História Como Resistir ao Inimigo (Adaptacão Camren) - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 959
Palavras 1.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei ❤

Capítulo 6 - 6


Camila subiu pra torre como quem vai pra morte. A bandeja tremia em sua própria mão, a comida e o vinho, estava tudo em estado prefeito. Houveram duas batidinhas na porta.

Lauren: entre – ordenou parada em um canto, com vários papéis na mão. Camila entrou em silêncio e foi até a mesa que havia ali. Lauren se sentou ainda concentrada em seus papéis enquanto ela servia a entrada. Ela estava descalça, usava calça, camisa branca e colete. Camila orou aos céus pra que ela mantivesse sua atenção nos papéis até ela ir embora. Para o alívio dela ela comeu toda a entrada lendo e nem sequer a olhou quando ela trocou pelo prato principal. Camila após servir se afastou e foi até a cama kingsize, procurando por um amasso, pedindo por algo que a mantivesse ocupada, mas a cama estava intacta. Ela a olhou pelo canto do olho e apanhou um travesseiro afofando­-o.

Ela continuava concentrada, Deus por favor que ela não olhe para mim....

Lauren: o engraçado... – começou largando os papéis na mesa e se virando para encará­-la, Camila simplesmente empedrou – é que você realmente está com medo de que eu a ataque – Camila continuou parada, agarrada ao travesseiro, enquanto ela a encarava. Deus os olhos dela eram incrivelmente lindos de uma cor de esmeralda.

Lauren: respire – instruiu erguendo a sobrancelha, Camila respirou fundo obedecendo­-a.

Camila: perdão – disse sem se tocar de que ainda estava agarrada ao travesseiro. Lauren olhou o travesseiro e riu de leve, ficando com um sorriso de canto no rosto. Ela estava simplesmente apavorada.

Lauren: escute, sei que meu comportamento contigo foi resumidamente pavoroso, mas não precisa ter tanto medo de mim – instruiu – não lhe farei nada, te acalme – Camila estava começando a ter vertigens – por Deus, eu tento te acalmar e tu ficas ainda mais branca?

Camila: tudo bem – disse e olhou o travesseiro.

Lauren: apenas me responda algo, não irei lhe fazer mal, lembre-­se. O que passava em sua cabeça ao levar minha filha para a lavanderia?

Camila: eu não tive a intenção de... aborrecê-la – disse respirando aos poucos – a menina parecia entediada, triste... eu só tentei animá-­la um pouco. Não sabia que era sua filha.

Lauren: não? – perguntou meia debochada, se levantando, Camila recuou um passo se batendo com a mesa de cabeceira – calma – disse erguendo as mãos – como é possível que não saiba quem é a princesa? Todo o meu reino sabe quem é Sofia, opa.

Camila: tenho pouco tempo no castelo senhora, ouvi falar da menina mas não sabia sua aparência física. Não prestei atenção no fato de estar na cadeira de rodas. Perdoe – pediu quieta.

Lauren: tudo bem, águas passadas, não o faça novamente – Camila assentiu – vai rasgar o travesseiro.

Camila: ah – disse como se tivesse tomando um choque. Ela afofou o travesseiro e o colocou na cama. Mas Lauren se deu conta de algo, no primeiro dia estava possessa de ódio e ela estava lavada em sangue, logo ela nem olhou mas agora.... ela era espetacularmente linda, seu corpo parecia ter sido modelado, desenhado... Lauren não era depravada.
Nunca quis e repugna toda e qualquer mulher depois de Alexa, mesmo como rainha tendo direito sob qualquer mulher do reino. Ela deixou a cabeça tombar levemente de lado, avaliando, o vestido lhe priva-va a visão, mas ela era da altura certa, tinha as curvas delineadas, os seios fartos. Os cabelos pareciam sedosos (N/A: sim gente aqui a Camila lava os cabelos) até a visão, aguçava o toque. Camila largou o travesseiro no lugar e a encarou, o rosto era delicado, os lábios desenhados, a pele branca ,os olhos Castanhos. Quando ela se virou ela voltou ao seu posto normal.

