História Compos Mentis - Capítulo 16


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Categorias Infinite
Personagens Dongwoo, Hoya, Myungsoo (L), Personagens Originais, Sunggyu, Sungjong, Sungyeol, Woohyun
Tags Ot7, Sunggyu, Woogyu, Woohyun
Exibições 86
Palavras 2.627
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ʕ・ิɷ・ิʔ aqui estou eu de novo~ como prometido
dessa vez o capítulo é um pouco maiorzinho
preparem vossos coraçãozinhos ^^

Recomendação de acompanhamento: Bad/Dilemma - Infinite

ps¹: as frases em itálico são pensamentos
ps²: se tiver errinhos, perdão (~˘▽˘)~
ps³: Joo Won é nome verdadeiro do Dr. Kim: Kim Joo Won

Capítulo 16 - Phrenesis (Parte 2)


Fanfic / Fanfiction Compos Mentis - Capítulo 16 - Phrenesis (Parte 2)

Woohyun acordou e tudo estava escuro. Apenas um feixe de luz, brilhante e persistente estava na sua linha de visão.

Estou morto?

Queria achar que não. Não podia estar morto, não logo agora que eles estavam prestes a fugir, que Sunggyu tinha tornado seu de corpo e alma.

Tentou abrir os olhos e focar melhor, agora vendo que as luzes estavam ligadas. Encontrava-se numa sala totalmente branca e vazia, exceto apenas dele amarrado a uma cadeir.

A última coisa que se lembrava era de ser arrastado por alguns guardas, de ter apagado e acordado amarrado. Ele tentou usar seu poder e até força, mas apenas resultou de receber choques que duraram longos minutos.

Frustrado e cansado, apagou completamente.

Na próxima vez que acordou, sentiu sua mão sendo puxada e as cordas em volta do seu pulso se soltarem. Abriu os olhos e avistou alguém que não esperava nunca mais ver.

Estou mesmo morto? Agora vejo até fantasmas...

O homem de óculos sorriu ao perceber que Woohyun tinha acordado.

– Vamos lá campeão. Temos que ir resgatar nosso Sunggyu.

– Dr. Kim? – Sussurrou o moreno, confuso. Abriu e fechou os olhos, mas ainda não podia acreditar no que via.

– Sim, sou eu. Agora fique parado porque isso vai doer um pouco.

Woohyun sentiu uma pontada de choque no pulso e no próximo momento um barulho de metal caindo soou na sala.

O mais novo olhou para o próprio pulso e percebeu que estava livre daquela pulseira irritante.

Olhando pra cima em confusão e desacreditado, viu Dr. Kim sorrindo para ele. O mesmo sorriso paternal em seu rosto, enquanto ele lhe estendia a mão para se levantar.

– Você está… vivo?

– Como nunca antes.

– Mas eu pensei... a Junghee disse.. mas...como isso aconteceu? Como entrou aqui?

– Eu vou te contar tudo depois, mas primeiro temos que ir. Sunggyu está em perigo.

Ao ouvir isso, Woohyun rapidamente ficou em alerta e assentiu.

Mas quando iam saindo, de repente Junghee apareceu na sala apontando uma arma para eles. Os dois pararam.

– Você não vai a lugar nenhum Woohyun.

A mulher se aproximava com a arma e Dr. Kim ergueu as mãos em rendição.

– Você não quer fazer isso Junghee.

– Cala a boca. Você não vai atrapalhar nosso plano de novo Joo Won.  Eu devia ter te matado quando tive a chance.

– Infelizmente, isso não vai acontecer. – Woohyun disse.

E antes que a mulher pudesse dar atenção para Woohyun, a arma voou da mão dela indo parar do outro lado da sala vazia.

Junghee então sentiu mãos invisíveis lhe estrangulando até que ela estivesse se debatendo para respirar.

– Digo o mesmo para você, Junghee. Eu devia ter te matado muito antes.

Woohyun levantou as mãos e apertou os punhos, asfixiando ainda mais a mulher que se engasgava.

– Woohyun é o suficiente. Já chega. – Preocupado, Joo Won tentou pará-lo, mas o moreno não deu ouvido.

– Por todos esses anos que nos fez sofrer, quero que você sinta um pouco dessa angústia. Por ter ousado separar Sunggyu de mim, agora você vai morrer. Não pela sua causa estúpida, mas pela sua má escolha de seguir ordens erradas. – Woohyun dizia friamente, nos olhos dele não se via nenhum remorso enquanto se aproximava da mulher que ainda se debatia, desesperada. Suas mãos levantavam e o corpo de Junghee seguia, agora já flutuando na frente deles.

