História Companion Delicious - Imagine Jungkook (BTS) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Acompanhante, Jungkook, Sexy, Tmy, Você
Visualizações 594
Palavras 5.030
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


***Olá Lovers***

como vocês estão?? Espero que esteja todos bem*

Estou de volta com esse pequeno imagine
*5027 palavrinhas, me desculpem pela minha pessoa digitar tanto hahaha*
Tentei o máximo mudar a minha escrita, embora seja um pouco.
Neste imagine vocês serão as necessitadas por homem e terão 25 aninhos oks?!
e Jungkook-ah será o prostituto, mas não do tipo sem coração tá;
**Teremos apenas dois capítulos**

Obs: Não tem romancinho, que nos também gosta**

Mas espero que gostem, e obrigado desde já e me desculpem quaisquer erros durante a leitura.>> Sejam Bem-vindos!!

Capítulo 1 - Inicio


Fanfic / Fanfiction Companion Delicious - Imagine Jungkook (BTS) - Capítulo 1 - Inicio

- Boa tarde, Agência de Acompanhantes Delícia. Eu sou Hyomi, como posso ajudar?

Eu congelei com a voz feminina. Oh meu santo, era isso! Esta era a agência delícia! Eu engoli em seco.

- Esta é.... está é a agência de acompanhantes do sexo masculino?

- Sim. Como posso ajudá-la?

Mordi o lábio inferior, minha mão aperta o material suave da minha saia. Eu posso fazer isso? Posso realmente contratar um homem para desvirginar-me?

Wille, meu gato malhado, olhou para mim com olhos grandes e dourados. Quase me senti suja olhando para ele, então lhe dei as costas, enquanto enrolava o fio do telefone em volta do meu dedo. Ótimo, agora estou de frente para o rosto curioso de Rosie, minha gata malhada.

- Alo? Você está ai? – A voz de Hyomi ressoou quente. Talvez ela usasse para virgens nervosas à procura de um homem.

- Ah, sim. – Limpei a garganta. – Eu estou aqui.

- Você está procurando por um acompanhante?

A pergunta de um milhão. Se estou à procura de um garoto de programa? A resposta de milhões, aparentemente.

- Eu, sim. – Respirei fundo, tentando acalmar meu coração galopante. – O que você tem para oferecer? – E encolhi. Devo perguntar assim? Oh meu Deus.

- Depende do que você está procurando em um acompanhante. – Havia humor na voz de Hyomi.

De alguma forma eu não achava que poderia responder “um pênis” mesmo que seja a coisa certa a se dizer.

- Hum... primeiro, quanto custa o serviço?

- Taxas diferentes para diferentes serviços, senhorita...?

- ________. – Imediatamente queria chutar a mim mesma. Como posso dar o meu próprio nome? Quantas mulheres desesperadas passaram-se dar o seu próprio nome?

- Bem, Srta. ________, que tipo de serviço você procura? Acompanhante para jantar? Acompanhante por algumas horas de prazer? Acompanhante para a noite? Jantar e noite? Uma festa? – Hyomi não perdia uma batida.

- Há tantas opções?

- A agência de acompanhantes delícia atende a todas as necessidades.

- Todas as necessidades?

- Todas.

- Ah.

- Srta. ________, talvez possamos começar com quanto tempo você quer o acompanhante? – Hyomi tentou novamente.

Quanto tempo seria necessário para deflorar uma virgem?

- E-eu...

- Você quer manuseio suave ou algo um pouco mais duro?

- Duro?

Houve silêncio por alguns segundos, e quando Hyomi falou de novo, seu tom era gentil.

- Srta. ________, perdoe-me por ser pessoal, mas essa é sua primeira vez?

- Sim. – Em ambas as contas. Primeira vez a contratar um garoto de programa e primeira vez para o sexo. O primeiro era novo, o segundo patético, e Hyomi certamente não precisava saber sobre esse segundo detalhe.

- Sem problemas. – Hyomi está sendo tão amigável até agora que eu quase esperei ela magicamente entregar-me uma xicara de chá através do telefone e sentasse para uma conversa. – Primeiro de tudo. Todos os nossos homens têm a saúde verificadas regularmente. Todos usam proteção e levam seus próprios preservativos para os encontros.

