História Como Tudo Começou! Season 02 - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Humor Sexual, Incesto, Orgia, Sexo, Sharing, Swingers, Tabu, Traição
Visualizações 16
Palavras 4.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


NOTA:
Aconselho a lerem desde o primeiro capítulo, para compreenderem tudo.
Todos os nomes dos personagens são fictícios e escolhidos pelos os integrantes, tirando o meu, que é real.
Todas as histórias divulgadas são com a confirmação e conhecimento dos integrantes. (OK, nem todos...)
As histórias/relatos desde o capítulo 15 foram adaptados à ideia do casal soad_xxx.
O “Nuno e a Sónia” saíram oficialmente do “nosso” grupo.

Capítulo 23 - Amnésia


COMO TUDO COMEÇOU!

Capítulo 43
 

Parte 22
 

AMNÉSIA


ANTERIORMENTE...
-(Paula) A porta está aberta! Estes gajos nem a fecham.
-(Sónia) Se eu apanho a brasileira em cima dele, vai daqui para o Brasil a pontapé.
-(Amílcar) Ui, eles já avançaram para o nível seguinte, não estão aqui na sala.
Devem estar no quarto.
-(Nuno) Porra, aquele gajo tem uma sorte do caralho, se estiver está a comer as três lá em cima.
-(Sónia) Tu nem digas isso a brincar. Faço a tosquia à brasileira...
-(Paula) Hã? O que é aquilo que eu eu estou a ver?
-(Sónia) Deixa passar. É aquela puta que está em cima dele?
-(Amílcar) Porra, ai minha nossa Senhora de Fátima. Eu não acredito no que estou a ver.
Era aquele o segredo dela?
-(Sónia) Quero ver, deixem-me ver.
-(Nuno) Fodasse, como é que aquilo é possível num “ferrarri”.
-(Sónia) O quê, o quê? Ô MARTA?! HEIDI???
-(Marta) Meninas, juntem-se a nós.
Afinal o segredo da Heidi, não era tão vergonhoso, pelo o contrário, eu estou a adorar e o nosso amor, já a provou também...”

CONTINUANDO...

 


DOMINGO NOITE


-(Heidi) Olá! Espero que não se importem por estarmos a brincar os três...
-(Sónia) Eu não acredito no que estou a ver.
-(Marta) Milka, junta-te a nós, que o nosso lindo, já adormeceu.
-(Amílcar) Hã... depois...
-(Paula) Aquilo é possível?
-(Sónia) Eu não estou a perceber nada.

Começaram a descer para a parte de baixo.

