História Como ser uma celebridade derrotada - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lu Han, Sehun
Tags Bojack Horseman, Chanbaek, Chansoo, Hunhan, Kaibaek, Kaisoo
Exibições 444
Palavras 2.845
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oizinho!!! ^.^
então... eu sou louca mesmo, não sei o que acontece pra eu ter tantas ideias! e olha que eu tinha prometido a mim mesma que só escreveria oneshots, porém...
existe uma série chamada bojack horseman mUITO FODA e eu acabei me inspirando nela pra escrever isso aqui, que ficou até melhor do que eu esperava... espero que vocês também gostem, e hum... não tenho dia certo pra postar, mas todo mundo já sabe que eu não demoro pra atualizar e... também não será uma história longa e... é só isso mesmo! irei deixar a abertura da série nas notas finais pra quem se interessar. ^.^
ps: a história se passa em las vegas.
ps2: muito obrigada a gabi (gabichannie) pela capa maravilhosa!!! eu não consigo parar de olhar pra ela ajskjsksj
agora leiam!!!!!!!!!!!!

Capítulo 1 - Escreva sobre mim


Por que eu não tomo um rumo na vida? Por que eu tenho dó de expulsar Sehun da minha casa? Por que eu acordei?

Esses eram os meus belos e positivos pensamentos pela manhã. Tinha acordado perto do meio dia e já estava reclamando mentalmente. Bom, é típico de mim.

Sabe, eu tenho consciência de não ser uma pessoa legal. Sei disso por consciência própria e não porque ficam jogando na minha cara que não sirvo para nada.

Ah... Eu servia para algo há 15 anos atrás, certo? Para fazer as pessoas rirem através da TV. Mas, agora... Agora o Park Chanyeol é um safado egoísta que só se preocupa com o seu próprio nariz.

Bando de ingratos.

Suspirei desanimado e me sentei na cama, encarando aquele quarto enorme e bagunçado, com algumas garrafas de vodca vazias pelo chão. Eu amava vodca mais do que a minha própria vida.

Oh, espere! Eu não amo a minha vida.

Sehun mora de graça na minha residência, o mínimo que ele deveria fazer era arrumar a casa. Outro ingrato.

Irritadíssimo, me levantei da minha cama macia e quase pude escutá-la chamando meu nome, pedindo para que eu voltasse. Ultimamente o que tenho mais vontade de fazer é dormir, e se eu não conseguir, apenas fico deitado, olhando o teto e pensando em como fui parar numa situação tão desagradável.

Porra, eu era famoso, eu tinha fãs... Por que diabos o meu programa de TV foi acabar e eu fui esquecido?

Meus fãs me odeiam e eu quase não ganho mais dinheiro. Isso é... Deprimente.  

Sehun, é claro, estava deitado no meu sofá de couro vermelho, ou melhor, no sofá dele. Começou a ser dele desde o dia em que fiz a burrada de beber o bastante para deixar um mendigo morar na minha residência. O garoto de 20 anos não tinha ninguém na vida, não trabalhava e não estudava.

Quer dizer, não há muita diferença agora. O que muda é: Sehun tem um teto e a mim, e vive feliz – chapado, para ser mais sincero –. Adora me encher o saco.

- Ah, Chanyeol! Que bom que já acordou, eu tô morrendo de fome.

Observei Sehun me olhando esperançoso do sofá. O mesmo cabelo rosa que precisava urgentemente de um retoque, o mesmo moletom azul de sempre, a mesma calça jeans de sempre e o mesmo chinelo preto e velho.

Por que eu nunca ofereci roupas novas para Sehun? Hum... Não importa.

- Por um acaso eu tenho cara de cozinheiro?

- Nossa, Chanyeol! – ele tinha se drogado, pela voz embargada – Que grosseria essa hora da manhã. 

- Só estou sendo realista. Você tem pernas e braços e a cozinha é bem alí, cheia de comida.

