História Como Tudo Começou! Season 02 - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Humor Sexual, Incesto, Orgia, Segredos, Sexo, Sharing, Swingers, Tabu, Traição, Trama
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Palavras 8.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Saga, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


NOTA:
Aconselho a lerem desde o primeiro capítulo, para compreenderem tudo.
Todos os nomes dos personagens são fictícios e escolhidos pelos os integrantes, tirando o meu, que é real.
Todas as histórias divulgadas são com a confirmação e conhecimento dos integrantes. (OK, nem todos...)
As histórias/relatos desde o capítulo 15 foram adaptados à ideia do casal soad_xxx.
O “Nuno e a Sónia” saíram oficialmente do “nosso” grupo.

Capítulo 24 - WTF!


COMO TUDO COMEÇOU!

Capítulo 44


Parte 23

WTF!


ANTERIORMENTE...
-(Marta) Deixem passar. Se ele não se lembra de mim a bem, lembra-se a mal.

Começou-me a beijar na boca, comigo com os olhos muito abertos a olhar para a minha esposa, que estava ali ao lado e nada fez.
Todos a olharem para mim e nada.

-(Paulo) Então, pá? Estás doida, sou um homem casado.
-(Marta) Já te lembras de mim, lindo?
-(Paulo) Mor, desculpa, eu não tive culpa. Ela é que se agarrou a mim.
-(Paula) Mor, não precisas de pedir desculpa de nada. Somos um grupo swinger de 6.
-(Paulo) Somos um grupo de quê? Não percebi?
-(Paula) Nós partilhamos-nos uns com os outros dentro do nosso grupo.
-(Paulo) “Partilhamos-nos”? Isso quer dizer o quê?
-(Sónia) Que fodemos uns com os outros...
-(Paulo) A minha esposa a foder com outros? MARIA, ANDAS ME A POR OS PALITOS?

CONTINUANDO...

 


DOMINGO-NOITE

-(Paula) “A por os palitos”?!
-(Paulo) Sim, andas a foder com outros homens? Quem? Espera... eu não nem quero saber.
-(Paula) Não, amnésia ou não, eu vou dizer-te a verdade; O Nuno, o Jorge, o filho do Jorge, o Amílcar e o teu tio.
-(Paulo) Deves estar a gozar comigo, não? O Jorge, o teu ex e o filho dele? E o pessoal todo aqui na sala?
-(Nuno) Então pá, tem calma...
-(Paulo) Calma o caralho... então fodes-me a mulher e pedes-me calma? Ô tio, não tens nada para dizer?
-(João) Ah paleco, ele tem razão, tem calma. Tu deste uma queda bruta e ainda não estás bem da cabeça.
-(Marta) O que se passa com o meu lindo, Milka?
-(Amílcar) Eu não sei, mas vou continuar a gravar e à distância. Ele está a disparar para todos os lados.
-(Paulo) Epa, ô Marco, pelo menos tu foste o único que não foste ali.
-(Marco) Era para ser hoje, estou a ver que não vai ser.
-(Heidi) Ah Marco, não atices mais ele.
-(Paulo) Fodasse, também tu? Mas, o que é esta merda, caralho? Mas, a Maria é uma praça de táxis agora ou quê? Todos querem lá parar?
-(Paula) Mor, não te enerves. Tu sabias que eu fazia isso, que eu era comida por eles. Tu não te importavas...
-(Sónia) Eu tenho estado calada, mas agora levas comigo também. E tu, caralho, a foderes a brasileira, sem eu saber de nada?
-(Paulo) Brasileira? Qual brasileira? Também temos brasileiros aqui, Dª Paula?
-(Marta) A Mia e o Rutger já se foram embora.
-(Paulo) Rutger? Rutger? Mas que merda de nome é esse? Isso nem é nome brasileiro, que eu saiba...
-(Marta) É holandês.
-(Paulo) Holandeses também? Fodasse, fodasse...
-(Fatinha) Ah Paulo, não é melhor ires para cima deitares e descansares um pouco?
-(Paulo) Oh tia, descansar o caralho. Então um gajo ouve que esta puta, que não tem outro nome, anda a foder com o pessoal todo e até fodeu com o meu tio, que é teu marido e tu na descontra?
-(Paula) Mor...
-(Sónia) Olha lá, pá. Se ela é puta, tu és o quê? Que comes todas, no cu e tudo? Pelo menos ela só deu o cu ao Nuno.
-(Paulo) O QUÊ??? AH CARALHO... tu tens uma sorte do caralho estares ao pé da porta e eu estar todo fodido com a dor de cabeça.
Tu, caralho, tu fodeste a minha esposa no cu, caralho? Tu estás morto, estás a ouvir, escusas de estar a fugir.
-(Nuno) Tu também comeste o cu à minha.
-(Paulo) À Sónia? À tua esposa?
-(Marta) E a mim também e eu e a Heidi comemos-te o rabinho também, lindo. Tu gostas!
-(Heidi) Paulo, não te lembras disso?
-(Paulo) Fodasse, comeram-me o cu? Então é por isso que me dói o cu, é por causa de vocês as duas?
-(Paula) Mor, somos swingers num grupo de 6. Eu, tu, a Sónia e o Nuno e o Amílcar e a Martinha.
-(Paulo) Isso não tem cabimento nenhum, mas quem é que partilha a mulher assim dessa maneira com os outros?
-(João) Eu e a tua tia, partilhamos-nos com a Heidi e o Marco. Por isso... nós!
-(Paulo) Porra, como é que isso é possível, tio? A tia e o Marco são irmãos...
-(Nuno) Era o que eu dizia antes...
-(João) Ah ô, e qual é o problema? Tens problemas nisso agora?
-(Paulo) Não tenho problema algum, se vocês os quatro fodem ou não, agora, tu foderes a minha Maria, epa, aí tenho que ter. Não gosto de ter a cabeça pesada.
-(João) Ah Paulo, eu fodi ela e a Sónia hoje de manhã, com a tua confirmação e o Nuno esteve lá também... olha, nem te digo mais nada, que isso deve passar-te mais daqui a pouco.
Eu vou à farmácia do Zé, perguntar se é preciso dar-te alguma coisa para isso.
-(Fatinha) Ah João, então é verdade?
-(João) O quê, amor?
-(Fatinha) Fodeste a linguiça e não me contaste?
-(João) Ah amor, eu ia contar-te, mas devo ter-me esquecido...

Os meus tios a saírem pela a porta a fora, ouvindo-se a minha tia a discutir com o meu tio.