-(Nuno) Ah, agora já percebi o que o João queria dizer CB nota 10.
Pois, tinha que ser... nem acredito naquilo que vi.
-(Amílcar) Epa, eu estou habituado a muita coisa, mas porra, esta apanhou-me desprevenido.
-(Paula) E agora? O que fazemos? Eu não sei o que fazer ou dizer.
-(Sónia) E o João e a Fatinha não dizem nada sobre aquilo? A minha alma está parva.
-(Heidi) Desculpem, eu percebi a vossa reacção. Eu vou-me embora e não me precisam de me encarar mais vez nenhuma.
-(Paula) Espera, Heidi! Não te vás embora.
-(Marta) Ô meninos, então invés de se juntarem a nós, fugiram aqui para baixo?!
E gostaram da surpresa da Heidi?! Quem diria, não é?! Eu estou a adorar!
-(Nuno) Eu ainda estou abananado.
-(Sónia) O Paulo está a dormir?
-(Marta) Sim, não se aguentou com nós as duas.
-(Sónia) Com as duas ao mesmo tempo?!
-(Paula) Calma, vamos lá por partes. Heidi, senta-te no sofá, por favor.
Eu vou falar por mim; Tu tinhas razão, não estávamos à espera de ver e descobrir o teu segredo assim, mas isto não quer dizer nada.
No princípio, ficamos sem saber o que dizer e depois passa.
-(Heidi) Eu gosto muito de vocês e só a Fatinha e o João é que sabem do meu segredo.
Vocês, agora descobriram e eu sinto-me bem, em vocês saberem agora, é um peso que sai de cima de mim.
Como eu tenho dito, não tenho vergonha, sinto-me bem comigo própria e sendo vocês família do João e da Fatinha, fiquei mais à vontade.
Espero que não me levem a mal por não vos ter contado nada.
-(Marta) Eu adorei e o meu lindo também!
-(Sónia) O Paulo não estrebuchou?
-(Marta) Nadinha, até a chupou, bem chupadinha!
-(Nuno) Esse gajo, perdeu os preconceitos todos.
-(Paula) Bem, já que estamos aqui todos, acho que podemos ir a votos.
O que dizem meninos? Acho que não existe problema algum!
-(Marta) Eu e o meu marido, estamos bem!
-(Paula) Eu também não me importo, pelo o contrário, fiquei intrigada e curiosa.
-(Sónia) Sim, é fora do normal, mas, pelo menos ela nunca escondeu e sempre disse que tinha um segredo e que contaria se nós perguntássemos.
Sempre foi mais sincera do que certas pessoas que eu conheço...
-(Nuno) Epa, eu quero que se foda. Fui o único que ainda não tive nada, desde que chegamos e se o Paulo ou vocês, não puseram entraves, quem sou eu para os por.
-(Paula) Estás a ver, Heidi, está tudo bem. Bem-vinda ao nosso grupo familiar!
Ô miúda podias ter dito qualquer coisa, não existe motivo de vergonha.
-(Heidi) Meus amores, vocês não sabem o quão feliz eu estou em vocês me aceitarem.
-(Marta) Que horas são?
-(Amílcar) São quase 19:00, porquê?
-(Marta) Está quase na hora de jantar e a Nicole, quer falar com o Paulo e a Paula por skype.
Parece que tem qualquer coisa para lhes dizer.
-(Heidi) Se não se importarem com a comida do almoço, eu posso dizer ao Marco para trazer e nós comemos aqui todos juntos. O que dizem?
-(Nuno) Por mim, excelente ideia. Estou com uma fome enorme.
-(Sónia) O que a Nicole quer dizer a eles os dois?
-(Marta) Sei lá.
-(Amílcar) Epa, eu vou tomar banho.
-(Marta) Nós juntamos-nos a ti, Milka.
-(Nuno) “Nós” quem?
-(Amílcar) Queres vir primo? Não tenhas problemas connosco.
-(Marta) Eu e a Heidi... - Olhando para o Nuno.
-(Heidi) Claro que junto-me a vocês.
-(Sónia) Ok, não se demorem muito, que a seguir, vou eu e a vermelhinha.
-(Nuno) E eu não vou com vocês as duas?
-(Sónia) Tu devias era estar caladinho.
-(Heidi) O Marco disse que trazia a comida e as bebidas e que vinha com a Fatinha e o João.

Com os outros meninos a subirem as escadas para irem tomar banho, ouve-se a janela a abrir.
Era a Mia e o Rutger.