Obviamente Sehun ficou sem argumentos. Fui me sentar ao lado dele, que estava calado até demais.

- Você se drogou de novo, Sehun? Sabe que vai acabar se matando, certo?

Tudo bem que eu bebia bastante e às vezes – muito às vezes – cheirava uma cocaína de leve, mas Sehun sempre passava dos limites.

- Como se eu me importasse. – foi o que ele disse.

E bom, eu dei de ombros, porque não era da minha conta, afinal. Sehun já era bem grandinho e por mais que eu ache que ele tenha algum problema mental, tem consciência do que é certo e errado.

Suspirei desanimado novamente. Fazia muito aquilo...

- Sabe, Sehun... Hoje é terça-feira, eu não tenho emprego, não tenho vontade de fazer nada... O que a gente faz numa hora dessas?

- Bom, acho que você deveria se matar. Mas aí eu fico sem casa e sem comida, então é melhor você ficar sofrendo aqui mesmo.

Eu não ligava para o que Sehun falava. Na verdade, eu só deixava ele ficar na minha casa para não me sentir tão solitário, mais do que já sou.

Meu celular tocou – me deixando irritado com aquele toque já enjoado de sinos – em cima da mesa onde meus pés estavam e vi que era Baekhyun, meu ex-namorado, inimigo e meu assistente. Quer dizer, ele era... Quando eu ainda tinha um emprego na televisão. Ele decidiu continuar “tomando conta” de mim, na esperança de que um dia eu volte a ser famoso novamente.

- O que é?

- Boa tarde, Park Chanyeol!

Aquela voz me irritava muito. Sempre muito alegre, positivo... Certo que eu e ele éramos apaixonados antes e durante a minha fama, entretanto, tudo muda um dia, e os nossos sentimentos acabaram mudando também. Bom, pelo menos o meu.

- Boa tarde só se for pra você. Tá me ligando depois de um mês por que? 

- Vai ter uma festa na empresa, quero que você vá. Vai ter muita gente famosa, diretores de cinema procurando alguém com talento... É uma nova chance, Chanyeol!

- Não, obrigado.

- Quer parar de ser assim? – sua voz piorava quando ficava irritado – Ficar o dia todo em casa, deitado, sem fazer nada, apenas escutando as merdas que o Sehun fala não vai te ajudar em nada. Como quer voltar a ser famoso se não move um dedo para se ajudar?

- E quem disse que eu quero voltar a ser famoso?

Baekhyun ficou em silêncio, provavelmente me xingando mentalmente.

- Certo, eu vou. – me rendi, afinal, era realmente uma boa chance. Voltar aos outdoors melhoraria minha vida com toda a certeza. Eu só me tornei uma pessoa decadente porque minha carreira acabou, certo?

Certo.

- Então ótimo! Passo na sua casa às 19 horas. Esteja pronto, Chanyeol. Você sabe que eu odeio atrasos.

Antes que eu pudesse dizer que odiava Baekhyun, ele desligou.

Olhei para Sehun e ele cutucava sua barriga com o moletom levantado.

- O que foi, Sehun? Está com dor?

- Eu tô com fome, Chanyeol!

- Caramba, você ainda não foi comer por preguiça?

Sehun não respondeu e eu soube que a resposta era positiva.

Bufei e me levantei, indo até a cozinha. Eu precisava comer também... E Sehun acabou me seguindo.

Ele era tipo um cachorro que foi abandonado e agora faz tudo que o seu novo dono manda. Basicamente isso.

- Eu vou na festa da Vegas hoje, Baekhyun vai passar aqui mais tarde.

- Eu...

- Não, você não vai. Não quero passar vergonha alheia novamente com você drogado fingindo que todos eram animais!

Nunca vou esquecer. Meses depois do meu programa ter acabado, eu estava no auge da depressão. Sehun já morava na minha casa há algum tempo e eu frequentava festas com a intenção de arrumar alguém para fazer sexo ou um trabalho. Fiz a burrada de levar o garoto comigo sem saber que ele estava drogado. Foi horrível, não quero lembrar.