-(Paulo) Se calhar é por isso que a cabeça dói-me. É daquilo que andas-me a fazer por trás das costas.
-(Marta) Olha lá, lindo. Se tu tens a cabeça pesada, então ela tem mais do que tu.
Tu estás farto de foder com tudo e todas, até a tua prima Neuza, já a comeste.
-(Marco) A Neuza?! A minha sobrinha Neuza?!
-(Heidi) Marco, não contes nada à Fatinha.
-(Paulo) Eu já comi a Neuza?! A minha prima?!
-(Marta) Sim e o namorado dela, o Valter. Por isso, não te podes queixar, não é?
-(Heidi) O Valterzinho também? Sempre é verdade?!
-(Marco) Ah Paulo, se a Fatinha descobrir que comeste a filha, tu estás morto. Ela torce-te todo.
-(Paulo) Epa, esperem aí, eu não comi ninguém, fodasse.
-(Amílcar) Ai não, então o que é isto hoje de manhã?

O rapaz que estava a gravar, pôs o vídeo no computador a dar.
Fodasse, eu e a minha prima Neuza e um gajo que eu não conheço de lado nenhum, a chuparem-me o nabo, comigo a agarrar a popa do cabelo dele.

-(Paulo) Fodasse, que é isto caralho? Que paneleiragem é esta? Estão os dois a chupar-me a picha?
Isto só pode ser montagem, só pode. Eu nunca deixaria isso acontecer, não sou paneleiro.
-(Paula) Mor, somos swingers bissexuais...
-(Heidi) Ele chupa bem, não chupa?
-(Marco) O que disseste, amor?
-(Heidi) Vê-se que ele chupa bem...
-(Paulo) “Bissexuais?” Bissexuais em que aspeto? Eu não chupo piças e nem como no cu de homens.
-(Marta) Sim, lindo! É verdade, nunca fizeste isso, ias começar hoje...
-(Paulo) Epa, para de me chamar lindo, linda. Eu não te conheço de lado nenhum!
-(Nuno) O que é que disseste?
-(Paula) Eu também ouvi, chamas-te ela de linda.
-(Paulo) Eu?! Mor, linda para mim, só tu. Sabes que eu só tenho olhos para ti.
-(Sónia) Ô borracho e não te lembras de mim? Dos meus lábios grossos e dos meus biquinhos de mama que tanto adoras?
-(Paulo) Ô Sónia, respeita a minha esposa e o Nuno, eles estão ali os dois.
-(Paula) Mor, não te preocupes com isso, eu e o Nuno não nos importamos, estás à vontade.

A Sónia, a esposa do meu grande amigo e colega de trabalho, Nuno, a beijar-me na boca e agarrar-me na mão, pondo ela nos peitinhos pequenos dela.
Eu empurrei-a de cima do meu colo, caindo ela para cima do sofá, comigo levantando-me e pondo-me em pé a olhar para eles.

-(Paulo) Epa, parem com isso, estão parvos? Epa, eu devo estar a sonhar, só pode.
Que merda de pesadelo que eu estou a ter.
-(Heidi) Porque não fazem ao contrário?! Já que beijando ele não resulta, pode ser que com o choque de ele ver a Paula a beijar alguém, dê resultado.
Anda cá, Paula!

A mulher do Marco, loira e alta, vestida com um biquíni superior branco e uma mini-saia muito curtinha, agarrando-se à minha esposa e começa a beija-la na boca.
Fodasse, que é esta merda?
Não é que me importe de ver a Maria beijar outra mulher, qualquer homem gosta de ver sexo lésbico, mas fodasse, então, ela trai-me com gajos e gajas, também?

-(Sónia) Ô Heidi, não te estiques? Anda cá vermelhinha, já que ele não se lembra de mim, pode ser que ao ver-nos juntas se recorde de alguma coisa.
-(Paulo) Sónia?!
-(Marta) Então, lindo? Nada ainda?
-(Paulo) “Nada?” Nada o quê? Então, além de gajos, também é gajas? Fodasse, eu devo ser uma rena com a parelha que tenho na cabeça, já estou a ver.
Na altura do natal, já têm o animal para o presépio, têm aqui um granda boi.
-(Paula) Isto não está a resultar!
-(Marta) Anda comigo.

A rapariga baixinha, mas muito bonita, agarrando-me na mão, levou-me para o quarto no primeiro andar.
Mal eu vi aquelas escadas, comecei-a a puxar para trás.
Uns arrepios frios desceram-me pela a espinha abaixo, sentindo as pernas a tremerem.
Ao mesmo tempo, a toalha que estava à volta da minha cintura, caiu, ficando no princípio das escadas.
Ao mesmo tempo que ela me puxava, eu, atrapalhado, tentava tapar o meu pénis com a minha mão.
O marido dela, veio atrás, mas nada dizia e continuava a gravar.

-(Paulo) Olha lá pá, já nem me lembro do teu nome, não podes parar de gravar? Estou todo nu!
-(Amílcar) É Amílcar. E além de ter-te visto todo nu, mais que uma vez, já te chupei na gaita.
-(Paulo) Fodasse, que é isto aonde eu vim parar? A um mundo de paneleiragem e de putanhice?
-(Marta) Amor, ajuda-me a empurrar ele aqui para cima da cama, ele está a fazer força.
-(Paulo) Ô Milka, pá, fodasse, tem calma, não precisas de empurrar, eu subo para a cama.
-(Amílcar) “Milka”?
-(Marta) Eu acho que ele está a lembrar-se aos poucos.
-(Paulo) A lembrar-me do quê? Não é o nome dele? Milka?
-(Amílcar) Sim, é, pelo menos isso não te esqueces-te, não é?
-(Marta) Amor, vão lá jantar, que eu fico aqui com ele.
-(Paulo) Vais-me deixar aqui sozinho com a tua esposa? Estou todo nu, Milka?
-(Amílcar) Eu não tenho pena dela, tenho é pena de ti.
Vou deixar aqui a outra GoPro a filmar, para esse gajo quando se lembrar, ver a merda que anda a dizer.
-(Paulo) A gravar para quê as coisas? Ainda não compreendi?!
-(Marta) Ô lindo, eu não sei se estás a fazer de propósito ou não, mas estás a assustar-me.
-(Paulo) Posso tapar-me com o lençol pelo menos?
-(Marta) Não, estás muito bem assim.
-(Paula) Marta, nós vamos jantar, nós comemos e depois nós trocamos.
Mor, queres comer alguma coisa?
-(Paulo) A descobrir que andas a comer gajos e gajas, perdi a fome toda.
-(Paula) Olha, amnésia ou não, continuas um parvo de primeira.
-(Marta) Lindo, tem calma, deita-te e relaxa. Eu ajudo-te.
-(Paulo) Como é que te chamas mesmo?
-(Marta) Sou a Marta, mas tu costumas chamar-me de “linda e linda dos olhos azuis”.
-(Paulo) Obrigado, Marta. Hã... se quiseres ir comer com eles, eu fico bem aqui sozinho.
-(Marta) Não.
-(Paulo) Não o quê?
-(Marta) Eu não saio daqui. Eu fico aqui contigo, até alguém vir aqui para ao pé de ti.
-(Paulo) Epa, está bem, mas eu estou todo nu e o teu marido, está lá em baixo e ele pode não gostar destas intimidades todas, não achas?
-(Marta) Tens razão...
-(Paulo) Vá lá, haja alguém com senso na cabeça aqui nesta casa.
-(Marta) … vou despir-me também! Não tem cabimento nenhum, tu estares todo nu e eu vestida.
-(Paulo) Hã? Tu vais o quê?

