História Como Yin Yang - Capítulo 18


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Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 18 - Baile.


o pov

E o sábado chegou.

Mindy me arrastou para o shopping e passamos a manhã inteira pulando de loja em loja.
Ela só iria sossegar quando achasse um “smoking perfeito" pra mim mais no final de tudo aquelas horas torturantes naquele lugar não valeram de nada já que acabei escolhendo eu mesmo um smoking preto básico com uma gravata borboleta preta.

Quando cheguei em casa fui logo comer algo. Depois disso eu tomei um banho frio e me joguei na cama pra dormir a tarde inteira. Precisava me preparar para passar a noite dançando com Mindy e sabia que essa tarefa exigia esforço.
Muito esforço.

Acordei na hora e tratei de me arrumar com calma. Quando parei frente ao espelho acabei me perdendo em pensamento e, por mais que eu tensasse muda-los, todos eram sempre direcionados a Nick e por causa disse acabei lembrando dos nossos beijos e não consegui conter um sorriso bobo.

— Está muito quieto. — Minha irmã me tirou dos meus desvaneios.

— Há, é você Margot. — Falei e me virei pra ela.

Margot andou e ficou na minha frente. Ela era mais velha que eu mais não cresceu e por isso a sua cabeça ficava na altura dos meu peito.

— Está tão distraído em pensamentos que até colocou o botão da camisa na entrada errada. — Ela riu. — Deixa eu te ajudar.

— Valeu. — Sorri pra ela enquanto a via abotoar minha camisa.

— Está pensando nela não é? — Margot perguntou sem me olhar.

— Sim. — Respondi. — Mindy com certeza vai está impecável hoje.

Nessa hora ela puxou a gola da minha camisa com um pouco de força para por a gravata.

— Não estou falando daquela metida sem sal que você chama de namorada. — Retrucou.

— Cuidado com as palavras! — A olhei irritado. — Se não é dela que você fala então de quem é?

— Falo de quatro letras que te tiram a concentração e te fazem perder a linha. — Ela sorriu. — N.I.C.K

Eu arregalei os olhos e fiquei surpreso.

— Você está maluca. — Sorri fraco. — Isso não acontece.

— Há não? — Ela sorriu maliciosa. — Pensa que o papai não me contou do beijo “caliente" de vocês?

— O papai sempre da com a língua nos dentes. — Falei indignado.

— Téo. — Ela me chamou. — Você é um otário sabia?

— Qual foi?! — A olhei sério.

— Assume logo o que você sente e deixa de fazer seu coração sofrer. — Ela cruzou os braços.

— O que deu em você hoje? — Perguntei e me afastei.

— Eu é que pergunto! — Ela colocou o dedo na minha cara. — Eu te vejo ai todo pra baixo e só um idiota pra não perceber que você não se sente bem com Mindy. Agora, com a Nick...

— Do que você está falando? — A olhei.

— Nunca achei que você fosse tão idiota assim! — Ela bufou. — Sabe Téo, dizer o que sente por uma pessoa não mata. Na verdade faz até você se sentir mais vivo. Então  porque que você se nega afazer isso e, como um completo tapado, fica se fingindo de desentendido com relação ao que sente?

— Margot eu... — Ela me interrompeu.

— Apenas não esqueça o que eu disse! — Sua voz estava autoritária. — E ensaque essa camisa também!

Margot saiu do quarto e me deixou sozinho com um turbilhão de pensamentos dentro de mim.

Tentei esquecer aquilo e me lembrei que tinha que ir buscar Mindy. Cheguei na casa dela onde já me esperava e durante o caminho até onde o baile ia acontecer ela tagarelou sem parar e eu apenas a ouvia enquanto meus pensamentos de voltavam de novo para as palavras da minha irmã. Mindy percebeu que eu estava distraído mais preferiu não perguntar nada a respeito e voltou a tagarelar.

Quando chegamos ela foi logo rodeada de muitas meninas com seus sorriso, alguns falsos, e seus vestidos longos e chamativos.

Enquanto ela conversava eu fui para um canto e comecei a prestar atenção em tudo que tinha ali. Mais de repente meu olhar parou nas pessoas que entravam e ao lado de Dylan e Mya vinha a mais bela e perfeita imagem que já vi na minha vida.

E lá estava ela.
Usando um vestido longo de mangas curtas na cor amarelo bastante claro e neutro. Seu cabelo estava preso em um belo pentiado, usava batom claro e sua maquiagem estava fraca. Apesar disso o que mais me encantou e me prendeu foi aquele sorriso em seus lábios.

Logo nossos olhares se encontraram mais ela ao me ver tratou logo de voltar sua atenção para outro ponto qualquer.

