História Compatível - Imagine Park Jimin - Capítulo 1


Escrita por: ~

Visualizações 37
Palavras 1.237
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É minha primeira fanfic, peço desde já peço desculpas pela estrutura da história ruim e erros ortográficos:")
A fanfic não sera sempre ativa!
Quero tbm agradecer a você, Mari que fez a capa da fanfic :3
AVISO:
Eu já havia começado essa fanfic, mas tive uma ideia que se fosse daquele jeito a fanfic ficaria muito estranha, mais do que já é haha

Capítulo 1 - Capítulo um


•S/n on•

Hoje mamãe foi no REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea) para ver se tivemos algum resultado ou se achamos alguém, mas eu já imagino que não, por que sabe né? Brasil, você fica na fila e dificilmente é chamado

Papai me deixou no Colégio e foi pro trabalho, como de costume. Está sendo um dia entediante, como sempre. Todas as aulas foram normais, fora a de Ciências que fomos no laboratório 

-quebra de tempo-


Chego em casa e vejo mamãe na cozinha, vou de encontro com ela e solto um suspiro, vendo que a mesma está chateada, provavelmente por não achar ninguém, de novo.

— Oi mãe - digo a despertando de seus pensamentos 

— Oi filha - ela diz baixo - quando seu pai chegar, queremos conversar com você 

— hm.. ok - Eu não faço ideia do que seja, mas realmente eles estavam estranhos, será que aconteceu algo quando mamãe foi pro REDOME?


Vou para meu quarto, jogando a mochila no chão e deitando na cama. Pego meu celular e vejo as notificações, como não havia nada interessante no momento pra fazer, bloqueio a tela do seu celular e deito com a cabeça na almofada. Tempos depois, vou no banheiro, para tomar um banho quente e longo. Enquanto estou no banho, fico pensando em várias coisas bem aleatórias e começo a cantarolar músicas que estão em minna cabeça. Terminando o banho, pego a toalha e me seca, colocando uma roupa de ficar em casa. Meu pai chega e jantamos. Na mesa de jantar, eu faço menção para me retirar da mesa, mas papai me chama e eu o encaro

— S/n... - murmurou - você sabe q sua mãe foi no REDOME hoje né?

— Sim...

— Então, temos que conversar sério com você - disse com o olhar sério 

— Ok - estranhei sua expressão e o tom da fala, por um momento tive a impressão de algo muito ruim acontecer. Tive um aperto enorme no coração 

— Bom... - começou - desde o ano passado, descobrimos a sua célula maligna, certo? - fiz que sim com a cabeça - Mas, desde então, por mais de todas as procuras, tudo foi em vão. Hoje, como sempre, não adiantou de nada. Eu andava conversando com meu irmão sobre isso, dando sempre notícias. Ele, como médico, me deu uma possível solução: irmos pra onde meu irmão mora.

— Ok - pensei um momento - PERA - me toquei qual tio ele estava falando - O TIO VALDEMAR?

— Sim, é a melhor opção a se seguir. O hospital daqui não nos dá retorno algum, nem temos sinal de uma resposta positiva. Os hospitais da Coréia são muito melhores, e pelo que estava conversando com meu irmão, há várias doações lá, talvez alguma seja compatível. Se não for, de qualquer jeito, a qualidade de vida lá é melhor. Entende o que estou falando, S/n

— É muita coisa do nada - dizia assustada, porém transparência calma em minha fala, já que notei que papai andava estranho em relação a mim - posso ir pro meu quarto? É muita coisa pra se assimilar 

— Claro - dizia com uma expressão triste, acho que ele pensava que eu ia ficar feliz. Lhe dei um abraço, afinal, ele não fez pelo meu mal, é exatamente o oposto. Não é uma ideia ruim, mas eu tenho muito medo, uma nova vida, começar do zero...