Aquela rapariga, começa a despir a pouca roupa que tem e eu envergonhadamente, a olhar para o corpinho dela.
Um parzinho de mamas, grandes e boas, com uns piercings nos bicos de teta.
Um coninha rapadinha com umas boas bordas de cona, um pouco para o flácido e os lábios vaginais grandinhos.
Um corpinho rechonchudo, mas sem barriguinhas ou pneus. Um corpo pequenino, mas com tudo no sítio.
Ela tinha razão, é muito linda, esta rapariga.

-(Marta) Então, estás a lembrar-te de mim?
-(Paulo) Ô linda, desculpa por estar a olhar para ti a despires-te.
-(Marta) “Desculpas, desculpas”. Para de pedir desculpas.
Tu já sentiste o meu corpinho, dentro e fora, nos buracos todos.
-(Paulo) “Nos buracos todos”? Todos TODOS?
-(Marta) Sim, como eu sou tua, tu és meu. Eu já percorri o teu corpinho todo, por fora e por dentro.
-(Paulo) “Por dentro?”
-(Marta) Claro, achas que eu sou mulher de ficar só por uma coisa? Eu adoro tudo e adoro-te a ti.
-(Paulo) Mas, tu és casada com o Milka e eu sou casado com a Maria!
-(Marta) Eu sei disso e eles também o sabem. E então, qual é o problema? Nós ama-mo-nos uns aos outros.
-(Paulo) “Eu amo vocês todos?” Que paneleirice... não deves estar a falar de mim, de certeza.
-(Marta) Lindo, ainda à pouco, tivemos essa conversa. Nós somos como uma família.
Entre nós não existe ciúmes... tirando a Sónia, mas, ela é ciumenta por nascença.
-(Paulo) Custa-me a acreditar que eu já tivesse alguma coisa com vocês, eu não sou infiel à minha esposa.
Eu jamais a trairia a confiança dela na minha pessoa.
-(Marta) Nós não traímos ninguém, nós nos divertimos uns com os outros. És tu que dizes sempre isso.

Comigo deitado na cama e aquela menina, esposa do Milka, a brincar com os pelos do meu peito, com as pontas dos dedos.
Eu estava a sentir um calor enorme, com ela encostar os peitos dela que eram bem grandinhos, um pouco maiores do que a minha esposa, ao meu braço esquerdo.
Os dedos dela, a fazerem festinhas desde o meu peito ao meu umbigo e dando voltinhas ao meu pénis, que já não estava com flacidez e estava a começar a crescer com as carícias ternurentas que ela me fazia.

-(Paula) Olhem para comer existe, espetadas de lulas, de gambas, salada de polvo, salada de ovas...

Eu assustei-me com a entrada da minha esposa no quarto, enchutando a mão da Marta, para o lado e atrapalhado, gaguejando, branco como a cal, comento:

-(Paulo) Mor, eu posso explicar tudo. Não é nada do que estás a pensar...
-(Paula) Explicar o quê?
-(Marta) Eu é qualquer coisa, vermelhinha.
-(Paulo) Aquilo que tu viste.
-(Paula) Já vi ela a fazer-te muito pior. Acho que ela está a ser muito meiguinha contigo.
-(Paulo) “Muito pior?” Muito pior em que aspecto?
-(Paula) Da maneira que ela está a começar, não tarda nada, irás por descobrir.
Bem, o que queres comer?
-(Paulo) Hã... qualquer coisa, tanto faz.
Mor, não estás chateada comigo? Estamos os dois nus na cama!

Chegando-se ao pé de mim, com um sorriso meigo na cara, esfregando o meu cabelo na sua mão.
A mulher do Milka, continuava encostada a mim e a brincar com o meu pénis que, filho da puta, não estava com problemas alguns na mão de uma estranha e com a minha esposa, ali tão perto.
Beijou-me os lábios com um beijo ternurento e carinhoso, como à muito eu já não sentia.

-(Paula) Mor, tu podes não te lembrar agora, mas nós os 6 somos muito unidos. Ela é tua, como eu sou deles.
Não tenhas problemas e vê lá se melhoras aos cuidados da “enfermeira Marta”!

Logo de seguida, chegando-se à outra rapariga, beijou-a de língua, mesmo à minha frente.
Eu ainda à pouco vi ela a beijar duas mulheres, a mulher do Marco e a mulher do meu amigo Nuno, mas, foi um beijo normal, nada de um beijo de troca de língua.
Eu não disse nada, abismado com o que eu via à minha frente.
Duas mulheres, uma delas sendo a minha esposa, a beijar outra mulher, nua e ao lado do marido e a minha Maria, nada dizia.
Nem um grito, nem um ciume, nada.
Só aquele beijo lascivo de línguas, excitante, parecendo um duelo frenético de espadas, sendo eu o rei e o campo de batalha, sentindo a mão da outra mulher, que tem uns olhos lindos de morrer, a esfolar-me o nabo, apertando com uma certa força e eu imóvel e calado, sem nada a dizer.

-(Paula) Menina Marta, tratar do nosso doentinho, que ele precisa da sua atenção.
-(Marta) Claro, vermelhinha. Ele ficará bem aos meus cuidados.

A minha esposa, saiu pela a porta a fora, descendo as escadas, na direcção do rés do chão.
Eu ali estava, sem reacção e aos cuidados da esposa de outro homem, que eu não conheço de lado nenhum, que tinha beijado a minha esposa na boca.
Fodasse, o que aconteceu que eu não me lembro de nenhum deles e muito menos desta intimidade toda?

-(Paulo) És enfermeira?
-(Marta) Claro e vou por-te bom num instantinho.
-(Paulo) Trabalhas em que hospital?
-(Marta) Já tive no São José e no Santa Maria, mas ultimamente, é na CUF, nas Descobertas.
-(Paulo) Bem, assim já me sinto mais à vontade. Pensei que ela estava a brincar comigo.
-(Marta) Não, lindo, é verdade!

Levantando-se, indo na direcção da casa de banho, é que vejo aquele corpinho lindo e pequenino.
Eu não gosto de mulheres baixas, prefiro as altas, mas esta, não sei porquê, desperta alguma coisa dentro de mim que eu não sei explicar.
Aproveitei e tapei-me com o lençol, pois, ainda não me sentia bem estar todo nu, com uma desconhecida ao meu lado, mesmo ela estando também toda nua.
Voltando da casa de banho, vem com dois tótós na cabeça.
Porra, se com com o cabelo solto, ela tem uma cara linda de morrer, agora com dois tótós no cabelo, parece-me uma menina da escola.

