História Complexo 》 EXO - Capítulo 7


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Cho Seung Yeon, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chansoo, Chanyeol, Chen, Exo, Kai, Kaisoo, Kris Wu, Kyungsoo, Lay, Luhan, Luizinho, Luizy, Sehun, Sekai, Subin, Suho, Tao, Xiumin
Visualizações 35
Palavras 1.542
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - II


Lay ficou feliz em saber que poderia voltar para sua equipe, sentia falta da animação dos colegas de trabalho e do trabalho que os colegas lhe traziam.

- Finalmente – Kyung o abraçou.

- Olha quem está em casa! – Suho disse se aproximando e dando um beijo no amigo – O que houve? Te expulsaram da China?

- O que? Quem disse isso?

- Ele está brincando, Lay – Kyung sorriu.

- Oh, não brinquem assim – sorriu – Pensei que tinham me expulsado.

Lay entrou para a equipe como pesquisador, mas logo lhe foi atribuído o cargo de psicólogo infantil, ele cuidava e estudava o comportamento de crianças que sofreram diversos abusos.

- Ainda tenho a minha sala? – perguntou aos amigos.

- Sempre terá! – Suho colocou um de seus braços em volta do amigo – Como foi na China?

- Foi difícil, o número de crianças que foram abusadas subiram – coçou a nuca – Esses porcos continuam fazendo os outros sofrerem.

- Algum motivo especial por ter voltado? – Kyung o perguntou – Além de saudades, é claro!

- Verdade, eles não te mandariam de volta apenas por estar com saudades de nós – Suho complementou – O que nos espera?

- Disseram que estavam precisando de um Psicólogo – sorriu – Não hesitei em me candidatar.

- Meninos – Xiumin sorriu – Preciso da senha da conta – olhou de canto para Suho que encarava o Lay e não parecia ter notado o outro amigo ali – Suho?

- Eu?

- Preciso da senha!

- Que senha? – Kyung balançou a cabeça e deu um tapa no braço do amigo – Ah, a senha da conta. Eu já volto!

Pegou o celular da mesa e saiu da sala.

Suho estava no seu limite, o Sr. Lee estava se recusando à passar a senha para seus detetives e isso o deixou mais furioso. Uma coisa que ele não gostava era de enrolação e esse homem estava complicando a vida de seus polícias.

Sr. Lee ainda estava na recepção, mas agora se encontrava sozinho, nenhum de seus seguranças estavam consigo. Ele encarou Suho até que o mesmo chegasse perto dele, olhou para os lados e soltou uma risada.

- Não vou dar a minha senha.

- Então peço, por gentileza, que se retire e nos deixe trabalhar.

- Vocês me tratam como se eu fosse um qualquer – bufou – Estão se achando demais, isso tudo é pela breve fama?

- Não me atrase – Suho se encostou no balcão e subiu as mangas de sua camisa social – Ainda tenho que fazer uma viagem – piscou algumas vezes, balançou a cabeça e encarou o homem que continuava ereto na frente – Minha equipe é maravilhosa, não tenho o que reclamar. Estamos juntos por muito tempo, então, Sr. Lee... O senhor já conheceu o Minseok? Ele é um hacker excepcional, ele pediu que eu viesse até aqui para buscar a senha. Ele foi uma boa pessoa, não foi?

- O que quer dizer com isso? – o olhar do homem mudou.

- Se você não está passando a senha – Suho se curvou e apoiou os braços na bancada – É porquê tem algo para esconder. E se tiver, Sr. Lee, o nosso querido Xiumin irá descobrir.

- 001471012216168889499 – deixou o papel sobre a mesa e saiu deixando Suho satisfeito com a provocação.

Xiumin apareceu sorrindo, piscou para o amigo e pegou o papel.

Ele estava pronto para começar o trabalho, não seria fácil vasculhar a vida de um homem importante diante à política, mas era seu trabalho e precisava fazer isso. Pegou seu notebook e começou o que já deveria ter começado a muito tempo.

**

Kyung foi atrás do Suho e deu de cara com o Kai, o moreno estava sorridente e sereno, a calça preta e a blusa social branca o deixava mais velho do que parecia e dava um ar de Advogado.

- Kim? – D.O. sorriu para o moreno – O que faz aqui? Aconteceu alguma coisa?

- Oh, não – sorriu – Digo, sim.

- Ele vai trabalhar com a gente agora – Baek sorriu – Sabia que o Kai será nosso Papiloscopista?

- Não sabia que desenhava – Kyung sorriu – Bom, sendo assim, seja bem-vindo ao inferno!

- Não fale assim, D.O. – Chanyeol colocou o braço em volta do pescoço do menor – Eu sou o Chanyeol – sorriu para o Kai que retribuiu – O amor da vida do Kyung.

