História Companheiros III - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chen, Xiumin
Tags Exo, Xiuchen, Yaoi
Exibições 91
Palavras 2.485
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sem nada a declarar...

Boa leitura *-*

Capítulo 3 - III


Chen limpou sua adaga sangrenta na  jaqueta do Renegado morto e observou  a  desintegração rápida do corpo  no beco. A  limpeza  pós  morte  era  cortesia  das  armas  de  titânio, um  metal  que era como  ácido aos  renegados. Os três corpos se dissolveram na  neve, reduzindo a carne, depois ossos, até sobrar as cinzas. Chen  soprou  para  fora  uma  maldição,  ainda  trementes  seus sentidos  com  o  calor  do combate. Os olhos afiados  parou na  faca  que Minseok  tinha  perdido  em  sua  luta  com  o Renegado  que o atacou. Chen  caminhou  e  recuperou  a arma. 

- Deuses,  -  ele  murmurou,  recolhendo  a  lâmina  da  neve.  Não  era qualquer  adaga  delicada,  mas  sim  uma de  aspecto  grave  e bruta.  Sete  polegadas  de  comprimento,  serrilhado  perto da  ponta,  e, ele tinha certeza que era de titânio para  eliminar Renegados. Que demônios  fazia um companheiro de raça nas  ruas  sozinho,  coberto  de  sangue,  e carregando  armas de guerreiro? Chen  levantou  sua  cabeça  e  cheirou  o  ar,  procurando  seu  aroma. Não demorou muito  tempo  para  encontrar.  Seus  sentidos sempre eram  agudos, o  combate tinha ampliado.  Ele  sentei  o  aroma  de  rosas, mas precisamente rosa do deserto, do companheiro de  raça  em seus  pulmões,  e  se  deixou  guiar pela cidade. O  aroma o levou a uma construção  de  moradias  em  uma  das  seções  mais  miseráveis  da  área  de aluguel  da  cidade.  Absolutamente o lugar  em  que  ele esperava  encontrar  um companheiro refinado como Minseok.  Mas  sem  dúvida  nenhuma,  ele estava  no  interior  dessa monstruosidade  marcada  com grafites  nos  tijolos. Ele  espreitou e  franziu  o  cenho  à  porta com  sua  fechadura  quebrada. Suas  botas arrastando  no  atapetado manchado  e  que  fedia a urina,  sujeira,  e décadas  de  abandono. Uma  escada  de  madeira danificada a  esquerda  dele,  mas  o  aroma  de Minseok  vinha  da porta  ao  final  do corredor do  primeiro andar. Chen  se  moveu e sentiu  o  golpe  da  música  que  vibrava  o chão  e  as  paredes.  Ele  podia  ouvir  uma  televisão  também,  uma som ensurdecedora do  ruído  de  fundo  que  aumentava quando  ele  se aproximava do  lugar.  Ele golpeou a  porta  e  esperou. Nenhuma resposta. Ele  chamou  outra  vez, com  força.  Nada.  Não,  que  ele pudesse  ouvir  algo dentro  do  lugar  com  todas  as  coisas  que  se  encontrava  ligada. Possivelmente  ele  não  deveria  estar  ali,  não  deveria  estar envolvendo-se  no  que  havia  trazido Minseok  a  este  lugar  em  sua  vida. Chen  sabia  que  ele  tinha  passado  um  momento  difícil no desaparecimento  e  posteriormente  morte  de  seu  filho.  A  ordem  tinha  tido conhecimento  de  que  Cade  foi  assassinado  pelo  cunhado  de Minseok,  o agente Namjoon, em  uma  perseguição, quando  o  jovem  apareceu  com  uma  completa…  Sede  de  Sangue. Chen  tinha  ouvido  que  Cade tinha  estado  a  ponto  de  atacar Minseok quando Namjoon o  abateu  a  tiros na frente  dele. Só  Deus  sabia  o  que  a morte  de  seu  filho  poderia ter feito  à ele. Não  era  sua  preocupação. Sim,  não  era  seu  puto  problema.  Então,  por  que estava  de  pé  com  sua  arma  em mão,  esperando-o  vir  e  lhe  deixar  entrar? Chen  observou  a  série  de  fechaduras  na  porta  do  apartamento. Pelo  menos  ele fechado ao entrar.  Mas  para  um vampiro  com  a  classe  de  poder  e  linhagem  de Chen,  abrir  todas  as fechaduras  com  sua  mente  só levou  dois  segundo. Ele  deslizou  dentro  do  apartamento  e  fechou  a  porta  atrás dele.  O  nível  de  decibéis era  bastante  para  fazer sua  cabeça explodir.  Ele deu  uma  olhada  ao  redor  com olhos  estreitos.  Os  únicos  móveis  eram um  futón  e  uma  prateleira  para  livros,  que  alojava  uma  equipe  de música  de  qualidade  e  uma  pequena  televisão  de  tela  plana,  ambos ligados  e  ressonando  com  força.   Ao  lado  do  futón,  estava uma esteira.  O  casaco  manchado  de  sangue estava  no  chão,  e  sobre  o balcão  da  cozinha estava  um celular  e  um  MP3.  O  estilo  de decoração  de Minseok deixava a desejar,  mas  era  suas paredes que Chen reparou. Grosseiramente  cravados  nas  quatro  paredes  da  sala havia espuma  acústico,  um  material  de isolação,  cobrindo  cada  polegada  quadrada  das paredes,  janelas,  e  a atrás da  porta  também. 