-(Paulo) Puseste dois tótós na cabeça, porquê?
-(Marta) Faz parte do teu tratamento.
-(Paulo) Ai faz?
-(Marta) Sim... porque é que te tapaste?
-(Paulo) Estava com frio.
-(Marta) Estás com frio? Coitadinho, então precisas que eu aqueça-te, não é meu lindo?

A puxar o lençol bruscamente, destapando-me e sobe lentamente para cima da cama, parecendo uma leoa.
Olhando-me fixamente nos olhos, lambendo os lábios, eu comecei a estremecer.
Afasta-me as pernas para os lados e posicionando-se em cima do meu pénis que não dava sinais de estar a morrer, pelo o contrário, estava a gostar do que estava a ver, ela diz:

-(Marta) Pronto para o remédio santo?
-(Paulo) Qual é o “remédio santo”? Eu não vejo nada e eu não acredito em religiões.
-(Marta) Que giro, eu também não!

Abocanhou-me o pénis.
Fodasse, que é isto? Mas esta gaja é doida? Então se entra ali o marido dela ou a minha esposa?
Estamos fodidos, tinha que parar aquilo e por aquela rapariga nos eixos

-(Paulo) Ô linda, tens que parar com isso. Imagina que o teu marido ou a minha esposa entram e veem isso?
-(Marta) “Linda”... Tu deves estar a lembrar-te aos poucos, pois é o que me costumas chamar...
Se eles entrassem, juntavam-se a mim e éramos os três a chupar-te este lindo membro que é meu.
-(Paulo) “Teu”?
-(Marta) Sim, tu és meu!

E volta abocanhar o nabo.
Aquela rapariga fazia aquilo divinamente... eu não me lembro da Maria fazer assim um broche tão bem feito como ela estava a fazer.
Que experiência, que boca, que lábios e língua.
Ela engolia o meu pénis por completo, ouvia-se os barulhos de engasgamento que ela fazia quando estava com ele todo lá dentro.
Eu, por muito atrapalhado que estivesse com a esposa de outro gajo a fazer-me um broche, caguei no assunto e deixei a estar.
A ver aqueles lindos olhos azuis a olharem para mim e aqueles tótós a baloiçarem para a frente e para trás enquanto ela chupava-me a gaita, traindo a minha esposa e o marido dela que estavam lá em baixo, a preparar a comida para nós.

Esta puta, não parava de olhar para mim, com ele na boca.
Ela subindo e agarrando o meu pénis teso e todo contente do que estava a ser feito, vejo ela a respirar ofegantemente e a verter baba em grande quantidade, escorrendo pelo o meu nabo.
Começa a sorrir para mim...

Sem parar de olhar, volta a abocanhar e chupa a baba toda e voltando a subir, cospe-a em cima da cabeça do meu pénis.
Abrindo a boca, como se de uma respiração longa fizesse, volta a por o meu membro inteiro na sua boca.
Aquela gaja fazia garganta funda, eu sentia a sua garganta a roçar na minha cabecinha.
O marido dela é um sortudo por ter uma mulher assim.
Quero dizer, sortudo em um aspecto e azarado por outro, pois a esposa dele está a por-lhe os cornos comigo cá em cima.

-(Paulo) Não é melhor parares?
-(Marta) Porquê, lindo? Não estás a gostar? Eu não sinto isso aqui na minha boquinha.
-(Paulo) A minha esposa...
-(Marta) Outra vez? A tua esposa faz o mesmo ao meu marido... vê-lá se te calas um pouco e aproveita.

A minha esposa faz isto ao Milka?
Fodasse, ela a mim, não me faz isto assim desta maneira... ok, ela faz, mais ou menos parecido, mas, não com esta baba toda e muito menos tótós na cabeça.
Tenho que ter uma conversinha a sério com a Dª Paula e tentar descobrir, à quanto tempo eu sou cornudo.
Bem, se ela faz ao marido desta gaja, que se foda então.
Eu sou cornudo à conta deles, por isso, eles vão ser cornudos à nossa conta também.
Mama, puta, que estás a mamar bem.

Aquela menina, que é enfermeira, fazia aquilo que era doutro mundo... imagino as brochadas que ela não deve fazer no hospital aonde trabalha.
Ainda por cima já passou por três, fodasse. Aquela boca deve ter mais quilómetros feitos que a volta a Portugal em bicicleta.
Ela mais uma vez, com o meu piço teso na boca, todo, mas todo lá dentro.
Com os lábios encostados na minha pele, subindo coisa de centímetros, brochando-me com a boca e a fazer um barulho de sufoco, como se lhe faltasse o ar.
Aquele olhar matador que ela faz, cada vez que olha para mim, eu daqui a pouco, enchia-lhe aqueles pulmões de leite, não tardava nada.

Agarrando-me as minhas mãos, pôs-me elas em cima dos tótós de cabelo e obrigando-me a puxar com força para baixo.
Que maluca que esta gaja é, fodasse.
Eu percebi o que ela queria e fiz o que ela pediu-me silenciosamente.
Puxei para baixo com força o cabelinho dela e foi aí que eu senti uma língua nos meus testículos.
Ao mesmo tempo que a puxava para baixo, com ela a engasgar-se, sentia aquela linguinha que era doutro mundo.
Desta vez, fechava os olhos e quando os abriu olhando para mim mais uma vez, vejo lágrimas a escorrer pela a cara dela.

Assustei-me e parei com o que ela tinha-me obrigado a fazer.
Estava a gostar, mas, não a queria magoar.
Ao deslargar o cabelo dela, ela subiu rapidamente, respirando forte e voltou a deixar cair baba em cima do meu pénis.
Ouvi ela a gemer e a olhar para o menino, que estava babado com a saliva dela.
Pondo o meu pénis para o lado com a baba a escorrer por ele abaixo, ela começa a dar de língua, lambuzando-o mais e trazendo uma parte para cima da baba dela.
Voltando a olhar para mim, diz-me:

-(Marta) Quero que me agarres o cabelo com força, quero o sentir todo dentro de mim. Não te preocupes comigo, estou habituada a isto e muito mais.
-(Paulo) A sério? É que estavas a chorar...
-(Marta) Já te disse, não te preocupes comigo e faz o que eu te mando.

Hmmm, esta parece que gosta de mandar e sofrer.
Que se foda, queres que eu te empurre para baixo, eu faço isso.
Mais uma vez, agarrando aqueles tótós de cabelo preto e sedoso, com força para baixo, com ela a engolir-me o nabo cheio de baba.
Acho que a ouvi ela a gritar, mas, desta vez não quis saber.