-(Mia) Galera, estamos indo.
-(Paula) Que pena que vocês vão-se embora agora.
-(Rutger) Piranhas...
-(Mia) Rutger... já falamos sobre isso.
A Marta, tem o meu contacto do WhatsApp, nós vamos indo, o carro está ali à entrada, para carregarmos as malas.
Adorámos vos conhecer, seus doidões.
-(Nuno) Eu ajudo-vos a levar as malas para o carro.
-(Paula) Beijinhos e boa viagem. E desculpem qualquer coisinha.
-(Mia) Desculpa nada, adorámos. Cadê a Marta?
-(Paula) Lá em cima a tomar banho, vai lá.
-(Sónia) Porra, não gosto desta gaja.
-(Paula) Ainda à pouco, eu não vi isso, amiga.
-(Sónia) Está bem, tens razão, eu gostei imenso do que ela fez-nos, mas não gosto quando ela se aproximou do nosso homem.
-(Paula) Não sejas ciumenta.
-(Mia) Molhou-me todinha. Meninas, eu vi e não acreditei. Cá em Portugal?
-(Paula) É verdade, cá também.
-(Mia) Opa, que doideira que vocês vão ter. Xauzão, meninas, valeu.
-(Paula) Xau e boa viagem. Adorámos-vos conhecer.
-(Marta) Adeus, minha gatinha. Depois falamos na aplicação que falaste. - A falar toda nua na varanda do primeiro andar.
-(Sónia) Vai e não voltes, nunca mais...
-(Paula) Sónia, ela podia ouvir-te...
-(Sónia) Epa, a Fatinha, a Neuza e a Heidi, eu papo, mas agora, pessoas de fora... temos que nos limitar os estranhos a entrar e ser só a família.
-(Paula) Está bem. Mas, também não fizemos nada com eles.
-(Sónia) Isso eu não sei. Quando ele acordar, eu tenho que ter uma conversinha com ele.

O tempo passou e os meninos riam-se a tomar banho.
Quando acabaram, foram elas e chamaram o Nuno.
Eu continuava a dormir.
Vê-se o Amílcar a mudar os cartões e as baterias das GoPros e a por as coisas no portátil e a passar para o disco externo.
Ouve-se o telemóvel a tocar e eles a saírem de casa, ficando elas na conversa na parte de baixo.
A Maria, veio ter comigo à cama.

-(Paula) Mor, acorda, que vem aí o jantar.
-(Paulo) Hã? Porra, que horas são?
-(Paula) São 20:30. Elas deram cabo de ti.
-(Paulo) Fodasse, que elas são malucas as duas. Nem me lembro do que se passou.
-(Paula) Vai tomar banho que estás todo suado. Eles veem aí e trazem a comida para nós comermos todos aqui.
-(Paulo) Mor, espera. Temos que falar.
-(Paula) Sim, diz.
-(Paulo) Eu vi o vídeo de ti e da Sónia com o meu tio.
-(Paula) Mor, desculpa, não irá voltar a acontecer...
-(Paulo) Não, ouve-me. Eu sou um estúpido. Tu mereces isso e muito mais. Estavas a divertir-te com eles e eu fui um parvo com a reacção que tive.
-(Paula) Foste um parvo, mas com razão.
-(Paulo) Vamos esquecer essa parte e vamos mas é nos divertir todos, pode ser?
-(Paula) Claro. E gostas-te do segredo da Heidi?
-(Paulo) Segredo, qual segredo? Não sei de segredo nenhum... Não me lembro de nada, acho que apaguei.
-(Paula) Hum... ok, depois ela conta-te, vai lá tomar banho.

Olhando para mim, desceu as escadas, para o rés de chão.
Eu, saí da cama e caí no chão. Porra, tinha as pernas a tremer e o cu dorido.
Estava todo pegajoso, na boca, na cara e no meu peito.
Eu imagino o que aquelas duas malucas fizeram comigo.
Para ter o cu dorido, imagino que a Martinha, já fez as dela.

Dirigindo-me à casa de banho, pus as mãos à boca e vomitei ainda um bom bocado.
Abri a torneira da banheira e pus a água a correr e olhei para a janela da frente e as luzes estavam apagadas.
Os brasucas já se tinham ido embora e eu nem me despedi deles.
Meti-me na água e deixei-me estar a relaxar a sentir as gotículas de água a escorrerem-me pelo o corpo abaixo.

