História Conectados - Capítulo 1


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Kentin, Leigh, Lynn, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Mistério
Exibições 17
Palavras 1.556
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey people! Como vai?

Minha primeira Fanfic, espero que gostem. Escrevi com carinho.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Conectados - Capítulo 1 - Prólogo

        Lembranças

A pequena Maggie se encontrava em seu quarto, brincando e conversando sozinha, coisa que sempre faz. O local era iluminado, tinha uma ótima circulação de ar. Suas paredes eram pintadas de um azul bem claro onde possuía vários desenhos feitos pela menor. O quarto cheirava um ótimo conjunto de flores, sendo rosas, lavandas e outras muitas espécies. Era um ótimo cômodo para uma menina de quatro anos dormi. Era aconchegante e confortável.

A mãe da menor subia lentamente as escadas, estampando um leve e doce sorriso em seu belo rosto. Suas sapatilhas floridas fazia um leve barulho no piso de madeira, mas não atrapalhava muito sua chegada surpresa. Chegou bem devagar perto da porta, espionando a menor. Tinha uma ótima vista de Maggie, que estava sentada em um tapete branco e macio em forma de coração, presente de sua avó. Tinha duas bonecas a sua proximidade, uma boneca de cabelo loiro e olhos verdes e a outra, de cabelos cacheados e negros com os olhos da mesma cor. Mas a menor só brincava com uma, enquanto cantarolava uma música de uma língua desconhecida, que para sua mãe, até agora, acha que sua filha havia inventado.

Maggie parou bruscamente de brincar com sua boneca e cantarolar a música, fazendo a mais velha, se esconde instantaneamente. Maggie encarou sua cama com seus belos olhos cor de mel cerrados, em uma expressão  nervosa. Sua mãe voltou lentamente a espiona a menor, agora com a testa franzida. Não sabia o que Maggie estava vendo, pois ela não via nada. Maggie levantou rapidamente do tapete, largando sua boneca e deixando a mesma cair no chão. Sua expressão agora era suave e feliz, como a maior parte do tempo era.

Andou até a cama e se sentou na mesma, encarando o "nada" ao seu lado. A essa atitude da menor, a Sra. Cooper já estava preocupada, sem saber o que sua filha estava fazendo, o que para ela, não era um comportamento normal. A Sra. Cooper se endireitou na porta, pronta para entrar. Esperou alguns minutos para ver se sua filha desse conta de sua presença. Mas nada, Maggie continuou a encarar o nada, sorridente como nunca. Elizabeth, sua mãe, estava ao ponto de chamar sua atenção, mas algo a atrapalhou.

– Você prometeu que iria brincar comigo, mas não cumpriu. – A voz infantil e doce de Maggie quebrou o silencio do quarto, que segundos atrás, só se ouvia o canto dos pássaros.

Elizabeth estreitou os olhos, sem entender. Sua filha estaria falando com a mesma? Mas se falasse, do que se referia? Mas não, Maggie não falava com sua mãe. A menor ainda encarava o nada, aborrecida, mais ainda sorria. A mais nova ainda nem havia notado a presença de sua mãe, pelo menos era isso que parecia. Liza deu um passo a frente, muito preocupada.

– Oque? Por que? – Disse Maggie, com sua testa levemente franzida. – Pra onde você está olhando?

Em questão de segundos, Maggie virou para trás, agora vendo sua mãe. A menina sorriu alegremente e por um minuto, parecia relaxada. Liza sorriu de volta, mas ainda estava com a expressão perturbada, e não escondia isso.

– Mamãe, você chegou! – Animou-se Maggie, que foi correndo abraçar sua mãe, e foi correspondida na hora.

Liza não conseguia dizer nada, nenhum "oi". Mas abraçava Maggie fortemente, como se fosse perde-la. As duas sentaram na cama, mas do outro lado em que Maggie havia encarado o nada. Com animação, Maggie contava cada detalhe do seu dia na escola hoje, até tentava explicar o gosto da comida, o que era engraçado. A menina ainda não tinha idade para o primeiro ano do ensino fundamental, ela frequentava a pré-escola. Liza tentou presta atenção no que sua filha falava, e estava conseguindo, ria muitas vezes. Não falou nada do que havia visto e ouvido, nem a menor.

        • 7:06 P.M

Maggie corria alegremente pela casa, rindo mais do que tudo. Seu pai a seguia com um enorme caranguejo de pelúcia laranja, o qual ele sabia que Maggie tinha medo. Liza ria dos dois enquanto terminava de preparar o jantar, que hoje, seria especial. Toda vez que seu marido voltasse seguro e bem para casa, Liza preparava um jantar especial. Ela tinha muitos motivos para se preocupar com ele, aliás, ele trabalhava para as forças armadas.

