História Como uma noite de inverno. - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Mistério, Romance
Visualizações 11
Palavras 2.877
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 9 - Lembranças.


Fanfic / Fanfiction Como uma noite de inverno. - Capítulo 9 - Lembranças.

   Ela era linda...- sussurrou Hoseok: - Podia olhar para ela o dia todo e não me cansaria. Dia 4 de julho, estávamos no Central Park. Ainda posso sentir a brisa leve que envolvia nossos corpos e o farfalhar da grama sobre nossos pés. O céu era tomado por um furta cor de suaves tons alaranjados e ralas nuvens que se esvaiam pela plenitude colorida. Os suaves raios de sol, refletiam sobre o louro dos cabelos dela. Cada fio dourado possuía um brilho incandescente e pareciam dançar sobre o vento. Ela olhava para mim com seus grandes olhos azulados e sorria para mim, seu sorriso me deixava absurdamente extasiado.

- Hope, para de me encarar! – Exclamou ela, levando sua destra ao meu rosto e tapando meus olhos.

- Não posso encarar minha própria namorada? – Retruquei, enquanto beijava a palma de sua mão e com minha canhota, acariciei seu antebraço.

- Não, não pode. Isso é constrangedor! – Ela olhara para mim por um breve instante e erguia-se. Ela andara alguns passos para frente e inspirava profundamente, onde simultaneamente fechava os olhos: - Quanta gente... – Comentou ela observando todos os outros grupos familiares, que assim como nós, estavam fazendo seu piquenique. Foi uma cena memorável! Crianças correndo e brincando, adultos conversando sobre seus feitos e sua vida. Idosos aproveitando seus momentos juntos e dando todo o amor que tinham a seus familiares. As aves voando no horizonte e o constante som da vida que vivia naquele lugar. Por um pequeno momento, eu podia dizer que estava no céu e que Julie Bennet, era minha deusa. Levantei rapidamente de onde estava e caminhei até ela, abracei-a por trás e envolvi minhas mãos por sua cintura. Beijei seu pescoço e fechei os olhos. Eu desejava que tudo aquilo fosse eterno. Pela primeira vez, um pequeno bosque em uma cidade de concreto, nunca foi tão especial para mim. É por isso, John... que eu tenho que acha-la. Não posso viver em um mundo, sem ela. – John esboçou um pequeno sorriso, comovido com a história que Hoseok acabara de contar. Ele parecia estar submerso em seus pensamentos, tanto quanto Hope. Seus olhos pareciam perdidos e após um impetuoso silêncio, John desabafou: - Também amei um dia. Ela era linda e tinha longos cabelos negros e um sorriso encantador. Tinha uma voz incrível e vez ou outra, eu amanhecia ao som de suas cantorias. Tínhamos uma vida feliz, tivemos uma linda menina. Mas como toda realidade, coisas ruins acontecem. Fui demitido do meu emprego de policial e por mais que eu procurasse outros, eu não conseguia. Não demorou para que estivéssemos falidos e com uma criança em casa, tínhamos que resolver o que faríamos. Ela conseguiu um emprego de garçonete em um bar humilde no Queens e eu cuidava da nossa filha. Não tardou, até que comecei a beber e me portar como um idiota. Cansada, ela foi embora e levou nossa filha com ela. No dia seguinte, eu recebi a notícia de que uma mulher foi morta a tiros perto do bar onde ela trabalha e para a minha surpresa, essa mulher era ela. Acharam minha filha sozinha, gélida e com fome, no beco do bar. Os outros funcionários a reconheceram e entregaram para mim. Mas eu não conseguia ficar perto dela sem chorar. Deus havia me dado uma chance de me redimir com as duas e eu recusei, entregando-a ao meu irmão. Ela cresceu, acreditando que ele era seu pai e que Katherine era sua mãe. Durante todo o tempo, eu a vigiava de longe e dizia a mim mesmo que aquilo era o certo. Observava ela ir a escola, ao balé, a vi crescer e ter vários amigos. E quanto mais a via, mais a imagem de minha esposa refletia sobre ela. Ela tem os cabelos e olhos de sua mãe, o modo de sorrir e a pequenez dos pés e mãos.

- Oh, senhor! Me desculpe! Está tudo bem? – Ela perguntou para mim, após esbarrarmos.

- Está tudo bem. – Respondi com um sorriso no rosto, maravilhado com a gentileza que ela possuía.  Constrangida, ela sorriu para mim e me cumprimentou, afastando-se logo depois as pressas para poder acompanhar seus amigos.

