História Como um toque de Magia - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Matheus1993

Postado
Categorias Originais
Tags Aventura, Colegial, Magia, Romance
Exibições 12
Palavras 2.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


E ai pessoal!!!!

Saudades de mim? Sei que sentiram muita! hehehehehehe

Ai está mais um episodio pra vcs!

Capítulo 5 - Fingimento.


Anteriormente em como um toque de magia...

Passaram-se alguns dias, sempre com a mesma rotina e minha amizade só se fortalecia com meus novos amigos, mas se fortalecia ainda mais com a Rebeca. Tudo corria bem e eu estava feliz pelos momentos com a Rebeca, pelas risadas com o Steffanni e o Artur, pelas notas boas que vinha tirado nos testes e com uma rotina que nunca imaginei que teria. (...)

Agora...

Era uma noite como outra qualquer, eu havia acabado de tomar banho e vesti uma bermuda azul escura e uma regata branca com alguns detalhes em preto totalmente confortável e fresca já que não iria sair para lugar nenhum, minha tia já estava atrasada para o jantar. Fui até a entrada da casa para ver se conseguia avistar seu carro, mas nenhum sinal dele. Alguns minutos depois alguém bate na porta.

— Já estou indo.  — Respondi me levantando do sofá — A senhora esqueceu a chave novamente não foi tia? — Perguntei enquanto abria a porta. — Rebeca? — Falei surpreso.

— Olá novamente Alec. — Ela falou sorrindo

— Olá. — Falei surpreso — Aconteceu alguma coisa?

— Há sim, sua tia acaba de ligar para minha mãe e disse que não tinha hora para chegar e a mamãe me mandou vir aqui te chamar para jantar conosco.

— Nossa, será um prazer. Só me dê um minuto para eu trocar as vestes.

— Alec você está perfeito como essas “vestes”! — Ela sorriu caçoando do meu vocabulário, como sempre fazia quando eu era formal ao extremo. — Agora venha à mamãe já está esperando.

— Rebeca eu não vou para sua casa com esses trajes. — Falei resistindo.

— Não se preocupe, venha.

— Não! Eu vou colocar ao menos uma camisa mais composta.

— Nada disso, venha!

            Ela me puxou pelo braço e me levou até a sua casa. Eu estava totalmente sem jeito e muito envergonhado. Ao entrar, a dona Débora já estava me esperando.

— Olá querido! — Falou a dona Débora sentada a mesa de jantar — Acredito que a Rebeca já tenha lhe explicado a situação. Vamos não se sinta envergonhado sente-se.

— Olá dona Débora. Ela explicou sim, obrigado pelo convite. Desculpe a vestimenta, mas a Rebeca não quis me deixar trocar a roupa.

 — E fez muito bem, eu quero que você se sinta totalmente à vontade nessa casa. Afinal sua tia é médica e você vai vir frequentemente jantar aqui conosco, acredite o hospital é imprevisível. Se você não sabe, semana sim semana não acontece alguma coisa e ela tem que dobrar o plantão.

— Vamos Alec se sente. — Disse a Rebeca — Ele está com vergonha mãe.

— Não tenha vergonha querido.

Finalmente sentei e jantamos. A conversa estava muito agradável e foi então Rebeca entrou em um assunto que já fazia muitos dias que tinha acontecido, ela estava contando de como eu tinha batido no menino na escola para defendê-la. A Dona Débora não êxito em nos dar uma bronca por brigar no colégio, mas agradeceu por eu ter defendido sua filha e prometeu não contar nada a minha tia sobre o ocorrido. Mas, em troca, me fez prometer que não iria mais arrumar confusão com o brutamonte. Depois do jantar a Rebeca perguntou a mãe

 — Mãe eu e o Alec podemos dar uma volta na praça?

— Pode sim filha, mas não vá voltar tarde amanhã vocês tem aula.

— Não se preocupe. — Saímos em direção à praça pouco depois de eu passar em casa e trocar a camisa. As noites estavam começando a ficar frias.

— E então? Vamos cavalheiro? Será que o senhor me concede a honra de sua companhia? — Falou a Rebeca.

— Hora! Pare com isso Rebeca sabe que eu fico sem jeito. — Falei sem graça.

— Alec eu só estou brincando. — Falou ela sorrindo.

— Eu sei. Desculpe-me, é que não me sinto bem quando da minha conta bancaria. — Falei em minha defesa.

— Ei! Sou eu, Lembra? — Falou ela tocando o meu ombro.

— Eu sei, mas... Quer mesmo saber? Estou arrependido de ter contado a você sobre a minha vida em Manhattan.

— Mas por quê? Você não confia em mim? — Ela baixou a com um semblante entristecido, pus a mão em seu queixo e levantei delicadamente. Quando ela estava olhando bem nos meus olhos eu disse:

— Mais é claro que eu confio em você. Só não gosto da minha vida antes daqui. Não gosto de ser o garoto rico da cidade grande.

— Quanta besteira Alec. — Respondeu ela olhando bem dentro dos meus olhos — Aqui na cidade o seu sobrenome já diz quem você é. E o seu é influente, mas a única pessoa que sabe que você é realmente tem dinheiro sou eu.

