História Como Yin Yang - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Originais
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Palavras 837
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 17 - Uma ajuda bem vinda.


Nick pov

Minha vida estava literalmente uma desgraça.

Um lixo mesmo.

Achei que ia superar bem a morte do meu avô mais isso não aconteceu nem pra mim nem pra minha avó
E também descobri que me apaixonei justo pelo Téo. Só que essa descoberta veio tarde, ele está com a Mindy agora.

Graças a isso meu desempenho esportivo desapareceu e, aos olhos do treinador, eu apenas estava atrapalhando nos treinos para as regionais que seriam em breve.

Ai ele me suspendeu do time de natação durante esse tempo.

Já no Muay Thai todos ficaram surpresos. Eu, que sempre vencias todas as lutas e já tinha ganhado até do mestre (professor) estava agora sem ânimo e perdendo os desafios. O mestre ainda quis me dar outras chances mais eu vi que só iria atrapalhar.

Então eu pedi pra sair.

Consegui um emprego não apenas para ajudar minha avó mais sim pra distrair a cabeça um pouco e não a preocupar.

Eu estava só o resto mais imaginei que as coisas não poderiam ficar pior... Só que eu imaginei errado.

Quando o Téo chegou lá em casa por sorte, muita sorte, minha avó estava na casa da minha tia e só voltaria dali a três dias.

Eu já tinha perdido as forças e não conseguia encarar aqueles olhos azuis que antes prendiam minha atenção. Quando ele estava na minha frente, ali, tão perto, eu poderia ter dito o que eu sentia. Mais fazer isso seria acabar com o maior sonho da Mindy e eu não queria mais confusão do que a que já tinha acontecido.

Depois que ele saiu eu chorei.
Chorei muito.
Chorei de um jeito que nunca aconteceu antes.
As lágrimas encharcaram meu travesseiro e quando horas já tinham se passado eu acabei dormindo.

Acordei no outro dia e demorei a sair da cama.
Depois que venci a vontade de ficar ali tratei logo de arrumar a casa e comer alguma coisa. Quando voltei para o quarto e me sentei no chão ao lado da cama ouvi a campainha tocar e com muita falta de ânimo fui ver quem era.
Abri a porta e me deparei com ninguém mais ninguém menos que Dylan.

— Oi. — Ele sorriu.

— Oi. — Respondi.

— Preciso conversar com você. — Dylan ficou um pouco sério.

— Entra. — Abri passagem pra ele passar. — Fica a vontade.

Ele entrou e se sentou no sofá. Eu sentei ao seu lado.

— Você está bem? — Ele perguntou já sabendo a resposta.

— Não. — Falei depois de alguns segundos e comecei a chorar.

Ele chegou mais pra perto e eu chorei no seu ombro. Dylan não era como o Cody mais era um grande amigo.

— Foi mal. — Falei enquanto limpava as lágrimas. — Você queria falar comigo. Do que se trata?

— Se trata do Téo. — Ele me olhou. — Ele é um babaca.

— Eu não quero falar dele. — O olhei séria.

— Eu sei. — Ele sorriu. — Na verdade não foi disso que eu vim falar.

— Não? — Fiquei confusa. — Então do que você veio falar?

— Do baile de inverno. — Ele se encostou no sofá. — Quero que você desista da ideia de não ir.

A algumas semanas atrás eu decidi não ir para o baile. Muitos acharam estranho mais eu não liguei. Eu só queria ficar em casa e poupar meu pobre e pequeno coração, que já estava quebrado em mil pedaços, de sentir mais dor.

— Eu já me decidi. — Suspirei. — Eu não vou.

— A Nick que eu conheço não tomaria uma decisão dessas! — Dylan falou firme e me olhou.

O olhei confusa e assustada.

— Qual é?! — Ele se levantou. — A Nick que eu conheço não ficaria nessa “deprê". Pelo contrario! Ela irira comprar o mais lindo vestido e chegaria arrebentando a boca do balão naquele baile. A Nick que eu conheço é forte, destemida e não deixa que nada, nada mesmo, tire a sua felicidade e seu ânimo.

Eu apenas ouvia tudo.
Ele se ajoelhou na minha frente e me olhou nos olhos enquanto segurava minha mão.

— Eu quero ver aquela Nick de novo! — Suas palavras me deram um choque de realidade.

— Tem razão! — Sorri pra ele. — Eu vou trazer aquela Nick de novo custe o que custar!

— É assim que se fala! — Dylan me abraçou e eu me senti bem de novo.

Depois que ele saiu eu fui aos preparativos. O baile ia acontecer no sábado e já estávamos na quinta.
Pesquisei na internet e achei uma loja onde tinha tudo que eu precisava inclusive o vestido maravilhoso que eu escolhi.

Passei a sexta me preparando e fui pegar o vestido e as outras coisas  na loja.
No sábado eu me arrumei cedo e quando me olhei no espelho fiquei feliz com o resultado que vi.

Eu havia trazido aquela Nick de volta e nada faria ela desaparecer de novo!



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