História Condition - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Itachi Uchiha, Madara Uchiha, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Itachi Uchiha, Itasaku, Madara Uchiha, Madasaku, Naruto, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Sasusaku
Exibições 151
Palavras 1.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem!

Capítulo 2 - A viagem e o convite.


Sábado, 06h30min.

 

Um beijo foi depositado na tez do moreno como despedida. Há meia hora, Sakura havia se levantado e feito sua higiene matinal. Arrumou uma pequena mala suficiente para os três dias as pressas, já que a mesma estaria pronta no dia anterior se não fosse a “pequena” diversão com seu noivo. Sorriu envergonhada ao lembrar-se das cenas do ato. Seu noivo era perfeito. Contudo, a intenção de sair sem acordar Sasuke foi em vão; assim que sentiu os lábios tocarem sua pele, o moreno acordou.

- Já vai? 

- Sim.

- Quer que eu te leve para o aeroporto? – disse levantando-se.

- Não precisa Sasuke, pode voltar a dormir.

- Não se preocupe, eu te levo, afinal, se você for com seu carro, quem o traria de volta? Vamos, faço questão.

- Tudo bem, eu vou descer e te espero lá embaixo.

- Certo – a rosada desceu, por fim, levando consigo a mala e sua bolsa do dia-a-dia. Deixou a mala devidamente colocada perto da porta e seguiu para a cozinha, dando de topo com os outros dois moradores da casa. Assustou-se.

- Nossa! O que estão fazendo acordados há essa hora?

- Preciso resolver uns assuntos na empresa – respondeu Madara.

- Eu estou sem sono – falou Itachi.

- E você, o que faz de pé há essa hora? Hoje e sábado Sakura – Madara lembrou-a.

- Eu sei – disse sorrindo, sorriso esse que encantava Itachi e Madara – é que hoje farei uma viagem com minha chefe.

- A trabalho? – questionou Itachi.

- Sim, vamos dar palestras numa universidade de medicina – a conversa foi interrompida por alguns segundos devido à chegada de Sasuke. Sem perda de tempo, Itachi foi logo provocar seu irmão.

- Vai ficar na seca por algum tempo Sasuke? – ele olhou com desdém para o irmão, logo, ouviu a risada debochada do tio.

- Cala a boca, Itachi.

- Mas a Sakura deixa você se divertir com outra, não é? – debochou o tio.

- Claro, se depois ele quiser ficar sem noiva – a rosada respondeu desgostosa. As gargalhadas vieram em seguida.

- Sabe que não faria isso com você, não sabe? – defendeu-se. A rosada aproximou-se do noivo beijando-lhe a bochecha.

- Sei Sasuke. Você jamais faria isso.

- E se fizer, pode deixar que avisaremos, Sakura – notificou Madara rindo da face desdenhosa do sobrinho. Entretanto, ao olhar no relógio, Sakura confirmou o atraso, adiantando Sasuke em seu café; não poderia de jeito nenhum perder esse vôo ou Tsunade a mataria.

- Sasuke vamos, estou atrasada – disse saindo da cozinha as pressas sendo seguida por um Sasuke desesperado devido à pressa da moça – tchau meninos! – gritou da porta de saída podendo ouvir os tchaus ao fundo.

 

 

Chegaram vinte minutos antes da partida do vôo, por sorte, ainda não havia avistado a chefe por lá; provavelmente a mesma não chegara. Enganou-se. A rosada avistou-a perto do portão de embarque e, como sempre, a loira de fartos seios, chamou sua atenção pelo atraso.

- Perdoe-me Tsunade-sama.

- Olha, não vou repreendê-la – olhou em seguida para Sasuke – eu imagino qual foi o motivo do seu atraso – encarou o moreno no intuito de lhe jogar a culpa. Assim que Sakura e Sasuke notaram o olhar pesado da loira, o Uchiha tratou de explicar:

- Tsunade, não culpe a Sakura, eu a atrasei.

- Tudo bem. Vamos antes que percamos o vôo – assim que a loira virou-se, Sakura tomou os lábios se Sasuke, despedindo-se.

- Até segunda.

- Até – continuou parado até que a silhueta de Sakura desaparecesse pelo portão.