- O que... - No  quarto banheiro,  havia  um  chiado  metálico indicando que o chuveiro foi desligado. Chen deu  a  volta  para  estar de  frente a  porta  que abriu  um  momento  depois. Minseok tinha apenas uma toalha enrolada ao  redor do corpo,  quando  ele encontrou  seu  olhar  fixo. Minseok ofegou  assustado,  uma  mão subiu  perto  de  sua  garganta.  

- Chen.- Sua  voz  audível  sobre  o  alvoroço  da  música  e da TV.  Ele não  fez  nenhum  movimento  para  baixá-los,  só  saiu  do banheiro e ficou de  pé  tão  longe  de Chen, como  era  possível  na sala apertada. - O que esta  fazendo  aqui?  

- Eu  poderia  lhe  perguntar  a  mesma  coisa. - Chen desviar  o  olhar  para a pobre  residência,  somente  para afastar  seu  olhar  dele  que  se  encontrava  em  um  estado  próximo  de nudez. A toalha pequena deixava a mostra as coxas fartas. - Que  lugar  de  merda  você  tem  aqui.  Quem  é  seu  decorador?- Minseok nao respondeu. Seus olhos ficaram  fixados nele  como  se  ele não  tivesse  completamente  confiança nele,  nervoso por  encontrar-se  só  com  ele.  E  quem  poderia  culpá-lo? Chen  sabia  que  em  geral,  os  residentes tinham  pouco  afeto  aos membros  da  Raça.  Ele  tinha  sido chamado  de  assassino  frio pelos demais.  Sua reputação  pessoal  era  o  fato  declarado.  Mas ele não se importava com o que  outros  pensassem  dele, só que agora Minseok o olhava  com  medo. Quando tinham se encontrado  ele  tinha  mostrado  bondade  e amabilidade,  por  respeito pelo  que  ele estava  passando e também por sua beleza  impressionante, frágil. Mas algo  daquela  fragilidade  se  foi  agora,  notou  Chen,  vendo  as  linhas de tensão em seus ombros nus  e  seus  braços. Seu  rosto seguia  sendo  encantador. Seus olhos vivos  com  a  inteligência,  mas  seu  brilho  era  de algum  jeito  frágil,  uma  característica pronunciada  pelas sombras embaixo dos olhos. Ele  ainda  era  impressionante,  mas  de  um  modo  completamente diferente  do  que Chen teria  imaginado. 

