História Como uma noite de inverno. - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Mistério, Romance
Exibições 5
Palavras 2.751
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 10 - Acerto de contas.


Fanfic / Fanfiction Como uma noite de inverno. - Capítulo 10 - Acerto de contas.

CASA DOS BENNET.

Só pode ser brincadeira! – Murmurou Josh, enquanto fechava o punho aguardando a chegada de Ryder. O loiro parecia assustado e suas vestes estavam mais desleixadas que o comum. Calçava um tênis surrado de tons acinzentados e vestia um jeans azul com um suéter preto. Ele carregava algo na mão, aparentemente uma folha de papel ou muito provavelmente uma outra foto das garotas, pensou Josh. Após ele atravessar a cerca, Bennet tentava se controla, mas seu olhar de fúria se mantinha.

-  Eu sei... sei o que está pensando. – Afirmou o russo: - Quer me espancar até morrer, tirar minha outra mão e me culpar por sequestrar a sua irmã. Mas acredito que temos um problema bem maior que isso.

- Você acha que pode vir na minha casa e ainda ter a cara de pau de se dirigir a mim? Eu sei que foi você que sequestrou as meninas! – Exclamou Josh, caminhando ferozmente na direção de Ryder: - E vou fazer você dizer onde elas estão! – Próximo o suficiente ele socou o rosto do loiro, que por um breve instante teve seu equilíbrio atordoado. Sem reação vinda do homem, Josh colidiu seu joelho no diafragma de seu oponente, seguido de um golpe certeiro no rosto do russo golpeado pela ponta de seu coturno ébano. Dolorido e machucado, Ryder penha ao chão e instintivamente apoia-se ao próprio cotovelo, enquanto limpa o sangue que escorria de seus lábios. Furioso, o moreno continuava a ataca-lo, desta vez chutando-lhe o abdômen. Quando estavas prestes a avançar novamente, ouve a voz de Taehyung vinda da porta.

- Josh, pare! – Exclamou Tae, que andara na direção dos dois com uma expressão de poucos amigos: - O que ele faz aqui? – Indagou enquanto observava o estado de Ryder: - Eu não sei. Estava acabando com ele antes que ele explicasse. – Respondeu Josh com um sorriso sarcástico no rosto. Gentilmente, V fora em direção a Ryder e o ajudava a levantar. Mancando e jorrando sangue pela boca, Ryder explicou: - É verdade, eu estava com as garotas. Mas eu não tinha intenção alguma de fazer algum mal a elas, estava apenas me divertindo. Elas estavam seguras e eu as devolveria assim que quisesse. Mas as coisas fugiram dos trilhos. – Ao ouvir as palavras vindas de Ryder, Josh sentiu o ódio percorrer por suas veias e novamente atirou-se para cima do rapaz, que felizmente fora salvo por Taehyung, que interviu no ataque de Josh.

Espere um pouco... – Interrompeu V: - O que está tentando dizer? Aconteceu algo com elas? –  A voz de Tae era calma e firme, ele parecia sereno apesar da cena em que se encontrava. Ao contrário dele estava Josh, bufando e com a respiração ofegante. Negando-se a ouvir o que Ryder tinha a dizer.

Um de meus homens me traiu e colocou-as a leilão, apenas Susan restou. – Confessou o russo. Chocado, Taehyung parecia não saber como revidar essa notícia. De repente, ele só pensara no estado de Hoseok ao descobrir o que aconteceu e como Josh estava neste exato momento. Petrificado, era como Josh Bennet estava após a notícia que Ryder trouxera. De repente seu mundo desmoronou e seus olhos encheram de lágrimas, de sua boca saíam apenas sussurros quase inaudíveis, como: “ O que? O que disse?”. Tal como eles, o loiro parecia abatido. Seus olhos corriam perdidos pela grama e a dor que sentia pelos ataques de Josh, pareciam não terem tanta força quanto o medo e a preocupação que o tomava. Trêmulo, Taehyung caminhou até a cozinha, deixando Josh e Ryder no jardim. Pediu que Rita ligasse para Hoseok e que dissesse o que descobriu.

A culpa... – Sussurrou Josh: - Se minhas meninas morrerem... – Bravejou ele, fixando seus olhos aos de Ryder: - A culpa é sua! – Ele estava descontrolado. Gritou o mais alto que pôde e enlouquecidamente esmurrou constantemente a parede da casa. O loiro mantinha-se calado, disposto a não chorar e aberto a todo a qualquer xingamento vindo de Josh. Rita surgiu ao lado de Taehyung, seus olhos pareciam opacos e seu semblante enojado, ela aproximou-se do loiro e estapeou-o a face, concluindo: - Eu devia ter te matado quando tive a chance.