-(Heidi) Meus amores, têm aqui saladinha de polvo que está fresquinha e a Paula, já traz-vos as bebidas.
Ah, já vi que estás melhor!

Porra, a mulher do Marco, eu já nem lembro do nome dela, a entrar com dois pratos de comida pelo o quarto a dentro e esta gaja a continuar a mamar-me no vitelo e não parava.
Mandei-lhe um calduço na cabeça para ela parar e ela nada.
Dois, três e quatro e ela continuava.
Agarrei-lhe as tótós e desta vez puxei foi para cima.

-(Marta) AHHHHH! Porra, para cima, porquê? Não estavas a gostar, lindo?
-(Paulo) Está aqui a esposa do Marco, não sei o nome dela.
-(Heidi) É Heidi!
-(Paulo) Heidi? Tipo, Marco e Heidi dos desenhos animados?
-(Heidi) Isso mesmo!
-(Marta) Heidizinha, junta-te a nós.
-(Paulo) Não existe nenhum, Tom Sawyer ou Huckleberry Finn, pois não? E que eu saiba, a Heidi tem cabelo preto e tu és loira...
E juntar-se a nós como? Juntar-se a nós... assim?
-(Marta) Lindo, tu adoras, quando é duas boquinhas a chupar-te ou quando é uma boquinha a chupar duas piças ao mesmo tempo.
-(Paulo) Fodasse, que é isso? A minha a roçar noutro malho de outro homem? Que paneleirice é essa.
-(Marta) É uma paneleirice que tu e a Paulinha adoram...

A dizer isto e a Heidi a pousar a comida na cómoda, aonde estava um cubo preto e dirigindo-se a nós, despindo a parte de cima do biquíni.

-(Paulo) A minha esposa adora chupar duas piças ao mesmo tempo?
-(Marta) É bem bom! E tu qualquer dia, vais fazer o que o Nuno e o meu Milka já fazem.
Tens que chupar uma ou mais.
-(Heidi) Martinha, tem calma com ele. O meu amor, ainda está um pouco combalido da queda e ele ainda não se lembra do que aconteceu com nós as duas.

A Heidi a subir para o meu lado.
Eu estou fodido com isto, já não chega estar com a esposa de um, vem a esposa do outro, juntar-se a mim.
Aquela mulher alta, como eu adoro, com um par de mamas, que mete respeito; Rijas e tesinhas, com uns belos bicos espetados, um cabelo louro com madeixas acastanhadas, umas pernas longas e esguias.
Eu só posso estar a sonhar, só pode!
Desde quando é que isto pode ser possível?
Uma mulherona que parece um ferrari a beijar-me o peito ao mesmo tempo que encosta aquelas meloas lindas aos olhos no meu corpo e a outra, baixinha e gordinha a mamar-me na gaita, como se o mundo fosse acabar não tarda nada.

-(Paula) Mor, está aqui dois comprimidos que o teu tio trouxe-te da farmácia para relaxares.
-(Paulo) Mor, desculpa, mas, elas não me deslargam...
-(Paula) Pode ser que te lembres, com elas as duas.
Meninas, com calminha, está bem, não me deem cabo do marido, que eu quero ele por muitos anos.
-(Marta) És tu e eu! Vai ser meu até à cova. Paulinha, descansa, que eu e a Heidi tratamos bem dele.

A minha Maria, tinha trazido dois comprimidos, que a Heidi obrigou-me a tomar, acompanhado com um gole de ice tea.
E depois começou a beijar-me loucamente na boca.
Que beijo alucinante e eu com os olhos muito abertos a olhar para a minha esposa, ao mesmo tempo que ela sorria para mim, olhando para aquelas duas gajas que eu desconhecia, uma a beijar-me e a outra a chupar-me o malho.
A minha esposa, voltou a ir para baixo, sem mais nada dizer ou um espalhafato criar, por eu, o marido dela, estar naquela situação.

Enquanto a Heidi, como ela se apresentou, continuava a morder e a chupar-me os lábios, a Marta, continuava no engasgamento.
E com mais rapidez no que fazia e quando parava para respirar, agarrando-me o nabo com a mão, vejo a aliança dela a brilhar.
Olho para a mão da Heidi e vejo uma aliança na mão dela, também.
Estas gajas são mesmo casadas e estão aqui comigo a fazer-me isto, com os maridos delas lá em baixo!

A Heidi, querendo ajudar a Marta, agarrou-lhe os tótós com brusquidão e obrigou-a a engolir tudo.
Estiveram naquela brincadeira vários minutos, com o ferrari amarelo agarrando-lhe o cabelo ora com as duas mãos, ora com uma mão e os dois tótós na mesma.
E alternavam a minha piça entre as boquinhas delas.
A Heidi, a chupar-me o malho que escorria a saliva da Marta, que até os meus colhões já estavam langonhentos.
Sem vergonhas ou preconceitos, as duas a chuparem-me o malho.
Sinto um dedo a entrar no cuzinho dorido, ia começar a refilar, mas, invés disso, comecei-me a vir na boquinha da Heidi.

-(Marta) Não quero que engules. Quero que mo dês a mim.

A Marta, a deitar-se em cima do meu pénis que ainda pulsava daquilo que tinha acabado de acontecer e eu ainda nem sabia bem o que tinha acontecido, pois estava a ficar meio adormecido, vejo a Heidi a escorrer o meu sémen na boca da Marta.
Fodasse, que nojo eu estava a ver mesmo ali à minha frente.
A Maria, quando chupa-me, costuma engolir ou deixa cair em cima das maminhas dela, para passar a mão.
Ouve uma vez, que até me beijou com aquela merda na boca, puta do caralho.
E agora vejo estas duas mulas a fazerem isto, quase que ia vomitando sem ter nada na barriga.

-(Paulo) Que nojo!
-(Marta) “Nojo”? Mas tu vais adorar, lindo. - A falar com aquilo na boca, mal se compreendia o que tinha dito.
-(Paulo) “Eu vou adorar”?!

A subir com uma rapidez enorme, para uma mulher pequena e meio para o gordinho, agarra-me na cara e olha-me nos olhos.

-(Paulo) Ô Dª Marta, isso não, pá. Eu estou farto de te dizer, faz lá isso com o teu marido, mas comigo eu não papo disso.
-(Marta) Tu gostas do que eu te faço...

Puta do caralho! Em cima do meu corpo, cuspiu-me os meus leites dentro de mim.
Aquele sabor adocicado que é meu a escorrer-me pela a goela abaixo, dado pela aquela puta redondinha que dá cabo de mim a torto e a direito.