Por que não contou a verdade para ela? – Indagou Hope, enquanto o olhava com pesar: - Ela podia te perdoar. Você é o pai dela e só queria que ela tivesse uma vida boa e tranquila. – John suspirava e tomava mais um gole do Uísque. Ele estava prestes a esvaziar a garrafa e até que a repousou sobre a escrivaninha ao lado do sofá e afirmou: - Existem coisas que não devem ser mudadas. Ela sumiu, mas vou encontrá-la.

Você está bem? – Indagou Taehyung sentado ao lado de Josh: - É tudo culpa minha... – Sussurrou ele: - Se eu tivesse sido corajoso e dado fim naquele desgraçado, as meninas estariam a salvo agora. – Tae envolveu seu braço sobre o ombro do amigo e o balançou: - Você e sua mania de se culpar por tudo. Elas estão bem, Ryder não é tão idiota de mata-las. Logo, logo ele vai parar com esses joguinhos e vai entrega-las, ou a polícia achará um meio de provar sua culpa e entrará em uma busca para encontra-las. – Josh abaixou a cabeça por um breve instante e profanou: - Nós ainda iremos juntos a Las Vegas. É uma promessa. – Taehyung soltou uma risada saudosa e sussurrou: - Iremos sim. – Estava frio e a chuva castigava toda Nova Iorque. Rita estava em volta de um xale de lã acinzentado, encostada na porta de vidro que dividia a cozinha do quintal. Ela os assistia com um olhar tristonho e uma caneca de chocolate quente na mão. Após um longo silêncio, ela pôde ouvir o som de choro, onde tirou sua visão da grama molhada, para Josh que aos prantos era consolado por seu amigo, que também segurava suas próprias lágrimas. Rita sentiu um peso esmagar seu coração e pela primeira vez, sentiu que devia fazer alguma coisa por outra pessoa além dela mesma.

[ 6 MESES APÓS O SEQUESTRO.]

JULIE

Lindsay Morgan, americana, dezoito anos. – Disse o homem mascarado, para uma plateia de pessoas igualmente mascaradas, vestidas com elegantes smokings e vestidos caríssimos. Julie estava em pé, trajando um lingerie ousada, coberta de brilhantes: - Senhoras e Senhores, deem seus lances. – Bradou novamente o homem mascarado com um microfone em mãos: - Dez milhões de dólares. – Gritou um homem da plateia levantando sua placa: - Proposta ousada, meu senhor! Alguém quer dar mais de dez milhões? – Indagou o vendedor: Quinze milhões de dólares. – Sobrepôs um homem aparentemente idoso, pelo fraquejar de sua voz: - Vinte milhões! – Soou uma voz jovial no lado esquerdo: - Alguém mais? – O apresentador aguardou um instante e olhou os arredores: - Vendida! Por favor, no fim do leilão. Vá a sala ao lado e leve sua mercadoria. – Explicou o apresentador. Acorrentada e visivelmente fraca, Julie foi levada a uma sala totalmente espelhada, onde foi deixada ao lado de outras garotas que igualmente foram vendidas. Todas possuíam uma feição padrão, olhos caídos, pálidas e contornos faciais fundos. Não precisa ser especialista, para detectar todas estão dopadas e desidratadas. Enquanto aguardava naquela sala fria e deprimente, Julie recordava das incontáveis vezes que lutou por sua vida naquele lugar. Lembrava de Ryder aparecendo um mês após seu sequestro e ser esmurrado até sangrar por um homem que ela nunca tinha visto. Lembra de seu pai sendo espancado sem dó, por tentar salvá-la. De ter sido separada de Susan e Courtney. Da forma deplorável que Court estava da última vez que se viram. E quando seus olhos começaram a lacrimejar, ela começara a se lembrar de sua família. De Josh, de sua mãe e dos deliciosos Muffins que ela fazia. Das idas ao Karaokê com Courtney e as aulas de culinária com Susan. Lembrava das trapalhadas de Hoseok e do quanto ele ficou maravilhado por tomar café pela primeira vez no Starbucks. De Taehyung livrando-a de suas confusões e cobrindo suas festas as escondidas. Todas essas lembranças pareciam um sonho que lentamente, era massacrado pelo presente devastador que se encontrava. Com o coração apertado, ela olhou para as correntes nos seus pés e mãos magras e sussurrou: - Eu só queria voltar para casa...

