História Complexidade - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Lewis Hamilton, Ryan Butler
Personagens Justin Bieber, Lewis Hamilton, Personagens Originais, Ryan Butler
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Palavras 2.076
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Você é perturbado como eu?

Capítulo 1 - Are you deranged like me?


Fanfic / Fanfiction Complexidade - Capítulo 1 - Are you deranged like me?

A água me aquece...

O mundo grita...

As vozes acordaram...

Não há o que fazer...

Estou condenada...

Não é brincadeira...

A vida me pegou uma peça...

No momento que nasci...

Desviei da estrada...

Caminho pela Vila das decepções...

Estou perdida no mundo real...

Estou perdida na minha cabeça...

Sem condição de levantar da cama...



Entro naquela escola com melhor sorriso estampado na cara. Posso ser totalmente falsa nesse ponto mas ninguém enxerga minha dor e isso está me corroendo por dentro. Caminho entre garotos que são totalmente desejáveis à garotas mais mimadas da cidade. É até engraçado eles acharem que tenho alguma auto-estima, mas eu me vejo como um cartaz de papelão, estou alí e todos me vêem mas ninguém realmente sente que estou alí.

Amigos? Nenhum... Colegas? A maioria dizem ser... Conhecido? Todos... Alguém que se importa com você? Nunca conheci...

Corredores cheios, nerds sendo colocados dentro dos armários pelos populares, pessoas correndo para não se atrasar para as aulas, líderes de torcida se jogando nos garotos. E lá no final do corredor vinha ele... Justin... sonho de consumo da maioria mas não de mim, apenas gosto de olha-lo e ver sua coragem de viver a vida do melhor jeito possível. Ele me olhou rapidamente mas não liguei, sou só um cartaz de papelão feito para olharem mas nunca para conversarem.

Caminhei devagar até a sala de aula que não havia ninguém. Sentei na última fileira na quarta cadeira exatamente ao lado da enorme janela de vidro que me dava a visão da gigantesca floresta de árvores altas. Coloquei meus fones e botei na música "DO RE MI" e abaixei a cabeça tirando um leve cochilo. Acordei com um barulho irritante na minha mesa, levantei a cabeça e tive a visão da sala cheia e rindo e a professora Cooper na minha frente com uma cara horrível.

- Senhorita Rose, dormir em sala de aula é totalmente inapropriado! Quero que se retire da minha sala! - Falou em autoritário

Olhei para o lado e a maioria dormia e ela veio implicar logo comigo? Essas são as pequenas implicâncias da vida que vão acabando com você...

Me levantei devagar e comecei a caminhar até a porta. Teria saído se sua voz não entrasse pelos meus ouvidos fazendo com que eu parasse para escuta-la.

- Não vai nem argumentar? - perguntou debochando

- Eu errei e agora essa é a consequência - falei calmamente mas ela entendeu como uma afronta

- Eu acho melhor ficar QUIETA E SEGUIR SEU CAMINHO ANTES QUE LHE MANDE PARA SECRETARIA - Gritou fazendo com que os murmúrios da sala começassem.

Quer uma dica sobre a vida? Os mais fracos e indefesos sempre são os punidos enquanto os que esbanjam testosterona são as cabeças que dizem ser o orgulho da nossa nação. Não importa a idade, dos mais novos aos mais velhos... ser não haver poder em suas mãos, nunca será respeitado.

Saí daquela sala confusa, tentando encontrar o motivo de tanta grosseria. Estava perdida em minha cabeça e ilusões quando acabo sentindo um vento frio e sentimento de que estou sendo vigiada. Eu simplesmente não ligo de estar sendo perseguida, estou vivendo no "EU NÃO LIGO" e eu sei que isso é errado... está me matando para falar a verdade.

Estou caminhando pelos corredores de cabeça baixa com aquela vontade de gritar, berrar, se libertar mas é tudo mais complexo. A vida é complexa e erros são inevitáveis, mas quando você acha que foi um erro ter nascido? Minha cabeça é muito mais do que pensar em suicídio... é muito mais complexo.

        Me deitei no enorme gramado do Campo de futebol americano e eu podia sentir que alguém estava perto, mas não conseguia sentir medo pelo simples fato que eu já disse... Eu não ligo.