Na parte de baixo:

-(Paula) Heidi... o Paulo sabe do teu segredo?
-(Heidi) Sim... acho que sim. Ele já estava um pouco apagado por causa da bebida.
-(Marta) Se não sabe, pelo menos deve-o sentir.
-(Sónia) Ái queres ver que ele ainda vai fazer barraca por causa disso?
-(Heidi) Ele é assim tão preconceituoso? Pensei que vocês tinham uma mentalidade aberta.
-(Paula) E temos... vais ver que não vai ser nada e pelo o contrário, ele nem te vai deslargar.
-(Sónia) Também não vamos a extremos...
-(Fatinha) Ah meninos, trouxemos comida que dá para um batalhão. Isto é tudo para comer hoje.
O forno está a trabalhar?
-(Marco) Ah amor, abre aí o frigorífico. Vamos por estas cervejas e vinhaças a refrescar.
-(Paula) Tanta coisa!
-(João) Ah Paula, somos dez! Isto se calhar não chega!
-(Nuno) “Tanta coisa”? Com a fome que eu tenho e ainda por cima eles trouxeram espetadas de lulas.
-(Marco) Então amor, a tarde de praia com eles, correu tudo bem?
-(Heidi) Não fui para a praia e eles já sabem.
-(Marco) Não foste?!
-(Fatinha) Já sabem?! E então?
-(Paula) Está tudo bem entre nós. Sem problemas!
-(Marta) Comigo e com o meu Milka, nunca ouve problemas nenhuns.
Já brinquei com ela e com o meu lindo.
-(João) Aonde está o paleco?
-(Paula) Está a tomar banho.
-(João) Ô paleco, pá. Tás a bater ao bicho?
-(Heidi) Eu vou lá chamar ele.

Na parte de cima:

-(Heidi) Paulo, sou eu. Posso?
-(Paulo) Olá, Heidi! Não precisas de perguntar, claro que podes.
-(Heidi) Estamos todos lá em baixo à tua espera, para comermos.
-(Paulo) Todos aqui em casa, agora?
-(Heidi) Hã... sim, porquê? Não tens fome?
-(Paulo) Ah, o jantar, ok! Diz-me uma coisa. Aconteceu alguma entre nós os dois?
-(Heidi) Não te lembras?
-(Paulo) Apaguei completamente. Fodasse, vocês para mulheres aguentam bem a bebida.
-(Heidi) Não te lembras de nada?
-(Paulo) Pouco, mas tenho a certeza que a Marta enfiou-me qualquer coisa no cu, tenho isto dorido.
Se ela pensa que vem aqui enfiar garrafas ou mãos em silicone, está muito enganada.
-(Heidi) Quando fores para baixo, temos que conversar. Eu não quero que fiques chateado comigo, Paulo.
-(Paulo) Chateado contigo, porquê? Olha, não me leves a mal, eu comi-te o cuzinho?
-(Heidi) Hã... não...
-(Paulo) Fodasse, ok. Esquece, eu sou parvo por estar a perguntar isto. Eu já vou.
-(Heidi) Ok, estamos lá em baixo à tua espera.

Na parte de baixo:

-(Heidi) Marta, chega a aqui.
-(Marta) Diz, Heidizinha.
-(Heidi) Ele não se lembra de nada, do que lhe fizemos.
-(Marta) Nada, nada?
-(Heidi) Nada... e agora? O que fazemos?
-(Paula) O que se passa?
-(Heidi) O teu marido não sabe o meu segredo, apagou por completo.
-(Marta) Não te preocupes com isso, eu dou-lhe a volta.
-(Paula) Heidi, a Marta tem razão. O teu segredo não é uma coisa do outro mundo. Vais ver que ele nem liga.
-(Amílcar) Amor, a Nicole está online!
-(Marta) Olá, Nico!

Mais uma vez, informo que a Nicole naquela altura, não conseguia falar normalmente, arrastando as palavras.
A transcrição vai ser normal.