Por um segundo tive uma visão de um monte de homens sentados à volta da mesa de reuniões com seus pacotes de preservativos sobre a mesa diante deles. Então, percebo que o encontro significava o encontro entre acompanhante e cliente. Cliente, não parecia ruim. Isso soou melhor do que desesperado e solitário.

- Uh huh. – Murmurei.

- Você pode contratar o acompanhante para a tarde, a noite, ou por hora.

- Eles são tão rápidos?

Houve silencio total sobre o outro lado antes que ela retorna-se.

- Depende do que você procura. – Hyomi disse um pouco mais lentamente.

- Sexo. – Digo ficando mais vermelha sob os olhos arregalados de Rosie. – Só sexo...

- Você quer sexo rápido, Srta. ________? Porque temos alguns excelentes acompanhantes aqui que podem levá-la ao orgasmo em um momento.

- Ah... sexo rápido. – Penso muito. Quanto rapidamente o sexo precisa ser? Meia hora de duração seria suficiente? Uma hora? Dez minutos? Caramba, e se eu fosse frigida? Isso podia levar horas.

- Srta. ________? – Hyomi sondou delicadamente.

- N-nada de sexo rápido. Mas nada de sexo lento, também. Eu acho, sexo normal.

- Sexo normal, – Hyomi repetiu. – Não há tempo e limite determinado, então?

- Limite de tempo?

- Todo mundo é diferente, Srta. ________. – Hyomi riu levemente. – Você é muito engraçada!

- Ah, sim, engraçada, sim sou. – Eu corro uma mão sobre a testa úmida. – Quanto é a taxa geral e tempo para um encontro em um quarto de hotel?

- Duzentos por hora, você pode decidir quanto tempo você quer seu acompanhante. Dessa forma, você pode descobrir o seu tempo. – Ela ficou muito profissional.

- Duas horas, – Eu desabafei. – Duas horas deve ser suficiente.

- Excelente! Agora, você pode pagar com cartão de credito.

- Dinheiro. Quero pagar em dinheiro o acompanhante tão logo ele chegue.

- Tudo bem. Nós temos alguns operadores independentes que trabalham paralelo para nós, e eles vão aceitar dinheiro na chegada. Agora, Srta. ________. – Havia um sorriso de volta na voz de Hyomi. – Você tem uma preferência para o seu acompanhante?

Eu sabia exatamente o que queria, tinha pensado nisso desde que tinha escutado das minhas amigas loucas. Na verdade, tinha o homem ideal dos meus sonhos. Se alguém iria desflorar-me e manter-me em seus braços, ele deveria ser meu homem ideal. Especialmente se eu fosse pagar 400 reais por duas horas para ele.

- Altura 177 cm, forte. Musculoso, mas não exagerado, você sabe?

- Você quer tipo Bárbaro?

- Não exatamente, mas com cabelos escuros. – Eu comecei a sentir minha coragem desaparecer quando desfiei o que parecia ser uma lista de compras, ou uma descrição para cão de raça. – Uh... de boa aparência seria bom. – Bom? Eu quero boa aparência. Quero um que batesse e derrubasse de tão bonito. Mas eu não consegui ter coragem de dizer isso.

- Sem problemas, – Disse Hyomi, a eficiente. – Mais alguma coisa?

- Ele tem que gostar de mulheres nervosas e um pouco fora do padrão.

- Confie em mim, Srta. ________, qualquer de nossos acompanhantes estará lá para lhe agradar.

- Eu só... – Mordo meu lábio, mortificada.

- Seu acompanhante irá gostar de você, Srta. ________, confie em mim. Eles são usados para estar com qualquer tipo de idade e situações. O negócio deles é o prazer, por isso não se preocupe com isso, ok?

Fácil para ela dizer para quem sofre de nervosismo.

- Agora, você tem uma data em mente?

A carranca em meu rosto aliviou.

- Este sábado.

- Deixe-me ver a programação. – Houve o som de clique de teclas. – Jungkook está livre no sábado.

Jungkook? Jungkook soava como nome de um homem bonitão. Eu mordi o lábio inferior. Agora ele tinha um nome, ele parecia um pouco mais real.

- O tempo e o lugar do encontro? – Hyomi perguntou.

