História Complicated - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Magcon, Nash Grier
Tags Lifeofnashgirl, Magcon, Nash Grier
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Palavras 1.374
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


olá, se é que ainda existe alguém aí. podem ficar tranquilos que o próximo capítulo está pronto, já comecei a escrever. boa leitura!

Capítulo 11 - Lembranças.


Nash point of view:

— Nash, espera! — a ouvi chamar de longe e meu corpo gelou completamente. — Posso te perguntar uma coisa? — me virei lentamente ao ouvi-la e respirei fundo assentindo.

Limpei minha garganta e a encarei de cenho franzido.

— Sim, fala. O que tá pegando?

— É uma coisa meio estranha… — ela parecia não saber como falar, o que fez com que eu ficasse ainda mais nervoso já imaginando o que vinha pela frente. — Eu basicamente preciso da sua ajuda e da sua moto pra perseguir minha mãe. — falou de uma vez e minha cara se transformou em uma interrogação.

Não sabia se ficava aliviado porque ela não tinha lembrado, ou se ficava chateado pelo mesmo motivo. Qual é? Eu queria de novo…

— E o que está rolando pra você querer fazer isso? — falei finalmente espantando meus pensamentos e cruzei os braços a olhando atento.

— Minha mãe tem andado toda estranha esses dias, e bom, quando eu cheguei da festa da Maria, ouvi um papo bem estranho dela no celular. — começou a explicar-se e segurou minha mão me puxando em direção ao que eu imaginava ser o carro dela. — O que basicamente aconteceu, foi que à uns dias ela me disse que eu ia trabalhar pro chefe dela, e eu ouvi ela dizer no celular o verdadeiro motivo pra isso, e numa boa, não tô gostando muito do caminho.

— Então você quer a minha moto emprestada pra descobrir isso… por? — me encostei no carro dela e cruzei os braços a olhando.

— Na verdade, eu preciso da sua companhia, porque se minha mãe nos pegar, a gente inventa alguma coisa, finge que estamos juntos, não sei. E claro também porque sua moto não faz um barulho, o que é genival. — explicou, logo rindo ao falar da minha moto. Sorri abertamente ao perceber que eu poderia tirar vantagem dessa história e concordei com ela.

— O que eu não faço pelos meus amigos, né? — ri e descruzei os braços, levando a mão ao cabelo dela o bagunçando. — Quando a gente começa com isso?

— O mais rápido possível, parece que a tal entrevista com o cara vai rolar nesse fim de semana, ou no próximo. — comentou pensativa e suspirou cansada. — Eu tenho quase certeza que minha mãe está saindo com ele, parece que tudo isso é algo pra me aproximar da filha dele ou algo assim.

— Então, se for isso, basta você ficar de olho na sua mãe, quando ela te disser que vai á algum lugar, você me liga, e eu vou correndo pra sua casa. Mas você precisa ficar atenta desde o momento que ela começar a se arrumar, se não pode não dar tempo.

— Ok, Nash. Muito obrigada, de verdade. — disse sorrindo pra mim e me deu um abraço apertado que logo tratei de retribuir. — Vou ficar te devendo essa!

— Na verdade você já pagou. — falei pra mim no momento em que ela se soltou do abraço.

— O que? — questionou franzindo o cenho confusa.

— O que? Não, nada. Só disse que preciso ir. — menti. — O pessoal está me esperando lá dentro.

— Ah, tudo bem. Eu vou pra casa, não estou com clima pra voltar. Obrigada de novo. — Beijou meu rosto e eu fiz o mesmo me desencostando de seu carro. — Tchau, Nash.

— Tchau. — murmurei sorrindo e acenei com a mão voltando em direção a lanchonete.

 

Charlie point of view:

No caminho pra casa por algum momento eu pensei que esses atos estranhos da minha mãe poderiam ser relacionados ao meu pai, mas ela jamais voltaria pra ele. Fora que ele não deve ter outros filhos. Eu espero que se esse cara for realmente namorado da minha mãe, ele seja um cara legal. Porque não vou querer vê-la sofrendo tudo de novo.

Estacionei na porta de casa e peguei meus pertences dentro do carro, logo saindo do mesmo depois de desligá-lo e fui em direção a minha casa.

Assim que meu celular ligou depois de carregado o suficiente pra isso, o ecrã ficou lotado de mensagens de Shawn, Maria e Emily.