Faltava exatamente trinta e dois minutos e seis segundos para a próxima aula que não faço ideia de qual seja. Tirei uma flor que estava plantada no chão e analisei aquela rosa vermelha. Espremi aquela flor em minhas mãos e sua coloração ficou em minha pele parecendo sangue. Ao olhar minhas mãos automaticamente olhei meus pulsos com cortes de dois anos atrás. Será que se eu não me matar, minha cabeça irá corroer meus órgãos inteiros até chegar a última fonte de vida... o coração?

Eu sei que estou caindo, mas como vou me levantar sem um motivo? Infelizmente não posso prever o futuro e o destino se tornou uma dádiva incontestável na qual espero pela vida ou morte. O pior que quando você se acostuma realmente com a dor, não há nada que possa aliviar... Você não consegue nem mais chorar. No que adianta viver escuridão se você tem medo de escuro?

Povs Justin

Ela está se acabando aos poucos... e ninguém vê... Sorrisos falsos são expostos em seu rosto. Sua felicidade é maior mentira demonstrada por ela.

Sou apaixonado por ela e não posso tira-la dessa dor. Se eu ainda fosse humano... Mas perdi essa dádiva. Me transformei em monstro sugador de sangue. Dizem que sou um vampiro mas seria muito fofo da minha parte dizer que sou igual da saga crepúsculo que só bebe sangue de animais, mas é mentira. Esse ano completo cento e cinco anos, velho não?

Nesse momento estou atrás de uma árvore observando minha amada Clare massacrando uma bela rosa vermelha. Seus pensamentos são totalmente obscuros, como se não houvesse luz no fim do túnel... ah querida, você está viva, sempre há luz no fim do túnel. Engraçado é ela saber que está sendo perseguida e não estar nem aí, nem se quer olhou para trás.

Infelizmente meu único medo é perder o controle e acabar matando ela. Seu sangue é um tanto desejável e não há quem mude isso. Para mim, seu sangue sempre será o mais valioso por dois motivos...

Primeiro: Por ser o sangue dela.

Segundo: Eu nunca poderei experimentar ou ela morrerá.

O terrível sinal tocou e ela se quer moveu algum músculo... parece que alguém vai matar aula. Mas ela é certinha e em três segundos se levantou e caminhou até a sala... doce e com tantos problemas que a torna tão única.

Por que eu a amo? Pelo simples fato dela ser tão... complexa.

Povs Clare

Aulas se passaram, saí da escola à caminho da felicidade... Mas não é verdade. Saí de um lugar conturbado para ir pra outro... minha casa. Em passos lentos caminho até o lugar que não me convém chamar de lar, na minha opinião, aquilo é apenas uma casa na qual eu durmo e tenho que escutar brigas todo santo dia. Abri a porta s casa e por sorte e pelo meu reflexo, pude ver uma garrafa de vodka vindo em minha direção, logo desviei e ela quebrou ao cair no chão da varanda de casa. E novamente a gritaria começou... meu pai chegando agora em casa com cheiro de mulheres, minha mãe alcoolizada e descontrolada, meu irmão mais velho afundando a cabeça na privada da minha irmã mais nova que também não é flor que se cheire. Tudo tão... conturbado.

Subi as escadas indo direto para meu quarto, infelizmente me acostumei com esse tipo de situação. Tirei minha roupa e tomei um banho quente... relaxante. Vesti um vestido branco de mangas longas e um tênis branco e coloquei um arco cheio de flores na cabeça. Gosto de me sentir um pequeno anjo no meio de tanta depressão e escuridão. Saí da casa que ainda estava aos berros.

Caminhava pelas ruas pouco movimentadas, o céu escurecia e as pequenas gotas de chuva caíam do céu agora cinza. Cheguei em uma pequena lanchonete da cidade e me sentei no fundo, logo uma garçonete apareceu.

O que vai pedir? - perguntou com um sorriso que eu sei que está estampado na sua cara somente para trazer clientes para o local.

Milkshake de morango - falei calmamente

Mas é hora do almoço... Não seria melhor algo mais nutritivo? - perguntou como se realmente se importasse com minha saúde.

Eu só quero meu Milkshake - falei simples, não queria ser grossa com ela

Ela apenas assentiu e saiu para pegar meu pedido. Coloquei meus fones e ouvido e fiquei escutando " Everybody wants to rule the world " enquanto meu pedido não chegava.