- Prometo que vou me comportar!

Droga... Sehun me olhava com sua carinha de pidão. Certo que eu era insensível, mas tinha um carinho especial por Sehun, e muitas vezes, não conseguia negar nada para ele.

- Vou pensar no seu caso.

Sehun deu um sorriso com seus dentes muito bonitos para ser um mendigo de rua e acabei sorrindo também, mas minimamente.

A verdade é que Sehun apareceu na minha porta em um final de tarde chuvoso, pedindo por um abrigo durante algum tempo e que podia pagar, como se eu alugasse o meu espaço. Bom, ele me pagou por dois dias...

Não sei bem como era a vida de Sehun, porém já coloquei na minha cabeça que irei descobrir qualquer dia, algum dia quando eu estiver interessado.

Depois de fazer as panquecas e deixar Sehun derramar o mel por cima, fomos para o sofá.

Já deixei de me importar em sujar o meu sofá há bastante tempo...

- Quer assistir o que? – perguntei.

- Quem sabe o que!

Ah, não...

- Sem chance. – disse logo – Eu estou numa baita tristeza pelo meu programa ter acabado e você quer assistir ele? Você quer me afundar mais nesse poço sem fim, Sehun?

- Seu programa já acabou há mais de 10 anos, Chanyeol! Por que você ainda se importa com isso?

Boa pergunta.

Suspirei irritado e entreguei o controle para o garoto. Ele tinha me vencido com sua última frase.

Quem sabe o que era o programa que eu fazia no começo dos anos 2000. Eu era o apresentador que entrevistava pessoas famosas com seus filmes, músicas, seriados... Fazia perguntas constrangedoras, o que acabava fazendo todos rirem, inclusive o artista entrevistado. O programa era famoso porque eu pegava pesado. O lema era: “Se você realmente for ao quem sabe o que, se prepare para aguentar sua vida sendo exposta por Park Chanyeol”.

Eu não era odiado, por incrível que pareça.

Enfim, não gosto de lembrar.

Se um dia, eu tiver a oportunidade de esquecer qualquer coisa, eu vou escolher esquecer essa vida.

 

 

Me olhava no espelho, me admirando. Apesar de tudo, aos 37 anos e fracassado, eu continuava bonito. Nenhum cabelo branco em meio aos fios dourados, um corpo forte com uma altura agradável, um quantia boa de dinheiro e uma vida sexual quase ativa... É, dava para viver.

Meu terno preto quase brilhava e a gravata borboleta me dava trabalho. Odiava usar gravata, mas precisava dar uma boa impressão na festa.

- Sehun! – gritei.

O garoto veio andando lentamente até mim, com sua aparência de sempre. Não questionei... Ele gostava daquela roupa e do seu estilo, pelo menos foi o que me disse. 

- Me ajuda nessa gravata, sei que você sabe arrumar isso.

Sehun me ajudou sem fazer nenhuma careta. Eu sei que o trato mal e mesmo assim ele gosta de mim e me idolatra. Gosto demais desse garoto.

- Obrigado, Sehun.

- Nem um sorriso?

Ah, sim, era raro eu dar um sorriso. Não sei, só fui perdendo a vontade de sorrir.

Neguei com a cabeça e voltei a me arrumar. Faltava o perfume e alguns minutos para as 19 horas.

- Não quero que me e se envergonhe, está ouvindo, Sehun? Você não está bêbado e nem drogado, certo?

- Por enquanto não.

Meu Deus...

 

 

Eu e Sehun estávamos na picape nova de Baekhyun. Um carro novo, inclusive, já que ele era viciado em comprar carros. Não só carros, gostaria de acrescentar.

E ele, como sempre, não parava de tagarelar com sua voz que me irritava tanto.