-(Nicole) “Olá, linda”!
-(Marco) O que se passa com ela?
-(Paula) Apanhou uma doença que lhe afectou o cérebro e agora não fala normalmente.
-(João) É bonita. É a tal da praia de nudismo que vocês foram?
-(Paula) Essa mesmo.
-(Marta) Ô meu amor, temos tantas saudades vossas. O meu porquinho, está aí contigo?
-(Nicole) “O Bryan está aqui. Honey, she's asking for you.”
-(Bryan) “Olá, Marta! Oinc oinc.”
-(Nicole) “Dummy! Nós temos muitas saudades vossas também.”
-(Marta) Estamos aqui todos. Opa, deverias estar aqui connosco também.
Conhecemos a família do Paulo. Este é o João e a Fatinha, são os tios dele.
O Marco e a Heidi, são os cunhados e o Marco é irmão da Fatinha.
-(Nicole) “Olá, prazer em vos conhecer.”
-(Amílcar) Olá, Nicole! Estás melhor?
-(Nicole) “Tenho que melhorar, mas vai devagarinho.”
-(Paula) Não desanimes, Nicole. Queremos-te boa para estares connosco aqui para a próxima.
-(Sónia) Olha lá, pá. Que conversa é essa de teres fodido com o meu homem debaixo das minhas barbas...
-(Paula) Ô Sónia? Fogo pá. Esquece isso.
-(Sónia) Esqueço o caralho...
-(Nuno) Querida, anda aqui para fora e deixa-os estar.
-(João) Ah Marco, é aquilo que eu te disse! É magrinha, mas fode que nem uma louca.
-(Fatinha) Ah João, isso quer dizer o quê? Fodeste a linguiça? Não foi a Paula?
-(Nicole) “Desculpa, Sónia...”
-(Marta) Linda, caga nela. É uma ciumenta de primeira, mas fode com todos e depois vem com os ciumes quando o nosso lindo faz o mesmo.
-(Nicole) “O Paulo? Eu queria falar com ele e com a Paula.”
-(Marta) Está a tomar banho. Eu vou chamar ele.
-(Marco) O Paulo fodeu com aquele naco? Porra.
-(Fatinha) Ah João, ficaste calado agora? Foi a Paula ou foi a linguiça? Ah mano, qual naco? Nós não te chegamos para ti?
-(Heidi) Olá, Nicole! Sou a Heidi.
-(Nicole) “Olá! Não te conheço.”
-(Heidi) Sou da família do Paulo. Também já experimentaste o meu paleco?
-(Nicole) “O que é um paleco?”
-(Heidi) É uma expressão que nós usamos aqui, para pessoal que não é da terra.
-(Nicole) “Sim... eu já o experimentei, hihi.”
-(Heidi) E eu também, sabias?
-(Nicole) “Tu? E a Sónia deixou?”
-(Heidi) Claro que sim. E daqui a pouco vamos ser todos.
-(Nicole) “Uau, tenho que ir passar as férias convosco.”
-(Heidi) Que doença é que apanhas-te?
-(Nicole) “Encefalite Japonesa. Mas, estou em tratamento.”
-(Heidi) Apanhaste isso no Japão?
-(Paulo) AIIIIIII!!

Na parte de cima:

Uns momentos antes.

-(Marta) Lindo, a Nicole quer falar com vocês os dois lá em baixo.
-(Paulo) Ah, sim. Ela disse-me ao telemóvel hoje de manhã, que queria falar connosco.
-(Marta) Gostaste do que te fizemos hoje?
-(Paulo) Sei lá, não me lembro de nada.
-(Marta) Como é que não te lembras de nada?
-(Paulo) Apaguei por completo. Fodasse, vocês só me sabiam era despejar com a amêndoa.
Olha lá, ô menina Marta, tenho o cu dorido porquê, pá?
Espero bem que não tenhas vindo com a garrafa ou aquelas merdas grandes e grossas e as tenhas espetado no meu cu.
-(Marta) Vais começar? Podes não te lembrar, mas estavas a adorar o que te fizemos.
-(Paulo) “A adorar”? Não me lembro de nada disso, pelo o contrário, isto ficou aqui um pouco dorido... se vieste com a merda do lelo novamente, vou-me chatear contigo a sério.
-(Marta) Não foi o lelo, foi a lola, desta vez.
-(Paulo) “Lola”? O que raio é a lola? Ái o meu caralho, tu vens com cada ideia.
-(Marta) Tu adoras as minhas ideias. Anda lá abaixo que a Nico está à tua espera.