- Você esqueceu algo no beco. - Ele  sustentou  a  lâmina  de  caça.  Quando ele se  moveu  para pegar,  ele  a  retirou  de  seu  alcance. -  O Que você  fazis esta  noite? - Ele sacudiu  sua  cabeça,  disse  algo  muito  suave  para  ser  ouvido sobre  o  alvoroço  que  enchia  o apartamento. Impaciente, Chen mentalmente  desligou  o  equipamento  de  música. Deu  uma olhada  à  televisão,  para  silenciar esse  dispositivo  também. 

-  Não! - Minseok  sacudiu  sua  cabeça,  fazendo  uma  careta  de  dor,  seus dedos  agarrando  sua  cabeça. -  Espere  deixe ligado,  por  favor... o  ruído  me  tranqüiliza. - Chen franziu  o  cenho  em  dúvida,  mas  deixou  a  TV  em  paz. 

-  O que aconteceu  esta  noite, Minseok? - Ele piscou,  enfocando  seu  olhar  e  inclinando  sua  cabeça  em silêncio. -Alguém  te  machucou? Foi  atacado antes que  os  Renegados  o  descobrissem  no  beco? 

-  Não.  Não  fui  atacado. 

- Você  quer  me  explicar  o  que  faz  todo  esse  sangue  em  seu  casaco? Ou  por  que  você  está  vivendo nessa parte  da  cidade? - Minseok  sustentou  sua  cabeça  em  suas  mãos,  sua  voz  foi  um  sussurro. 

- Não  quero  explicar  nada.  Por  favor, Chen.  Lamento  que  voce tenha  tido  que  vir  aqui.  Só,  por  favor…  você  tem  que ir agora. - Chen deu uma risada sarcástica. 

- Acabo  de  salvar  seu traseiro. Não é pedir muito  que  você  me  diga  por  que  tive  que  fazê-lo. 

- Foi  um  engano.  Não  pensei direito.  Sei  os  perigos que há.- Minseok elevou  a  vista,  e  fez  uma  vaga  elevação  de  ombro. - As  coisas  só… As  coisas... - ele  repetiu. 

- Não  estamos  falamos  de  compra  ou  café  com  amigos,  verdade?- O  olhar  de Chen  voltou  para a  cozinha, para o celular  que  estava  ali.  Ele  franziu  o  cenho,  enquanto  caminhou e pegou.  Ele  tinha  visto vários ultimamente.  O telefone  era dos seres  humanos  que  se  liga  com  os  Renegados. Chen  sabia  que  se  ele pegasse o celular  e  o  levasse Suho encontraria o que fosse  supercodificando.  Este celular estava salpicado  com sangue  humano,  a  mesma merda  que  empapou  a frente  do  casaco  de Minseok. - Onde  você  conseguiu  isto, Minseok? 

- Tenho certeza que  você  sabe, - ele respondeu desafiante.

- Você  tirou  de  um  subordinado? Você  mesmo? Como? - Minseok  encolheu os ombros,  esfregando  sua  cabeça como se doesse.  

- Segui ele  da  estação  de  trem,  e  quando  a oportunidade estava  ali,  matei. - Chen nao ficava surpreso frequentemente,  mas  ouvindo  aquelas  palavras  sair  do companheiro pequeno e frágil o golpeou  como  um  tijolo na  cabeça. 

- Você  não ta falando  sério.- Sim, estava.  O  olhar que  lhe  deu  não deixou dúvida. Atrás  dele,  a televisão  cintilou  com  um  boletim informativo  das  notícias.  Um  repórter  apareceu, tinham  descoberto uma  vítima  que  tinha  sido apunhalada  alguns  minutos  antes: “…  encontraram o  cadáver  dois  blocos  longe  da  estação  de trem,  outra  matança que as  autoridades  estão  começando  a  suspeitar em uma série  de assassinatos  relacionados  com…”. 

À  medida  que  o  relatório  continuou,  e Minseok  tranqüilamente  lhe olhou, Chen teve  a  compreensão. 