- Hotel índigo. – O mesmo fica do outro lado da cidade. – Onze da noite. – O mais tarde possível, assim era de menos provável que alguém fosse ver Jungkook chegar e sair.

- Qual o número de seu celular?

Por sorte, eu tinha planejado com antecedência. Dei o número do celular.

- Certo, – Disse Hyomi. – Sábado, dia doze, onze horas, no hotel índigo.

- Sim.

- Jeon Jungkook estará lá. Você vai ter um bom tempo, Srta. ________. Há mais alguma coisa que eu possa fazer por você? 

- Não. É apenas isso.

- Tenha uma noite encantadora e muito obrigada por nos contatar. Quaisquer problemas, sinta-se livre para ligar de volta. 

Desligo o telefone e olhou para ele. Era isso. Eu tinha acabado de contratar um garoto de programa por duas horas no sábado.

Sentada na beira da cadeira, mordo o lábio inferior. Meu coração trovejou um pouco em meus ouvidos e senti-me quente. Não um quente bom, mas nervos quentes agitados. Olhei para Wille. 

- Eu posso cancelar, certo?

Wille piscou e voltou a se deitar. Olhei de volta para o telefone. Não posso acreditar que realmente fiz isso. Não posso acreditar que realmente ouvi minhas amigas loucas.

 

Três dias antes

 

- Que enfermeira imbecil fez isso? – Um rugido familiarizado soou no ar.

- Amaldiçoou-me a morte. – Olhei ao redor do canto da sala de tratamento. – É Min Jung Dae.

- Quem? – Miley olhou para cima de onde estava fazendo a triagem dos antibióticos intravenosos.

- Dr. Jungdae.

- Ah. - Miley olhou de soslaio para a seringa quando a ergueu. – Qual é o seu problema? 

- Eu não sei. Ele está acenando o gráfico do prontuário ao redor. 

- Talvez você devesse ir e ver....

- E talvez eu devesse ir e jogar no tráfego.

- Eu sou a enfermeira sênior. – Miley cuidadosamente pressionou o êmbolo da seringa até que o ar estivesse fora. – Isso significa que você está abaixo de mim.

- E você está acima de mim. O que significa que você está no comando. – Eu sorri. ― Dr. Jungdae está esperando por você. 

Miley olhou.

Eu sorri mais largo.

- ________...

Olhei para a porta. 

- Não importa. Susie foi apanhada. 

- Você é uma vadia. 

- Não, eu sou uma sobrevivente. 

Miley balançou a cabeça e sorriu de repente. 

- Eu vou dizer a Susie que você poderia tê-la salvo. 

- Ei, ela teria feito o mesmo.

Arrastando-me atrás de Miley, eu deixo a sala de tratamento e fui para o corredor que levava aos quartos dos pacientes, dei a Susie um pequeno aceno por trás das costas do médico, que estava reclamando. O olhar de Susie prometeu vingança.

Depois de dar ao paciente seus antibióticos através da cânula de intravenosa na mão, eu e Miley eliminamos a seringa e a agulha no recipiente apropriado antes de ir para a sala de jantar do pessoal. Estava deserta, só tinha nos duas na sala. Não tivemos muito tempo até Susie entrar pela porta.

- Vocês, vacas, – afirmou sem rodeios. ― Vocês poderiam ter...

- Mas não. – Termino, desembrulhando meu sanduíche. – Cara, eu odeio essa comida de coelho.

Foi com um sorriso que Susie colocou o prato de verduras, macarrão e frango no micro-ondas e aqueceu-o. Suspiro com o aroma que encheu o ar.

- A vingança é doce. – Susie deixou o prato em frente a mim e sentou-se.

- Isso é golpe baixo, mau e tudo mais. – Murmurei. Olhando para baixo da minha barriga suavemente cheinha e coxas um pouco roliças sob a parte superior do uniforme de enfermeira, eu suspirei.

- Oh... – Miley disse. – Ela está com aquele olhar de novo. 

Pegando um macarrão com o garfo, Susie deu de ombros. 

- Ei, nenhuma simpatia aqui. Ela me deixou com Min Jung Dae.

- Eu nunca disse para você vir quando ele estava gritando, – Apontei.

- Sim, bem, pelo menos tenho o conhecimento de que terei uma sessão de sexo louco com Hyungsik para restaurar a minha autoestima. 