 

 

Esparramado propositalmente pelo sofá, a solidão de Sasuke tomava-lhe conta junto ao tédio; detestava deveras ficar sem sua noiva por tanto tempo. Não havia com quem conversar. Itachi saiu cedo, provavelmente foi até a academia que freqüentava diariamente. Odiava admitir, mas conversar com Itachi era bom, por vezes riu das coisas idiotas que o irmão lhe dizia. O tio, bem... O tio também lhe proporcionava conversas prazerosas, porém começou a escolher os momentos certos para falar com ele.

No auge dos seus 34 anos, Madara parecia – em dados momentos – com seu irmão mais velho Fugako. Conversar com o tio sempre o levava a ter diversos deja-vu das conversas que tinha com o pai; sempre seguidas de uma bronca. Pareciam até a mesma pessoa, mas com certas diferenças: Madara tinha a aparência mais juvenil, era mais divertido e, principalmente, mais pervertido. Bem... Com defeitos ou comparações, trocar palavras com Madara era engraçado, mas assim como Itachi, não se encontrava em casa e sim, na empresa resolvendo algum contratempo e, até o horário do almoço quando, possivelmente, Itachi e Madara estariam de volta, precisava encontrar alguma distração ou então ficaria louco.

Há cerca de uma hora, apertar repetidas vezes o botão do controle remoto da TV obtendo em troca a mudança de canais, passou a ser sua distração. A cada programa que passava, concluía ainda mais o quão perda de tempo o eletrônico era; nada havia de útil e interessante de se olhar – a não ser os canais eróticos de madrugada, segundo Sasuke. O televisor foi desligado, mas o corpo mole e dormente devido ao mau jeito de sua posição no sofá, continuavam intactos; com certeza algo de útil lhe virá à mente para distraí-lo. Pensou em ler... Não! Ler dá muito trabalho e não duraria quinze minutos numa página para, em seguida, pegar no sono. Ainda era um mistério para o Uchiha saber como Sakura conseguia ler um livro extremamente grande em uma semana, só de imaginar já bocejava. Foi então que uma ideia lhe surgiu: o calor predominava, havia uma imensa piscina no seu quintal... Nada como um bom mergulho para relaxar e esquecer a viagem de Sakura por um tempo.

Estava submerso e não pôde notar a chegada do tio; ao emergir, foi recebido pelos gritos do tio:

- Você está surdo ou o que, Sasuke?

- Eu estava mergulhando não percebeu?

- Tanto faz. Aquele seu amigo loiro irritante está no telefone, quer falar contigo – a notícia da ligação assustou-o e pela “ descrição” de Madara, só podia ser Naruto, mas que diabos o loiro queria? Molhado, recebeu xingos do tio e do irmão ao entrar pela cozinha onde os dois almoçavam. Atendeu o amigo no aparelho que ali havia.

- Alô.

- E ai teme! – disse animado.

- Fala, Naruto – respondeu desanimado. Mesmo o loiro sendo seu melhor amigo, às vezes ele o irritava.

- Ei o que você acha de sairmos para nos divertir essa noite?

_ Não sei, Sakura viajou... Não sei se deveria ir sozinho – as últimas palavras deixaram Itachi e Madara – os espectadores da conversa – bem atentos.

- Qual é. O que é que tem? Ela não precisa saber, além do mais, não faremos nada de mais – Naruto tinha razão e Sasuke repensava sobre ir para a balada com o amigo. Há um bom tempo não saía com o amigo.

- Tudo bem dobe, eu vou – a conversa seguiu por mais alguns minutos até o moreno desligar o telefone; virou-se então para retornar a piscina, no entanto parou antes mesmo do primeiro passo, recebendo sob si, dois pares de ônix curiosos.

- Aonde vai, Sasuke? – Madara questionara o sobrinho.

- Vou sair, não posso?

- Claro que pode, mas e a Sakura? – Itachi permanecia em silencio, afinal, o tio era o “responsável” por ele ali.

- Sakura não está aqui... E ela não manda em mim – disse ríspido.

- Ei, calma, tudo bem, mas depois não venha dizer que eu não avisei, caso ela descubra – Sasuke mirou-o irritadiço, o risco de ser descoberto era duplamente alto devido a esses dois, pois em nenhum momento, por mais insignificante que fosse, perderiam a chance de ferrar com ele para ter a rosada na palma da mão. Todavia recusar um convite tentador como este quando nada se encontrava para fazer, era imperdoável. Quanto a Sakura, se algo desse errado, entender-se-ia com ela depois, já com o tio e o irmão, nesses ficaria de olhos bem abertos.



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