Decidi por não responder ninguém, e fui tomar um banho rápido. Meu corpo estava totalmente cansado, talvez por conta do excesso de emoções dos dias anteriores. Deitei em minha cama com a toalha ainda em meu corpo e suspirei encarando o teto.

Dei um leve pulo na cama ao ouvir a porta do meu quarto ser aberta depois de duas batidinhas e olhei rapidamente na direção da mesa.

— Oi querida. — minha mãe me cumprimentou animada e veio em minha direção. Franzi o cenho soltando uma risada nasalada e dei de ombros ao sentar-me na cama.

— Oi mãe. — murmurei assim que senti seus lábios tocarem brevemente meu rosto e devolvi o beijo em sua bochecha. — Onde você vai assim...? — questionei franzindo o cenho. Minha mãe só usava aquele tipo de roupa mais a vontade e meio largada quando sabia que ia passar horas dentro de um avião, ou carro.

— Então, é sobre isso que eu vim conversar com você. Eu estou indo pra um viagem de última hora com a gravadora, pois finalmente vão tirar a sede daqui da Carolina do Norte e levar pra Nova York. — explicou animada e eu sorri assentindo. — Então, eu vou passar o resto da semana fora, e devo voltar provavelmente na segunda feira. Tudo bem pra você ficar esses dias sozinha? — dei de ombros assentindo e me espreguicei murmurando um “uhhum”.— Bom, se você quiser chamar alguma de suas amigas pra dormir aqui, ou até mesmo o Shawn, pode ficar a vontade, até fico mais tranquila. Mas lembre-se: camisinha; nada de coisas que possam te levar presa, sem sexo na minha cama, e eu quero a casa limpa, como eu deixei na segunda de manhã. — disse séria e eu gargalhei tombando meu corpo na cama.

— Você é a melhor pessoa que habita esse universo. — disse rindo e deitei o rosto em sua perna. — Vou sentir sua falta. — choraminguei. — Você precisa tirar férias, precisamos de um tempo juntas. — suspirei fechando os olhos ao sentir o carinho dela em meu cabelo.

— Eu vou fazer isso assim que possível, ok meu amor? — murmurou sorrindo e curvou seu corpo beijando minha testa. — Ah! Nós vamos jantar com meu chefe no dia em que eu chegar de viagem, ok? — assenti abrindo os olhos e sorri de canto.

Nos levantamos da cama e nos despedimos com um abraço apertado. Assim que minha mãe passou pela porta eu corri até meu celular e o revirei atrás do número do Nash, ligando para ele assim que o encontrei. Deixei a chamada no viva-voz e corri até meu armário me vestindo o mais rápido que conseguia.

— Nash! — praticamente gritei assim que ele atendeu ao celular. — Vem pra cá correndo, e estaciona na parte de trás da minha casa. — pedi apressada e Nash pareceu entender.

Terminei de me arrumar e corri até minha mãe, começando a puxar assunto com ela, e a enrolando para que ela não saísse de casa antes que Nash chegasse.

— Eu preciso ir. — murmurei assim que recebi a mensagem de Nash.

— Vai sair com quem? — minha mãe questionou me lançando um sorrisinho de lado e fez leves cócegas na minha barriga.

— Com um amigo, mãe! — disse rindo e dando um beijo em sua bochecha logo me afastando. — Boa viagem, em! Juízo! — ri ao ver sua expressão debochada e saí de casa, caminhando até a rua atrás da mesma.

Pude enxergar Nash sentando todo largado sobre sua moto, com um pé no chão aparentando sustentar o peso da mesma. Me aproximei por trás e apertei sua cintura o fazendo levar um leve susto, logo dando aquela risada gostosa típica dele. Ele beijou meu rosto, e quando fui retribuir notei o celular em sua orelha, ele fez um breve sinal com a mão e eu assenti o esperando.

Eu estava prestando atenção na esquina, pois sabia que minha mãe precisaria passar por ali quando fosse pro aeroporto.

— Chupa! — Nash disse sério, e depois gargalhou. Eu perdi completamente o chão ao ouvir aquela palavra invadindo minha cabeça com uma chuva de lembranças.

Me virei lentamente na direção dele e seu rosto se tornou estranhamente familiar. Sua boca entreaberta, seus gemidos, a mão firme em meu cabelo, e seus olhos que pareciam rasgar minha roupa antes de suas mãos naquela noite.

 


Notas Finais




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