Lola, fodasse, mudou de nome, mas a dor continua, igual ao do lelo.
Eu estou fodido com esta gaja.
Saí da banheira todo molhado, enrolei-me na toalha e ouço a Sónia na rua a discutir com o Nuno.
Dirigi-me à varanda.

-(Paulo) Então pá, vocês só sabem discutir?
-(Nuno) Tu vê lá se te despachas, que eu estou cheio de fome.
-(João) Ah paleco, a tua amiga Nicole é bonita.
-(Sónia) Bonita o caralho. Sou melhor que ela em todos os aspectos.
-(Fatinha) Ah linguiça, tu fodeste com o meu João hoje de manhã?

Fodasse, que confusão que ia para ali em baixo.
Dirigi-me para o caralho das escadas e apaguei-me.

Na parte de baixo:

-(Marta) O que foi isto?
-(Paula) Ajudem-me, o meu marido caiu nas escadas. Ele está morto!
-(Sónia) Que grito foi esse?
-(João) Saiam, saiam. O que aconteceu?
-(Paula) Ele caiu nas escadas, John. Ele não se mexe. Ele morreu!
-(Nuno) Epa, vejam se ele está a respirar?
-(Heidi) Tragam água, molhem a cara dele.
-(João) Está a respirar. Ele bateu com a cabeça?
-(Paula) Não sei, não sei... Ele não diz nada!
-(Fatinha) Ponham ele aqui no sofá.
-(Nuno) Deixem fazer-me respiração boca à boca.
-(Heidi) Eu faço!
-(Nicole) “O que se passa? O que aconteceu?”
-(Marta) Nico, depois falamos, aconteceu uma coisa. - Fechando o portátil.
-(Sónia) Fazes o caralho. Podes ter os pulmões grandes, mas eu é que sei de primeiros socorros.
-(Paula) O meu marido, o meu marido... Ele não não se mexe...
-(Marco) Ele tem sangue na cabeça?
-(Paula) Áiii ele tem sangue na cabeça...
-(Fatinha) Ah mano, está calado. Não vês que enervas mais o pessoal?!
-(João) Calma, não se enervem. Ele parece que está bem, não vejo sangue nenhum.
Pode só ter desmaiado.
-(Paula) Ô mor, não me deixes, não me deixes!
-(Fatinha) Massaja-lhe a cabeça.
-(Marta) Espera, eu vou buscar uma coisa para ajudar a massajar a cabeça dele.
-(Heidi) Temos aqui gelo de ainda à bocado. Aonde é que estão os panos?
-(Nuno) Estão aqui.
-(Sónia) Calma, amiga. Vais ver que não é nada.
-(Paula) Ô Sónia e se ele morreu?
-(Sónia) Não morreu nada, ele tem os cornos rijos. O João já disse que ele esta a respirar.
-(Heidi) Borrifa-lhe a cara.
-(Marta) Esperem, deixem ligar a minha varinha mágica.
-(Marco) Que é isso?
-(Marta) Serve para massajar a cabeça dele sem o aleijar.
-(João) Dá cá, é uma boa ideia. Isto tem um cheiro estranho e está cheio de óleo.
-(Marta) Ah, isso foi hoje de manhã, com o Amílcar e a Mia. Não tive tempo para limpar, desculpa.
-(Fatinha) Mas, vais vibrar a cabeça dele com... com... isso?
-(Marta) Não é vibrar, é massajar?
-(Marco) Quem é a Mia?
-(Heidi) Amor, era a vizinha brasileira deles.
-(Marco) Marcharam a vizinha também?
-(Paula) Como é que ele está, John?
-(João) Não sei, eu estou a massajar-lhe a cabeça com isto.
-(Sónia) O que é isso?
-(Marta) Chiça, é a minha varinha mágica.
-(Sónia) Ô Marta, eu sei o que é uma varinha mágica e de certeza que com aquilo não consegues passar sopa nenhuma.