Poderia dizer que Kyung bateu no Chanyeol e o jogou do prédio, porém ele não teve reação. Kai olhou do Chanyeol para Kyung e depois para Baekhyun que ria tampando a boca. Se perguntava porque o novo amigo não havia lhe contado que tinha um namorado e nem que era gay. Aquela frase pegou Kai de surpresa, só deu tempo de forçar um sorriso, afinal, não sabia como reagir.

- Prazer em te conhecer, amor da vida do Kyung – Kai apertou a mão do Chanyeol sorrindo – Obrigado pela recepção.

- Posso te mostrar sua sala – Kyung deu de ombros.

- Não precisa, Kyung – Baek riu – A sala dele é essa! – apontou para uma porta atrás dele, a sala mais próxima recepção.

Kai ficou feliz ao descobrir que teria sua própria sala. No seu antigo emprego tinha que dividir a sala com os polícias e muitas vezes não conseguia se concentrar no rosto que era descrito pelas testemunhas. Ele nem tinha entrado, mas aquela sala já o estava deixando feliz.

- Muito obrigado mais uma vez – disse se curvando para os meninos.

Baek abriu a porta e se encostou na parede – Fique à vontade.

Kai entrou na sua sala e ficou admirado com a decoração.

Kyung lançou um olhar matador para o Chanyeol que desgrudou de seu pescoço rindo.

- Tenho que trabalhar, não é? – Kyung balançou a cabeça para ele – Relatórios?

- Suma antes que eu tenha que fazer um relatório da sua morte – sorriu e Chanyeol correu para sua sala – Você viu o Chen?

- Ele saiu com o Lay – Baek olhou para o relógio na parede e encarou Kyung – Já deu nosso horário, precisamos descansar.

**

Suho ordenou que todos fossem embora, estava tarde e nenhum deles parecia interessado em ir para casa, exceto Xiumin, ele estava com saudades do filho e disse que desta vez não insistiria em ficar. O pequeno Subin morava com a mãe no exterior e visitava o pai sempre que podia. Quando Xiumin estava no trabalho, Subin ficava com D.O. ou até mesmo com o Chen, e quando os três estavam trabalhando o pequeno Subin ficava com a babá.

Xiumin chegou tarde em seu apartamento, o silêncio reinava no local, entrou sem fazer barulhos e dei pequenos passos até o quarto do pequeno, a cama estava vazia e os lençóis bagunçados.

- Eu fui ao banheiro – Subin disse atrás dele – Estou bem.

- Já fez as tarefas? – beijou a cabeça do filho – Já ligou para a sua mãe?

- Sim, pai. Ela me ligou umas três vezes hoje – sorriu passando pelo pai e entrando no quarto – Como foi no trabalho? – deitou na cama e se tapou – Algum caso misterioso?

Subin sempre foi apaixonado em mistérios, para ele, descobrir os assassinos era a melhor diversão. Em seu quarto tem uma enorme parede com informações de assassinato em série. Xiumin adorava a organização do filho, o menino separava os casos em cores, a linha azul indicara casos que envolva extraterrestre, o vermelho humanos, o que ele dizia ser o mais perigoso, e o verde que indicava casos que não foram selecionados no ultimo milênio. Xiumin reparou que no canto direito a foto da Cassandra estrava com um enorme ponto de interrogação e uma linha amarela estava formando uma cruz.

- O que a linha amarela significa? – Xiumin encarou o filho, era a primeira vez que via a linha amarela.

- Tortura – encarou o pai – Seguido de suicídio.

Xiumin sempre dizia para Kyung que talvez Subin fosse novo demais para se envolver em casos assim, o amigo lhe dizia que era um “dom” do garoto e que não adiantaria tentar pará-lo. Todas as vezes que Subin mexia na sua parede, Xiumin via Kyung jovem resolvendo casos da vizinhança. Os dois eram parecidos, tão parecidos que assustava Xiumin.

Por fim, decidiu tomar um banho e deixar o filho descansar. Mas não estava satisfeito com a falta de informação do caso Money, como ele havia nomeado e decidiu vasculhar a conta do Governador.

Colocou o pen drive no notebook e codificou toda informação necessária. Abriu a conta do Sr. Lee sem precisar da senha e procurou por qualquer informação que pudesse passar para os amigos. A conta do Sr. Lee não era “normal” estava cheia, estamos falando de bilhões, e o que deixou Xiumin intrigado foi o fato do Governador se incomodar com apenas 10 milhões.

- Vamos ver seu histórico – coçou a cabeça e colocou os óculos, assim não exigiria demais da visita – Pierre Lee...

Xiumin estava deitado em sua cama com a barriga para baixo, a mão esquerda apoiando o queixo e a direita no mouse. A conta do Sr. Lee estava normal, porém, como um ótimo hacker ele sabia que alguma coisa ali estava errada. Codificou a conta, fez com que pudesse modificar as configurações, aquele pequeno gesto poderia colocar seu emprego em risco, mas precisava arriscar. E foi neste momento, neste pequeno movimento de dois clicks que Xiumin percebeu que a conta que estava mexendo era uma conta falsa.


Notas Finais


Espero que tenham gostado ❤


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