— Ela está linda não é? — Me assutei quando Dylan e Mya chegaram ao meu lado.

— Mais que isso. — Os olhei. — Ela está perfeita!

— Mya meu amor. — Dylan a chamou. — Pode nos deixar a sós?

— Claro. — Ela sorriu e deu um selinho nele.

Quando Mya saiu foi pra pista de dança e ela a acompanhou.

— Vamos pra fora porque não há ninguém lá. — Ele sugeriu.

Andamos até o jardim deserto daquele lugar e ficamos frente a frente. Não havia mais ninguém ali.

— Até quando você vai ser idiota Téo? — Ele me olhou sério.

— Até você resolveu me xingar hoje?! — O olhei.

— Desculpa. — Ele falou. — Não queria fazer isso mais não tenho outra escolha.

Antes que eu podesse entender o Dylan deu um soco no meu estômago. Me desequilibrei mais não me deixei cair para não sujar minha roupa.

— Seu... Idiota! — Tive dificuldade para falar porque minha respiração tinha sido afetada pela dor.

Dylan, além de alto e musculoso, tinha uma força que as vezes chegava a ser sobrenatural.
Me levantei e o olhei com raiva enquanto sentia o sangue ferver dentro das minhas veias.

— Porque... Fez isso?! — Perguntei indignado.

— Sabe a dor desse soco Téo?! — Ele se aproximou. — Não chega nem perto da dor que a Nick ta sentindo!

Eu o olhei surpreso.

— Essa dor que eu te fiz sentir no estômago não chega a ser nem a metade da dor que Nick sente no coração! — Eu podia ver a raiva no seu olhar.

Desde que conheci o Dylan, (e olha que isso já faz anos), eu nunca o vi irritado do jeito que ele estava naquela hora.

— Do que está falando?! — O olhei e recuperei a postura.

— Deixa de ser otário Téo! — Ele me segurou pela gola da camisa. — Você sente algo mais não se rende a esse sentimento! Até mesmo a Nick que é a pessoa mais teimosa e cabeça dura que existe na face dessa terra assumiu que te ama!

E nessa hora fiquei paralisado.

— Não me interessa o que ela sente. — Resmuguei mesmo sentindo aquelas palavras doerem dentro de mim. — E aliás eu estou muito bem com a Mindy!

— Não está não! — Ele apertou ainda mais a gola. — É só olhar pra sua cara que isso está estampado nela! Até quando vai se fazer de imbecil com relação a pessoa que te ama de verdade?!

Ele estava nervoso de uma forma que me deixou assustado.
Com dificuldade consegui me soltar dele e o encarar. Seu olhar de ódio ardia sobre mim.

— Porque está me dizendo isso? — Perguntei confuso.

— Pra ver se te dou um choque de realidade antes que seja tarde. — Ele respondeu mais calmo.

— Um choque com certeza você deu. — O encarei sério. — Já a realidade dele passou longe.

Dylan se aproximou de mim e me olhou por um tempo antes de me dar um soco na cara.

— Acorda pra vida Téo! — Ele estava quase gritando. — Você está prestes a perder a melhor coisa que te aconteceu! E o que você está fazendo? Está iludindo seu coração e também quebrando o dela em mil pedaços! Você não encherga Téo?! Nick te ama e você sente a mesma coisa por ela mais não é capaz de dar o braço a torcer porque seu orgulho o impede!

Eu apenas o olhava enquanto mantinha minha mão sobre o lugar onde ele bateu e que, por muita sorte, não sangrou.

— Cuidado Téo. — Ele se virou e saiu andando. — Ou você pode perceber as coisas tarde de mais pra concertar.

Fiquei ali, parado, confuso, distraido, com um turbilhão de pensamentos junto comigo.

Quando o lugar do soco perdeu aquele vermelho intenso, entrei novamente pra festa e a primeira coisa que eu ouvi foi o anúncio de quem seria o rei e da rainha do baile. Não dei importância aquilo até ouvir quem seria o rei.

— A votação foi dura mais chegamos ao resultado. — O diretor falava animado. — E o rei do baile de inverno é... Téo Walker!

Nesse momento ouvi os aplausos das pessoas me trazendo de volta a realidade. Olhei pra o pequeno palco que tinha sido montado ali e vi o diretor me chamando. Subi ali mesmo com um grande aperto no peito para receber a coroa.

— Parabéns! — O diretor Mike sorria.

— Obrigado. — Falei baixo.

— E agora, a rainha do baile de inverno é... — Ele deu uma pausa pro suspense. — Mindy Ryan!

E ela vinha Mindy toda feliz por ter ganhado a coroa.

— Parabéns! — Ouvi Mike dizer.

— Obrigado! — Ela estava eufórica. — Muito obrigado!