Dr. Kim tentou novamente segurar o braço do rapaz, mas ele empurrou o homem. Depois Woohyun jogou a mulher, agora já desacordada, na parede como se fosse nada.

Seu corpo foi atingido num baque forte e caiu no chão. Lentamente então uma poça sangue se formou em volta dela e Dr. Kim olhou assustado para o garoto ao seu lado. Woohyun ainda tinha um brilho sombrio nos olhos, parecendo satisfeito.

– Onde está Sunggyu? – Se virou para Dr. Kim e o homem ainda um pouco assustado apontou para a porta, então Woohyun saiu andando em direção a ela.

Meu deus... como ficou tão forte Woohyun? – Dr. Kim pensou surpreso.

Assim Dr. Kim e Woohyun caminharam por entre os inúmeros corredores daquela base. De vez em quando encontravam algumas pessoas, mas Dr. Kim rapidamente explicou que era pessoal dele.

– Sunggyu tinha nos falado que alguém viria nos ajudar, mas não imaginei que fosse você.

– Sim, eu deixei algumas dicas para ele. Sabia que ele desvendaria. Venho planejando atacar essa base desde algum tempo. Como já sabia dos planos de Jungyeop, previ que hoje seria o melhor dia já que aqui ficaria esquecido e ele focaria em seu ataque no evento. Ajuda ainda mais que ele se livrou da maioria do pessoal. Nosso único problema é os guardas que estão lá fora, eles que iriam mais tarde para onde Jungyeop foi.

– Então o que você vai fazer com esse lugar?

– Há algumas coisas do projeto que eu preciso pegar aqui. Mas pretendo principalmente colocar esse lugar abaixo.

– É uma boa ideia. Eu iria sugerir isso antes de você falar. É por aqui?

Joo Won assentiu. O complexo era gigantesco e eles continuavam seguindo até a saída.

– Woohyun... – Dr. Kim pediu sua atenção segurando o braço do rapaz, o fazendo se virar para o homem.

– Se as coisas estão dando certo desse jeito, foi graças a você que convenceu Sunggyu a formular aquele plano de fuga. Sem ele, nunca conseguiríamos estar aqui.

– Como assim? Não disse que vinha planejando isso há anos? O que Sunggyu teve a ver com isso?

– Sim, mas seria como um tiro no escuro se eu estivesse seguido sem ele. Tudo que tínhamos era um esboço de plano, uma garantia de que Jungyeop um dia lhes tiraria para fora hoje. Mas Sunggyu de alguma forma me mandou um sinal verde e até informações importantes sobre aqui.

– Como ele...?

Apesar de que ele vivia indo para a sala do Jungyeop ultimamente... foi por isso que fingiu ser tão fiel?

– Eu não sei como ele conseguiu, mas aquele garoto é incrível. Eu sempre soube que um dia ele seria brilhante. Mas sei que ele não faria isso sem o seu empurrão

– Eu só fiz o que você me pediu, não me dê tanto crédito. – Woohyun deu um pequeno sorriso – Mas fico mesmo feliz que você está vivo. Hyung ficou muito mal quando contaram da sua morte. Tenho certeza que ele ficou feliz quando soube que você estava vivo... espera, então ele já sabia... ?

Woohyun balançou a cabeça e voltou a andar em direção a saída. Dr Kim o acompanhou sem falar mais nada.

O que mais ele escondeu? O que se passava exatamente em sua cabeça...?

Passaram por um túnel até saírem por um portão enorme.

A imagem que encontraram foi o completo caos.

~~

Infelizmente, o fato que Myungsoo desacelerou o tempo não foi o suficiente para impedi-los de chegar à festa. Sunggyu tinha pensado em parar o tempo completamente, mas Myungsoo tinha se negado mexer mais no que fosse necessário. 

Chegaram a um grande casarão com arquitetura tradicional coreana. Pelo que ele sabia, ali aconteceria um evento beneficente muito importante que até o presidente estava presente.

Assim, passaram por duas portarias onde tinha seguranças por toda parte.

Esse lugar é todo protegido. Como Jungyeop pretende atacar aqui...?

Mas só quando já estava no grande salão onde acontecia o evento beneficente, entendeu. Jungyeop não estava sozinho.

Sinceramente, Sunggyu achava aquele plano ridículo, mas agora temia que ele de fato fosse acontecer.

(Flashback)

– Você vai atacar o presidente em rede nacional? Espera mesmo que as pessoas te recebem como “novo governante” deles depois disso?

Jungyeop riu. Ele e Sunggyu se encontravam na sala dele, conversando sobre o plano.

– Não vou ataca-lo fisicamente meu caro. Vou ataca-lo estrategicamente, expor todas suas corrupções e então, só então me autoproclamarei representante escolhido pela alta sociedade. Já foi tudo decidido e muitos já me apoiam para isso.