Suspirando novamente, escolho os brotos de feijão para fora do sanduíche. 

- Inferno.

Susie olhou para cima. 

- ________... 

- Não se preocupe. 

- É claro que me preocupo, – Miley disse sem rodeios. – Desde que descobri que você é virgem, estamos preocupadas. 

- Morrer virgem. – Susie estremeceu.

- Bem, não é como se estivesse indo conseguir uma desvirginização a qualquer momento na vida. Porra.

- Há uma palavra como desvirginização? - Miley perguntava.

- Esqueça isso. – Susie acenou com o garfo em minha direção. – Você precisa sair mais. Conheça mais caras. 

- Passei o ano passado inteiro sendo arrastada para clubes, e o inferno sabe lá onde mais. – Eu lancei o sanduíche no prato com um suspiro. – Você, é claro, tem qualquer homem de boa aparência à vista. 

- Por que “é claro”? 

- Porque você é um ímã de luxúria. - Miley respondeu sem rodeios.

- E você não pode falar nada. – Pegando a caneca de café quente, aceno-o até que estava em perigo de derramar mais. ― Você deve se oferecer mais do que um aumento de salário mínimo. 

- Bem...

- E agora você está envolvida e Susie tem um namorado. Mais uma vez. 

- ________, qualquer homem teria de estar fora de sua mente para não querer você. – Susie começou.

- Ah, vamos! – Eu enfiei a barriga macia com o dedo indicador. – Eu sou gorda em questão de padrão coreano e tenho vinte cinco anos. Nenhum homem me quer. 

- Isso não é verdade. 

- É claro que é uma sangrenta verdade! Quantas vezes foi que eu peguei um homem no clube? Quando um homem mostra interesse em mim? 

- Você tem muitos amigos do sexo masculino. 

- Amigos. Amigos! – Eu paro de falar quando um funcionário do hospital olhou para dentro da porta e ao redor em busca de alguém antes de recuar novamente. – Amigos, Susie. Os homens querem ser meus amigos, não meus amantes.

Miley e Susie se entreolharam. Eu suspiro e apoiou o queixo em um punho. 

- Eu não tenho inveja de vocês duas. Nós temos sido amigas por anos. É só... 

- Você quer ser amada, ― disse Miley.

- Não. Sim. 

- Decisivo, – afirmou Susie.

- Eu quero...

- Um homem.

- Exatamente. – afirmei.

- Estamos tentando, querida. ― Miley afogou-me a mão. – Há alguns novos médicos que vêm para a cidade e vamos vê-los aqui. Talvez um deles? 

- Você não entende. – Respirando fundo, empurrei a caneca de café à distância. Se fosse qualquer outra pessoa, mas as minhas duas amigas, eu não teria tido o bom senso para falar o que pensava. – Eu já desisti de encontrar um homem que me ame. – Quando Susie abriu a boca para protestar, levantei a mão. – Tudo que quero é saber como é ser realizada. Beijada. Ter relações sexuais. – Ok, talvez eu esteja querendo um pouco longe demais, especialmente no trabalho.

- Isso é tudo? – Os olhos de Susie tinham ampliado.

- Sim.

- Eu posso consertar isso.

- Você pode? – Tanto eu e Miley perguntamos ao mesmo tempo.

Antes que Susie pudesse responder, quatro enfermeiras entraram, uma delas a chefe. Sentaram-se à mesa, conversando entre si.

Susie piscou para mim. Miley parecia duvidosa. Eu queria saber o que diabo Susie estava pensando.

No caminho de volta para a enfermaria, Susie cutucou-me. 

- Miley e eu vamos nos encontrar nesta noite para conversarmos um pouco. 

- Você vai? - Miley questionou.

- Nós vamos. 

- Bom, – Miley disse. – Eu não posso esperar para ouvir o seu plano. 

 Observei minhas amigas desaparecerem pelo corredor e esfrego o queixo. Susie poderia consertar meus anseios? O que na terra minha amiga tinha em mente?

E será que eu realmente queria saber?

 

**~**

 

Sentada de pernas cruzadas no sofá, um romance aberto, virado para baixo em meu colo, olhei melancolicamente para a tela da televisão. O som foi desligado, mas não foi o suficiente para eu saber o que estava acontecendo.