-(Marta) Não é para sopa, é para outra coisa.
-(João) Ela teve uma boa ideia, isto massaja bem e o zunido que faz, pode ser que o faça acordar.
-(Nuno) Afinal ele caiu das escadas como? Ele está farto de subir e descer elas.
-(Marta) Ele deve ter escorregado! Quando eu fui o chamar lá acima, ele estava a tomar banho!
-(Fatinha) E veio descalço?
-(Paula) Acorda, amor... Acorda.
-(Sónia) Tem calma, amiga. Vais ver que é só um susto.
-(Marco) Ah pá, se ele não acordar, se calhar é melhor chamar-mos uma ambulância.
-(João) Não é preciso. Ele deve ter desmaiado com o escorregamento, não se vê sangue nenhum na cabeça ou noutro lado.
Heidi, mete o pano com o gelo aqui, enquanto eu massajo neste lado.
Amor, borrifa-lhe a cara com água.
Nuno, tenta dar-lhe uma bofetadas na cara, para ver se ela acorda.
Quando estava na tropa e isso acontecia, umas bofetadas ou uns pontapés nos colhões, resultavam sempre. Isso e um balde água na tromba!
-(Nuno) Ô bichona, acorda. Bichona...
-(Paulo) Hum? Aonde estamos?
-(João) Ele já acordou. Ah paleco, queres matar a gente?
-(Paula) Mor, estás a sentir-te melhor?
-(Nuno) Estamos em casa.
-(Paulo) O que aconteceu?
-(Sónia) Então, borracho. Quantos dedos tens à tua frente?
-(Paulo) Dedos? Que zunido é este?
-(Marta) É a minha varinha mágica.
-(Paulo) “Varinha mágica”?!
-(Fatinha) A tia fez-te aqui água com açúcar! Bebe.
-(Paulo) Tia? Tio?
-(Sónia) Dedos, quantos?
-(Paula) Amílcar, não graves isto.
-(Amílcar) Vou fazer o quê? Pelo menos gravo.
-(Marco) Ah paleco, estás melhor?
-(Paulo) Marco? Estou na Nazaré?
-(Sónia) E não me responde... QUANTOS DEDOS?
-(Heidi) Ái que faz doer os ouvidos.
-(Fatinha) Ah linguiça, queres dar cabo dos nossos ouvidos?
-(João) Eu disse que ela gritava alto...
-(Paulo) Três! Três dedos! O que é que se passou?
-(Paula) Mor, tu caíste das escadas abaixo e desmaiaste.
Assustaste-nos a todos, podias ter te aleijado. Sentes-te bem?
-(Paulo) Sim, dói-me a cabeça e um zunido que não para.
-(Sónia) João, desliga isso.
-(João) Ah ô, sei lá aonde se desliga isto.
-(Marta) É aqui.
-(Fatinha) Ah Paulo, sentes-te melhor?
-(Paulo) O que vocês estão aqui a fazer?
-(Fatinha) Ah ô, viemos todos jantar aqui convosco.
-(Paulo) Mas, eu estou na Nazaré?!
-(Nuno) Estás todo fodido, pá. Se calhar precisas de mais umas bofetadas.
-(Paula) Mor, o que é que te lembras?
-(Paulo) Lembro-me de irmos para o chimarrão ter com eles.
-(Sónia) “Chimarrão”?!
-(Nuno) Qual chimarrão? Marta? Foram a algum chimarrão aqui na Nazaré?
-(Marta) Não, éramos para ir às hortas, só isso.
-(Marco) Qual chimarrão? Não existe aqui nenhum chimarrão e ainda bem.
-(Paula) Shhh, deixem ele falar. E o que mais te lembras, mor?
-(Paulo) Lembro-me de estarmos a passar a passadeira, vejo uma amarelo forte e depois acordar aqui.
Quem és tu?
-(Heidi) Hum?! Sou a Heidi, a mulher do Marco e cunhada do João e a Fatinha. Não te lembras de mim?