— Tudo bem! Desculpas, mas eu sou assim mesmo. — Eu disse. — E que eu mudo dependendo da forma que me tratam. Acredite você não conhece meu lado... Rico.

— Esquece esse assunto tá! — Disse ela, eu concordei e continuamos nosso passeio

Estávamos brincando, rindo e falando de nossas aventuras na escola quando ela interrompeu nossa conversa com um sussurro muito estranho em um tom de indignada. “Eu não acredito.” Foi o que me chegou aos ouvidos.

­— Hã? — Falei — Você disse alguma coisa?

—Há sim, desculpe estava pensando alto. — Respondeu ela.

— Pensando o que? — Perguntei curioso.

— Posso lhe contar uma coisa? — Perguntou ela um tanto incomodada com alguma coisa

—Claro. — Respondi — De que se trata?

— Está vendo aquele menino embaixo daquela arvore que agente estava brincando no dia que nos conhecemos?

— Sim estou.

— É meu ex-namorado. Ele me traiu com aquela menina que está com ele, passei um mês com vergonha de sair na rua. Ele teve a coragem de sair desfilando com ela um dia depois que nós terminamos.

— Nossa que chato! — Falei — Sinto muito.

— Como eu queria me vingar deles. — Ela olhou para mim me avaliando — E se a gente fingisse que somos namorados?

— Fingir que somos namorados? ­— Falei como em um desabafo assustado.

—Sim, você concordar? Será a oportunidade perfeita de mostrar que dei a volta por cima.

— É serio? Você tem certeza?

— Tenho sim. — Falou ela com um sorriso estampado no rosto.

— Como vamos vai fazer isso?

— Olha só pra você. Alto, forte, olhos verdes, cabelos pretos muito bem cortados. Será fácil fazer isso.

— Há Rebeca... — Ela me interrompeu falando.

— Hora vai! Eu falo sério. Você acha que se você não fosse à pessoa perfeita eu iria propor isso? — Ela olhou para mim com um olhar de suplica que eu não consegui dizer não.

— Esta bem, vamos.

— Me abrace.

— Como? ­— Falei com a voz alta.

— Vamos! Coloque seu braço sobre meus ombros.

Eu coloquei e saímos andando na direção do casal, mas não falamos nada ou olhamos apenas cruzamos com eles quando o menino nos olhou e falou surpreso.

— Rebeca? — Nós olhamos e voltamos para cumprimenta-los.

— Oi Eduardo! — Disse a rebeca sendo indiferente e seca.

— Rebeca? Você por aqui? Achei que estava em prisão domiciliar. — Disse a menina com um tom de deboche.

— Engraçado! — Respondeu a Rebeca com olhar feio — Achou errado.

— Como você está? ­— Falou o menino um tanto surpreso e ao mesmo tempo olhando para mim curioso.

— Muito bem. ­— Falou ela me abraçando mais forte do que o comum. — Melhor impossível.

— Não vai apresentar o garoto? É seu parente?­ — Falou a menina novamente, dessa vez olhando diretamente para mim.

— Quem é o rapaz Rebeca? ­— Falou o menino também curioso e um tanto enciumado.

— Nossa me perdoem. Que falta de educação a minha... ­— Falou ela em um tom sarcástico que nunca tinha ouvido antes.

— Permita! Eu me apresentar Rebeca, não quero ser indelicado com seus amigos, afinal é um gosto conhecê-los. — Até ela se assustou com a minha naturalidade

— Claro. — Falou olhando para mim ainda surpresa. Estendi a mão para o menino e disse:

— Muito prazer sou o Alec Stradivarios.

— Eduardo. ­ — Disse o garoto apertando a minha mão.

— E você deve ser a Amanda? Estou certo? — Falei o mais cordialmente possível.

— Sim­ — Falou a menina num tom calmo, nem parecia à mesma pessoa prepotente que falava com a Rebeca segundos atrás.

— É um prazer conhecê-la também.  — Então beijei a mão dela como um bom cavalheiro.

— Você não é daqui? É? Nunca lhe vi pela cidade antes. — Perguntou o menino enquanto eu beijava a mão de sua namorada.

— Não, realmente não sou, vim de longe. É uma longa história — Falei sorrindo.

— Nossa, deve ser uma historia bem interessante, levando em conta o quanto você é educado. — Falou a tal de Amanda encantada com meu jeito de tratá-la. Eu sabia que um dia as aulas chatas de etiqueta que tive me seriam úteis.

— É realmente muito interessante. — Falou a Rebeca demonstrando ciúmes.

— Assim você me deixa sem graça na frente de seus amigos Rebeca.

— Você está namorando ele? — Perguntou Eduardo surpreso.

— Sim! — Respondeu a Rebeca.

— Rápida ela não é? — Falou a Amanda com tom de deboche. A Rebeca olhou para ela como se fosse mata-la, mas deu a volta por cima em uma resposta digna de aplausos e perfeita para a ocasião.

— Não tanto quanto você querida. — A menina não soube mais o que dizer e se calou com uma tromba enorme no lugar do rosto por ter perdido a batalha.