A atriz estava sendo completamente beijada por um ator de dar água na boca. Ele era bonito, ela era bonita. Ambos eram tão sangrentos de bonitos que eu estava doente. Violentamente.

Pegando o controle remoto, aperto o interruptor com mais força do que o necessário e jogou-o de volta no sofá. Agora posso ver meu reflexo na tela escura. Não muito baixa e um pouco de excessos nas curvaturas do meu corpo. Bobagem.

Em toda a minha vida tive amigos da espécie machos. Amigos e nada mais. Eu era a companheira de todos, nenhum amante. Só fui beijada duas vezes em minha vida inteira. Uma vez por um adolescente super-sexuado na escola, e da outra vez em minha festa de quinze anos pelo Romeo encantado, que vivia na casa ao lado.

Que momentos estrela de ouro.

Agora tenho vinte e cinco anos de idade e virgem.

- Não é que não quero ser uma virgem, – digo para Rosie e Wille, que foram ambos pendendo de volta no outro sofá em frente a mim. – Eu só quero, por uma vez, me sentir realizada. Tocada. Beijada. 

Rosie piscou os olhos de ouro para mim e Wille bocejou.

Ignorando seus desinteresses óbvios, continuei. 

- É pedir muito? Em todo lugar que olho, homens e mulheres estão saindo. Beijando. Tocando. Eu não estou. É pedir muito? Eu não quero morrer sem saber, apenas uma vez, como é fazer amor. 

- E você não precisa. – disse uma voz alegre atrás de mim. 

Eu quase caio do sofá. 

- Sinos do inferno!

Susie se sentou no sofá ao meu lado.

- Basta entrar direto, por que não? – suspirei. – Você me ouviu falando com os gatos, não é? 

- Amada, nós duas ouvimos. – Miley empoleirou no braço do sofá oposto. Seus olhos estavam sonhadores.

Eu fiz uma careta. 

- Ben pulou em seus ossos quando chegou em casa, não foi? 

- É. Cara, ele é tão bom. – Miley sorriu.

- Fico feliz em ouvir isso... pela quinquagésima vez.  

- Se você tem isso, tem que se gabar. 

- Esqueça-a. – Susie acenou com a mão para Miley. – ________, eu tenho a resposta para seus problemas. 

- E isso é o que? 

- Você precisa contratar um acompanhante. 

- Para quê? Para ir a uma dança? 

- Não, mulher. Um acompanhante masculino. Um macho... 

- Sim? O que? 

- Prostituto, ou para ser mais sutil, um acompanhante masculino. – Miley explicou.

- Um acompanhante masculino? – Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. - Você está brincando comigo? Um garoto de programa? 

Susie assentiu ansiosamente.

- Você acha que eu deveria contratar um homem prostituto? 

Miley franziu a testa.

- Eu não acho que ela está levando isso muito na boa. 

Direciono meus olhos para ela. 

- Um prostituto? Quero dizer... Miley! 

Recostando-me no sofá, Susie arrancou o livro do meu colo e começou a leitura. 

- O que temos aqui? Ah, sim, picante cena de amor esquentando. Ele tocou-a, aumentando a umidade sobre seu clitóris, encontrou o...

- Dê-me isso! – Arranco o livro da mão de Susie, e coloco-o atrás de mim debaixo da almofada. – E explique a sua sugestão para mim. 

Ainda não consigo acreditar que tinha ouvido corretamente. Principalmente porque fiquei entretida com a ideia um par de vezes. Como no meio da noite. Entretida, mas não a sério. Mais ou menos. Ouvindo uma de minhas melhores amigas sugerirem que eu...

- Diga-me. – Susie pegou o controle remoto. - O que você estava fazendo com isto durante a leitura da cena de sexo? 

- Desliguei a TV. 

Miley riu.

- Esqueça o controle remoto. – cruzo os braços. – Acompanhante masculino? 

- Ei, eu pensei que era uma ideia estúpida, também, – disse Miley. – Mas apenas ouça. Não soa tão ruim, o que é um grande choque, vindo de Susie, a vaca.

- Ah, isso foi rico, vindo de você que acaba de transar descaradamente o suficiente para se gabar para nós. 

