História Como Resistir ao Inimigo (Adaptacão Camren) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 903
Palavras 1.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Surpresa! hushaus

Capítulo 4 - 4


O homem que Lauren gritou chegou e ela mandou que se reunissem os homens e dessem uma batida atrás de Sofia. Ela própria saiu a procura da menina acompanhada por Veronica.

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Camila: eu creio que já esteja bom, vai terminar por esfolar –disse se deitando no tapete. Sofia riu se deitando também.

Sofia: os do meu quarto são como estes –disse passando a mão no tapete. Camila passou a mão no rosto cansada olhando as nuvens.

Camila: tens tapeçarias em teu quarto? – perguntou estranhando.

Sofia: claro, tu não tens no teu? – perguntou confusa.

Camila: não –disse ainda olhando as nuvens – tua mãe deve gostar muito de ti. Tapeçaria são caras sabes?

Sofia: não conheci a minha outra mãe – Camila virou o rosto olhando­-a – mas minha mãe diz que como uma princesa eu vou superar isso.

Camila: tua mãe te chama de princesa? – perguntou sorrindo.

Sofia: todos chamam – disse cada vez mais confusa, Camila riu.

Camila: e tu és – disse olhando a cadeira de rodas atrás da menina. Era injusto e triste que Sofia tão pequena não pudesse andar.

Sofia: mama diz que quando eu tiver idade e quando ela já não estiver aqui, serei rainha – comentou, Camila parou olhando pra cima.

Camila: como é teu nome? – perguntou encarando a menina.

Sofia: Sofia já não o disse? – perguntou confusa.

Camila:t-­teu sobrenome – disse um pouco nervosa a apanhado tão violentamente que a fazia tremer – quem é tua mama?

Sofia: sou Sofia Jauregui – Camila arregalou os olhos quase sufocando –sou filha da rainha. O que foi Camila?

Mas Camila tinha levantado de um salto. Ofegante e recuou um passo, estava perdida.

Camila: não é possível. Tu estás morta – disse passando a mão no rosto, era o que achava. A filha de Lauren Jauregui morreu com a mãe, era o que Austin dizia a todos do reino. Não era possível que aquela menina… Mas Camila olhou a roupa que ela usava, uma calça preta e uma blusa branca de tecidos caros. A cadeira de rodas, o cabelo....

Sofia: não estou não – disse se amparando nos bracinhos pra poder levantar. Custou um pouco mas conseguiu – o que há? – Camila nem conseguia respirar. Se aquela menina realmente fosse a princesa...

Camila: eu estou morta. Morta – gemeu o rosto em pânico – por que não me disse antes Sofia?

Sofia: porque tu não o perguntou – disse mais confusa ainda.

Camila: vão me matar. Preciso levar você de volta, agora – disse indo até a menina. Ela apanhou a cadeira de rodas pondo­-a no lugar.

Sofia: mas por que?

Camila: não tenho tempo já devem ter dado por tua falta, Deus o que eu fiz? – perguntou se abaixando para poder apanhar a menina. Mas então....

Xxx: parada! – ordenou e Camila gelou empedrada no lugar – ENCONTREI A MENINA – gritou informando a alguém. O que ocorreu foi um dos soldados de Lauren pondo Sofia na cadeira de rodas e levando-­a dali. Então uma pancada forte atingiu o rosto de Camila e ela desmaiou.

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Sofia estava aborrecida não deixou que Diana a cuidasse, tampouco estava se divertindo. Foi quando Lauren entrou na sala onde ela estava.

Lauren: meu anjo – disse a voz cortada de preocupação apanhando o rosto de Sofia entre as mãos – estás ferida? Te machucaram? Estás bem?

Sofia: ai... mama – ralhou e Lauren a olhou ansiosa – estou aborrecida com a senhora – disse emburrada e Lauren franziu o cenho.

Lauren: como?

Sofia: eu estava me divertindo e um brutamente me trouxe a força, deveriam ter mim ouvido, não deveria?

Veronica: onde ela estava? – perguntou olhando Diana.

Diana: na lavanderia senhora - respondeu mortificada.

Lauren: onde? – ela olhou Sofia – o que fazias na lavanderia?

Sofia: estava limpando a tapeçaria – disse enfezada.

Lauren: LIMPANDO? – perguntou incrédula – quem foi o...o ­ ela não encontrava palavras – quem?

Camila recobrou a consciência mas não conseguiu abrir os olhos. Um parecia se negar a abrir e o outro doía, todo seu corpo doía. Sua barriga principalmente, havia algo molhado em seu rosto… depois ela viria a descobrir que era o próprio sangue. Braços a mantinham em pé mas suas pernas não. Ela tentou se amparar nas pernas cambaleando.

Xxx: senhora ela acordou – informou.

Os minutos que vieram em seguida foram uns dos piores que Camila se recordava. Seu cabelo havia se soltado ela não enxergava direito e uma voz grossa lhe exigia algo. Ela respondia então os golpes vinham até ela, machucando, agredido... sua boca só tinha gosto de sangue e ela não entendia o que mais a voz queria dela se ela já havia dito tudo.

Veronica: Lauren, eu estava te procuran... meu Deus – exclamou ao ver o estado de Camila. Sob o olhar de Lauren outro guarda ergueu a mão e esmurrou a barriga dela que frágil tossiu. Lauren permaneceu quieta – parem com isso, Lauren, que diabos significa isso?

Lauren: por que tirou a menina do castelo? – perguntou pela enésima vez. Camila soluçou em seu choro.

Camila: eu não sabia quem era, por Deus – disse a voz cortada pelo choro – ela só mim pediu pra sair.

Lauren: ah sim, tu não sabia quem era? – perguntou descrente. Sob a ordem do olhar de Camila apanhou mais uma vez, o muro agora atingindo-­lhe o rosto – eu tenho o dia inteiro.

Veronica: Lauren seja racional, ela não fez dano a menina, pare com isso é brutal – intercedeu Lauren não se demoveu –Lauren se não parar de tortura essa mulher sairei desta sala agora, apanharei minha mulher e me retirarei – Lauren a encarou – não vou compartilhar disso.

Lauren teve que recuar perante a ameaça. Precisava de todo o apoio possível. Veronica não poderia ir embora e levar suas tropas seria desastroso.

Lauren: que seja – disse sorrindo debochada. Então virou­-se pros guarda que mantinha Camila de pé – matem-­na – ordenou virou as costas pra sair.

Camila ouviu a ordem e não se opôs. Sabia que não tinha chance só sofreria mais. Era uma pena ela se saiu bem na primeira semana, chegou a achar que poderia construiu uma vida. As mãos em seus braços a ergueram arrastando-­a.



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