Então você vai cometer um golpe de estado...

– Então porque precisaria de nós? Das nossas habilidades? Porque você nos prendeu e nos fez passar por aquilo por anos se já tinha tudo decidido?

– Sunggyu, não é óbvio? Vocês são o meu diferencial, minha carta na manga. Qualquer um pode fazer isso: se eleger, mas com vocês eu me torno único. Não investi nesse projeto à toa, Sunggyu. Seus poderes... eles causarão medo. Quem ousará me impedir quando tenho vocês?

– Que tal o exército, a marinha, outros países, eu não sei... todo mundo. Você não pode simplesmente tomar um país do dia para noite!!

– Minhas alianças correm longe Sunggyu, não duvide disso. Foram anos de planejamento e não só aqui no centro. Essa conspiração não começou comigo, mas sou eu quem vai termina-la no dia D. E para isso, vocês vão me ajudar.

(Flashback off)

Jungyeop andava de um lado para o outro, cumprimentando homens influentes aqui e ali, enquanto Sunggyu, Myungsoo e Sungjong eram obrigados a andar atrás dele como se fossem guarda costas.

Sunggyu ainda pensava se as coisas no centro estavam correndo como ele havia planejado.

Uma hora depois, Jungyeop se virou para Sunggyu e abriu um sorriso e então que soube que a hora havia chegado.

~~

Woohyun viu vários homens de colete lutando com os guardas do centro, uns atirando contra outros e pelo lugar todo havia pessoas brigando.  

O mais novo avistou alguns dos meninos perto de uma van preta.

Hoya levantava três homens que tinham se aproximado e derrubava mais quatro de uma só vez. Aos que chegavam perto da van, Sungyeol os impedia os locomovendo para longe.

Quando Sungyeol avistou os dois, num segundo depois Woohyun e Dr. Kim foram deslocados para detrás da van. Dongwoo estava lá, agachado e tapando os ouvido em medo.

– Cuidado, estamos lutando! Isso não é um treinamento. – Sungyeol disse e no próximo milissegundo desapareceu.

Woohyun tocou Dongwoo que se assustou, mas depois sorriu ao o ver e o abraçou.

– Por que há tantas pessoas aqui? – Perguntou Woohyun para o doutor que deu de ombros.

– São os seguranças do centro e algumas pessoas que eu trouxe para ajudar.

– Eu pensei que você tinha conseguido invadir com sucesso?

– Sim, alguns de nós conseguimos entrar, mas ainda tinha muitos seguranças. Alguns resistiram ao ataque.

Woohyun balançou a cabeça, analisou a situação e resolveu agir.

Tsk, eu não tenho tempo para isso.

– Fique aqui, vocês dois! – Avisou.

Ao sair detrás do veículo, andou lentamente até um ponto onde estava à vista de todos. Um cara tentou o acertar, mas Woohyun o fez voar, como se fosse mosca.

Alguns que se escondiam atrás de um carro atiravam contra ele, mas as balas ficavam suspendidas no ar. Passo a passo, Woohyun se aproximava com uma expressão calma, uma barreira invisível estava em volta de si e os tiros nunca o alcançaram então num movimento de mão ele tirou as armas dos homens à sua frente.

As várias armas ficaram suspendidas em um círculo em volta dele, apontando para todos os lados. De repente, todos pararam surpresos com o acontecido.

– Rendam-se ou serão mortos. E com se render digo colocar as mãos para o alto e se deitar no chão.

Alguns homens imediatamente fizeram o que foi mandado, mas alguns outros não obedeceram e sem piedade, as armas começaram a atirar automaticamente nos que se aproximavam de Woohyun.

Pouco a pouco, eles entenderam a situação e pararam de tentar atacar.

Um silêncio absoluto se fez presente enquanto observavam o que aconteceria em seguida.

– No chão! – Woohyun gritou.

Em menos de um minuto, todos estavam deitados no chão com as mãos na cabeça e tudo estava quieto. Hoya e Sungyeol foram para o lado de Woohyun e cruzaram os braços.

– Aish... ele tem que estragar a diversão. – Hoya disse, revirando os olhos.

Woohyun se aproximou da van preta atrás de si.

– Vocês podem sair dai. Dr. Kim você pode cuidar do resto, certo?

– Sim... – Joo Won disse se recuperando e um pouco assustado. – Hm... eu tenho alguns homens meus que estão ali, você pode...

– Sim, mande-os prenderem todas as pessoas do centro.

Então Dr. Kim deu algumas ordens, mas todos ainda se encontravam sob a mira das armas flutuantes. Cautelosos com Woohyun que ainda observava tudo, os homens de colete do doutor fizeram o que foi mandado. Aos que tentaram resistir ou fugir – principalmente guardas do centro – eram baleados. Logo as coisas foram se ajustando.

