História Companhia do Vampiro - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Companhia Do Lobo, Matt Lewis
Exibições 29
Palavras 3.026
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Exaustidão


Acordei com o barulho irritante do despertador, senti meu corpo pesado e o forte cansaço sobre meus ombros. Suspirei sentido-me um fracote humano, chego a acreditar que tenho 80% de humanidade e não o contrário.
Odeio completamente me sentir acabado, mas não posso retornar a tomar sangue humano.
Abri a geladeira pegando a garrafa prateada e a coloquei sob a mesa ouvindo meu celular tocar.
Bufei ao ver o numero do hospital no visor.
— Alô? - minha voz não disfarçava minha irritação.
— Dr. Lewis? - ouvi a voz assustada do outro lado da linha — Um paciente acabou de dar entrada na ala cardiológica em estado grave...
— Srtª Mirada eu acabei de sair de um Platão não faz nem 3 horas e esta me pedido para voltar aí e atender um paciente na ala cardiológica? - reclamei com a voz passiva, embora isso me deixasse irritado.
— Me desculpe Dr. Lewis. Não conseguimos entrar em contato com a Dr. Amber e como o Senhor era cirurgião e o Sr. Bennett pediu que o chamasse. - se explicou ela com a voz tremula, imagino eu que o desgrado do Bennett ameaçou demiti-la se não me convencesse.
— Espero que isso me recompence com um dia de folga esta semana, porque preciso dormir. - disse me dando por convencido ainda irritado.
— Avisarei agora mesmo ao Sr. Bennett. - disse ela com a voz aliviada.
— Irei o mais rápido possível. - avisei desligando em seguida.
Me arrempendi mais uma vez por morar próximo ao hospital, fui um retardado por alugar um apartamento próximo ao meu local de trabalho.
Despejei o sangue no copo e tapei o nariz engolindo aquela porcaria de sangue. Um dos motivos para minha humanidade ''pesar'' sobre mim é por não está me alimentando de sangue humano, minha escolha, por manter-me com "sangue nas mãos" todos os dias optei por tomar sangue de animais e assim manter o controle sobre meu lado ''demônio''.
Entrei em meu quarto e coloquei o tênis que havia tirado mais cedo, peguei uma blusa de frio e corri para a porta não esquecendo que cada segundo meu gasto ali aquele paciente poderia morrer.
Corrir como um ser humano normal até as escadas e só então lá pude usar minha habilidade de vampiro, morava no 21º andar e o elevador demoraria minutos para subir e mais minutos para descer.
Caminhei pelo hall do prédio apressadamente recordando-me o atalho que peguei da ultima vez que precisei ir com urgência ao hospital.
Meu celular vibrou algumas vezes no bolso do jeans, mas o ignorei completamente por faltar pouco para chegar.
Entrei caminhando quase correndo indo em direção a Miranda na recepção.
—Dr. Lewis?! - ela meu olhou espantada.
— Onde esta o paciente Strª Miranda? - quis saber recuperando o fôlego.
— O Dr. Johnson já esta com ele... Me desculpe... Não sabíamos que o Dr. Johnson estava dormindo. Achávamos  que não estaria de Platão hoje... Acabei de ligar para o senhor...
— Olhe para mim. Veja como estou. - a encarei bravo depois de interrompe-la — Não durmo há dois dias, e quando imagino que finalmente irei descansar vocês me cometem um erro desses? Me tiram da minha casa para atender com urgência um paciente de uma ala que não é da minha especialidade, porque alguem não verificou corretamente os plantões dos médicos e muito menos se havia algum cardiologista aqui. Tenho certeza que você não esta sendo pagar para "Achar" e sim para ter total certeza antes de tirar me tirar de casa.
— M-me desculpe Dr. Lewis. - pediu ela com a voz tremula me olhando assustada — Isso não irá acontecer novamente, eu juro.
— Não vai mesmo não. Por que a parte de agora só me liguem se não houver médico algum aqui. - a encarava bravo.
Notei que algumas enfermeiras me olhavam.
— Estamos entendidos? - me enclinei no balcão aproximando-me dela a fuzilando com o olhar.
— S-sim.
— Que ótimo. - me afestei voltado a minha postura.
— Dr. Lewis? - ouvi a voz de Pamela e virei o rosto a olhando — Imaginei que estaria em casa há essa hora.
— Estaria se esse hospital não cometesse tantos erros. - mandei um olhar mortal para Miranda.
— Vamos tomar um café você está com uma cara de quem precisa. - me chamou Pamela.
— Nem toda cafeína do mundo deixaria-me de bom humor agora. - disse caminhando junto a ela.
— E quando você esteve de bom humor? - comentou ela e a fuzilei com o olhar a fazendo ri — Esta bem, não é uma boa hora para te zoar Jason.