-(Paulo) Fodasse, Marta. Quando não é o Lelo, é esta merda. Tu dás cabo de mim. Tu tens é uma sorte do caralho eu gostar imenso de ti, porque senão ias no caralho.
-(Heidi) Ah Marta, ele lembrou-se de ti.
-(Marta) Lembras-te de mim, lindo?
-(Paulo) Mais valia não lembrar. Só tens ideias é de merda.
-(Marta) Estás melhor então? Já te lembras de nós todos?
-(Paulo) De nós todos quem? Então, tu és a minha linda dos olhos azuis, quem é o “todos”?
-(Marta) Lembras da Heidi?
-(Paulo) Sim, conheci ela ainda à pouco lá em baixo, é a esposa da Marco.
-(Heidi) Lembras-te de o que fizemos-te à pouco, com a Mia e as amêndoas amargas e depois disso?
-(Paulo) Hum? “Amêndoas amargas”? Essa Mia, não é a brasileira que falaram ainda à pouco?
-(Heidi) E quando eu pus a peruca vermelha, lembras-te disso?
-(Paulo) “Peruca vermelha”?!
-(Marta) Heidi, acho que ele só vai começar a relembrar-se é com coisas que o choquem.
Ele sempre foi um esquisito em chupar sémen e parece que já se lembrou de mim.
Se calhar, temos que o relembrar do teu segredo.
-(Paulo) “Segredo”?! Qual segredo?
-(Heidi) Ah Marta, estou medo da reacção dele. Ele ainda à pouco gostou, mas agora pode não gostar, ele não se lembra.
-(Paulo) Não me lembro do quê? Porra, parece que já estou a ver quatro de vocês as duas. Os comprimidos devem estar a fazer efeito.
-(Marta) Heidizinha, ele estrebucha sempre, mas depois não deslarga. Não tenhas problemas.
Eu começo primeiro e depois continuas tu.
-(Paulo) Começas e continua ela o quê? Fodasse, eu não estou a perceber nada disto.
-(Marta) Lindo, quero que tu chupes-me a coninha e a seguir chupas a Heidi, fazes isso por mim?
-(Paulo) Ô linda, sabes que eu contigo, não tenho problemas nenhuns, mas ela... eu não a conheço de lado nenhum.
E se o Marco chateia-se comigo?
-(Heidi) Ele não se chateia, pelo o contrário, no bem bom já deve ele estar lá em baixo.
-(Paulo) “No bem bom”?!

A Marta, pondo-se em pé, abrindo as pernas e leva-me a boca à conaça dela, que eu tanto adoro.
Agarrei o cuzão dela e mamei naquela cona, com abas de cona flácidas e sumarenta.
Chupei com gosto, dando o meu agradecimento ao que ela fez-me ainda à pouco.
Eu adoro a cona dela, fica logo húmida e escorre pela a minha boquinha e pernas abaixo.
Eu estava a tentar dar o meu melhor, mas a soneira estava a vencer-me a pés largos.

-(Marta) Ai lindo, eu adoro a tua boquinha. A tua e a do meu Milka. Vocês são os homens da minha vida.
Heidizinha, estás preparada?
-(Heidi) Sim, estou. Achas que...
-(Marta) Vai correr tudo bem. Eu tapo-lhe os olhos e ele não precisa de saber se sou eu ou se és tu.
-(Paulo) Epa, já disseram que eu já te fiz isso e todos nós gostamos, que se foda. Mesmo que eu não te conheça de lado nenhum, anda cá que eu chupo-te o grelinho também.
Já que a minha Maria e a Martinha não se importam, vamos a isso.

Sinto a Marta a tapar-me os olhos. Eu estava quase a dormir e com ela a tapar-me os olhos, não tardava nada, mas primeiro, iria agradecer o carinho que a esposa do meu amigo de infância me tinha dado.
Abri a boquinha, pus a língua para fora e senti uma coisa grande e grossa a espetar-se pela a minha boca a dentro.
Sinto um par de mãos a agarrar-me o cabelo e a forçar-me a engolir aquilo.
Ouço a voz da Heidi:

-(Heidi) Ai meu amor, chupa-me, bem chupadinha.

Um pouco antes, na parte de baixo...

-(Paula) Isto não está a resultar.
-(Marta) Anda comigo.
-(Sónia) Para aonde ele vai com ela?
-(Paula) Pode ser que com ela, ele se lembre de nós. Fogo, alguém pode explicar o que se passou com ele?
Como é que ele não se lembra de nós?
-(Nuno) Paula, eu estou a ler aqui na net e pode ter apanhado amnésia temporária ou permanente.
-(Paula) Permanente? Isso que dizer que não se vai lembrar do que nós temos e pelo o que passamos?
-(Nuno) Sim, pode acontecer.
-(Marco) E ele com a gordinha, achas que vai melhorar?
-(Heidi) Marco, ela não é gordinha, é a Martinha.
-(Paula) Ela é enfermeira, por isso, ela sabe tratar dele.
-(Amílcar) Epa, ele está deitado com a Marta, agora é só esperar para ver se ele melhora.
-(Marco) Ah Heidi, conheces o Valter de aonde?
-(Heidi) Hã... a Neuza apresentou-me um dia destes. Porquê?
-(Marco) Tu conheces e eu não o conheço?
-(Amílcar) Nuno, olha os dados, pá. Senão temos que pagar o excedente.
-(Nuno) Ô Paula, bem que a avó dele podia por aqui cabo, não era? Sempre tínhamos wireless.
-(Paula) E para que é que a velhota queria isso aqui?
-(Marco) Epa, vamos mas é comer, as espetadas no forno, já devem estar quentes.
-(Nuno) Olha, foi a melhor coisa que eu ouvi, neste tempo todo. Bora lá, que eu estou cheio de fome.
-(Heidi) O que trouxeram de comida?
-(Marco) Espetada de lulas, de camarões, saladas de polvo, ovas e de marisco.
-(Sónia) Para mim é uma saladinha de marisco, só para abrir o apetite.
-(Paula) Não esperamos pelo o John e a Fatinha?
-(Nuno) Aonde eles foram?
-(Heidi) À farmácia... pelo menos foi o que eu compreendi, a Fatinha estava a discutir com o João, por causa da Sónia.
-(Sónia) Por causa de mim?
-(Amílcar) Epa, que rica salada de polvo. Ô Marco, os meus parabéns, porra, está mesmo muito boa.
-(Heidi) Essa fui eu que fiz!
-(Marco) Ah ô, eu não faço nada, sou o dono, eles que trabalhem...
-(Heidi) “És o dono”? A dona sou eu, só és dono porque te casaste comigo, está a ouvir ô menino Marco.
-(Marco) Sim, amorzinho.
-(Sónia) Vermelhinha, sabes de alguma coisa da Fatinha de estar a discutir com o João por causa de mim?
-(Paula) Não sei de nada, amiga. Mas, pelo o que me pareceu, ela não engraçou contigo.
Deixa-me ir lá acima ver o que eles querem comer.
-(Sónia) Não gostou de mim, quero que ela se foda, ponha à borda do prato, não estou aqui para a agradar.
-(Heidi) Calma, Sónia. A Fatinha é muito ciumenta com os homens dela.
-(Sónia) Também eu o sou e não me veem a criar espalhafato, pois não?
Ô Nuno, vamos embora.
-(Nuno) Porquê? Estou a comer.
-(Amílcar) Prima, vais-te embora para aonde?
-(Sónia) Comer fora com o meu marido, escuso de levar com a peixeira e com os ciumes parvos dela.
Se vem para cima de mim, leva logo comigo.
-(Paula) Aonde vais, verdinha? - Descendo as escadas.
-(Sónia) Vou jantar fora com o meu marido. Não sei a que horas voltamos.
-(Amílcar) Ô prima, tem juízo e anda cá, temos aqui tanta comida.
-(Sónia) Comam-na toda, não quero nada, feito pela aquela gaja...
-(Paula) O que se passou, Heidi?
-(Heidi) Mulheres, já sabes como somos...
-(Marco) Ah Amílcar, já comeste a tua prima? Deve ser uma foda fenomenal. É refilona, como eu gosto... AIII!
-(Heidi) Vê lá se queres levar com a refilona que está aqui ao teu lado?
-(Amílcar) Só a provei uma vez e até hoje nunca mais piquei nada, está sempre a fugir.
-(Marco) Isso quer dizer que ainda tens aquela merda na pichota?
-(Heidi) O que ele tem na pichota?
-(Paula) Olha, vamos nós comer...
-(Marco) Uma merda metálica.
-(Amílcar) Porra, senão fosse o plano T, ainda estava com aquilo.
-(Marco) Plano T? A Paula, tirou-te isso?
-(Paula) Ô Marco, coitadinho do meu Amílcarinho, ele não merecia estar com aquilo, já que a prima dele não o ajudou, ajudei-o eu.
-(Amílcar) E foi na praia!
-(Marco) “Na praia”?! Nesta praia? Nesta praia eu nunca fiz, foi sempre mais longe.
-(Heidi) Posso saber o que é essa merda metálica?
-(Paula) Sim, está aqui na mala da praia.

