História Company - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
Exibições 65
Palavras 1.644
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Perdão por qualquer erro, não deu tempo de revisar. Boa leitura!

Capítulo 12 - Borderline.


Fanfic / Fanfiction Company - Capítulo 12 - Borderline.

 

Selena Gomez — 06:00MIN.

Northride. 

 

Justin é como um sonho, eu gosto de passar minhas manhãs com ele, eu gosto de ficar com ele, e por mais que eu não queira, eu acho que agora preciso dele. Tenho Borderline, descobri que tenho essa síndrome quando eu tinha quatorze anos e foi um completo choque em minha vida. Desde então, eu sinto um vazio quase sempre, tenho medo de perder quem eu amo e principalmente, mudo completamente de humor, de uma hora para outra, assim, do nada. Quando conversei ontem com Justin, ele me perguntou o por que da minha pessoa não ser tão receptiva no começo. A resposta é: Se eu não me aproximo das pessoas, menos eu sofro. Porque, bom, eu tenho medo de perder as pessoas, e quanto mais aproximidade eu tenho com ela, mais esse medo vai se alimentando dentro de mim. É muito difícil. 

Quando termino de me trocar, após meu banho, suspiro ao me olhar no espelho, não vejo nada de bom no meu corpo ou em meu rosto, me acho normal, como todas as outras garotas dessa cidade. Me desmancho dos meus pensamentos quando escuto a campainha tocar, desço as escadas e é minha tia que abre a porta, já que meus pais estão viajando. Ele entra, já que é convidado e eu sorrio. Rapidamente, volto para meu quarto, pegando minha bolsa com algumas roupas e volto para a sala, ficando ao lado da poltrona onde o mesmo estava sentado. 

 

— Então este é seu amigo, Selena? — assenti, mas na verdade, minha vontade era de falar que ele é mais que um amigo. — E por que você quer dormir na casa dele? — revirei os olhos, iria começar o interrogatório e eu estava sem paciência alguma para aquilo. 

 

— Porque ele é meu melhor amigo e você sabe, eu não suporto nenhuma daquelas garotas da escola, exceto Vanessa, mas hoje ela está viajando, então, eu acho melhor passar esses dias com ele.

 

— Eu vou deixar você ir só porque gostei dele. — eu virei meu olhar, dando risada com ele. — Usem camisinhas, não quero bebês gerando bebês. 

 

— Pode deixar, titia. — ironizei e ela cerrou os olhos, odiava ser chamada de titia, já que só tinha trinta anos e estava completamente bem fisicamente. — Até nunca mais. 

 

— Não diga isso. — ela abriu a porta, fazendo com que nós dois passássemos por ela. — Tome cuidado, use camisinha, não fume, não beba tanto e divirta-se. — ela deu risada, pois sabia que minha única diversão envolvia bebidas, festas, drogas, música, viagens e sexo, apenas. — Te amo, mamacita. — mandei um beijo no ar após murmurar um "também". Depois de sairmos da linha de visão da minha tia, ele entrelaçou nossas mãos e me deu um selinho demorado. 

 

— Você quer dar uma volta emocionante pela cidade, mamacita? — dei risada e assenti. — Eu te ajudo com isso. — ele colocou o capacete em minha cabeça sem nenhuma dificuldade, com a viseira do capacete ainda aberta, ele me deu o último beijo e a fechou, colocando o seu capacete e subindo na moto, passei meus braços ao redor da sua cintura e cada vez mais que ele acelerava, eu me sentia livre e feliz, encostei minha cabeça perto dos seus ombros, deixando com que o vento batesse em meu rosto, levando meu cabelo consigo. Depois de algum tempo, não nem oembro qual, ele apertou o botão e imediatamente o portão da sua garagem foi aberta e ele estacionou lá dentro. Retirei meu capacete e balancei meus cabelos. — Que sexy, mamacita! — ele deu risada, junto à mim. Abriu uma porta que tinha na garagem que dava acesso à sala. — Seja bem-vinda. — rodeei meu olhar por todo aquele lugar, é bem grande por sinal, mais do que a minha casa, com certeza. — Acho que você prefere conhecer meu quarto, não? 

 

— Ah, sim! — ele pegou em minha mão, me conduzindo até uma escada, quando subimos, nos deparamos com quatro portas, ele entrou em uma e eu o segui. — Seu quarto não é tão desarrumado quanto eu pensei. 

 

— Minha empregada que arrumou. — murmurei um "ah", claro que teria que ser outra pessoa, ele não tem cara, tampouco jeito de quem quer arrumar o quarto.

 

— Sabe aquilo? Músicas para a nossa banda.

 

— Uh, daqui à um mês temos nosso primeiro festival, e depois, votarão em qual é a melhor banda, mas com certeza Sparks vai ganhar, nós somos os melhores em tudo! — ele assentiu. — Você faz músicas sobre o quê? 

 

— Mulheres, amor, sexo, festas, mulheres, já falei mulheres? — assenti e dei risada, assim como ele. Era legal, nós gostávamos das mesmas coisas, ríamos das mesmas coisas, tudo. 

 

— Eu preciso te contar algumas coisas. 

 

— Você tem AIDS? Tudo bem, eu posso tomar coquetel, eu só não quero parar de transar com você. — dei risada e neguei com a cabeça. — Tá legal, estou preocupado. — ele sentou-se em sua cama, me fazendo sentar novamente.