-  Você? - Ele  pediu,  já  sabendo  a  resposta. Quando Minseok  não  respondeu, Chen  andou a um  pequeno  baú  no  chão  perto  do  futón.  Deu um  puxão para abrir a Deus olhos encontraram  um  sortido  de lâminas,  armas,  e  munições.  Muito  disso  ainda  era  novo,  mas  os  outros tinham  sido  usados  e  tinham  o  desgaste  que  o  demonstrava. -  Quanto  tempo? Quando  começou  esta  loucura? 

- Meu  filho  está  morto por causa deles.  Tudo  o  que  amei  se foi  devido  a  eles. - ele  disse. -  Eu  não  podia  me  sentar  sem  fazer  nada. Chen ouviu  a  resolução  de  sua  voz,  mas  isto  não o fez  estar menos  zangado. 

- Quantos? - Esta  noite  não  era  a  primeira,  obviamente. - Quantas  vezes  você  fez  isso, Minseok? - Ele  não  disse  nada  por  um  tempo.  Então  ele caminhou  lentamente  para a prateleira de livros  e  se  ajoelhou embaixo tinha uma  gaveta  com  tampa.  Seu olhar  estava  fixo em Chen,  ele levantou  a  tampa. No  compartimento  se  achavam  mais celulares  de subordinados. Pelo  menos  uma dúzia. Chen se deixou cair no  futón  e  deslizou  seus  dedos em  seu  cabelo. - Inferno, Minseok. Você enlouqueceu? - Minseok esfregou  suas mãos.  A  enxaqueca  vinha com  força.  Ele fechou  seus  olhos,  esperando  o  pior. Tinha  sido descoberto  esta  noite. 

- Você  tem  alguma  idéia  do  que  esta  fazendo?  A  voz  de Chen, embora  nivelada,  retumbou  na  cabeça  de Minseok.  Com  a caixa  de celulares  na  mão,  ele andou para um algum  lugar atrás  dele,  o  som de suas  botas no tapete chiava  em  seus  ouvidos. - Que demônios você consegue matando?  

-  Você  não  entende, - murmurou Minseok.   -  Você  não  poderia…  não  poderia  entender. 

- Tente. - As  palavras  eram  concisas. Um  comando que  esperava  ser  obedecido. Minseok se  levantou  lentamente ao  lado  da  estante e  se  moveu.  Cada  passo  era  uma  tarefa  que  ele trabalhou para  disfarçar,  alívio  que  vinha  somente  quando ele  era  capaz  de  apoiar  sua  espinha  dorsal  na  parede  para  um  pouco  de ajuda.  Ele cedeu  no  cartão  de  gesso acústico-preenchido,  desejando  que Chen fosse embora para sofrer sozinho. 

-  Este  é  meu  próprio  negócio. - disse sabendo  que Chen provavelmente  ouviu  sua  falta  de  fôlego,  que  ele  era  incapaz  de  ocultar totalmente. - É  pessoal. 

- Pelo  amor  de  Deus, Minseok.  É  suicídio.- Ele  estremeceu, desafortunado a palavras duras. Seu marido tinha  sido  um cavalheiro  perfeito  de  todas  as  maneiras,  tratava-o  com  suavidade. Chen  era  um  contraste  cru com  seu companheiro  defunto, Chen  e  o  resto  da  ordem  eram considerados  os  vigilantes  perigosos.  Muitos  no refúgio diziam  que  os  guerreiros  eram  simplesmente  um  quadro  de  valentões selvagens,  com  mentalidade  medieval que  passavam  muito tempo  em  servir  seu  único  propósito. Eles  eram  desumanos, alguns  diriam,  à margem  da  lei,  e mesmo que Chen  tenha salvo sua  vida  esta  noite, Minseok  não  podia  evitar desconfiar dele,  como  se  houvesse  um animal  selvagem  solto  em  sua  casa. Ele o  olhou  empurrar  sua  mão na  caixa  de celulares dos  subordinados. 