A mostrar a gaiola do Amílcar à Heidi e ela com um sorriso nos olhos e lábios.

-(Marco) Ah amor, não estejas a inventar, eu não vou usar isso.
-(Heidi) Porquê? Eu gostava de ver-te com isto posto.
-(Marco) Então usa tu primeiro...
-(Fatinha) Aquela puta, a fugir de mim.
-(João) Já chegamos! Então, a Sónia e o Nuno, foram-se embora porquê?
-(Paula) Sim, também não percebi a razão.
-(Fatinha) Eu sei porquê, aquela puta de merda, a fugir de mim. O meu marido a foder com aquela linguiça que nem carne tem.
O que é isso?
-(Heidi) É do Amílcar, parece que ele usava isto no piço.
-(Fatinha) Amílcar, era esta coisa que tinhas no peru ontem? Ah João, se eu sei que fodes aquela salsicha outra vez e eu não saiba primeiro, é o que te acontece, estás a ouvir?
-(João) Sim, amor.
-(Paula) Então, o que disseram na farmácia?
-(João) Disseram que podia ser passageiro, por causa da queda e que deveríamos ir ao hospital fazer um exame, pois ele pode ter um traumatismo craniano.
Mas, como eu disse que não tinha sangue em lado nenhum e quando perguntaram se ele tinha vomitado... não vomitou, pois não?
-(Paula) Que eu saiba, ainda não. A Marta está lá em cima com ele e ela é enfermeira, por isso, ela também sabe como o tratar.
-(Fatinha) É melhor eu ajudar ele.
-(Marco) Ah mana, vamos mas é comer, trouxemos tanta comida e ninguém come?
-(João) Se ele não vomitou, então, não deve ser nada e com o tempo ele vai recuperar a memória.
Receitou uns comprimidos para adormecer e relaxar.
-(Heidi) Eu vou levar umas saladinhas para eles comerem e aproveito e vejo como eles estão.
-(Paula) Leva uma de cada, que eu já lá vou levar as bebidas e os comprimidos.
-(Fatinha) Quem é que esteve a comer e nem esperou por nós?
-(Amílcar) Ah, foi o Nuno! Esse gajo está sempre com fome. Parece que tem a bicha solitária dentro dele.
-(Fatinha) Ainda estou para saber o que vocês viram na linguíça.
-(Paula) Ái Fatinha, não sejas assim.
-(Fatinha) Ah Paula, tu e eles são tão lindos, mas aquela gaja? Só pele e ossos? Que é aquilo?
-(Amílcar) Eu sou homem de mais chicha.
-(Marco) Ah João, queres uma fresquinha?
-(João) Dá cá é duas, que uma desaparece já.
-(Amílcar) Marco, duas para mim também.
-(Marco) Ah, pá, não deslargas isso? Isso não grava se não estiveres com ela na mão?
-(Amílcar) Ah... sim, eu ponho aqui em cima do frigorífico.
-(Paula) Obrigado por terem vindo.
-(Fatinha) Ah Paula, não te preocupes com isso. Olha, já sabem do segredo da Heidi? O Tôni e a Sue, já fizeram a aposta deles...
-(Paula) Sim, já sabemos e não temos problemas nenhuns com isso.
-(Fatinha) De certeza? Eu antes de descobrir, via ela sempre em cima do meu João e ia a comendo viva e quando eu descobri, nem acreditei, mas depois não me importei.
-(João) E eu, na nossa primeira noite juntos. Quando acordei, até saltei da cama.
-(Amílcar) Que fracotes...
-(Marco) Também conheces alguém assim, Amílcar?
-(Amílcar) Conhecer, só mesmo a tua esposa, mas a minha, é um pouco parecida...
-(Marco) A tua também?
-(Paula) Ô Marco, eu não me importo, mas gostava de saber... e tu, qual foi a tua reacção?
-(Marco) Normal. Eu estava apaixonado por ela e ela disse-me antes do nosso primeiro beijo.
-(Paula) Fogo, se fosse o meu marido, acho que ele fugia a sete pés.
-(Fatinha) Mas o paleco ainda não sabe?
-(Amílcar) Eu acho que já sabe, pois pela a conversa da Marta e da dele, ele já está com o rabo dorido. Não se deve é lembrar por causa da queda.
-(Marco) Ah minha Heidi é fodida. Ela adora dar o cuzinho, mas também gosta de o comer.
-(Paula) Eu vou lá acima dar-lhe ice tea e os comprimidos para relaxar. Eu venho já.
-(Amílcar) Resumindo, aqui todos já deram a peida! Vamos brindar a isso.
-(Fatinha) És primo da outra? Não és nada parecido com ela.
-(Amílcar) A minha prima, é muito ciumenta e nervosa e depois enerva os outros todos. Mas, ao mesmo tempo é muito querida.
-(Fatinha) “Querida?” E deixou-te estar com aquilo tanto tempo?
-(Marco) E se não fosse a Paula, ainda estava com aquilo posto.
-(Amílcar) Pois...
-(Fatinha) Isso quer dizer que já podes foder com a gente?
-(João) Fodasse... Ah Fatinha, não podemos comer primeiro?
-(Fatinha) O que é que foi, engasgaste? Então tu fodes com a linguiça e eu fico a olhar em seco?
-(João) Ah amor, já te disse que não volta a acontecer. Aconteceu, porque a Paula estava lá e sempre soubeste que eu tinha uma queda por ela.
Eu não podia deixar a oportunidade fugir, não é?
-(Fatinha) Mas tu mentiste-me, João. Não disseste que a outra também iria entrar. Gostavas que eu te fizesse o mesmo?
-(João) Já te pedi desculpa e se voltar a acontecer, vais ser a primeira a saber.
-(Fatinha) “Voltar a acontecer”? Estás a adivinhar, só podes.
-(Marco) Ah mana, nós não vamos trocar com eles? Isso quer dizer que irá por acontecer. Se o Nuno passar por ti, vais dizer que não?
-(Fatinha) …
-(Amílcar) Eu não vos conheço lá muito bem, mas que malucos vocês são, eheh.
-(Paula) Bem, se ele não melhorar agora com elas as duas, nem sei o que vai o fazer relembrar-se.
-(Fatinha) Ele está com as duas ao mesmo tempo? O que dizem de irmos lá para cima todos?
-(Marco) Mana, deixa-os estar. Se ele não se lembra do segredo da Heidi, daqui a pouco, até salta.
-(Paula) O meu marido não é desses, Marco.
Ele já teve uma experiência com um namorado da minha filha e não teve problemas nenhuns com isso.
-(Marco) Ele comeu um gajo?
-(Amílcar) Mais ou menos isso.
-(Paula) O ex da minha filha, gostava de se vestir de mulher e ele e o Nuno, marcharam ele.
-(João) “Gostava de se vestir de mulher”?
-(Fatinha) Vocês da cidade são malucos... homens que se vestem de mulheres? É isso que vocês fizeram ao Nuno, ontem à noite?
-(Paula) Fatinha, isso foi uma brincadeira que fizemos com ele. A peruca era da Carlinha, o ex da Alexia.
-(Amílcar) O ex da Alexia, chama-se Carlos, mas o Paulo chamava ele de Carlinha quando ele punha a peruca vermelha.
-(João) O meu sobrinho sai ao tio, gosta de mulheres com cabelo vermelho!
-(Paula) Sai ao tio em quase tudo...
-(Fatinha) Porque não vamos ali para o sofá um pouco?