- Garoto de programa? – Eu sondei, sabendo que, se eu não interrompesse as duas meninas iriam acabar discutindo.

- Oh Sim. - Susie sorriu. – Por que você não apenas contrata um garoto de programa para a noite?

- Ah. – franzi os lábios. – Contrate um para a noite, hein? Você está louca? 

- Nem um pouco.  ________, você é a única que está descontente por ter vinte e cinco anos e ser uma virgem. 

- Errado! – Eu faço uma careta. – Vinte e cinco posso lidar. Ser virgem... não é a virgindade, Susie, é.... é.... – procuro as palavras.

- Sentir-se realizada, beijada e fazer amor?  

Eu suspiro profundamente. 

- Você ouviu cada palavra que eu disse para os gatos, não é? 

- Sim. – Susie levantou as sobrancelhas. – Você não pode encontrar um homem para fazer isso, então contrate um para fazer isso. 

- Porra, isso é frio demais. – respondeu Miley quando eu só podia olhar para minha amiga.

- Fato apenas, Miley. – Susie deu de ombros. – Este não é o momento de doçura. 

- Você não está brincando. – finalmente consegui falar. – Enfie a faca um pouco mais, por que não? 

Susie recusou-se a ser envergonhada. Em vez disso, sua expressão foi determinada. 

- ________, você é uma mulher adulta. Este não é o momento de ser modesta. Você quer o que ninguém ainda deu a você. Por que não comprar? 

- Quanto desesperada você acha que estou? – estalei.

- Eu pensei que você estava olhando para Min Jung Dae um pouco com fome no outro dia. 

- Eu diria que isso passa além do desespero. - Miley estremeceu.

Apenas olhei para ela.

- Agora pense sobre isso. – disse Susie. – Um monte de mulheres profissionais contrata acompanhantes masculinos. Elas estão ocupadas, não têm tempo para relacionamentos. Contratam um macho por algumas horas, e conseguem um acompanhante.

- Tenha uma boa e quente trepada... – Miley interrompeu.

- Tenha um beijo, carinho e faça amor. – Susie terminou. – O que há de errado com isso? 

- O que poderia estar bem com isso? - Eu exigi. Não posso acreditar que estava ouvindo essa ideia.

- Tudo. – respondeu Susie. – Você pode procurar pelo tipo de cara que faz sua calcinha ficar molhada. De cabelos curtos, cabelos escuros, cabelos compridos, olhos negros e bem construído.

- Bem dotado. – Miley acrescentou.

- Dotado como um cavalo. – Susie assentiu. – Você pode contratar o amante de seus sonhos por algumas horas ou a maldita da noite toda. 

Eu balancei a cabeça. 

- Olha, eu realmente não...

- Sim, você tem. – Susie teve um pequeno sorriso em seu rosto. – Eles são especialistas em seus empregos, não se preocupam com a sua forma ou nada. Seu trabalho é todo para agradá-la. Você, ________. Você pode ter essa proximidade.

- Eu não acho que é a mesma coisa. 

- É o que você quer. Beijar, ser segurada, fazer amor. 

- Bem, sim, mas...

- Então qual é o problema? 

Percorro meus olhos para minhas duas amigas, que olharam bem para mim.

- Doenças? – Eu finalmente sugeri fracamente.

- Saúde verificada. Preservativos. 

- Sim, mas...

- Tenha o seu próprio abastecimento. – Miley disse. – Além disso, você não tem nenhuma garantia com qualquer cara hoje em dia. 

- E sobre o Ben? 

- Ben tem se cuidado, confie em mim. Um monte de caras tem. 

- E as mulheres. – Susie acrescentou.

- Você sabe. – disse Miley. – Ouça a vaca da Susie, ________.

- Aqui para você. – Susie deu a Miley o dedo do meio.

- Charmoso. 

Eu balanço a cabeça novamente. 

- Olha, eu sei que você está tentando ajudar, mas não estou tão certa de que esta é uma boa ideia. 

- Vamos lá, o que mais você poderia opor-se? 

- Como sobre alguém descobrir? – Isso era algo de que eu não podia suportar a ideia. – E se a minha irmã e meu cunhado descobrirem? Bom Deus, e se meus pais descobrirem? 

- Os acompanhantes são discretos.

- Como você sabe disso?  