SUSAN

Corre, eu vi uma estrela do mar! -Exclamou Josh com um sorriso no rosto e um balde na mão. Susan tentava acompanha-lo o mais rápido que podia, mas seus pequenos pés afundavam na areia molhada. O som apaziguador do mar, trazia consigo uma sensação de conforto. O vento soprava forte, bagunçando seus fios acobreados e o longo cabelo de Josh: - Estamos perto! – Disse ele em um tom animado: - Espere por mim, Josh! – Disse ela ofegante: - Eles finalmente chegaram na pequena estrela espinhosa que repousava no cais e ficaram admirando ela brevemente em silêncio: - Ela é laranjinha, como seus cabelos Susan. – Comentou Josh: - Não seja bobo. Meus cabelos não são laranja. São ruivos. – Explicou a menina: - O que iremos fazer com ela? – Perguntou a ruiva: - Ela é sua! – Afirmou Josh entregando a estrela: - Meu presente de noivado. – Ela parecia surpresa com a atitude do garoto, com um sorriso nos lábios ela pegou a estrela e brincou: - Mas ainda não crescemos. – Josh a abraçou de repente e sussurrou: - Não importa, você é minha estrelinha laranja. – Desde seu sequestro, Susan tem tido flashes de memórias de sua infância, inclusive, dos momentos que passara com Josh. Ela estava mais magra que o normal e seus cabelos ruivos estavam mal cortados, consequência das torturas de Natalie por invejar sua beleza.

- Parece que você tem visita. – Disse Natalie abrindo a porta de ferro e dando espaço para o visitante. O loiro adentrava com uma luva preta em uma das mãos e a fitava: - O que aconteceu com você, Susan? – Ironizou ele: - Até parece que um caminhão passou por cima de você. – Enojada, ela o fitou e indagou: - O que você quer, Ryder? – Ele agachou de frente a ela e sussurrou: - Só vim matar as saudades. E logo matarei as minhas da pequena Julie. – Susan espremeu os olhos e trincou os dentes: - Como ousa falar da Julie após ter posto ela a leilão? – Braveja a ruiva avançando para cima do loiro, no entanto, sendo impedida pelas correntes: - Julie a leilão? Você enlouqueceu? Vocês três não estão à venda. – Afirmou Ryder com um sorriso nos lábios: - Então, caro Ryder. Acho que alguém te traiu. – Confirmou Susan. O loiro virou-se para Natalie e indagou: - O que ela está dizendo... é verdade? – Natalie engoliu seco e explicou: - Ryan chegou até nós dizendo que você mandou leva-las junto com as outras mercadorias. – Ryder colocara as mãos na cintura e bufou: - Eu nunca ordenei isso. E... – Ele franziu o cenho e interrogou: Levá-las? Quem mais foi com ela? – Natalie estava trêmula, o nervosismo tomava conta de seu corpo: - Courtney, senhor. – Ryder arqueou os olhos e gritou: O que?! – Natalie assustou-se com o grito e quando ia explicar-se fora interrompida por um tapa no rosto: - Você é muito estúpida! Como deixou isso acontecer? Eu vou matar o desgraçado do Ryan. – Furioso, o russo pegou o telefone e fez uma ligação, enquanto caminhava para fora do local. Natalie olhara para a ruiva com uma expressão de desdém: - Isso é culpa sua! – Acusou Natalie: - Você vai ter o que merece. – Disse ela partindo desnorteada e acidentalmente deixando a porta escorada. Ao ver a fresta da porta, ela tentou ao máximo tirar as correntes, mas sem sucesso. Uma sombra surgia em meio a luz proporcionada pela fresta e o tilintar de chaves a acompanhava. Sorrateiramente, Joey surge adentrando a sala e sussurrando: - Fique quieta. Eu vou te tirar daqui. Nós temos um grande problema!

COURTNEY

Como você veio parar aqui? – Disse a desconhecida de cabelos castanhos: - Fui sequestrada. – Concluiu, Courtney. A menina olhou o corpo desnudo de Court dos pés e cabeça e notou algumas manchas roxas. Com um sorriso ríspido ela continuou: - Você teve sorte, eles não te drogaram. – Disse ela mostrando os braços alvos e pálidos, cobertos por pontos roxeados: - Ninguém vai comprar uma prostituta drogada, vai? – Assustada, Courtney a observava silenciosamente. Ela estava aos trapos, vestindo um sutiã vermelho e um tapa sexo de mesma cor, com brilhantes na parte de baixo. Seus cabelos castanhos, eram longos e finos. Sua boca era carnuda e seus olhos eram de um verde opaco. Estava tão magra que a extremidades de seu corpo estavam terrivelmente fundas, parcialmente esquelética. A morena a abraçou e sussurrou: - Vai ficar tudo bem. – A cada instante, uma garota que estavam com elas eram levadas. Uma a uma, acorrentadas e com a mínima esperança de voltar para casa. Algumas aceitavam sem hesitar, outras ainda lutavam por suas vidas e eram dopadas e anestesiadas. Estar ali, parecia o pior de seus pesadelos. Até que um homem negro, armado e vestido com um sobretudo preto surgiu e ordenou: - Você, venha! – Referindo-se a Courtney. Ele estava com a roupa completamente ensanguentada e naquele momento, ela não queria deixar a jovem ali: - Só irei, se for com ela. – Disse Court, abraçada a desconhecida. O homem pareceu hesitar por um instante, mas decidiu aceitar a condição de Courtney. Juntas, elas rastejavam atrás do homem. Passavam por um corredor repleto de corpos estripados e câmeras violentadas. Aterrorizada, Courtney indagou: - O que fará conosco? – O homem manteve seus lábios selados e as colocou dentro de uma BMW preta.

