História Como Se Fosse Infinito - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Gay, Misterios, Romance Gay, Temporadas
Visualizações 10
Palavras 1.122
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom, essa é a minha primeira fanfic. Foi pouco mas to tentando pegar o jeito.

E desculpem se tiver erro ortográfico.

Os capítulos irão sair duas vezes ao dia hoje eu vou postar só um.

Espero que gostem!

Capítulo 1 - Nasce uma grande amizade


Fanfic / Fanfiction Como Se Fosse Infinito - Capítulo 1 - Nasce uma grande amizade

                Micael


Era numa manhã de fevereiro em Hindéllia, minha mãe me acordava toda histérica:

- Filho, levanta que ta na hora de ir pra escola ! –disse minha mãe me sacudindo. 

- Aaaah! Deixa eu dormir, não quero ir. –falei com os olhos ainda fechados. 

- Ué! Não era você que estava louco querendo usar suas novas canetinhas do Homem-Aranha senhor Micael, e sem falar também da sua mochila de rodinhas do Naruto. –disse minha mãe num tom provocador.

Como era possível? Minha mãe sempre conseguia me fazer levantar usando qualquer coisa que eu gostava nas palavras dela.

Dei um pulo da cama correndo pro banheiro pra tomar um banho, coloquei a roupa, corri pra escovar os dentes e esperei minha mãe colocar a roupa. Eu estava muito ansioso pra usar meus materiais novos porque assim como toda criança, eu gostava de causar inveja nas pessoas. 

Eu já estava quase batendo na minha mãe pra ela acabar de se arrumar. Embora eu tivesse 5 anos, eu também ficava histérico assim como a minha mãe.

- Corre mãe! –disse eu desesperado.

- Eita menino, deixa eu só ajeitar meus belos cachos. - disse minha mãe fazendo pose donzela com a escova na mão. Comecei a rir daquilo.

Minha mãe se chamava Cláudia era nova, tinha 22 anos, era uma mulata com os cabelos até os ombros, seus cachos eram da cor chocolate e tinha uns olhos castanhos que ficavam da cor mel à luz do sol.

Eu tinha alguns traços da minha mãe : Minha pele era chocolate, tinha cabelos negros e olhos castanhos, eu recebia muitos elogios das amigas da minha mãe, que sempre diziam "Cuidado com seu filho ein! Ele vai ser um moreno muito bonito", "Meu Deus que gatinho", "Já levou ele pro estrela photo studio?" e um "Que moreno gostoso, vontade de morder!". Eu ficava muito sem graça com elogios.

- Vamos? –disse minha mãe já com a sua bolsa.

- Vamos! –disse eu com a minha linda mochila do Naruto.

Saímos.

- Ai como eu sou esquecida! –disse minha mãe batendo na testa. – esqueci o seu Lanche, vamos voltar.

- Ai Deus! –falei impaciente.

Voltamos e saímos rumo ao jardim de infância.

Chegando lá, estava um monte de criança entrando.

Fomos recebidos pela porteira que tinha um rosto angelical, parecia um anjo com aqueles cabelos dourados.

- Vou te levar até a sua sala ta bom? –disse minha mãe olhando para todos os lados procurando alguma coisa, acho que ela estava procurando a minha sala.

- Ta! –falei mordendo o dedo mindinho que eu sempre mordia quando estava nervoso.

- Cláudia? AI MEU DEUS QUANTO TEMPO VIADA! –gritava uma moça correndo vindo para a nossa direção quase arrastando um menino que sem dúvidas era o filho dela.

- Júlia? AAAAAAAH! –gritou minha mãe feito uma louca. 

As duas se abraçaram e pularam igual umas dois cangurus.

- Pera aí! –disse a moça olhando pra mim com os olhos esbugalhados. – esse é o Daniel? Como você cresceu moreninho! – disse ela me sufocando com o seu abraço apertado.

- O que? Não sua louca esse é Micael. –disse minha mãe constrangida.

- Aah sim, pensei que...