Susie franziu os lábios, depois deu de ombros. 

- Oh, droga. Eu já contratei um garoto de programa. 

Miley e eu olhamos para ela.

- Você o quê? – A minha boca caiu. – Você? 

- Ei, eu estava no meio de relacionamentos e estava sozinha. Eu só queria um pouco de companhia, muito parecido com o que você quer. – Ela cruzou as pernas despreocupadamente. – É por isso que estou em condições de lhe dar essa informação. 

Olhei para ela. Susie era bonita, com o cabelo loiro grosso, grandes olhos azuis que na verdade eram lentes e uma figura baixinha. Ela tinha homens ofegantes sobre ela onde quer que fosse. E ela contratou um garoto de programa?

- Não fique tão chocada. – Susie sorriu. – Eu consegui o que queria. Um bem dotado, macho de boa aparência que serviu meus caprichos. Meus caprichos. Eu o contratei cerca de cinco vezes em duas semanas, e valeu a pena. 

- Será que você o contrataria de novo? – Miley perguntou com curiosidade fascinada.

- Se eu não tivesse um namorado? – Susie pensou consigo mesma. – Bem, com certeza, se eu quisesse. 

- Como se sentiu com ele? 

- Quente. Como a ________.

- Ei! - Eu fiz uma careta. – Eu não estou com tesão. 

- Querida, você é virgem com vinte e cinco anos de idade, o sexo está em toda a sua mente. Confie em mim, você está com tesão. 

- Merda.

Miley riu.

- Então, como seria? – Susie perguntou. – Acompanhante masculino? 

- Bem, eu não sei. 

- Pegue o que você quer, ou espere mais 25 anos. 

- Eu vou ter teias de aranha até lá.

- Você não vai se lembrar para que serve então, você quer dizer. – Miley corrigiu.

- Alguma vez você já contratou um garoto de programa? – Questionei.

- Não. Mas, então, eu tenho Ben. 

- Bem, o que dizer antes de Ben? 

- Eu tive outros namorados. 

- E se você não tivesse tido outros namorados? – Eu persisti. – E se você não tivesse o Ben? 

- Bem... sim, eu ia pensar nisso. – As bochechas de Miley coraram.

- Lá vai você! – Susie disse triunfante. – Vamos para um acompanhante masculino. 

- O quê? Não! – Nego com a cabeça.

- Vamos lá, então. Hipoteticamente, o que você pediria? – Miley perguntou.

- Miley...

- Hipoteticamente. Eu pediria um homem de vinte e poucos anos, cabelo castanho curto, trabalhado como um tijolo. 

- Que romântico. – Susie fez uma careta. – Eu gostaria de pedir um homem mais velho, mais experiente. Cabelo preto. Magro, mas forte.  

Miley olhou com expectativa para mim.

- O que? – Eu estava me sentindo um pouco perturbada.

- Quem você contrataria como sua máquina de prazer? 

Máquina de prazer? Isso tinha um som tentador. 

- Bem... 

- Sim? – Susie e Miley olharam ansiosamente para mim.

- Bem, eu acho que ia perguntar por um homem com curtos cabelos escuros, mas tem que ser puro e limpo. 

- É claro. – Susie estremeceu. – Sujo e despenteado, eca.

- Características fortes. Olhos penetrantes. Lábios atraentes, mas masculino, sabe? - aquecei enquanto pensava no homem dos meus sonhos. – Eu quero que ele seja bem construído. Alguns músculos iam bem nele. 

- Tem que ter músculos, mas não muito exagerado. – Miley assentiu. 

- Alto. Mãos grandes. 

- Para melhor embalar você, minha querida. – Susie piscou. 

Eu apenas sorri. 

- Grande o suficiente para embalar-me. Dedos longos. 

- Oh sim. – Miley deslizou fora do apoio de braços para a expansão no sofá. – Dedos longos para afagar. Dedos longos, com certeza. 

- Eu acho que estou ficando molhada. – Susie murmurou.

Eu podia imaginá-lo em minha mente. 

- Pernas bem feitas e fortes.

- Você está certa para o bem feito e forte, não é? ― Miley suspirou sonhadora. 

- É. – umedeci os lábios. – Ele seria um verdadeiro garanhão na cama. 

