História Como Resistir ao Inimigo (Adaptacão Camren) - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 980
Palavras 1.527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Como uma certa pessoa passou a Madrugada me perturbando no Whats só pra postar outro Capitulo, Aí está
Oq ñ faço por vc né Vero?! hashushsu

Capítulo 5 - 5


Então veio um rugido furioso.

Veronica: como? NÃO – rugiu furiosa – vai matar esta mulher só porque tirou a menina de dentro do castelo?
 

Lauren: já fiz por menos, não seja dramática, por favor – disse se virando já quase na porta.
 

Veronica: é monstruoso, se soubesse desse teu aspecto pensaria melhor em te apoiar Lauren­ - criticou – não vão mata-­la. Soltem­-na – disse avançando, o rosto fechado, os olhos raivoso –AGORA –rugiu .
 

Os soldados não sabiam o que fazer. Veronica estava raivosa, mas não poderia contrariar a ordem de Lauren. Lauren Observou a cena, fria e deu as costas saindo dali.
 

Veronica: não me fiz clara? – perguntou os olhos se dilatando de raiva – eu disse AGORA.
 

E pela falta de objeção de Lauren largaram Camila e saíram dali, Camila caiu no chão, tossindo, largada. Veronica se abaixou levando dois dedos até o pescoço dela pra sentir sua pulsação. Camila nem sabia quem era mas já era grata.
 

Veronica: há alguém que possa cuidar de você? – perguntou vendo o estado deplorável dela.
 

Camila: eu....não sei, mas ficarei bem – disse em ter muita certeza – obrigada

 

Veronica: faça um favor a si mesma, não te aproximes mais daquela criança. Eu não vou estar sempre pra deter ela – aconselhou se levantando e ela saiu.
 

Alguns minutos depois rompendo o silêncio absoluto houveram passos acelerados e uma mão apanhou seu rosto.
 

Harry: Mila, o que fizeste? – perguntou e ela caiu no choro soluçando.
 

Camila: eu não sabia, eu juro por Deus que não sabia, Harry, ai –gemeu quando ele tentou erguê-la.
 

Harry: como não sabia, meu Deus.
 

Camila: Austin disse a todos que a menina morreu junto com Alexa. Eu não sabia nem
que era viva – Harry a olhou penalizado.
 

Harry: ela viu teu rosto?
 

Camila: eu não sei, quando acordei já estava aqui. Era Lauren, Harry? – perguntou e ele percebeu que ela tremia.
 

Harry: era –disse pensativo – mas se acalme. Eu vou cuidar de você – disse apanhando­-a nos braços.
 

Harry levou Camila pros fundos da casa, atrás dos dormitórios. Lhe tirou o vestido
deixando-­a com as roupas debaixo e a colocou numa tina cheia d´ água. Trazia baldes com água limpa, ajudando a lavar­-se. Depois de remover o sangue do rosto ela conseguiu abrir os olhos e com certa dificuldade a se lavar. Pediu a ele que lhe jogasse água nos cabelos e ele jogou. Ela respirou fundo, tentando se acalmar graças a voz (ela nem sabia quem era pra poder agradecer em suas orações) estava viva. Após algum tempo a dor começou a ceder.
 

Camila: obrigada – disse quando Harry banhou­-a com o último balde d´água.
 

Harry: não vai poder aparecer por um bom tempo – avaliou.
 

Camila: por quê? – perguntou confusa.
 

Harry: está marcada Camila, teu rosto – disse vendo as marcas roxas começando a aparecer – de qualquer forma acho melhor não aparecer na vista de Lauren por agora. Enquanto estiver machucada vai ficar no quarto, melhorar e sumir da memória dela, com a ajuda de Deus – disse e Camila assentiu se abraçando – não posso te levar vestida assim – analisou a roupa debaixo dela, como a de todas as mulheres era branca, agora transparente e com manchas vermelhas pelo sangue – buscarei uma capa minha e te levarei ao quarto com ela, lá tu te vestes sim? – Cama assentiu.
 

Harry tirou Camila da tina de água pondo-­a sentada em um banco e a enrolou com uma
toalha, sumindo por instantes. Voltou com uma capa cinza, na qual a envolveu, carregando­-a em seguida, teve de deixá-­la sozinha pois precisava voltar ao trabalho. Camila se vestiu pondo a roupa debaixo e uma camisola e parou pra se olhar no espelho. Seu rosto estava machucado a boca partida, o rosto inchado, meio roxo. Ela se lembrou da ordem de ``matem­-na`` e agradeceu a Deus por ter sobrevivido só com aquilo. Havia roxos em seus braços e sua barriga doía também, mas ela não lamentou. Trataria de sumir da vista de Lauren e com alguma sorte sobreviveria. Foi se prometendo isso que ela apagou a vela do quarto, se deitando (com certa dificuldade pela dor no corpo) e se aconchegando na cama. O colchão nunca lhe pareceu tão bom, tão acolhedor. Ela se encolheu como um bebê abraçada a coberta, ouvindo o barulho distante da chuva que começava a cair. Então dormiu exausta e machucada, foi só.
 

Camila mal conseguia se mover no dia seguinte. Todo seu corpo doía muito. Harry a ajudou indo visitá-la sempre que podia escapar, lhe ajudando com tudo, foi assim durante dias.