É estranho, eu sei, antigamente era excitante ouvir seus sussurros no meu ouvido e os seus gemidos finos demais, mas como eu disse, as coisas mudam.

- ...e você não pode falar nada que te coloque para baixo, Chanyeol! Ninguém quer uma pessoa negativa perto dela. Você precisa entender do assunto e conversar normalmente, entendeu? O conselho que eu dou é: Não seja você mesmo.

Que coisa chata.

- Terminou?

- Terminei.

Baekhyun podia ser bonito, bom de cama e inteligente, mas era chato. Muito chato.

E eu, sempre falo a verdade na cara das pessoas.

- Você só quer saber de mandar.

- Eu sou o seu assistente, Chanyeol! Lembro muito bem quando você me contratou dizendo que eu deveria tomar conta da sua vida.

- Cara, eu disse isso quando estávamos namorando, não quando te contratei!

Ele ficou sem graça. Peguei no flagra.

- Não importa. Aliás, que gravata mais cafona é essa? Ninguém mais usa gravata borboleta, Chanyeol! Ainda mais vermelha. Será que vou ter que te dar umas aulas de moda?

Baekhyun sabia se vestir muito bem. Era chato, – nunca vou me cansar de dizer isso – mas tinha um bom senso de moda.

Por exemplo, naquela noite. Seu terno era um cinza que não escondia sua imagem, o sapato social preto praticamente brilhava e não usava gravata, mostrando que ele era despojado, mas ao mesmo tempo, chique.

Seus fios castanhos escuros sempre foram bonitos e Baekhyun parecia nunca envelhecer.

- Está olhando o que?

Droga, nem tinha percebido que encarava aquele ser humano insuportável.

- Nada. Só... Cuide da sua vida.

- Baek, por que você não tem nenhum doce nesse carro? – Sehun desviou aquele clima estranho, ainda bem.

- Porque sou um adulto, Sehun. Adultos não gostam de doces.

- Mas eu sou um adulto e gosto!

Baekhyun sorriu de lado. Ele nunca se irritava com Sehun, porque Sehun era fofo demais aos olhos de quem o via.

Menos para mim.

- Na próxima eu compro e deixo guardado só para você.

Sehun bateu palma como criança e revirei os olhos.

Ainda bem que não demoramos para chegar. Não iria aguentar Sehun e Baekhyun ao meu lado por muito tempo.

Quando saímos do carro, Baekhyun agarrou meu braço com sua mão forte e Sehun foi andando rápido, mas lhe chamei.

- Não vá fazer coisa errada, entendeu?

- Relaxa, Chanyeol... Vou procurar uma bebida.

E bom, eu precisava de uma bebida também, mas antes...

- Baekhyun, por qual motivo você está segurando no meu braço?

Novamente, ele ficou sem graça e se afastou.

- Desculpe, é o costume. Você sabe, antigamente nós andávamos assim...

- É, eu sei. – logo quis cortar o assunto. Baekhyun era muito meloso e eu não duvidava de que ele ainda sentisse algo por mim – Vamos entrar logo, preciso beber.

A música eletrônica estava alta demais e eu tive que gritar para falar com Baekhyun ao meu lado, que não parava de sorrir, observando tudo.

- Qual o motivo dessa festa, afinal?

- Um novo filme! Você não viu o trailer? É sucesso na certa!

Neguei com a cabeça e o cínico sorriu todo irônico.

- É claro... Você só fica enfurnado naquele quarto se drogando e bebendo. Não sabe do que acontece na atualidade!

Revirei os olhos e andei na frente, ouvindo Baekhyun resmungar um “me espere, seu idiota”.

No segundo andar, a música parecia mais baixa e tinha pouca gente. Andei até a mesa de bebidas e petiscos enquanto Baekhyun conversava com um cara de cabelos vermelhos e óculos de velho. Era bonitinho, seria bom de cama?

Hum...

