História Complicated - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescência, Contemporâneo, Drama, Dramático, Gravidez, Interessante, Realidade, Romance, Vocabulario
Visualizações 15
Palavras 1.026
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom, esse foi o fim.

Capítulo 5 - Rosas Brancas


Fanfic / Fanfiction Complicated - Capítulo 5 - Rosas Brancas

Lisa sentiu seu coração ir parar na garganta ao ouvir a pergunta de Elliot. O garoto sumira por dias, e agora apareceu tão de repente... E com razão. Ela sabia que mentiu pra ele sobre ele ser o pai, mas não COMO ele poderia saber disso. Então, tudo pareceu fazer mais sentido quando Crista entrou também no restaurante, o seguindo.

- Você deve umas explicações pro Elliot, Liz. – Parecia ainda mais alta e mais altiva enquanto sentava no balcão e encarava a garota de cabelos rosados, que parecia se sentir culpada diante de toda aquela situação. Ela olhou para baixo, e Elliot pareceu ter se acalmado mais, se sentando também.

- Liz, me responde. Por que você- Foi interrompido por Lisa.

- Por que você me traiu? – Ela o cortou rapidamente, apertando o punho em cima da mesa.

- Eu sou quem pergunta! Você me disse que eu tinha sido seu único, e ainda tentou jogar a responsabilidade em cima de mim! Você tem merda na cabeça Lisa? – Exaltou sua voz

- Não grita com ela. – Disse Crista. – Isso é um estabelecimento público, por deus. –

O jovem suspirou, deixando seu corpo largado sobre o balcão de madeira.

- Me desculpa, é que... Foi tão confuso... - Ela disse, quase derramando algumas lágrimas.

Crista pareceu perder um pouco sua paciência.

- Lisa. Quem é o pai? – Ela questionou, e Lisa novamente abaixou a cabeça.

-... –

 

--FLASHBACK—

 

Era uma das noites mais frias do ano, mas provavelmente a mais quente naquela casa no centro da cidade de Nova York, distante apenas á alguns metros da Rua do Alvorecer. Lisa estava lendo seu livro na cozinha, próxima a janela. Não exatamente lendo, pois ela se concentrava mais em observar a neve caindo com a sua particular graciosidade de sempre. Ficava facilmente encantada com os detalhes que os flocos pareciam ter, como se fossem feitos assim, fabricados daquele jeito.

Foi quando Alan desceu as escadas para a cozinha, parecendo estar cansadíssimo. Lisa se levantou.

- Com fome? – Perguntou, indo até a mesa e preparando um sanduíche de queijo quente para o irmão.

Ele apenas assentiu com sua típica expressão de quem virara a noite trabalhando. Olhos cansados, ombros caídos, boca seca. Lisa se aproximou e se sentou ao seu lado, enquanto o sanduíche ficava na sanduicheira.

- Você não devia passar a noite trabalhando, Al. – Comentou, olhando pra baixo. – Você pode adoecer, já conversamos sobre isso. –

Ele ergueu sua cabeça para ela, coçando a nuca e dando-lhe um sorriso.

- Eu to bem, relaxa. Nós vamos ficar bem, eu prometo. –

- Eu acredito em você Al... –

Eles se entreolharam, paralisando-se por uns segundos.

- Me desculpe, eu... Devo estar realmente cansado. – Ele disse, mas lisa não parou de fitá-lo. Foi então que ele pode, dentro de tantos dias sem esse tipo de momento, notar o brilho de seus olhos. Ela o olhava com certa admiração, talvez até desejo. Algo estaria surgindo entre aqueles olhares, algo que eles não saberiam compreender.

E realmente, não compreenderam.

Lisa aproximou seu rosto do de Alan, que recuou devagar. Eles continuaram se olhando sem dizer uma palavra, pois sabiam que esse tipo de sentimento jamais surgiria novamente se eles nada fizessem. Mas também sabiam que poderia ser errado fazer algo, realmente. Ele sentiu sua boca secando ainda mais, e ela, sua pulsação subindo. Suas mãos se ergueram apenas para segurar o rosto de Alan, que quase recuou, mas não teve essa vontade. Sabia que era errado, sabia que não devia deixar que apenas a frustração de sua irmã por ter sido traída o influenciasse em nada assim.

Mesmo assim, ele nada fez quando ela uniu seus lábios num beijo calmo. Durou pouco, bem pouco. Eles se separaram devagar, apenas com um traço de saliva ligando suas bocas, e se entreolharam.

- Eu... – Ela pensou em começar algo, mas antes disso, Alan a beijou de volta, dessa vez ferozmente. Ela correspondeu na mesma intensidade, agarrando seu rosto enquanto ele segurava sua cintura, levantando-a e a encostando na parede.

- Al... – Ela sussurrou, ao ter sua bunda levemente apertada pelas mãos firmes de Al, que continuava a beijá-la, e a deslizar sua mão por debaixo de sua blusa até segurar seu seio esquerdo. Ela arfou, enquanto decidia fazer algo, abaixando sua mão até sua calça e apertando seu membro por cima de sua calça.

 

...

 

Ambos suados, ela por baixo, ele por cima. Não tinham trocado palavra alguma até aquele momento.

- Você tem certe - Ela silenciou-o, com um dedo em frente sua boca.

- Eu te quero dentro de mim, Alan. – Ela disse, com um sorriso em seu rosto. E aquele sorriso deixara Alan excitado, quase paralisado, determinado á fazer aquilo. Começou a penerá-la naquela posição devagar, e ela fez uma expressão de dor, mesmo já não sendo virgem por causa de Elliot. Ele fez um pouco mais de força para dentro, fazendo-a gemer um som arrastado, porém excitante, e ela por sua vez o abraçou, o fazendo ir mais fundo em sua intimidade. Arranhou suas costas á medida que ele aumentava a velocidade das estocadas dentro da garota, indo e vindo.

Lisa já gemia o nome de seu irmão alto, e ele devorava seu pescoço com chupões, beijos e por fim ia para sua boca, desfrutar daqueles lábios rosados e carnudos que ela esbanjava e praticamente insinuava para ele sempre que podia. Seus desejos mais profundos estavam se tornando realidade finalmente, e foi quando ele se tocou disso que colocou mais força em seu ato, até que ambos chegassem ao ápice.

- Eu te amo... –

 

-- FLASHBACK—

 

Obviamente, Lisa não se atreveu a descrever todo o ocorrido, se contentando em dizer, “É do Al.”

Elliot parecia estupefato, ao contrário de Crista, que deu um sorriso de canto de boca.

- Que loucura. – Disse ela.

Alan entrou na lanchonete, bem após essas palavras. Eles se entreolharam, e depois para os dois outros.

O garoto que tinha uma expressão levemente confusa em ver Elliot e a amiga de Lisa no mesmo lugar, aparentemente tendo uma conversa civilizada, não pareceu entender, mas isso não duraria muito tempo.

Alan tinha em sua mão um buquê de Rosas Brancas.


Notas Finais


Muito obrigado por terem me acompanhado, eu adorei escrever essa história. E podem contar com outras em breve. Bem, é isso, nos vemos no Spirit!
>:D
S2


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