História Como Resistir ao Inimigo (Adaptacão Camren) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 985
Palavras 1.705
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu iria postar sexta, mas ñ consegui espera!

Capítulo 3 - 3


Camila realmente precisou ser cuidada. A viajem a enfraquecera e seus pés estavam cortados demais, mal conseguia andar. Passou duas semanas escondida no quarto de Harry. Sendo alimentada pelo mesmo, que passara a dormir no chão pra ceder sua cama a ela. Mas então estava pronta.

Harry: então lhe levarei até Diana, e ela lhe dará instruções. Me espere aqui, só um instante – Camila assentiu com a cabeça.

Harry se afastou, logo sumindo, Camila se sentia insegura, mas procurou relaxar. Olhou a estrutura do castelo. Era enorme, com vários pátios, varias torres.... ela apostava que alguém já devia ter se perdido ali dentro. Mas era muito bonito... e olha que ela nem sabia quem estava dentro dele

Diana: quem é você? – perguntou e Camila tremia em choque. Seu rosto procurou Harry mas ele ainda não havia voltado. Ela se virou respirando fundo.

Camila: sou Camila – disse tentando se acalmar – Harry me enviou para trabalhar.

Diana: Harry sempre me enviando problema que eu não posso resolver – disse suspirando. Ela avaliou Camila de cima a baixo – venha comigo – disse virando as costas e passando pelo portão pro pátio do castelo.

Camila a acompanho, passando pelos enormes portões de ferro. Nem acreditava em sua sorte. Chegara ao seu destino final: estava salva. Diana por sua vez, era rígida demais. Explicou a Camila que deveria fazer de modo rápido , ela mal pode entender e lhe entregou uma pilha de uniformes, levando-a em seguida ao que disse ser seu quarto. Camila nem havia tido tempo de respirar quando Diana saiu, dizendo que ela tinha 15 minutos para se apresentar ela não lembrava onde.

Camila olhou o quarto. Era pequeno, havia apenas uma cômoda, uma cadeira, um espelho e uma cama, mas era acolhedor. As paredes eram beges. A cama parecia confortável. Camila foi até a cômoda abrindo uma das gavetas, mas vestidos iguais uniforme de trabalho. Exceção há uns mais simples, mais largados, pelo que Camila sabia eram usados quando se ia lavar roupas. tinhas uns desses em casa, usava quando ia até o rio com a mãe lavar roupas.

Camila: então vamos – disse pondo a pilha de vestidos que Diana lhe dera na cama, que estava forrada com lençóis simples brancos. Só havia um travesseiro, Camila se trocou sozinha demorou mais pra conseguir puxar os cordões do espartilhos sozinha, mas por fim está pronta. O vestido era cinza, sem detalhes ou decotes. Os vestidos daquela época já haviam perdido a saia balão mas tinham por baio umas 15 camadas de tecido debaixo da saia o que fazia volume e peso.

Camila parou na frente do espelho pegando os cabelos, Diana lhe crítica-ra os cabelos, ela os enrolou prendendo­-os com um grampo, deixando os cachos preso em um rabo de cavalo baixo. Calçou as sapatilhas que lhe foram indicadas e saiu.

Diana: pensei que não viesse mais – disse revirando os olhos – pelo menos vestiste o uniforme corretamente. Agora ouve, para começar apanhe os coadores e os panos da cozinha e os leves para a lavanderia, há um setor lá para este tipo de coisa – Camila assentiu – quando voltar reponha tudo com peças limpas, encontra tudo o que precisar na dispensa. Depois encontrará instruções para seguir o trabalho, entendido?

Camila: perfeitamente – assentiu. Diana saiu.

Cozinheira: não tenha medo – disse vendo a expressão pálida de Camila – ela é assim mesmo alguns dizem que tem o diabo no corpo – Camila riu de leve ainda acanhada –sou Sandra

Camila: Camila – se apresentou.

Sandra: ande, faça o que ela mandou, aqui estão os coadores – disse apanhado vários pedaços de pano anteriormente brancos mas com borras de café e pondo em cima de um balcão – e aqui os panos –disse em seguida catando vários panos de prato e flanela juntando a pilha – dá conta? – Camila assentiu –siga em frente pelo corredor dos quarto dos empregados depois vá pelo pátio dos fundos. Não terá dificuldade para chegar até a lavanderia – Camila assentiu apanhando a braçada de toalhas e saindo.

Na verdade ela teve dificuldade, mas por fim chegou a área da lavanderia. Várias mulheres estavam lá nas poças lavando roupas ou engomando­-as. Camila procurou até encontrar o lugar onde deveria largar o que trazia em mãos. Depois foram outros 500 para encontrar a dispensa. Por fim tinha uma braçada de toalha e coadores limpos em mãos , voltou a cozinha e começou a separá-­los.

Sandra: depois poderá ajudar com o almoço, assim ela a deixara em paz – disse mexendo um tacho enorme que estava no fogo.

Camila: obrigada por me ajudar – disse grata separando os coadores das toalhas. Então...

Lauren: bom dia – disse a voz rouca vindo de trás dela. Camila empedrou.

Camila abaixou a cabeça encarando as toalha na mesa. Lauren só via o longo rabo de cavalo, discreto, que caía por suas costas, pelo uniforme era uma empregada. Ela não estranhou os empregados em geral baixavam a cabeça antes de falar com ela.

Laure : Sandra sabe onde está a srta. Diana? – perguntou inalterada.