Na parte de cima:

A Marta, destapa-me os olhos e com a cara dela encostada à minha, sinto a minha boca a ser violada por um pénis grande e grosso.

-(Marta) Agora eu, também quero te chupar novamente.
-(Heidi) Sim, minha linda.

Eu estava atónito e sem reacção, com o que tinha me acabado de acontecer.
Eu estava a olhar para a minha Martinha, que chupava aquele membro que vinha do corpo de uma mulher... a mulher do Marco!
A minha linda, chupava e batia com o membro da Heidi na cara dela e na minha ao mesmo tempo.
Cuspiu para a cabeça da picha da Heidi e começou-me a pintar os lábios com ela e eu a olhar para cima, ao mesmo tempo que via aqueles olhinhos castanhos, naquela carinha linda e meiga acompanhada naquele cabelo louro com madeixas, que me agarrava a trunfa com força e a dizer que me adorava.
Eu acordei...

-(Paulo) QUE É ESTA MERDA, CARALHO?
-(Marta) Então lindo? O que se passa contigo?
-(Paulo) “O que se passa comigo?! O QUE SE PASSA COMIGO...?!
-(Heidi) Eu sabia, eu sabia que ele iria ter esta reacção... - Fugindo e fechando a porta da casa de banho.
-(Marta) Tu és um parvo.
-(Paulo) Ai, eu é que sou "um parvo"?! Mas aquilo é o quê afinal? É um homem ou uma mulher ou meio homem e meio mulher, tipo minotauro?
-(Marta) E o que é que isso interessa?
-(Paulo) Fodasse, interessa-me a mim e... fodasse, ela é a ESPOSA DO MARCO?!
Caralho, que é esta merda? Eu só posso estar a sonhar, só pode.
-(Marta) Mas qual é o teu problema, coitada da rapariga. Heidi, estás bem?
-(Heidi) “Desculpa, Paulo. Desculpa...”
-(Paulo) “O meu problema”? O meu problema é chupar a gaita a uma ou um... sei lá o que hei-de chamar aquilo que está a ali.
-(Marta) Epa, tu és muito parvo. Acho que te fez mal em caíres pelas as escadas abaixo.
Ainda à pouco quando ela te foi ao rabo, não te vimos a queixar-te pelo o contrário, até dizias que era para ela dar com mais força.
-(Paulo) ELA O QUÊ???
-(Marta) Heidi? Deixa-me entrar, por favor linda.
-(Paulo) “Linda”? Com um malho entre as pernas? Este mundo está perdido.
A minha Maria, fode com todos e todas, a mulher do meu amigo é um homem e parece que fode com o meu tio e a minha tia e comeu-me o cu a mim... que é isto?!

Dirigi-me à porta, na direcção das escadas.
Putas do caralho a enganarem-me a mim?! A pensar que era uma mulher, que temos que admitir, que é bem bonita e boa ou bonito e bom, sei lá como a descrever agora e quando abre as pernas, tem um maior que o meu?
Eu chupei-lhe a gaita, fodasse... isso faz de mim o quê? Um paneleiro? Mas eu gosto de mulheres, porra e ela é meio mulher e meio homem.
Escadas do caralho, este ângulo aqui dá-me um medo do caralho de as descer.

Ao descer devagar, cada vez mais ensonado, vejo outro cubo preto em cima do frigorífico e quando aproximo-me na porta da cozinha, deparo-me com uma visão do outro mundo.
O meu tio a foder a minha Maria à canzana, como ela adora e no cu. No cu que é só meu?
O Marco sentado no sofá, de pernas abertas e a minha tia Fatinha, a fazer-lhe o que a Marta, ainda à pouco tinha-me feito a mim.
E o Milka, o marido da minha linda dos olhos azuis, a acompanhar a minha tia a chupar a pichota ao Marco.
Que é esta merda?


-(Paulo) QUE É ESTA MERDA, PÁ??


CONTINUA...


Notas Finais


Próximo capítulo:
COMO TUDO COMEÇOU! - DOIS NOVOS MEMBROS

Uma PIT-STOP para as minhas férias, responderei a comentários, MPs e perguntas que façam, o costume.
As vossas "apostas" estavam correctas?? Eheh...


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