Povs Justin

Saí para caçar junto ao Ryan que também é um vampiro. Ryan desastrado como sempre, acaba tropessando e caindo com tudo no chão, claro que comecei a rir dele. Nem como vampiro as pessoas param de ser desastradas. Ao levantar ele me olha com uma cara muito feia como se me afetasse.

Não é a sua humana? - Ryan perguntou olhando pra dentro da lanchonete do outro lado da rua

Eu acho que vou falar com ela - falei tentando ter a coragem de ir até lá

Tá na hora né? - Falou rindo

Atravessei a rua e entrei na lanchonete, ela nem percebeu que alguém entrou no estabelecimento, sua cabeça não pensava em nada... Ela estava em paz. Caminhei lentamente até ela e a mesma nem se moveu por não ter me visto.

Posso me sentar aqui? - perguntei com um sorriso amigável. Ela olhou para os lados certificando se não havia outro lugar para me sentar. Provavelmente ela me dará um fora.

Claro - Falou amigavelmente. Me surpreendeu

Você é bem tímida? - perguntei avaliando ela

Não... apenas não gosto que me julguem - Falou e parou porque a garçonete veio lhe entregar seu milkshake e perguntou se queria algo, apenas neguei. Quando foi embora prossegui...

Nem todos irão lhe julgar - falei tentando mudar sua perspetiva das pessoas

Vão sim... pessoas diferentes nunca serão aceitas no nosso mundo - deu uma pausa para beber seu milkshake e se alinhou na cadeira se animando um pouco - Ninguém quer seu bem... só querem que estarem bem. Pensamos tanto em si mesmo que isso acaba virando a única coisa que importa. Então... nasce uma casca dura de grosserias e o amor... Não existe em seu coração. E quem ainda tem um coração... ainda tem gentilezas... Não é aceito, pelo contrário, é punido pela sociedade... - falou e voltou a beber seu milkshake

O mundo não é cruel Clare... o que tem nele que é - falei já sentindo sua dor

Eu sei... o mundo é lindo - deu um pequeno sorriso - Como você sabe meu nome? - perguntou com um sorriso brincalhão

Sou da sua sala - falei óbvio - Você não sabe meu nome?

Sei sim, mas não irei pronuncia-lo - Falou normalmente

Por que não? - perguntei curioso

Não sou digna - Falou com um lindo sorriso

Como assim? - perguntei confuso

Nomes são escolhidos ao nascermos, tornando algo para lhe identificar mesmo muitos tendo o mesmo nome - Falou tentando explicar seu raciocínio - Seu nome de um jeito ou de outro é somente seu... ninguém pode mudar nem nada. Fazendo com que uma palavra te torne único. Não sou digna de pronunciar seu nome a menos que me permita... pois é seu e você pode escolher que devo falar ou não - Falou e em seus pensamentos ela tinha medo de mim chama-la maluca.

Você é digna de pronunciar meu nome - Ela me olhou surpresa - Eu sou digno de dizer seu nome?

Sim... obrigada por perguntar - Senti seu coração acelerando

Eu aprendi uma coisa com Clare... coisas simples são mais importantes que poder. A vida pode estar a melhor possível mas nunca estará completa, pois as coisas simples serão trocadas pelo dinheiro e o amor... bom, esse será extinto.

Quando ela acabou de beber seu milkshake e pagou a moça do balcão saímos do local e estava chovendo muito, mas Clare não se importou. Clare tem algo especial, até a chuva ela considera a coisa mais divertida do mundo. Gostaria de conhece-la melhor, saber simplesmente de tudo, amores, ódios, prazeres ocultos, tudo que a torna uma pessoa na qual eu pela primeira vez conversei. No entanto há um problema, sempre tem um problema, sou extremamente viciado em seu sangue e por mais que negue, é uma tentação. 



Gasoline

E todas as pessoas dizem

"Você não pode acordar, isto não é um sonho

Você é parte de uma máquina, não é um ser humano

Com seu rosto todo maquiado, vivendo numa tela

Com a auto-estima baixa, então você funciona a gasolina"

(Oh, ooh oh, ooh oh, oh)

Acho que há uma falha em meu código (Oh, ooh oh, ooh oh, oh)

Estas vozes não me deixam sozinha


Notas Finais


Ü


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