– Ainda temos que impedir Jungyeop. Então acho melhor vocês já seguirem caminho. Vou chamar uma equipe que está aqui por perto porque eles sabem onde é o local. Só um minuto.

Dr. Kim se afastou com o celular no ouvido.

– Wow que bagunça hein... nunca imaginaria que essa seria a nossa ajuda. Mas estamos livres finalmente. – Sungyeol abriu os braços e riu.

– Eu ainda preciso buscar Sunggyu-hyung e os outros. – Woohyun se manifestou, sério. – Seria mais fácil se você me teletransportasse ou se eu voasse até lá, mas por não sabermos onde que é o lugar, é inútil.

– Não fique tão preocupado Nam-goon. Vai ficar tudo bem. – Dongwoo apertou o ombro do menor e tentou passar energias boas, o que o fez relaxar um pouco.

Não demorou muito e um carro parou em frente a eles, Dr. Kim voltou de onde estava.

– Assim que eu terminar as coisas aqui, eu seguirei para lá e buscarei vocês.

– Nos buscar? Mas para onde iremos depois de tudo? – Dongwoo perguntou.

– Para um lugar melhor garotos, para um lugar melhor... - O Dr. Kim abriu sorriso fraco e se foi para dentro do centro.

Quando já tinham entrado no carro e partiam, tiveram uma última visão do lugar que passaram a vida. Nos seus corações sentiram um grande alivio e também a sensação de que finalmente podiam ser felizes agora.

~~~

Jungyeop tinha sido chamado ao palco – seguidos pelos três garotos – e agora ele fazia um discurso maravilhoso. Aparentemente, ele tinha ganhado tal prêmio pela sua enorme contribuição à caridade, o que fez Sunggyu querer revirar os olhos.

Enquanto ele discursava, Sunggyu sabia que a essas horas já era para os resto dos garotos e os demais seguranças de Jungyeop terem aparecido, rendendo a todos.

Algo estava errado e Sunggyu sentia que seu plano tinha funcionado.

Foi então que Jungyeop mudou o rumo da sua conversa e as luzes da sala se apagaram, aparecendo um vídeo no grande telão atrás dele, assim como nas demais telas de tv que tinham em volta do salão.

Todos as pessoas no recinto ficaram confusas olhando em volta, mas depois se chocaram com o que se passava no vídeo. Afobados, os repórtes filmaram o presidente rapidamente tentou sair dali, mas os guardas não deixavam; para resumir, em segundos o salão ficou um caos.

Sunggyu observou o sorriso satisfeito de Jungyeop, enquanto viu também alguns homens dali não parecerem surpresos.

Foi quando  Sunggyu avistou perto da entrada, Dongwoo, Hoya e Sungyeol acenando... e Woohyun. Ele vinha em direção ao palco com passos obstinados.

Quando ouviu seus pensamentos, naquele momento o coração de Sunggyu pareceu parar, o brilho no olhar de Woohyun o deixou com medo. Soube então que ali seria sua única chance de evitar um desastre.

Dando um passo até Jungyeop, Sunggyu agarrou cabeça do homem. Instantaneamente, Jungyeop soltou um grito, assustando todos ali. Ele se contorcia e tentava se soltar do aperto, mas Sunggyu insistiu perseverante.

Vou apenas colocá-lo em coma. É tudo que preciso fazer.

– PARE!! – ouviu o grito distante de alguém e viu alguns seguranças vindo em direção à eles.

Distraído, o aperto foi afrouxado. E antes que percebesse, Jungyeop tinha tirado uma arma de algum lugar e se virado, atirando em Sunggyu direto no peito.

– HYUNG!!!!!!!!!!!!

Chocado, Sunggyu olhou para baixo e viu a macha de sangue na sua roupa; tocou no local molhado e olhou para suas mãos.

Vermelho.

Deu passos para trás até que caiu no chão e tudo escureceu.

Sunggyu tinha morrido novamente. Mas dessa vez, sua vida não passou por seus olhos.


Notas Finais


É O FIM, ACABOU A FIC YAY \O/ Até mais, bye bye, flw, tchau e bença pessoal, foi bom até aqui mas é hora de ir~~ //foge das pedras e facadas

to brincando gente hahaha kkkk ^^



não mas é sério só mais um capítulo, um epílogo e depois é o fim~~ :(

E aí? Gostaram das surpresas haha? Mereço comentáriozinhos? *dá risada nervosa*
Anyway não me matem *joga coraçãozinhos* e até semana que vem~~ bjs

//se esconde eternamente


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