Sandra: saiu daqui dizendo que iria cuidar da menina Sofia senhora­. Camila continuava imóvel.

Lauren: bem – disse pensativa – quando ela volta mande que me procure. E sirva mais um lugar a mesa, o mensageiro de Justin está aqui.

Sandra: sim senhora

Lauren virou as costas e saiu. Camila respirou em uma golfada violenta se amparando na mesa.

Sandra: está tudo bem? – perguntou observando­-a.

Camila: sim, foi apenas uma vertigem – disse voltando ao trabalho, ela escapará pelo menos dessa vez.

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Uma semana se passou, Camila trabalhava feito uma condenada, fazia de tudo :limpava, lavava roupas, cozinhava, limpava os quartos.... enfim, tudo. Mas por final estava tão cansada que o pânico não conseguia atingi­-la. Já começara a criar uma rotina e estava feliz com isso. Feliz porque já conhecia boa parte do castelo, feliz porque não se bateu mais com Lauren.... depois do trabalho quando ela já estava se preparando pra dormir Harry sempre a visitava. Se tornou um bom amigo, conversava com ela um pouco, a fazia rir até lhe deu um livro de presente. A respeitava mesmo vendo­-a de camisola pronta pra dormir, nunca lhe dirigiu nenhum olhar desrespeitador. Ela estava satisfeita com isso.

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Sofia: mas mãe, não posso nem ir ao pátio? – insistiu.

Lauren: não, não é seguro. Você fica dentro do castelo como sempre –disse paciente – não tens todas as tuas bonecas, teus brinquedos, ursos e tudo mais?

Sofia: tenho – disse emburrada.

Lauren: tem mais alguma coisa que você deseja ter? me diga o que é e o terá de imediato – perguntou acariciando o rosto da filha.

Sofia: não tem mais nada, mãe.

Lauren: se tiver não hesite em mim dizer, sim? Seja um pouco paciente bebe eu vou resolver tudo isso e poderá sair – prometeu e a menina assentiu.

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Camila estava trabalhando quando Diana aparentemente pra sacanear, lhe ordenou que levasse uma tapeçaria enorme até a lavanderia, batesse o pó e a escovasse. Camila cambaleou pelos corredores e obedeceu limpando tudo e voltando pra por no lugar.

Camila: este trambolho – murmurou cambaleando pelo corredor com uma tapeçaria enorme nos braços.

Diana: terminou? – perguntou ao se bater com ela.

Camila: sim senhora – disse quieta.

Diana: deixe­-me ver – Camila teve vontade de soltar a louca e lembrar o quanto aquilo era pesado. Diana olhou a ponta da tapeçaria e largou - Isso está imundo

Camila: Perdão?

Diana: leve de volta e torne a limpá-la agora – ordenou, Camila assentiu e deu as costas pra voltar pra lavanderia.

Mas no meio do caminho se bateu com algo estranho. Uma menina, estava em uma cadeira de rodas.

Camila: oi – disse sorrindo, Sofia sorriu também.

Sofia: oi – Camila ia apertar a mão da menina mas se desequilibrou com o peso da tapeçaria.

Camila: desculpa – disse desistindo – tudo bem com você?

E Sofia falou. Desabafou, disse que estava triste pois não havia quem ficasse com ela, Camila querendo ajudar a menina a chamou pra ajudar com a tapeçaria assim poderiam conversar mais. Sofia encantada ofereceu seu colo pra colocar a tapeçaria, assim Camila apenas empurrava a cadeira. Pena Sofia não ter dito de quem era filha. Pena maior ainda Camila ter tirado a menina do castelo sem permissão.

A atividade resultou prazerosa. O tapete já estava limpo verdade seja dita, mas como Camila receberá ordens e não queria problemas levou­-o pra limpar novamente. Encontrou um espaço de sobra na área da lavanderia, arejado e seco, abriu o tapete e pôs a menina sentado juntas. Era agradável, simples, leve, fazia Camila se sentir bem ver que a pequena estava tão radiante. Enquanto isso dentro do castelo....

Diana: senhora – disse branca feito papel, se aproximando. Lauren e Veronica tinham um mapa em cima de uma mesa e conversavam intensamente desenhado rotas. Lauren ergueu o rosto seria, os olhos verdes sondando a outra.

Diana gaguejava. Lauren iria matar isso era certo. Dito e feito enquanto ela foi explicando o rosto dela foi se transformando se tornando mais duro, até que ela interrompeu.

Lauren: onde está minha filha srta. Diana? – perguntou a voz dura. Veronica observava as duas.

Diana: eu não sei senhora – admitiu olhando o chão – eu a deixei em seu quarto, em sua cadeira e vim trazer a bandeja do café da manhã. Quando eu voltei a porta estava aberta e ela já não estava – Lauren largou a pena que tinha na mão – eu já procurei em todas as dependência do castelo senhora, ela não está em nenhuma e não pode ter subido para as torres, então eu....

Lauren: pensei que fosse paga para que Sofia fosse assistida – rosnou atravessando a sala. Ela abriu a porta gritando o nome de alguém –acredita em Deus srta. Diana? – perguntou virando o rosto.

Diana: sim senhora.

Lauren: pois ponha-­se a orar para que minha filha esteja bem – aconselhou e a ameaça por trás daquilo era evidente.

Veronica: fique calma. A menina deve estar por ai.

Lauren: por onde Veronica – perguntou já ofegante de raiva – correndo por ai, brincando? Eu não creio.



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