História Como Tom Holland se tornou o novo Homem-Aranha - Capítulo 3


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Categorias Homem-Aranha, Tom Holland
Personagens Tom Holland
Exibições 7
Palavras 1.044
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - O teste na Marvel


ATLANTA, MAIO DE 2015

Uma semana depois, Tom Holland estava desembarcando em Atlanta, EUA, junto de seu pai, Dominic, que ainda desconfiava que tudo aquilo fazia parte de um esquema de trafico de órgãos, o que mudou quando ele viu a limusine preta que os aguardava na chegada do aeroporto.

– Agora filho, o importante é manter a cabeça firme e relaxar – disse Dominic, quando os dois já estavam a caminho da Marvel Studios.

– Quem está nervoso aqui é o senhor. Eu sei que assim que esse povo ver a minha facilidade pra chorar e dar mortal eles vão cair aos meus pés.

Dominic deu um tapa na cabeça do filho.

– Pirou, garoto? Que choro o quê! Não viu que o público não gostou do Andrew por causa daquelas cara de choro que ele fazia. Mais mortal, menos lágrima!

– Ok, entendi, nada de choro.

– Foca, Thomas, a gente – quer dizer, você tem que consegui esse papel.

– Calma, pai, eu tô confiante. Sabe o Chris?

– Flores?

– Hemswort, pai. De Coração do Mar. Meu brother. Não sei se o senhor sabe, mas ele também é da Marvel. Quer dizer, tudo bem que ele é o Thor, mas mesmo assim.

– O que tem ele?

– Digamos que ele me devia uns favores e eu decidi cobrar...

 

FLASHBACK

Em uma praia remota da Austrália, Chris Hemsworth saía do mar empunhando sua prancha quando viu seu celular acusar a ligação de um numero desconhecido.

– Alô?

– Fala aê, Chris, é o Tom!

– Que Tom?

– Holland, moço.

– Ooooh, Tom, meu irmãozinho, nem reconheci, ta falando grosso.

– A gente tenta, né. Mas seguinte, velho,vou ser direto: to tentando descolar o papel pro novo filme do Homem-Aranha e queria tua ajuda.

– Ce é louco, bicho! Já tão rebootando esse negoço de novo?

– Pois é, flopou.

– Tu acha que os cara vão querer rebootar Thor também?

– Bem que poderiam né...

– Oi?

– Nada não, velho. Enfim, eu tava pensando se você podia me dá uma força pro seu irmãozinho aqui, sabe. Tipo, “pô, contrata o brother aê, o cara é gente boa...”

– Saquei.

– Me dá essa moral aí, velho.

– Pode deixar, vou ligar aqui pro Kevin.

*

– Falaê, Kevin, meu praça!

– Oi, Chris, eu ia te ligar agora! Já achamos um diretor pra Ragnorok, será o Taika Waititi, e ele está disposto a fazer a maior comédia que a Marvel já presenciou.

– Comédia?!

– Não é fantástico?

– Eu... eu…

Tutututu.

–Alô, Chris? Chris?

Fim do flashback

 

– Muito bem, filho! – disse Dominic – Eu sempre digo que tem contatos, tem tudo!

– Tá vendo, por isso eu to confiante. Esse papel tá no papo.

 

Tom Holland e seu pai finalmente chegaram à Marvel Studios, um complexo de quarenta e oito mil quilômetros quadrados onde eram feitos todos aqueles filmes de super-heróis.

– Sejam bem-vindos ao Projac, quer dizer, à Marvel – disse a moça da recepção – Eu me chamo Shailene Woodley e serei a acompanhante de vocês. Antes de qualquer coisa, precisamos que assinem esse pequeno contrato de confidencialidade, para garantir que não sairão falando dos testes para a imprensa. É só uma formalidade.

Tom e seu pai receberam um calhamaço cada um, de duzentos e noventa e sete páginas. Uma hora e vinte minutos depois, os dois finalmente terminaram de assinar os contratos e a secretária voltou com bandeja trazendo uma jarra de suco e copos.

– Aceitam uma limonada?

– Sim, muito obrigado – disse Dominic.

Nem bem terminara de tomar o primeiro gole, Dominic apagou em cima da cadeira.

– PAI! – gritou Tom.

– Ele vai ficar bem. Agora, Tom, você faria a gentileza de me acompanhar?

Ainda sem entender, Tom seguiu a secretária por um longo corredor cujas paredes continham molduras com cabeças de bode empalhadas. Eles pararam em frente a uma porta, onde a moça pendurou no pescoço de Tom uma plaquinha com uma numeração.

– Quebre a perna – disse ela, girando a maçaneta em forma de triângulo e dando espaço para que Tom entrasse.

Era um ambiente amplo, com o piso de azulejo todo preto e preto. Nas paredes, havia inúmeros telões, que dividiam espaço com quadros contendo fotos de todos os atores da Marvel e de Kevin Feige, todos com legendas motivacionais. Nos quadros dos atores, via-se depoimentos do tipo “Eu fui salva de uma carreira de filmes do Woody Allen, obrigada Marvel e Kevin Feige” no da Scarlett Johanson e “Preciso dizer alguma coisa?” no do Robert Downey Jr.

Inúmeros garotos já se encontravam ali, todos conversando efusivamente.

– Bloody hell! – exclamou Tom.

– Ih, outro britânico – disse um deles, Charlie Plummer, que estava num grupinho de outros cinco – Parece que é só os piá da Inglaterra mesmo.

– Olá, eu sou o Tom.

– Meus parabéns. Te falaram alguma coisa sobre como vai ser o teste?

Tom fez que não com a cabeça.

– Esse Kevin Feige é doido – disse Judah Lewis – Dizem que ele captura a alma dos atores do MCU e guarda naquele boné pra ninguém desandar.

– Eu ouvi dizer que ele é consagrado no candomblé – comentou Matt Lintz.

– Mudando de assunto, como vocês se pararam para o teste? – disse Charlie Rowe – Eu dobrei a minha rotina de treino, tomei muito whey. Não quero pagar mico aparecendo lá parecendo um cotonete.

Tom avaliou os próprios braços, se sentindo inseguro. "Pensa na sua indicação ao Goya, Thomas, sua indicação ao Goya..." Ele olhou então para a numeração da sua plaquinha e mentalizou: “se eu vencer, coloco esse número como senha do meu Twitter”.

De repente, de todos os telões surgiu a imagem de Kevin Feige.

– Olá, minhas crias da Inglaterra – cumprimentou o chefão da Marvel – Bem-vindos ao meu humilde estúdio de setenta e dois mil metros quadrados. Vocês lutaram, fizeram campanha no Twitter, se destacaram entre mais de três mil entojos da terra da rainha para tentarem uma chance nesse que pode ser o papel de suas vidas.

Kevin Feige fez uma pausa antes de continuar.

– Mas houve uma mudança de planos, e eu sinto dizer que nós da Marvel Studios, em parceria com a Sony Reboots – digo, Pictures, já escolhemos o nosso novo Homem-Aranha, que, assim como vocês, é tão britânico quanto o chá das cinco.

A notícia foi recebida com choque e protestos.

– Silêncio! – repreendeu o chefão da Marvel, e todos os meninos voltaram a se calar – Perfeito. Agora, se me permitem, vou apresentá-lo a vocês – continuou Feige – Pode entrar, Asa Butterfield.



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