Nessa hora ela se virou pra mim e me beijou. Pude ver Nick andando em direção a saída depois que viu a cena.

Mais dessa vez eu não iria deixa-la ir. Eu iria fazer a coisa certa!

— Diretor Mike eu posso usar o microfone? — Perguntei.

— Claro. — Ele sorriu e me entregou o microfone.

— Nickole Allen! — Foi a primeira coisa que falei.

Ela se virou confusa e todos as pessoas se afastaram para os lados formando no meio uma espécie de corredor vazio que ia desde Nick até o palco.

— Você só sai daqui quando escutar o que eu tenho a dizer! — A olhei e mais uma vez disse em minha mente como ela estava linda. — Temos algo a acertar!

— Não tenho nada a acertar com você. — Falou meia triste.

— Mais eu tenho. — Desci do palco mais não sai de perto dele ficando assim longe dela.

Ela me olhava confusa.

— Eu te amo! — Falei e vi como todos tomaram um choque.

— O que?! — Mindy chegou perto de onde eu estava. — C-Como assim?!

— Me desculpe Mindy. — A olhei. — Mais não foi você quem conquistou meu coração. Foi ela.

Apontei pra Nick que não demostrava expressão alguma apesar daquelas palavra.

— Eu sei que a gente briga desde pequenos. Mais pra falar a verdade eu nem mesmo lembro o motivo disso! — Continuei. — Mais o motivo pelo qual eu me apaixonei por você, esse nunca vou esquecer!

— Como pôde?! — Mindy chorava.

— Desculpe. — Pedi. — Eu apenas sigo o coração e ele é o único que não me obedece. Sendo assim, eu estou terminando nosso namoro.

— Não ousa! — Ela levantou a mão pra me bater mais Mya a impediu.

— Aceita que dói menos. — Mya tinha um grande sorriso nos lábios.

Mindy apenas se virou e saiu furiosa.

— O que está fazendo? — Nick disse tão baixo que mais pareceu um sussurro.

— Algo que eu já devia ter feito antes. — Falei e entreguei o microfone ao Dylan que sorria.

A gente se olhava e eu ia me aproximando mais enquanto falava.

— Me apaixonei. Desculpa mais não consegui evitar. Depois te um tempo tendo mais contato com você eu descobri como eu pensava errado ao seu respeito. Você é diferente, e foi esse seu jeito que ninguém mais tem que me conquistou! — Eu estava deixando as emoções me guiarem.

Comecei a me aproximar mais e mais dela acabando com a longa distância entre nós.

— E então aconteceu. Eu me vi completamente louco por você e a cada segundo que eu não te tinha por perto ficava inquieto e não parava de pensar em você. Te ver triste cortou meu coração. Te ver chorando acabou comigo. E eu fui um completo idiota por não ter dito isso antes pra poder está com você nos momentos difíceis e te consolar. Eu não queria aceitar esse sentimento, mais eu precisava. — Cheguei na sua frente e vi como estava surpresa. — Você é a melhor coisa que já me acontecei e eu já não consigo ver a vida sem você nela!

— Téo... — Sua voz saiu num sussurro.

— Só você me faz ser completo. Com você eu me sinto bem, sinto uma paz que não da pra explicar com palavras. — Eu a encarava. — Eu te amo! Sei que falei tarde mais é isso! Eu te amo como nunca amei ninguém! Eu preciso sentir você perto! Eu não suporto os dias sem te ver! Tudo o que eu queria era poder te ter em meus braços durante todas as horas e momentos! Eu te amo Nick!

Naquela hora havia várias meninas chorando mais naquela hora eu não prestei atenção em nada além daqueles olhos cor de mel bem na minha frente.

— Diz alguma coisa. — Pedi baixo. — Por favor.

— Você realmente percebe tarde os seus sentimentos. — Ela disse sorrindo. — Eu te amo Téo.

Aquelas palavras me deixaram tão feliz que eu não consegui conter um sorriso bobo.
Segurei sua cintura e encostei nossas testas uma na outra enquanto via aquele lindo sorriso dela. Todos nos aplaudiram e eu pode ver como Dylan estava feliz, pois ele olhou pra mim e mexeu a boca formando a frase “me orgulho de você amigo" quando o fitei um pouco longe nós com a Mya que sorrria de um canto a outro.

O DJ colocou uma música animada a princípio mais o esperto do Dylan pediu pra trocar por uma lenta. Eu já estava abraçando a Nick então nós apenas começamos a dançar.

Nos encaramos durante um bom tempo mais dessa vez era diferente.

— Namora comigo? — Perguntei.

— Mais já?! — Ela ficou surpresa.

— Nós nos amamos. — Observei. — Não vejo nada de mal em assumir algo sério agora por diante.