Enchi meu copo de vodca – minha bebida preferida – e dei um belo gole. Ardia, mas como eu já estava acostumado, não me importei. Precisaria de muita bebida naquela noite para aguentar tudo aquilo.

Senti um cutuque no ombro e me virei.

Ah, era Kim Jongin... Detestava aquele cara.

Não que eu detestasse todo mundo, eu só... Deixa para lá.

- Park Chanyeol! Que surpresa em te ver, cara! – e então me abraçou, quase derramando a porra da minha bebida.

Kim Jongin também era apresentador de um programa parecido com o meu, o problema é que ele me imitou e eu acabei tendo a certeza de que ele é um invejoso. Sua carreira continua até hoje... Odeio Kim Jongin. É bonito, charmoso e tem um sorriso e tanto, porém é invejoso e divertido demais, alegre e sorridente o bastante para me irritar.

- E aí, gostando da festa? 

- Ah, estou sim. Muito... Divertida. – só porque a bebida estava me deixando divertido.

- Que bom! Veio com o Baekhyun? Estão namorando novamente, é? Torço pelo casal, você sabe!

Queria muito dar uma porrada naquela cara sorridente.

- Só estamos acompanhando um ao outro, eu como amigo e ele como meu assistente.

- Ah, sei... Eu vim com o meu novo namorado, deixa eu te apresentar!

Ah, ótimo...

Jongin me levou até Baekhyun e o cara bonito de cabelos vermelhos e óculos de velho.

- Esse é Do Kyungsoo!

O garoto sorriu e entrelaçou sua mão com a de Jongin. Formavam um casal bonito, porém podia ver em suas testas “casal fiel e meloso”.

- Prazer, Kyungsoo. – disse e Baekhyun me beliscou na cintura, logo estendi minha mão para que o ruivo apertasse.

- Você é Park Chanyeol, certo?

Não, imagina.

Assenti com a cabeça, respirando fundo e me perguntando o que fiz para estar naquela festa chata com gente chata.

- Chanyeol... – Baekhyun falou – Kyungsoo é escritor. Eu e ele estávamos conversando sobre você e acabei tendo uma ideia para te tirar de uma vez por todas da lama.

Ele adorava jogar na minha cara que eu era um fracassado.

- E que ideia seria essa, Baekhyun?

- Uma biografia sua! Você sabe o que é uma ghostwriter, certo? Então! Kyungsoo irá escrever uma biografia sua, Chanyeol!

Como se minha vida fosse interessante o bastante para que as pessoas quisessem ler...

- Não acho que...

- Eu sou o seu assistente, Chanyeol. A resposta é sim, Kyungsoo, ele quer.

Eu simplesmente detesto Baekhyun.

- Kyungsoo, não se sinta pressionado. – eu disse, um pouco sem graça. 

Ele sorriu todo simpático.

- É uma experiência nova, vai ser interessante ouvir alguém falando sobre a própria vida enquanto eu escrevo. Ainda mais alguém famoso. Estou louco para saber sobre você, Chanyeol!

Seu sorriso era enorme. Eu estava assustado... Ele era bonito o bastante para que eu quisesse o levar para a cama.

- Então tá... – a ideia não parecia tão ruim.

Talvez lançar uma biografia minha realmente me tirasse do fracasso, mesmo que eu precise aguentar Baekhyun enchendo o saco cuidado da minha vida como assistente e me controlar para não levar Kyungsoo para a cama, mesmo que Kim Jongin seja bobo o bastante para perceber algo...

Céus... Era hora de mudar. Park Chanyeol precisava de limites. 


Notas Finais


link da abertura: https://www.youtube.com/watch?v=rQvIR1oL1vE
o chanyeol é um saco mesmo, ele é arrogante d+ mas tem um bom coração (ou não ajkajs) talvez alguém o mude... hum...
é isso, espero que tenham gostado do primeiro capítulo, me digam o que acharam, por favor! até logo. ^.^


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