BROOKLYN, UM DIA APÓS O LEILÃO, 04:00 p.m.

Seja bem vindo, Colson! – Disse o homem dos cabelos grisalhos em direção ao homem robusto que se aproximava: Senhor Horner! – Cumprimentou ele. Com um sorriso nos lábios e olhos fixos nas garotas trazidas pelo visitante, ele aproximou-se de Courtney e sussurrou: - Você tem os olhos de sua mãe. Inacreditavelmente é tão bonita quanto ela. – Comentou Horner com um sorriso sádico nos lábios. Virou-se para Julie que o fitava com desdém e em tom descontraído exclamou: - Você deve ser a Bennet! Possui a marra do seu pai, sabia? Ele trabalhou para nós por um tempo, até casar com sua mãe, é claro. – Nostálgico, o homem encostou-se a mesa e prosseguiu: - Na época, ele era uma criança. Fazia coisas pequenas como tráfico de drogas e pequenos furtos, mas então decidiu apimentar um pouco mais as coisas. Você sabe... arranjar dinheiro para sustentar o mais novo casamento. – Após um profundo suspiro, Horner explanou algo para Julie que por um momento fez o ódio que sentia por seu pai, diminuir: - Ele me pediu um empréstimo caríssimo, na promessa de me pagar o mais rápido que pudesse. Mas não o fez. Nos primeiros anos ele conseguia manter, mas após ficar desempregado, não me pagava mais nada. E claro, que ele teria de me pagar. E aqui está o meu pagamento. – Afirmou ele, fixando seu olhar por todo o corpo de Julie.

A loira não conseguia esconder seu desprezo pelo o homem. Observava o estado estático de Courtney e a ausência de vitalidade vinda da desconhecida. Naquele instante só conseguia pensar em duas coisas, como fugir e como salvar suas companheiras: - Eu não sou um pagamento! – Discordou Julie, enquanto fitava os olhos de um verde desbotado de Horner: - Sim, minha querida... você é! – Revidou ele aproximando-se: - E você aceitará a tudo isso calada. Não vai querer me irritar, não é? – Indagou ele, franzindo o cenho: - Quem é essa imunda? – Perguntou James Horner, enquanto a puxava pelo o cabelo: - Uma desconhecida, Senhor. Estava com elas e parecia bastante debilitada, então eu a trouxe. – Respondeu Colson em um tom gentil: - Uma drogada, Colson? Você já foi mais exigente! – Retrucou o velho, jogando-a em direção a Colson: - Leve-a com você, não costumo cuidar de restos. – Revoltada com a ação do homem, Courtney avançou em sua direção, até que as palavras diretas e aterrorizantes do homem a fizeram parar: - Paradinha aí, não quer que sua amiguinha se machuque, não é? – Olhou para dois homens parados a frente de sua porta e ordenou: - Fotografem-nas e mande uma cópia aos Bennet e a outra com o corpo do traidor para o Bankoff. – Calados, os homens apenas executaram o que lhes foi mandado, enquanto Horner dirigia-se a janela, acompanhado de um cigarro e Colson retirava-se levando a desconhecida consigo.

O que está fazendo? – Indagou a desconhecida: - Estou te salvando. – Respondeu Colson com um sorriso gentil.

 

 

MIDNIGHT’S BAR, 00:00 a.m , NEW YORK CITY.

O que viemos fazer aqui? – Indaga Hoseok assustado com a quantidade de armas e proteção que ambos traziam: - Buscar informações. – Explicou John, com uma feição séria. Em um beco escuro, ao lado de um gigantesco monumento de concreto que possuía uma brilhante lua de um vermelho néon e um letreiro igualmente incandescente “ Midnight Bar. ” Gigantescas filas de pessoas, aguardavam por seu momento a frente do local, tornando o lugar consequentemente desagradável. Próximos a uma porta escondida poucos metros a frente do beco, John arruma seu smoking e bate a porta. Um par de olhos azuis, surgem na pequena fresta da porta e silenciosamente abre a mesma: - Boa noite, Senhor Fraser. – Disse referindo-se a John: Boa noite, Ruffles. – Respondeu ele. Confuso, Hoseok virou em direção a John e interrogou-o: Seu sobrenome é Fraser? – Com um sorriso nos lábios, ele assentiu e brincou: - Costumam me chamar por esse nome, infelizmente. Ao entrarem naquele grande salão, Hope podia sentir que nada mais fazia sentido. Enquanto uma grande festa estava acontecendo acima deles, aquele local mais parecia um cassino. Mulheres estupidamente atraente apostavam todo o seu dinheiro ao lado de homens de várias idades e etnias. Cigarro, bebida e dinheiro era os ingredientes principais para a construção daquele lugar.