BROOKLYN, DIA DO LEILÃO, 23:00 pm.

Fiz o que o senhor pediu. – Disse Ryan com um sorriso no rosto. O homem de cabelos grisalhos e sorriso sádico, aproximou-se do rapaz e aplaudiu: - Excelente trabalho meu jovem. – Elogiou ele, enquanto dava um tapa em seu ombro. Ele parou por um momento em frente do moreno e continuou sorrindo, até arquear o cenho e ordenar: - Matem-no! – Perplexo, Ryan interrogou: - O que? Mas por que? Eu fiz o que o senhor pediu! – Enquanto os homens aproximavam se de Ryan, engatilhando suas armas, o homem virou-se para o mesmo e explicou: - Se foi capaz de trair seu próprio chefe por esmolas, o que não fará contra mim? – Sem hesitar três homens atiraram no moreno que caíra instantaneamente ao chão. Sentando-se em seu gabinete, o homem ordenou que limpassem e o levassem ao esconderijo de Ryder e alertou a todos que seu sócio em breve chegaria com suas meninas.

Julie?! – Disse Courtney sem acreditar no que estava vendo: Achei que nunca mais ia ver você! – Aos prantos, Julie abraçou Courtney e sussurrou: - Você sabe para onde ele está nos levando? – Com um sorriso no rosto o homem comentou: Irão para um lugar seguro. – Courtney assustou-se com a voz grave e direta do homem e indagou: E por que deveríamos acreditar em você? – Com um sorriso sereno refletido no retrovisor, ele finaliza: - Vocês não têm escolha.

CASA DOS BENNET, DIA APÓS O LEILÃO, 10:00 a.m

Bom dia meninos! – Exclamou Rita com um sorriso nos lábios e colocando o prato de panquecas em cima da mesa. Josh e Taehyung, ambos trajando pijamas praticamente iguais, se não fosse pela ausência de blusa de Josh e as cores mais frias usadas por Taehyung. Sonolentamente, sentaram na mesa e responderam Rita ao mesmo tempo. Animada, ela serviu ambos e deixou um outro prato reserva: - Ela ainda não quer descer? – Indagou Josh. Rita negou e suspirou. Ambos olharam um para o outro, até que Taehyung quebrou a taciturnidade: - Temos que tirá-la daquele quarto. Ela está isolada a quatro meses. – Josh tragou um gole do iogurte deixado por Rita e comentou: - Já tentamos de tudo. Até mesmo o detetive Cross, tentou de tudo para tirá-la de lá. – Rita encostou-se na bancada e tragou um pouco do café que estava em suas mãos e explanou: - Ao menos ela está se alimentando. Me corta o coração servi-la e ouvir as lembranças dela. – Taehyung suspira profundamente e indaga: E quanto ao Hope?  Não vejo a dias. Ele sempre sai antes que eu acorde. – Rita toma mais um gole de seu café e explica: - Ele está indo encontrar aquele tal de John todos os dias pela manhã. Parece que estão procurando meios de encontrar as meninas. Todos os dias ele chega tarde da noite e as vezes, nem volta. – Josh ouvia a tudo calado, até que após finalizar sua refeição, anuncia: - Vou me vestir. Nos vemos mais tarde! – Seus olhos pareciam distantes e ele próprio parecia completamente desmotivado. Taehyung e Rita o observava subir as escadas, até olharam um para outro e esboçaram um tristonho sorriso.

Vestindo sua jaqueta de couro preta, blusa branca e calça jeans de um preto surrado. Ele desceu as escadas e pegou as chaves da sua Picape. Saindo da casa, ele dirigiu-se a caixa de correspondência e tirou-as lentamente, deixando cair uma foto entre elas. Uma imagem de Julie e Courtney, quase nuas e com uma mensagem no verso da foto: “ Agora entendo porque não querem perde-las. ”

Ele podia sentir seu sangue ferver ao ver aquela foto. Mas seu dia estava cada vez pior, quando ele avista Ryder do outro lado da rua, vindo em sua direção.

 

 

 



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