- Os  chips  do  GPS  já  estão  descapacitados. - Chen olhau  duvidoso para ele.  

- Você  sabia  como desligá-los? - Minseok deu uma sacudida de cabeça. 

- Tenho  um  filho  adolescente,  - respondeu Minseok,  depois  fez  uma  careta de  dor  quando  as  palavras  deixaram  seus  lábios. - Eu  tinha  um  filho  adolescente. - corrigiu. -  Cade não  gostava  que  eu  soubesse  onde  ele estava, assim ele desligava seu  GPS  do celular  quando  ele  saía. Aprendi  como  reativá-lo,  mas  ele  descobria  sempre  e desligava de  novo. 

Chen  fez  um  ruído  baixo.   

-  Se  você  não  tivesse desligado você  estaria morto  agora.  

- Não tenho medo de morrer. 

-  Morrer. - Chen bufou iritado. - Morrer  seria  a  menor  de  suas  preocupações,  confiei  em mim.  Você  pode  ter  tido  sorte  com  alguns  subordinados  descuidados, mas  isto  é uma  guerra. E você não está preparado pra isso o que aconteceu esta noite é prova  suficiente  disso. 

- O  que  aconteceu  esta  noite  foi  um  engano  e  não acontecerá outra vez. A  próxima  vez  estarei seguro  de  terminar  e voltar pra  casa  antes  do  anoitecer.  

- A  próxima  vez. - Chen estava surpreso.      - Você  realmente  supõe  isso. - Durante  muito  tempo,  o  guerreiro  só o contemplou.  Seus  olhos como eram  ilegíveis, impassíveis. Finalmente, Chen  sacudiu a  cabeça e virou  para  recolher  a  coleção de celulares dos Subordinados. Chen colocou os celulares nos bolsos do casaco e seus  movimentos fizeram  cintilar os armamento  que  ele  levava nas dobras  do  couro  negro. 

- O que você vai fazer? - Minseok perguntou  - Vai me entregar?     

- Eu deveria. Mas  o  que  você  faz  não  é  nenhuma  de  minhas  preocupações desde que mantenha  seu  traseiro  fora  do meu caminho.  E  não espere  que  a  Ordem  vá  a  seu  resgate.   

- Eu  não…  Eu não espero  nada,  quero  dizer... -  olhou Chen  dirigir-se  para a  porta,  sentindo-se aliviado  de  que logo  estaria  sozinho para  lutar  com  a  onda  gigantesca  de  dor  que  rugia  nele. Quando  o  guerreiro  abriu  a  porta  e  caminhou  para  fora, Minseok disse baixo. -  Chen,  obrigado.  Isto  é…  algo  que  tenho  que  fazer. - Minseok se  calou,  pensando em Cade,  e  todos  os  outros que  tinham  sido  perdidos  no  veneno  dos  Renegados. Minseok não  podia  devolver  nenhuma  das  vidas  perdidas; sabia isto. Mas cada dia  que  ele caçava,  cada  Subordinado  que  ele eliminava significava  uma  arma  a  menos  no  arsenal  dos  Renegados.  A  dor  que  ele sofria  para  realizar  a  tarefa  não  era  nada  comparado  com  o  que  seu filho  e  outros  deveriam  ter  suportado.  A  morte  verdadeira  para  ele consistiria  em  ser  obrigado a  sentar-se e  não  fazer  nada  enquanto  as  ruas  se  tingiam  de  vermelho com sangue  inocente. Isso,  ele não poderia  suportar. 

-  Isto  é  importante  para  mim, Chen.  Fiz  uma  promessa.  E vou mantê-la. - Chen se  deteve  brevemente, dando uma  olhada  por  cima  do ombro.   

- É seu funeral. - Disse ele, e fechou a porta atrás dele. 


Notas Finais


Demorei, eu sei...
Culpada... Mil desculpas...

Mas, espero que gostem 😅

Beijos da tia tully😙😙😙😙😙


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