Bom te ver, Fraser. – Sussurrou uma jovem morena que se aproximava de ambos: - Também é bom te ver Penélope. – Respondeu John rispidamente: - Onde está o Erico? – Ainda na tentativa de seduzi-lo, deslizou seus dedos alvos sobre o rosto do homem e respondeu sedutoramente: - No andar de cima, quer que eu te guie até ele? – John acompanhava os movimentos da mulher e ouvia atentamente o que ele dizia. Após receber a informação, o homem segurou-lhe a mão e sorriu, agradecendo: - Muito obrigado, Penélope. Nos vemos em breve! – Quando estava prestes a retirar-se, Penélope alerta-o: Não confie nele, Fraser. – Calado, ele virou em sua direção e aguardou que ela terminasse o que havia começado: - Ele está trabalhando para os Bankoff. – Finalizou ela. Com um olhar singelo e um sorriso ardente, ele caminhou até a jovem e afogou-lhe o braço: - Eu sei. – Concluiu ele com um sorriso travesso nos lábios, enquanto ela o retribuía com um sorriso igualmente maldoso.

Você está começando a me assustar, John. – Disse Hope completamente confuso com o que estava acontecendo consigo mesmo. De repente, ele estava em um bar, aparentemente cheio de criminosos, ao lado de alguém que todos estes conheciam, com armas em mãos e caminhando a uma futura chacina. Foi neste momento que Hoseok notou que sua vida já não estava mais ao seu controle. Fique aqui! – Ordenou John, enquanto adentrava a porta. 

Fraser! – Celebrou o latino, enquanto aproximava-se de John: - Vejo que não mudou nada desde a última vez que nos vimos. Com um gentil sorriso nos lábios, o moreno cumprimentou o latino e comentou: - Também não está muito diferente de quando o vi, Erico. Excerto pelo o ganho de peso, não é? – Desconfortável, Erico sentou-se novamente no sofá carmim de tecido aveludado e indagou: - O que o traz até mim, Fraser? A dois anos atrás você ameaçou me matar. – Descontraído, John sentou ao lado do homem e brincou: - Mas não o fiz. Tinha coisas mais importantes para resolver. Mas foi bom vê-lo aterrorizado, Erico. – Finalizou ele novamente sorrindo. Irritado, Erico Sanchez o fitou dos pés à cabeça e comentou: - Você é um homem de piadas ruins, Fraser. E isso me irrita. – Sendo servido por um dos homens de Erico, John pegou uma das taças de vinho e a pendoou sobre os dedos: - O que me diz sobre Vlad Bankoff? – Surpreso, Erico engoliu seco e respondeu: - Aquele russo imprestável... soube que seu sobrinho foi pego por sequestro e assassinato. Sempre acreditei que aquela linhagem era problemática e irresponsável. Rumores que os negócios de Bankoff despencaram após essa humilhação. – Sério, John arqueou o cenho e rebateu: - Não acredito que tenha sido uma perca tão ruim, não é? Ouvi dizer que ele também tem novos sócios. – Nervoso, Erico gargalhou e levantou do sofá: - Urubus, eu diria. Estão convictos da queda de Bankoff e querem parte da fortuna dele antes de falir. Assistir aquele teatro para John não tinha preço, mas ele precisava correr: - Sabe onde ele se encontra agora? Ouvi rumores que ele saiu de Nova Iorque. De início eu achei estranho, afinal, ele era muito devoto a essa cidade. – Erico trouxe a garrafa de vinho na mão e enquanto preenchia seu copo, respondera: - Não tenho conhecimento dessa informação. A muito não vejo Bankoff e ele não aparece no Midnight á anos, não tenho ideia de onde ele pode estar agora. – Jonh ergueu-se e continuou a equilibrar a taça entre os dedos: - Ora vamos, Erico. Você é o maior informante de Nova Iorque, tem certeza? – Disse John aproximando-se: - Eu não sei. – Confirmou Erico com as mãos suando. Fraser respondeu-o dando de ombros e quebrando a taça na mesa atrás de Erico, golpeando o mesmo com o caco, acertando o pescoço. Certo de que atirariam após sua ofensiva, John virou-se transformando Erico em um escudo humano e com a canhota sacou a pistola, onde certeiramente atingiu a cabeça de três dos capangas de Erico que caíam instantaneamente no chão. Ainda vivo, Erico puxava o ar que ansiava e olhava para John com as pernas, ombros, pescoço e estômago ensanguentados: - Tardou a cumprir sua ameaça. – Brincou ele: - Onde está Bankoff? – Ofegante, Erico o fitou: - Se eu contar, ele me mataria. – John o olhou dos pés á cabeça e ironizou: - Não está nas melhores condições, não acha? Se me disser onde ele está, eu chamo alguém para te ajudar. – Finalizou. Erico parecia aceitar a condição que tinha e com uma voz rouca, informou: Está em Long Island. Comprou um prédio com o sobrenome Stokes e faz seus negócios lá. Agora chama logo uma ambulância. – Com um sorriso nos lábios e os olhos fixos ao de Erico, Fraser levou sua pistola ao maxilar do latino e desferiu um único tiro, sussurrando: - Bons sonhos, Sanchez.