-(Paulo) Não, desculpa. Tudo bem?
-(Heidi) Tudo... não estou a perceber nada.
-(João) Ah paleco, que dia é hoje?
-(Paulo) Sábado, acho eu, sei lá. Olha, estás a gravar-me?
-(Amílcar) Sim, nós gravamos tudo, já não te lembras?
-(Paulo) A gravar tudo o quê?
-(Paula) Mor, não sabes quem é ele?
-(Paulo) Nunca o vi mais gordo.
-(Amílcar) Também não me conheces a mim?
-(Marta) E a mim, lindo?
-(Paulo) “Lindo?” Não faço a mínima ideia de quem vocês os dois sejam.
-(Marta)- Correu para fora de casa a chorar.
-(Heidi) Espera, Marta.
-(Paula) Mor, é a Marta, a tua alma gémea. São os primos da Sónia. Não te lembras deles?
-(Paulo) Não, porquê? Era para os conhecer? A minha alma gémea és tu, Maria. Não é uma gaja que eu não conheço de lado nenhum. Que raio de conversa é a tua afinal?
-(Sónia) O que se passa com ele afinal?
-(Nuno) Eu acho que ele apanhou amnésia.
-(Paulo) Sónia, estás mais gorda.
-(Sónia) Gorda? Amnésia, mas continua parvo como sempre.
-(João) Ah Paulo, queres que o tio leve-te ao hospital? Fazer um TAC à cabeça? Parece que não estás bem.
-(Paulo) Epa, eu estou bem. Dói-me a testa, mas se vocês dizem que eu escorreguei das escadas abaixo... nem sei como é que eu aqui vim parar, mas eu estou bem.
Afinal o que estamos todos aqui a fazer?
-(Paula) Mor, íamos jantar e a Nicole queria falar connosco sobre alguma coisa importante, não sabemos do que se trata.
E depois íamos brincar todos juntos?
-(Paulo) O cafézinho está melhor?
-(Fatinha) Quem é o “cafézinho”?
-(Sónia) Ah, dela tu lembras-te?
-(Paulo) Sim, a Nicole.
-(Paula) É uma amiga nossa que a conhecemos na praia de nudismo, Fatinha.
-(Paulo) Praia de nudismo? Quem é que foi a uma praia de nudismo?
-(Sónia) Eu começo a estranhar esta amnésia.
-(Nuno) Eu estou aqui a ver no computador e pode ser amnésia temporária. Ele pode se lembrar de umas coisas e de outras não.
-(João) Ah Paula, querem que eu o leve ao hospital?
-(Paulo) Fodasse tio, já disse que não.
-(Sónia) E tinha que logo ser dela, não podia ser de outra coisa.
-(Marta) Deixem passar. Se ele não se lembra de mim a bem, lembra-se a mal.

Começou-me a beijar na boca, comigo com os olhos muito abertos a olhar para a minha esposa, que estava ali ao lado e nada fez.
Todos a olharem para mim e nada.

-(Paulo) Então, pá? Estás doida, sou um homem casado.
-(Marta) Já te lembras de mim, lindo?
-(Paulo) Mor, desculpa, eu não tive culpa. Ela é que se agarrou a mim.
-(Paula) Mor, não precisas de pedir desculpa de nada. Somos um grupo swinger de 6.
-(Paulo) Somos um grupo de quê? Não percebi?
-(Paula) Nós partilhamos-nos uns com os outros dentro do nosso grupo.
-(Paulo) “Partilhamos-nos”? Isso quer dizer o quê?
-(Sónia) Que fodemos uns com os outros...
-(Paulo) A minha esposa a foder com outros? MARIA, ANDAS ME A POR OS PALITOS?
CONTINUA...


Notas Finais


Próximo capítulo:
COMO TUDO COMEÇOU! - WTF!


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