— Não tem mal nisso. É que... — Ela sorriu. — Sei lá, é meio estranho escutar esse pedido vindo de você.

Seu comentário me fez rir.

Ela afundou a cabeça no meu peito e eu a abracei. Era maravilhoso tê-la em meus braços.

— Você está linda. — Falei em seu ouvido.

— Obrigado. — Ela agradeceu. — Você também.

— Sabe, naquele dia que você dormiu la em casa, — Dei uma pausa. — Me deu uma vontade de acender as luzes naquela hora...

— Téo, Téo. — Ela ria. — Nem cara de santo você tem.

Ficamos ali e não nos importamos como fato de que o Dylan e a Mya saíram primeiro. E a gente já sabia o que aqueles dois iam fazer...

— Vamos pra casa. — Sugeri.

— Pra casa não. — Ela falou manhosa.

— Pra onde então? — Perguntei.

Ela apenas sorriu e eu entendi o recado.

Fomos para o edifico onde tudo começou e lá adimiramos a vista da nossa linda cidade. Na verdade eu não adimirei a vista, mais sim a Nick que soltou seu cabelo e deixou que o vento o deixasse bagunçado.

Me apoiei com as costas na grade e ela apoiou seu corpo em cima do meu. Acariciei seus cabelos e vi que ela sorria.
Depois de um tempo eu levantei seu rosto e a beijei. Foi um beijo calmo e apaixonado que nós dois aproveitamos. Passadas algumas horas eu fui deixa-la em casa.

— Entra. — Ela falou e abriu a porta.

— Acho que sua avó não vai gostar de visita a essa hora. — Observei preocupado.

— Ela não está. — Nick falou simples.

Eu a olhei e sorri de lado.
A abracei por trás e afundei meu rosto em seu pescoço e senti o cheiro maravilhoso do seu perfume.

Me virei e a encostei com cuidado na parede como no dia em que nos beijamos na cozinha da minha casa. O beijo foi longo mais fomos obrigados a parar por conta da falta de ar. Só que o momento estava tão bom que, sempre quando a gente terminava um beijo, recuperavamos o fôlego e começavamos outro beijo melhor que o de antes.

— Já está tarde. — Ela interrompeu o beijo pra falar. — É melhor você ir.

— Mais está tão bom aqui com você... — Falei manhoso. — Eu não quero ir embora agora.

Ela riu e eu também.

— E além do mais você está sozinha e, pelo que você me disse, sua avó só chega depois de amanhã. — Observei. — Eu me preocupo em te deixar só.

Nessa hora uma ideia veio a minha mente.

— Já sei! — Falei animado. — Eu vou dormir aqui hoje.

— O que? — Ela estava surpresa.

— Eu vou dormir aqui com você hoje. — Repeti.

— Você é bem folgado sabia. — Ela sorriu e me olhou.

— Não sou folgado. — Retruquei enquanto sorria. — Sou apenas um cara preocupado em deixar a sua namorada sozinha.

— Tá bem. — Nick se soltou de mim. — O sofá é todo seu!

— Você é má. — Observei.

— Não sou má. — Ela sorriu. — Só que a gente começou a namorar agora, então eu não me sinto a vontade pra dormir junto logo no início.

— Você ouviu o que acabou de dizer? — Perguntei e cruzei os braços.

— Que começamos a namorar agora. — Ela respondeu.

— Então isso é um sim a meu pedido? — A abracei.

— Exato. — Ela me deu um selinho e se soltou de mim.

A observei enquanto arrumava o sofá pra mim, tirei meu paletó, minha gravata, meus sapatos,minhas meias, e abri alguns botões da camisa porque estava calor. Comemos alguma coisa e logo após nos preparamos pra dormir.

— Boa noite. — Nick ficou na ponta dos pés para me dar um beijo na bochecha.

— Boa noite. — Sorri pra ela.

Quando já estava saindo eu segurei sua mão e a puxei com cuidado pra mim envolvendo sua cintura em meus braços.

— Só mais um beijo. — Pedi manhoso. — Por favor...

— Só mais um. — Ela falou e eu a beijei.

Só que o clima estava muito bom então, logicamente, nos beijamos mais de uma vez.
Nick subiu para o quarto e eu me deitei no sofá sentindo uma felicidade extrema dentro de mim. Se eu fechasse os olhos ainda podia sentir seu beijo incrível.

Serei grato ao Dylan pelo resto da minha vida por ele ter me socado da que jeito, pois só assim eu criei coragem pra assumir o que eu sentia e agora eu me considerava o cara mais feliz do mundo.

Naquela noite eu dormi o melhor sono da minha vida.


Notas Finais


A história ainda não acabou.
😘😘😘


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