- Talvez eu tenha que ir para casa e saltar em Ben.  

Ficamos em silêncio por alguns minutos. Eu penso em meu homem dos sonhos. Eu poderia contratar um como ele. Contratar meu homem ideal para fazer amor comigo, tocar-me, beijar-me...

- Um telefonema, ________. – Foi quase como se Susie pudesse ler a minha mente. – Um telefonema e o homem de seus sonhos poderia estar aqui em vez de nós. 

- A virgindade se foi. – Miley estalou os dedos. – Beijo, abraço, sexo feito macaco louco.  

Olhei para elas um pouco espantada. 

- Ei, eu não vou pegar o telefone agora e contratar um acompanhante.  

Miley suspirou. 

- Eu disse que ela não iria concordar. 

- Não de imediato, talvez mais tarde. – os olhos de Susie brilharam. – Agora você tem a ideia amiga, você pode pensar sobre ela a noite toda. 

- Eu não sei...

- Você tem tempo. – Susie levantou-se. – O resto de sua vida, na verdade. 

- Sim. – Miley desdobrou seu corpo fino do sofá. – Só não deixe muito tempo passar ou a sua vagina vai enferrujar-se. 

- Você é tão vulgar, às vezes. – levantei-me também. 

Susie bateu em meu ombro. 

- Só me prometa que vai pensar sobre isso. 

- Eu vou pensar sobre isso. – Não.

Susie olhou atentamente para mim, uma expressão engraçada no rosto. Então ela assentiu. 

- Bem, tenho que ir e comprar alguns mantimentos para o chá. Encontro você no trabalho amanhã. 

- Ok.

Em pé na varanda, vejo minhas amigas saírem e fico olhando para o jardim. Contratar um garoto de programa? Ridículo. Não havia nenhuma maneira que eu pudesse contratar um acompanhante. 

Poderia? 

Entro, fechando a porta com um estalo decisivo, mas meus movimentos de volta para a sala eram lentos. Pegando o romance, olho para a capa. 

O herói e a heroína entrelaçados em um abraço quente. Algo que eu nunca tinha experimentado em minha vida. 

Seu trabalho é para agrada-lhe. Você, ________. Você pode ter essa proximidade. As palavras de Susie ecoaram em minha mente.

Indo para o quarto, olhei-me no espelho. A mulher que vejo era mediana, além do tamanho, umas curvas excessivamente sopradas. Ela tinha um cabelo bonito, grosso, escuros e saltitante, e seus olhos eram bonitos, como lhe haviam dito uma vez. Não é bem azul ou marrom, apenas uma sombra entre cada um, delineado com cílios pretos grossos. Mas não havia nada de notável sobre seu rosto.  

Ela era simples de uma forma bonita, ou de uma forma muito simples, no entanto olhavam para ela.

Eu suspiro, uma onda de saudade passando por mim. 

Nenhum homem jamais a achou bonita o suficiente para prosseguir. Para beijar e abraçar e querer a levar para sua cama. Mas um acompanhante masculino... Seu trabalho é para agradá-la. Você, ________. Você pode ter essa proximidade. 

Rosie miou em minhas pernas e me fez olhar para baixo e sorrir tristemente. 

- Sim, talvez se tivesse coragem, Rosie, eu o faria. Mas não sou como Susie. Não posso pagar por um homem para fazer amor comigo. 

Naquela noite, na cama, meu homem dos sonhos invadiu meus sonhos mais uma vez, e eu acordei de manhã com o anseio familiar de apenas querer acordar nos braços de um homem. 

Como patética era. Carrancuda, sai da cama e fui para o chuveiro. 

Enquanto a água morna escorria o sabão do meu corpo, as palavras agora familiares passaram por mim. Seu trabalho é para agradá-la. Você, ________. Você pode ter essa proximidade.

 

O agora.

 

E agora aqui estava eu, três dias depois, com uma nomeação para encontrar um homem em um hotel.

Um homem que iria beijar-me, cuidar, e fazer amor comigo.  Um homem que eu tinha pagado para fazer tudo isso, assim como verdadeiramente era? 

Eu olhei para meu reflexo no vidro da janela. Tão real quanto eu provavelmente nunca chegaria. 

- Parece que você tem um encontro com o sexo. 

 

 

 

 

 



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