— Percebeu por intuição? - disse sarcástico.
— E começou ele. - reclamou ela — Sempre que fica mal humorado ficar 3 vezes mais sarcástico e haja paciência contigo.
— Não se esforce tanto a me aturar, querida. - parei próximo a máquina de café.
— Me conte o erro de hoje, assim melhoramos seu humor em breve. - pediu ela colocado algumas moedas na máquina.
— Olhe para mim e deduza por si mesmo.
Pamela bufou um tanto impaciente e observou o liquido sendo despejado nos copos de isopor.
Ela pegou os copos e entregou-me um sem deixar de olha-me da cabeça aos pés.
— Pediram para você vir atender o paciente que deu entrada na cardiologia e você saiu de casa as pressas vindo vestido assim. - ela me olhou mais uma vez sorrindo divertida — E quando chegou aqui o Dr. Pervertido já estava com o paciente.
— Exatamente isso. Faltou citar a incompetência de alguns funcionário daqui. - disse ainda irritado.
— Calma Jason. Acredito que depois de hoje isso não tornará a contecer. - disse Pamela convicta e tomou um gole do café.
— É o que espero.
— Você causou um tumulto na sala de solturas ao aparecer assim. - comentou ela risonha — Só se ouvia que o ''Dr. Lewis esta muito sexy de cabelo bagunçado e jeans rasgado'' ou '' Dr. Lewis esta mais gostoso que nunca'', tudo Dr. Lewis isso e aquilo. Precisava comprovar com meus olhos.
Ela riu me olhando.
— Deveriam focar em seus deveres ao em vez de me acediar. - comentei tomando meu café.
— Ser o homem mais gato de jaleco branco causa isso nas mulheres. - disse ela risonha e olhou a hora no pequeno relógio de pulso — Preciso dá a medicação de uma paciente agora, vamos?
— Estou decidido a ir para casa descansar. - disse sentido meus olhos aderem.
— Meu plantão acabou há dois minutos, preciso apenas passar no 243 e então vamos juntos. - avisou Pamela.
Resolvi por acompanha-la assim teria companhia hoje.
— Precisa de suco de amora? - quis saber ela enquanto caminhavamos.
— Não, ainda tenho.
Para não falar sangue Pamela sempre usava ''suco de amora''.
Em um momento fora do meu controle ''contei'' para Pamela quem era, depois de morde-la e deixa-la apavorada. Naquela noite havia bebido demais e o sofrimento pela distância da mulher que ama dominava cada parte do meu corpo, mas o ódio que sentia por não aquele que seu coração escolheu era pior.
Pamela jamais contou a ninguém e tornou-se para mim alguem completamente confiável.
— Sábado é o aniversário da Lexy, vamos fazer um churrasco. Aparece por lá. - me convidou ela sorrindo.
— Se a prima pegajosa da Lexy for, terei de recusar. - avisei recordado o desconforto da ultima festa que fui na casa de sua namorada.
— Aquilo foi épico. - ela riu talvez por lembrar — A Kay enfiou a mão dentro da sua calça...
— Não me recorde tamanha baixaria ou dessa vez quebro o pescoço dela se a ver. - avisei lembrando o quanto fiquei furioso com a bêbada tarada.
— Não será necessário chegar a esse ponto. Eu mesmo farei isso se ela for. - disse Pamela e sorriu maldosa ao abri a porta da sala de medicação.
As poucas enfermeiras na sala me olharam surpresas me cumprimentado em seguida.
— Boa noite Dr. Lewis. - Emma sorriu surpresa ao me encontrar na sala.
— Boa noite Srtª Emma. - olhei a hora em meu relógio e voltei minha atenção para ela — Seu turno não começa as 5h00 da manhã?
— Precisei sair mais cedo ontem e colocaram 3 horas adiantada no meu turno de hoje. - ela sorriu conformada.
—  Estamos vivendo uma ditadura nesse hospital. - comentei cruzando os braços sendo meu corpo congelar de frio.
— Infelizmente. Bennet é pior que o pai.  - seus olhos desceram por meu corpo e voltaram a fitar meu rosto — Tem platão hoje?
— Não. Estou aqui contra minha vontade mais uma vez. - disse notando o olhar de cobiça de uma enfermeira proxima a mim.
— Miranda cometeu mais algum erro? - quis saber ela soando como afimação.
— Incrivelmente isso só acontece no turno dela. - resmuguei.
— Vamos Dr. Lewis. - me chamou Pamela.
— Até mais tarde Emma. - sorri de lado para ela recebendo um sorriso contente seu.
Acompanhei Pamela que caminhava apressadamente pelo logo corredor de quartos.
Ela parou em frente ao quarto 243 e abriu a porta entrando em seguida.
Coloquei minha mão na parede buscando recupera-me da leve tontura e a irritante fadiga.
