa, mas correspondeu. As mãos dela subiram pelas costas de Camila de modo apertado, pressionando-­a contra o seu peito… E ela esbarrou a mão no ferro, em cima da mesa. Camila só entendeu o gemido de dor quando ela a soltou.

Lauren: Diabo! – Rosnou, sacudindo a mão para conter o ardor.

Camila: Eu avisei para que tivesse cuidado. – Disse, preocupada – Me deixa ver. – Ela apanhou a mão de Lauren, vendo a pele vermelha, irritada – Espera aqui.

Lauren: Não precisa, foi só um… – A porta bateu, deixando-­a só – Ótimo. – Murmurou sozinha.

Lauren olhou em volta. Encontrou um banco vazio entre as pilhas de roupas, algumas passadas e dobradas e algumas amassadas. Se sentou, encostando na parede. Logo ela voltou, fechando a porta com o pé. Tinha um paninho molhado na mão. Camila se ajoelhou em frente a ela, apanhando sua mão. Ela sorriu quando o alívio da água fria atenuou a dor do queimado.

Lauren: Não há roupa demais aqui? – Perguntou, pondo o cabelo dela atrás da orelha com a mão livre.

Camila: Ontem a noite, quando vim aqui buscar roupas para ti, Diana me viu na volta. – Disse, deliciada com o carinho – Supôs a verdade, então está tentando me derrubar novamente. – Disse, dando de ombros.

Lauren: Eu vou falar com ela. Isso é absurdo.

Camila: Não! – Disse, cortando­-a – Já falam demais sem que você saia por ai me defendendo. Está bem como está, eu dou um jeito. – Ela trocou o lado do paninho, pondo o lado mais frio na mão dela. Os ferros de antigamente eram grandes e pesados, feitos de metal e preenchidos com carvão em brasa. Para manuseá-­los a pessoa precisava proteger a mão com um pano, e a todo tempo caiam cinzas na roupa, o que prejudicava e muito. As mãos frágeis de Camila estavam doloridas, mas ela não se queixou.

Lauren: Olha pra mim. – Disse, erguendo o rosto dela. A memória dela nunca parecia fazer justiça, o castanhos dos olhos dela era cada vez mais misterioso – Eu quero que tuas mãos, assim como teu corpo, sejam guardados para mim, não mutilados em uma taboa de roupas. – Disse, tocando os lábios dela com o dedo. – É minha vontade. É lei.

Camila: E qual lei tu vais criar justificando que uma criada não deve passar roupas? – Perguntou, sorrindo de canto. Ela levou a mão, hesitante, até o rosto dela, tocando a maxilar.

Lauren: Não preciso criar uma lei, é só dar uma ordem. – Disse, franzindo o cenho. Camila passou a mão no cenho dela, desfazendo-­o.

Camila: Eu estarei lá esperando por você, sempre que me procurar. Não é o suficiente? – Perguntou, sorrindo de canto. – Tu vais me beijar. – Constatou, vendo o rosto dela. Lauren sorriu.

Lauren: Como podes saber? – Perguntou, fascinada.

Camila: Teus olhos avisam.  Respondeu, simples. Lauren se inclinou, abraçando-­a, e beijando-­lhe o rosto.

Lauren: Queres que eu a beije? – Perguntou, os beijinhos traçando o rosto dela, o queixo, a maxilar, nunca a boca.

Camila: Acho que é o que eu mais quero agora. – Murmurou, quietinha.

Ela a encarou, sorrindo de canto, e se aproximou. Os lábios das duas se encontraram ternamente, e o beijo foi doce, calmo. Camila a abraçou cautelosamente, as mãos acariciando seus cabelos… E ouviram uma voz vindo do lado de fora, gritando por ela, o que matou o beijo. Camila se soltou dela, levantando aos tropeços. Era Diana. As duas se encararam, logo olhando a porta: Nenhuma das duas havia trancado a porta.


Notas Finais


Novos personagens! 😍
Será q Diana vai descobrir?
Está chegando na parte boa!
Já estou achando que o Justin é fod* e vcs? Quero comentários, até o próximo


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