Minha mãe pigarreou interrompendo Júlia que ficou sem graça mudando de assunto.

Eu não estava entendendo nada, quando do nada percebo que o menino que era obviamente o filho de Júlia estava me encarando.

- Oi! –disse ele estendendo a mão pra mim.

- Oi! –falei tímido saindo de trás do vestido da minha mãe cumprimentando ele com um aperto de mão.

Ele tinha os cabelos castanhos e uns fios dourados, ele tinha uma franginha pro lado que mostrava um pouco de sua testa grande. Seus olhos eram verdes e os lábios cor de rosa. Não vou mentir não, ele era muito bonito.

- Bom filho, Júlia acabou de dizer que a sala de Fernando é sala 7, que por coincidência é a sua sala também. Vamos aproveitar e deixar vocês dois lá.

- Ta. –falei.

Fomos caminhando até a tal sala com minha mãe e Júlia tagarelando. Nem quis ouvir sobre o que elas estavam falando.

Chegamos na porta da sala.

- Filho, comporte-se e juízo. – disse minha mãe agachando. – daqui umas quatro horas da tarde eu venho te buscar ta bom?

- Ta mamãe. - falei abraçando minha mãe e em seguida dando um beijo no rosto dela que também retribuiu.

Minha mãe esperou eu sentar em uma carteira, acenou e mandou um beijo saindo junto com Júlia.

Fernando estava na porta chorando chamando a mãe dele enquanto a professora tentava o acalmar. Não sei o que deu em mim que levantei e fui até ele e a professora. Ele era quatro centímetros menor que eu.

- Ei! –falei com a minha mão no seu ombro.

Ele virou e olhou pra mim com os olhos cheios d'água. Nossa! Eu estava com muita pena dele.

- Você pode ficar lá do meu lado. –falei apontando para uma cadeira que tava do lado da minha (era uma carteira com duas cadeiras). –sua mãe não vai morrer.

- Mas eu quero a minha mãe. –disse ele soluçando entre o choro.

Não falei nada. Peguei no braço dele e saí andando quase arrastando ele até a nossa carteira.

Sentamos.

- Para de chorar! –falei bagunçando o cabelo dele. –meu Deus! Sua testa é enorme! - falei encarando a testa dele.

- Eei! –disse ele entre os risos.

Acabei rindo junto.

Eu sempre falava besteira sem nem pensar duas vezes antes de falar. Quando eu percebia que falava uma merda, já era tarde de mais.

Abri minha mochila enquanto a professora distribuía folhas brancas pra todo mundo chegando até a minha carteira.

- Qual é o seu nome? –disse Fernando enquanto abria a sua mochila.

- Micael. –respondi com uma das minhas canetinhas na boca.

- Huuum... –disse Fernando coçando a cabeça com cara de decepcionado.

- O que houve?

- Esqueci de colocar minha caixinha de canetinhas na minha mochila.

- Pode usar uma das minhas. –falei colocando minha caixinha de canetinhas perto dele.

- Obrigado!

- De nada.

- Meu nome é Fernando. –disse Fernando olhando pra mim parando de desenhar.

- Ah! Disso eu já sabia!

- Quer ser meu amigo?

- Quero. –respondi rindo.

Fernando pegou duas tampinhas de canetinha, colocou uma em cada dente, e começou a fingir que era um vampiro tentando morder o meu ombro.

Dei um pulo da cadeira acabei caindo pra trás.

A sala inteira riu.

Olhei pra Fernando fingindo estar puto pelo o que ele fez. Ao mesmo tempo em que olhei ele começou a ficar vermelho e com medo de mim.

Dei um tapa na minha testa e comecei a rir não só por ele, mas também por eu ter caído e sala inteira ter rido de mim.

Levantei e sentei bagunçando o cabelo dele. Eu meio que gostei de ficar bagunçando aquele cabelo.

Rimos juntos com a turma inteira até a professora pedir silêncio.

E foi assim que nasceu a nossa amizade que durou anos e anos.


Notas Finais


Obrigado por lerem!

Até o próximo capítulo.


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