Lauren: qual o teu nome?

Camila: Camila senhora – respondeu tentando por tudo se acalmar.

Lauren pensou consigo mesmo, é claro, não sabia o nome de todos do reino, era gente demais, mas quando era apenas a princesa herdeira teve acesso aos livros do pai, onde havia o registro de todos os nome com a letra C se lembrava e não havia nenhuma Camila.

Lauren: qual o teu sangue? – perguntou ainda intrigada, Camila não entendeu a pergunta.

Camila: v..vermelho – disse confusa e olhou o braço onde a veia estava por baixo – líquido – completo confusa.

Lauren riu gostosamente com isso (N/A: sim ela saber o que é sorrir). Perguntando o sangue ela queria saber qual o sobrenome dela, qual a família que ela vinha com isso. Camila se assustou mas sorriu, ela passou a mão no rosto ainda sorrindo.

Lauren: vermelho? – Camila assentiu – é claro –disse a si mesmo voltando a mesa e apanhando o copo tomando um gole do vinho. Ainda ria levemente, era possível existir alguém tão inocente?

Camila: s..senhora ­- Lauren se virou olhando-­a, ela era forte ela quase podia ver a barriga definida debaixo do linho branco da camisa – posso retirar a mesa?

Lauren: ah sim, claro – disse se afastando da mesa, ela observou afastada, ela recolher a louça na bandeja com movimentos rápidos porém leves, graciosos.

Os cabelos mesmo presos balançavam a sua costa, ela imaginou como seriam soltos... ela andava fluidamente de um lado ao outro até que terminou.

Camila: precisa de mais algo senhora?

Lauren: não, pode se retirar – disse e ela assentiu.

Camila: com licença, tenha uma boa noite – Lauren assentiu e ela se virou saindo dali.

Ela ficou parada por um instante olhando a porta. Largou os papéis em um canto e pensativa foi pra cama, os pensamentos diferente longe demais. Então o perfume dela preso ao travesseiro a atraiu. Ela apanhou o travesseiro amarrotado pelos apertos dela e aspirou o perfume olhando para a frente, curiosa, interessante.

(.................)

Camila estava deitada em seu quarto, dormia profundamente mas tinha a impressão de que era observada. Abriu os olhos e Lauren estava parada no quarto, com aquele olhar estranho que parecia devorá-la.

Camila: o que....

Lauren: shhhi – ordenou e ela se calou confusa. Ela se sentou assustada e Lauren avançou para a cama.

Camila sem ter pra onde recuar aguardou, Lauren avançou para cama em duas passadas a mão apanhou o rosto dela. Camila ainda tinha aquele olhar assustado.

Ela passou pra cima dela sentindo o corpo frágil recebendo seu peso e a beijou, ela arfou mas correspondeu o beijo, os lábios frágeis sendo oprimido pelos dela, as mãos de Lauren buscaram os seios dela por cima da camisola encontrando­-os, apalpando-­os. Tinham o tamanho que ela imaginava ao vê-­la vestida. Lauren ergueu a mão trazendo-­a ao rosto dela separando-­se de seu beijo para encará-la, ela sorriu atrevidamente pra Lauren, as mãos buscando os botões da camisa que ela usava pra dormir abrindo-­a. ela apanhou a camisola de Camila removendo­-a ao mesmo tempo que ela tirava sua camisa. Lauren a abraçou novamente se pondo entre as pernas dela, que se abriu acolhendo-­a enquanto  beijava as mãos atrevidas percorrendo os músculos das costas dela, apertando­..... e ela acordou. E se irritou ao ver que era somente um sonho.

Lauren olhou a escuridão do quarto o cenho franzido. Era o travesseiro dela, ela o apanhou sentindo o perfume leve, floral mais uma vez. Em seguida se virou sentindo o próprio cheiro no outro travesseiro seu peito arfava, ela não queria pensar, não queria imaginar.... mas a possibilidade já se materializava em seus sonhos. Ela até já imaginava qual era a sensação. E o principal: a ideia a agradava.



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