Respirei fundo algumas vezes imaginado que poderei ser apenas o começo, precisava de sangue humano com urgência meu corpo estava rejeitando o sangue de animais.
— Jason? - ouvi a voz de Pamela.
Levantei o rosto a vendo parada na soleira da porta com uma expressão levemente preocupada.
— Esta tudo bem com você? - quis saber me olhando — Esta mais pálido que o normal e... Esta suado?!
— Estou bem, Pamela. - mudei minha postura.
— Sente-se aqui. - pediu ela guiado-me a um dos acentos no corredor — Não irei demorar.
— Aonde você vai? - quis saber a olhando sem saber para qual das duas ruivas deveria presta atenção.
— Apenas continue onde esta. Não irei demorar.
Pamela deu as costas caminhando apressadamente corredor adentro.
Respirei fundo apoiado meu rosto em minhas mãos fechando meus olhos em seguida esperançoso de que aquele mal estar passasse logo.
— Boa noite Dr. Lewis.  - disse uma voz feminina.
Levantei o rosto vendo uma enfermeira entrar no quarto com uma bandeja de medicação.
Forcei-me a ficar de pé e me movi até a porta vendo a enfermeira preparar a seringa.
— Esta paciente já foi medicada. - avisei encostando-me na soleira da porta.
— Já? Megan pediu para medica-la em seu lugar hoje. - disse ela confusa me olhando.
— Senhorita... - a olhei esperando ouvir seu nome.
— Andy Wyler.
— Srtª Wyler, acredito que tenha conferido no quadro de medicação dos pacientes. - dei alguns passos para mais próximo — Quando a vida de pessoas dependem de nós devemos ser mais atentos.
Peguei o prontuário próximo a cama e entreguei para ela.
— Veja o horário da medicação e qual responsável por ela. Por gentileza seja mais atenta. - a encarei por um curto instante mantendo um tom baixo para nao acordar a paciente.
— Me desculpe. - ela me entregou o prontuário — Isso não irá se repetir novamente.
Ela pegou a bandeja se desculpando mais uma vez e sair rapidamente.
Bufei com a tamanha incompetência do imbecil do Bennett ao contratar funcionários, um motivo para semos um dos piores hospitais do estado.
Voltei meus olhos para a garota de cabelos escuros e expressão doce que dormia lindamente predendo meus olhos.
Me movi aproximando-me da cama fitando seu rosto branco ou talvez pálido por conta da luz. Meu coração me traiu novamente trazendo memorias passadas de alguem que não ela, porém possuía um ar tão doce quanto o seu.
A garota que não importava quantas vezes diga e repita para mim mesmo que jamais poderia ser minha, e ainda sim meu corpo sente falta do calor de seus abraços e minha mente atreve-se a iludi-me com o som de sua voz calma e tão doce.
Me afastei virando para a porta disposto a sair antes que a angústia me sufocasse.
— Quem é você? - ouvi a voz sonolenta causado uma estranha sensação em meu corpo.
— Seu médico. - virei para ela encontrando seu olhar confuso sobre mim.
— Meu médico? - repetiu ela confusa.
— Sim. - coloquei o prontuário onde estava sentindo novamente a maldita tontura.
Busquei aparentar que nada se passava comigo e manter meu profissionalismo, porém meu corpo não respondia aos meus comandos.
— Esta tudo bem com você? - senti uma pitada de preocupação em sua voz.
— Estou bem, não...
Antes que minha boca pudesse terminar a frase fui traido por meu corpo sentindo o impacto no chão.

Rhay Pov's

Encarei aqueles olhos tão azuis quanto safiras, sabia que seus lábios rosados poderiam pronunciar qualquer coisa que acreditaria em todas suas palavras sem exitar. Ele estava diferente de quando o vi pela ultima vez, o cabelo bagunçado como se houve acabado de acordar, jeans rasgados de cor clara, camisa branca gola V com uma blusa de frio de cor escura por cima, e o olhar marcante ainda continuava o mesmo, cada detalhe seu deixava-me surpreendida com a facilidade que o tomava incrivelmente lindo não importado como aparentasse cansaçado.
Naquele momento desejei não esta delirando ou iludi-me como muitas outras vezes.
— Meu médico? - repetir ainda esperando ouvir seu nome e descobrir se esse em minha frente era realmente aquele com quem tenho sonhado todas as noites.
— Sim. - afirmou colocado meu portuário sob o apoio.
Por um momento pensei em atreve-me em interroga-lo e assim livra-me de todas minhas duvidas e medos.
Notei que havia algo de errado com ele.
— Esta tudo bem com você? - quis saber preocupada.
— Estou bem, não...
Ele apoiou as maos na mesinha, porem segundos depois desmaiou.
Puxei a agulha de soro do meu braço e pulei da cama indo até ele.