 

— Eu tenho...Borderline! É isso, eu tenho Borderline. — ele engoliu seco, eu não sabia se ele iria me expulsar da sua vida agora ou não, é difícil conviver com quem sofre de Borderline, eu confesso, e eu estava com medo. — Você não vai dizer nada? 

 

— E-eu não sei o que dizer. — gaguejou um pouco, mas logo se recompôs. — Tudo bem, eu quero saber mais sobre isso, me conte. 

 

— Eu tenho transtorno de personalidade, uma hora estou com raiva, a outra estou calma, uma hora ansiosa, a outra totalmente diferente e isso me enlouquece. Sinto como se estivesse um vazio bem grande aqui dentro. — apontei para o meu peito. — Minha autoestima é baixa, eu não me acho bonita, tampouco sexy, nem elegante. E, o que eu mais sofro de todos: Eu sinto que todos vão me abandonar, talvez seja por isso que eu não me aproximei de você antes. — retirei a parte de que me automutilou e tomo remédios em exceção, ele não precisa saber.

 

— Uau, você tem muitas coisas. — dei risada, não levei na ofensiva. — Eu só quero que você saiba que, independente de qualquer coisa, sendo seu amigo ou sendo o que somos hoje, eu sempre estarei quando você precisar, Selena. Eu nunca vou te abandonar. — sorri para ele e ele selou nossos lábios. — Eu não poderia ter companhia melhor hoje. 

 

— Nem eu. 

 

— Você é linda, sexy, legal, você é perfeita. Não deixe com que essa síndrome te contamine, apesar de já contaminar, mas você é linda, se precisar de algo, eu sempre estarei aqui. 

 

— Eu agradeço pelas palavras, mas não é como se eu escolhesse isso. — olhei para baixo e ele pegou em minha mão, me fazendo encara-lo. 

 

— Tudo bem, eu posso te dizer todo dia que nunca vou te abandonar e que você é linda, isso não é problema algum. — desta vez, não sorri do que ele disse e sim para ele, ele estava sendo tudo que eu mais queria em alguém. 

 

— Nós estamos próximos então eu achei que era bom te contar, já que eu tenho meus altos e baixos quase sempre. — ele assentiu e eu dei continuidade. — Mas se você quiser se afastar, eu te entendo, eu também não gostaria de ficar perto de uma louca. 

 

— Eu não vou me afastar de você, Selena. — ele poderia falar isso mil vezes, mas em meus momentos, eu não pensaria nisso. — Eu irei permanecer com você até o final. 

 

— Obrigada. 

 

— Me diga uma coisa, as suas amigas sabem que você tem Borderline? 

 

— No começo, eu tentei evitar, não precisava contar, mas quando me tornei melhor amiga da Vanessa e da Kylie, eu decidi contar para elas, apesar de ser algo muito delicado, eu confio nelas. — talvez ele tenha estranhado eu ter mencionado Kylie, mas ela é uma pessoa importante até hoje. 

 

— Eu não sei o que dizer, nem o que fazer nos seus altos e baixos, mas é apenas isso, eu não vou sair do seu lado. — ele se aproximou e selou nossos lábios, transformando toda aquela superfície em um beijo com a alma, carinhoso e que me transmitia segurança e calma, que era tudo o que eu mais gostava. — Você quer comer alguma coisa? 

 

— Pode ser. — falei um pouco indecisa, já que eu não sou a melhor para escolher coisas. Ele entrelaçou a minha mão com a sua e me levou até a cozinha, sentei-me em uma cadeira com aumento de altura enquanto ele pegava algo na geladeira.

 

— Anna deixou meu jantar, eu a amo tanto. — sorri mostrando os dentes e ele levou o sanduíche até sua boca, mordendo um grande pedaço pela sua fome. Ele passou um prato com a mesma comida, confesso que estava delicioso. 

 

— Anna é uma boa cozinheira. 

 

— Definitivamente. — quando ele acabou, mirou o papel que ele limpou sua boca no lixo, acertando. — Amanhã você terá a sorte de conhecê-la e comer suas comidas. Acho que é por isso que eu estou gordo. — ele levantou sua blusa, mostrando seu abdômen super definido.

 

— Realmente... — mordi os lábios quando pensei em todas as vezes que ele tinha mostrado seu corpo para mim, ou que ele havia tocado no meu, sua risada cessou meus pensamentos. — Muito gordo.

 

Justin Bieber — 00:30MIN

Terraço.

 

Estávamos eu e ela no meu terraço. Deitados, encarando as estrelas e o azul escuro do céu. Ela era diferente quando éramos nós dois, mais precisamente depois da meia-noite. Era nossa hora preferida.

 

Quando ela me contou sobre o Borderline, eu não tive reação alguma. Ela é tão preciosa, com certeza não merece isso. Ela disse que acha que eu vou abandona-la, mas ela não sabe que eu estou gostando da companhia dela e que eu irei ficar ao lado dela. Eu quero cuidar dela e ajudar em seus "altos e baixos". 

 

Ela é linda enquanto encara o céu, ainda mais quando fala suas teorias sobre o universo ou sobre a vida. Eu sinto que nossa história não se acaba assim, ela é como algo que me deixa relaxado e feliz. E não tenho medo de dizer que estou me apaixonando por ela.
 


Notas Finais


Primeiramente, peço perdão pelo tempo. Falei que eu iria postar em quatro dias e postei em três semanas, pois é. São quatro fanfics para atualizar, então perdão.

Eu não sei o número de palavras, então se foi pouco, foi mal.

Até o próximo capítulo, sz.


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