Subo para meu quarto com a cabeça explodindo. Me deito em minha cama e tomo um banho quente, pra tentar amenizar a situação. Ponho um pijama confortável e deito. Fico pensando em tudo e o sonho começa a vir. Durmo e acordo bem cedo, de algum modo acho que estou ansiosa, não sei o porquê mas acho que alguma coisa está por vir. Bom, me arrumo para a escola e tomo meu café da manhã. Quando a mamãe acorda, ela vem falar comigo sobre o assunto de ontem. Ela, devido as coisas aqui , terá de ficar mais algum tempo no Brasil enquanto eu e papai iremos primeiro, e depois de alguns meses ela ir pra lá. Eu não gostei nada dessa ideia, mas é o único jeito. Sobre a viagem: Eu e papai vamos daqui a 3 semanas. Só preciso levar minhas roupas e os móveis a minha mãe irá dar um jeito, ou talvez se for a forma mais viável, mamãe venderá a casa. Eu não gostei dessa ideia, pensei que iríamos voltar depois de algum tempo... esse, de fato, é só o começo de uma vida nova.

Vou para a escola de onibus, já que papai está resolvendo as coisas durante essas semanas e não pode me levar ao colégio. Como cheguei em cima da hora, vou direto pra sala. Deixo minha mochila em minha carteira e vou até meu único e melhor amigo, Jihyun. Coincidentemente ele tem descendência coreana e, ele diz várias expressões e palavras em coreano, me permitindo saber algumas coisas em coreano. 

— S/n... - disse com expressão triste é séria 

— Oi - respondi com um tom de preocupação 

— Bom, tenho uma coisa pra te dizer 

— Ah, eu também tenho - ele me fez recordar sobre o assunto da Coréia

— Então, na próxima semana começa as férias certo

— Sim

— E você sabe que nas férias eu sempre vou pra Coréia certo?

— Sim - comecei a ficar muito feliz, e ele não estava entendendo 

— Eu vou me mudar pra Coréia, porque meu irmão mais novo precisa de força com uns assuntos 

— Tá, então agora eu conto o que preciso te falar - comecei - você sabe sobre meu quadro de saúde, certo?

— Sim - ele disse, franzido o cenho 

— Então, meu pai, ontem, me disse que vamos se mudar pra Coréia ja que os hospitais de lá são melhores e já que o irmão de meu pai se casou com uma coreana, é mora lá. Como ele médico, pode facilitar muito as coisas

— Mentira... - ele abriu a boca, incrédulo, enquanto arregalava seus olhos

— Meu deus, isso é muito coincidência 

— Verdade

— AÍ MEU DEUS, S/N - disse quase gritando, enquanto me abraçava 

— Eu sei, eu sei - retribui o abraço

.
.
.

Estávamos indo pro aeroporto, e já que Jihyun também ia pra coreia, mudamos o dia do vôo pro mesmo dia que o dele. Pegamos um uber, já que vendemos o carro do papai e a mamãe ficou com o dela. Estávamos conversando sobre o Jihyun ir também também ir pra Coréia. Ele achou ótimo, já que ele pode nos ajudar. O uber chegou e pegamos um carrinho de malas, colocando as nossas nele. Botamos as malas na esteira e esperamos nosso vôo no nosso portão. Me desesperei por faltar apenas 15 minutos e não achar Jihyun de jeito nenhum. Eu ligo pra ele mas ele não me atende. Quem ele pensa que é pra me preocupar assim?
Entro no avião e vejo um vulto correndo pra dentro. Tinha que ser: Jihyun. Ele nunca chega na hora, eu ainda vou matar esse menino. Ele chega com um sorriso e eu fecho a cara. Ele pede desculpas e se senta ao meu lado. Dou um tapa em seu braço e ele resmunga, se desculpando pelo atraso. Eu semicerro os olhos em sua direção mas ele apenas dá de ombros. Durante a viagem eu fiquei escutando música onversando com Jihyun. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...