— Amanda não seja mal educada. — Falou o tal Eduardo em um tom áspero. — Há quanto tempo exatamente você está na cidade Alec.

— Hoje está fazendo quatro semanas eu acho. — Respondi com um pouco de duvida. Nossa como o tempo passar rápido, já fazia um mês que tinha me mudado. Tanta coisa boa estava acontecendo de uma só vez que eu nem me dei conta do tempo.

— É realmente pouco tempo! E já está namorando?  ­— Pude sentir o transtorno da Rebeca com a pergunta quando sua mão se fechou apetando meu braço. Mas antes que ela pensasse em falar alguma coisa dei uma resposta à altura da pergunta feita.

— Não acho que se tenha um tempo determinado para se namorar uma pessoa, afinal de contas é no namoro que conhecemos, nos apaixonamos e nos decepcionamos também. Porque esperar quando temos certeza que encontramos a pessoa certa. Não é todo dia que se encontra uma menina linda e especial como a Rebeca. — Ele abaixou a cabeça, enquanto a Rebeca olhava para mim um pouco constrangida com o que eu tinha acabado de dizer. 

— Que legal Rebeca, bom saber que você se acertou com alguém depois que nós terminamos. Você sabia que fomos namorados? — Falou ele na tentativa de envenenar nosso suposto namoro. A Rebeca olhou para ele com um olhar enojado.

— Então é você o cara? — Ele ficou sem fala. O tiro saiu pela culatra — Na verdade eu só tenho que agradecer por você ter deixado-a, só assim eu pude conhecê-la. Não sei como você pode deixar uma garota como ela.

— Eu posso explicar. — A tal Amanda se manifestou — Ele se apaixonou por mim e largou ela para ficar comigo. Não foi amor?

— Amanda não provoque. — Repreendeu o menino.

— Eu só estou falando a verdade. — Retruncou a menina.

— De onde você veio? — Falou o menino tentando mudar de assunto.

— Há sim, eu vim de Manhattan. Conhece?

— Sim, já visitei Nova York. Você morou onde? No Bronx?

 — Não. Não morava no Bronx. — Falei um tanto revoltado. Quem ele achava que eu era? Dizer que eu morava no Bronx era uma afronta. Deu vontade de lançar na cara dele que eu era uma das pessoas mais ricas de todo o país, mas me contive e respondi normalmente. — Morava em Upper East Side. Conhece?

— Nossa! — Falou surpreso. — É o bairro mais nobre de Manhattan. Você esta morando aqui com seus pais?

— Não! Estou morando com a minha tia! Ela é a médica cirurgiã geral do Hospital da cidade.

— Nossa! Você é um Stradivarius? — Falou ele em um tom de surpresa. 

— Sim. Desculpem o mau jeito, mas amor nós temos que ir sua mãe pode ficar preocupada com a hora. — Aquela conversa já tinha me exposto bastante. Não queria que ninguém soubesse quem eu era.

— Claro, vamos sim! — Falou a Rebeca pensativa.

— Até mais! — Falei em couro com a Rebeca aos dois.

— Até mais! — Falaram o Derick e a Amanda em coro também.

Nós saímos, e a Rebeca estava com ar de vitória. Mas a expressão interrogativa ainda estava em seu rosto.

— Você morava em Upper East Side? Por que nunca me contou?

— Na verdade eu quero esquecer minha vida em Manhattan. Outro dia eu conto minha história completa e você ira entender. Mas agora falemos de você, foi como você estava planejando?

— Foi melhor...

Depois de muito rir da cara dos dois eu e a Rebeca começamos a conversar e eu disse:

— Posso fazer uma pergunta?

— Claro Alec, todas que você quiser.

— Me responda com muita sinceridade. Você ainda gosta desse tal Eduardo? — Perguntei curioso.

— Olha confesso que já gostei bastante, como você pode perceber. — Ela mudou o semblante de alegre para entristecido — Eu sofri muito quando descobri a traição dele, mas posso te afirmar que agora eu só consigo sentir nojo dele e de mim mesma por um dia ter escolhido aquilo para namorado. Eu tenho um péssimo gosto para namorados.

— Também não é pra tanto. Ele é um garoto bonito, aparentemente fino, culto. Você não poderia imaginar o que ele ia fazer com você.

— É realmente eu não podia imaginar que ele iria me trair, mas quanto à beleza você é bem mais bonito que ele, isso eu posso garantir. — Ela falou um pouco envergonhada — Você viu só a cara da namorada dele quando me viu com você? E quando eu disse que éramos namorados? Não consigo parar de imaginar o que eles estão pensando agora. Obrigado por me ajudar Alec. Foi ótimo me sentir por cima uma vez com aqueles dois.

            Ela me deu um abraço e um beijo na bochecha. Pouco depois eu vi de longe o casal se aproximando de nós mais uma vez.


Notas Finais


Amaram num foi? hehehehhehe
Vlw ai pelo apoio de vcs...


Até a próxima!!

(Autor: MARCK/ MATHEUS)
É esse ai eu tive uma ajudinha do meu irmão... hehehehhe mas foi muita não! hehehehhe


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