Toquei seu pulso sentindo sua pele fria e assustei-me por não consegui sentir sua pulsação.
— Meu Deus! - exclamou a enfermeira Palmela fazendo-me notar sua presença — Jason? Jason?
Ela encotravasse ao lado direito dele preocupada.
— Ele desmaiou. Não consigo senti o pulso dele é preciso chamar algum medico! - disse completamente assustada.
— Não se preocupe. Jason tem um problema genético que não é possível senti sua pulsação, mas seu coração esta batendo. - disse ela discando alguns números no celular e o colocando no ouvido em seguida.
Fiquei sem saber como poderia ajuda-lo, apesar de preocupada ela parecia saber muito bem o que fazer.
— Por favor, traga uma maca para o quarto 243. O Dr. Lewis desmaiou! - disse ela.
Vê-lo daquela forma causa-me um aperto em meu coração, temia que algo grave estivesse acontecendo a ele.
Poucos minutos depois dois enfermeiros entraram no quarto trazendo uma maca e o colocaram rapidamente saindo em seguida.
— Volte para sua cama, por favor. - pediu a enfermeira Pamela — Irei colocar novamente o soro em instantes.
— Não se preocupe comigo, no momento ele é mais importante. - disse preocupada.
— Mantenha-se em sua cama e não se preocupe com o Dr. Lewis ele ficará bem. - disse ela e caminhou até a porta saindo.
Voltei para a cama sentindo o peso em meu peito, o desconforto do medo e a dor de pensar em perde-lo mais uma vez. Por mais que minha mente gritasse que aquele não era o mesmo homem que visitava-me em meus sonhos todas as noites desde a primeira vez em que o vi, eu não conseguia dá ouvidos a razão, porque meu coração o tem dentro de si e o ama a tanto tempo que não permitiria que meus olhos o enganasse.
A porta foi aberta por uma enfermeira de cabelos loiros preso em um coque.
— Como esta se sentindo? - quis saber ela segurando uma bandeja com uma nova agulha e soro em mãos.
— Bem... E o Médico? Como ele está? - quis saber preocupada.
— Não se preocupe com ele. - disse ela ao remover o soro do suporte — Ele ficará bem.
— Sabe o que houve com ele? Foi um colapso? - acredito que me preocupação estava estampada em cada palavra minha assim com em meu rosto.
Ela me olhou ao pegar meu braço e desviou sua atenção para agulha.
— O Dr. Lewis tem trabalhado muito ultimamente e não pode dormir, seu corpo precisa apenas de um bom descanso e em breve ele estará bem novamente. - disse ela e senti uma tom arrogante em sua voz.
Colocou o soro no suporte e pegou a bandeja em seguida.
— Descanse e não se preocupe com ele, você é a paciente aqui. - disse ela e saiu em seguida.
Bufei irritada com seu tom de voz, parecia estampar que ele a pertencia e a ninguém mais.
Deitei buscando acalmar meu coração que pesava mais a cada minuto que se passava. Angustiada levantei da cama e puxei o suporte onde ficava o soro, caminhando em direção a porta. Olhei o corredor para ver se alguem vinha e caminhei virando a esquerda na espectativa de encontrar o quarto onde ele estava.
— Emma! Emma!
Ouvi chamarem alguém quando me aproximei da recepção e me escondi rapidamente.
— Emma, aconteceu uma tragédia! - disse uma enfermeira de voz arlamosa.
— Não me assuste Britney. - pediu a outra levando a mão ao peito.
— O Dr. Sexy acabou de ser hospitalado.
— Meu Deus! - a que estava atras do balcão levou as mãos a boca espantada — O que aconteceu? Isso foi por conta do ocorrido mais cedo?
— Não sei te dizer, estão dizendo que foi um colapso por exaustão, a Dr. Rebecca que o atendeu.  - explicou a enfermeira arlamoza.
— Em que quarto ele esta, preciso ter certeza que ele está bem. - pediu a recepcionista.
— No 256, mas já vou aviso que a bruxa da Pamela esta lá, feito cão de guarda. - avisou a outra.
Aproveitei a distração das duas e caminhei pelo o longo corredor, a procura do quarto.
— O que faz aqui? - quis saber a enfermeira Pamela ao sair de um quarto — Deveria esta descansando, amanhã você recebe alta, isso é estiver bem.
— Desculpe. É que não conseguirei dormir se não tiver notícias dele. - fui sincera com ela.
Pamela suspirou e girou a mansaneta da porta a abrindo em seguida.
— Se eu te disser que ele esta bem e só precisa dormir, você não irá se contentar com apenas minhas palavras. - ela me olhou e deu um leve sorriso — Entre e comprove com seus próprios olhos. Não fique mais que cinco minutos, esta bem?
Sorri agradecida e entrei no quarto.



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