Ele está em Long Island! – Exclamou John, dirigindo a Hoseok com a roupa completamente ensanguentada: - O que? Onde está o Erico? – Indagou Hoseok tentando acompanhar os seus passos.  John o observou com um sorriso no canto dos lábios e ironizou: - Dormindo.

BROOKLYN, UM DIA APÓS O LEILÃO, 14:00 p.m.

As fotos foram entregues hoje pela manhã, Senhor. – Relatou o homem a frente de Horner. Julie e Courtney o observavam em silêncio, vestidas com estonteantes vestidos longos e brilhantes, cada uma com cores de tons dourados e prateados. Maquiadas elegantemente, com traços singelos em seus olhos e delineados curtos, em destaque seus lábios cobertos por uma camada opaca escarlate. Estavam quietas e aparentemente cientes do que podem vos acontecer. Enquanto banhadas e arrumadas, a gentil empregada alertou dos perigos daquele que confrontar James Horner. Avisou do que ele era capaz e aconselhou que por enquanto, elas mantivessem a calma e a sanidade. E foi o que fizeram, na esperança de encontrarem uma brecha para finalmente apunhalar Horner e voltar para casa.

Maravilha! A estas horas devem estar se perguntando quem está por trás disso. Não tardará até que o Bankoff estúpido venha me pedir ajuda para parar o Fraser. Isso vai ser divertido! – Gargalhou ele após comemorar.

Vocês são meus ovos de ouro! – Exclamou ele, aproximando-se das meninas: - A tempos nunca havia me sentido tão vivo e animado. Não é sempre que se vê pessoas tão dispostas a salvar garotinhas como vocês. Uma, possui um pai tenebroso. Outra, um carrasco. Mas é adorada por um irmão devoto. Vocês são incríveis! Sabiam que a polícia não encerrou o caso? Ainda procuram por vocês mais do que qualquer outra pessoa. Nos becos só o que se fala é do fato de que os Bankoff estão supostamente envolvidos no sequestro de meras crianças. Isso quebra o orgulho de qualquer mafioso, não acham? – Com os braços abertos e o charuto na boca, James Horner celebrou: - Ergam as cortinas! O show acaba de começar! – Vibrou insanamente enquanto olhava para as meninas com uma feição doentia.

 

 

 

 

 

 

 

CASA DOS BENNET, 15:00 p.m.

Ela estava exausta, havia fugido ao lado de Joey a horas e logo chegara a casa dos Bennet. Suja, com seus trajes rasgados e marcas por todo seu corpo, Susan avistou aquele lugar e não lembrava de se sentir tão bem, estando ali. Lentamente, ela dirigiu-se até a porta da casa, onde apertou a companhia e aguardou alguma resposta. Josh ainda estava atordoado com o que havia acontecido naquela manhã e junto a Ryder, Rita e Tae, procuraram respostas para poder descobrir quem estava por trás das fotos. Segundo Ryder, Joey havia ligado e avisado que estava prestes a chegar. Mas não tinha tido que Susan viria com ele, apenas afirmou que ela estava bem e segura. A campainha tocava e distraidamente ele fora atender, após abrir a porta, não conseguiu acreditar no que estava vendo. Susan estava machucada, suja e vulnerável. Sem hesitar, ele a abraçou forte e a beijou a testa: Susan... – sussurrou: - Minha querida Susan. – Disse ele com um tom de entusiasmo no seu timbre de voz. Ela o abraçava ternamente e com lágrimas nos olhos confessara: - Eu senti tanto a sua falta, Josh...

 

 



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