 

Harry: eu tenho uma noiva – disse enquanto esperava ela terminar o jantar, já a noite. Camila o encarou e ele sorriu pela expressão dela.
 

Camila: porque nunca me apresentou?


Harry: porque... ela ficou do outro lado da fronteira – explicou olhando as mãos – nós nos conhecemos enquanto ainda havia paz e eu consegui a permissão do pai dela, consegue sua mão, a cortejava todos os dias... então Austin matou Alexa, Lauren ficou possessa em seu ódio e a guerra estourou.
 

Camila: ela ficou lá? – perguntou penalizada.
 

Harry: ficou, e não a vi desde então. Apenas uma vez, mas é muito arriscado – explicou dando de ombro – mas ela me espera – disse animado – Zayn traz e leva cartas minhas pra ela e dela pra mim. As encontro periodicamente no oco que há exatamente naquela árvore onde eu encontrei você caída. Bom a guerra não vai durar pra sempre, então poderei ir até lá e buscá-la.

 

Camila percebeu naquele instante que vidas desmoronavam por todos os lados graças a aquela guerra, e odiou mais Austin naquele momento. Se ele não tivesse atacado Alexa nada disso haveria acontecido....
 

Levou duas semanas até que todas as marcas e as dores houvessem sumidos, mas enfim Camila estava pronta pra sair novamente. Após vestir seu uniforme e arrumar os cabelos adequadamente ela saiu.
 

Harry: lembra-te, nada de nada –disse severo e ela assentiu – qualquer problema procure por mim, boa sorte.
 

Camila foi até a cozinha, receber as atividades do dia. Diana estava lá.
 

Diana: ora, ora, quem está aqui. Não morreste afinal.
 

Camila: não – respondeu com um toque de petulância na voz. Se Diana não houvesse
mandando limpar o condenado tapete já limpo nada disto teria acontecido.
 

Diana: vá ajudar a armazenar as coisa na dispensa, chegaram condimentos hoje – disse observando­-a. Camila assentiu se virando – levar a princesa para limpar um tapete – disse com um sorriso maldoso – francamente.
 

Camila não respondeu foi pro seu trabalho. E durante uma semana ela se tornou tão
imperceptível concentrada em não chamar a atenção para si mesma nem se estivesse morrendo, quem nem a própria Lauren nem qualquer outra pessoa do castelo deram por sua falta. Seu trabalho era feito e ela agradecia a Deus toda noite, quando ia dormir por ter conseguido passar despercebida mas um dia. Porém....
 

Diana: até que enfim – disse quando Camila entrou na cozinha.
 

Camila: eu precisei trocar de uniforme – disse ajeitando o cabelo. Diana havia derramado um copo de café cheio em cima dela, com a intenção de enfurece-­la mas Camila não disse nada apenas pediu permissão para sair.
 

Diana: já é tarde – informou – o jantar já será servido. Sandra foi demitida... – interrompida.
 

Camila: mas porque?
 

Diana: um pequeno acidente com açúcar e sal – disse maldosa, Camila tinha certeza de que ela tinha algo a ver com isso. – outra cozinheira está em seu lugar, Jane, porém é nova e precisa de meu auxílio para conhecer as dependência
 

Camila: e....

 

Diana: e que vossa majestade não se sente bem hoje. Esta indisposta. Tu farás sua janta e levará até a torre – Camila arregalou os olhos – ficará lá até que termine. Aproveite o tempo lá e cheque a cama ou qualquer outra coisa que precisa de reparo. Só volte quando ela estiver satisfeita.
 

Camila: mas....
 

Diana: o tempo está passando – avisou saindo.
 

Camila se amparou em uma mesa tentando respirar. Lauren iria vê-­la estava perdida, então saiu correndo. Correu pelos corredores do castelo saindo desabalada pelo jardins. Se bateu com Harry perto do portão quase o derrubou.
 

Harry: o que passa mulher? – perguntou exasperado Camila estava branca, soava e os cabelos começavam a querer se soltar.
 

Camila contou tudo exasperada, Harry ouviu e suspirou no final.
 

Harry: danou-­se tudo, Diana quer te entregar a ela – disse pensando em uma saída.
 

Camila: como?
 

Harry: ela não sabe se tu sabes cozinhar, está apostando que se Lauren não lembrar de teu rosto quando a ver, chame a atenção pro que você o apresentar para que coma. Se for uma porcaria falhará imediatamente, Camila pela graça de Deus nosso senhor, tu sabes cozinhar, não sabes?
 

Camila: ora, é claro que sei – disse exasperada.
 

Harry: ótimo, não prepare nada muito sofisticado, nem muito demorado. Apenas a entrada e o prato principal, não derrube nada, nem pareça nervosa – Camila estava tendo um ataque histérico.
 

Camila: Harry, eu não posso.
 

Harry: é claro que podes, e vai, anda vai pra cozinha se te atrasares é mais um motivo pra que a reclame, vá, boa sorte – disse ao vê-la recuar – mais depressa Camila – disse e ela acordou em um choque de realidade.
 

Camila saiu correndo novamente de volta pra cozinha, sorte. ela tinha a breve impressão que nem toda a sorte do mundo a salvaria disso.

 



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