Quando desligou o fogo, ouviu um grito feminino. Sorriu, ela já sabia o que significava, e não precisaria se preocupar. Jack, seu marido, trazia Maggie em seus ombros como se ela fosse um saco de batatas. Ele ria, enquanto a menor dava leve socos nas costas de seu pai, rindo também.

– Vocês dois não tem jeito – Falou Liza. – Vou ter que colar os dois no sofá.

Jack dei um beijo curto em sua esposa, logo em seguida, colocando Maggie no chão. A menor sorriu travessa e correu para sala ao ouvir a música de abertura de seu desenho predileto. Jack e Liza se entreolharam, ambos sorrindo. Podíamos dizer que essa família era perfeita, mas não era, chegava perto.

– Você sabe que ela não sairá da sala enquanto o desenho não acabar, não sabe? – Perguntou Jack, enquanto abraçava sua esposa.

– Sei sim – Respondeu Liza. –, quando que isso vai acabar?

– Daqui uma hora, eu acho. – Liza revirou os olhos e voltou em direção as panelas, pronta para arrumar a mesa de jantar.

        • 10:32 P.M

Liza acabara de contar o que viu mais cedo para Jack, que ouvia tudo atenciosamente. Ela tinha medo de que suas suspeitas, no final, poderiam está certas. Jack abraçou sua mulher, dizendo que poderia ser apenas um amigo imaginário, aliás, crianças daquela idade tem muita imaginação.

        • 2 anos depois

Agora com seis anos, Maggie tinha mais noção nas coisas, tinha consciência do que está acontecendo agora. Seus olhos cor de mel estavam cheios de lágrimas, prontos para desabaram a qualquer momento. Ela não sabia o que fazer, não sabia se gritava, chorava, berrava ou fazia isso tudo e mais. Não conseguia se mover, ela já tinha visto isso em filmes antes, e não gostou de como terminava. Seus cabelos castanhos escuros estavam desarrumados como nunca, cheios de pequenas agulhas de madeira, possuía vários cortes no rosto e sua testa sangrava, assim como seu beiço.

Lá se foi tudo que tinha, tudo que importava para ela. Seus pais. Eles estavam presos dentro de uma casa em chamas, onde somente ela havia conseguido sair viva. Não sabia como o incêndio começou, não foi ela ou seus pais que causaram, eles estavam todos reunidos na sala, brincando e cantando. Abraçou a pessoa mais próxima dela, um bombeiro comum, mais que tentou consola a mais nova.

Olhou novamente para a casa em chamas, vendo um vulto passar pela janela. Afastou a cabeça mais um pouco do tórax do bombeiro, que ainda estava agachado para consolá-la. Olhou novamente para a mesma janela, agora vendo uma pessoa real, não mais um vulto. O "ser" acenava sorridente para Maggie, que logo estremeceu. Seus lábios se mexeram devagar, mostrando que o ser dizia alguma coisa. Um pequeno vento soprou nos ouvidos de Maggie, trazendo consigo um sussurro de uma voz áspera e seca, dizendo:

Olá, Maggie.

       • 10 anos depois

O quarto se encontrava um silêncio horrível, com exceção do vento gelado que entrava pela a janela e os resmungos estranhos de Maggie, que se remexia bastante na cama. Acordou aos gritos, teve o mesmo pesadelo de sempre. Toda lua cheia Maggie sonhava com as lembranças de sua infância, até acorda no momento daquele sussurro, no dia da morte de seus pais.

Tocou seu rosto, ele estava quente e suado. Levantou as pressas, pronta para descer para a cozinha. Mas parou bruscamente, do nada. Olhou para a porta, com os olhos arregalados e suas mãos trêmulas. Ouviu passos se aproximando, adentrando no local. A cada passo que ouvia, ela dava um para trás, recuando de qualquer coisa que aquilo fosse. Os passos pararam, dando novamente só para se ouvir o vento e a respiração desregulada da mais nova. Uma risada áspera e seca quebrou o silencio no local, Maggie olhou para onde veio o som, arrependida.

Lá estava ele, o mesmo que ela viu no dia da morte de seus pais. O mesmo sorriso, o mesmo cabelo negro e encaracolado, tudo nele estava igual. Ele estava parado, em frente a janela, sendo iluminado pela luz do luar. Maggie estava tensa, com medo. O "ser" estava acenando com suas mãos pálidas e roxas. Ele movimentou os lábios, mas não se ouviu nada, ainda. Um pequeno vento gelado soprou no ouvido de Maggie, assim como a última vez, trazendo consigo um sussurro, dizendo:

Olá, Maggie.

O garoto ou que aquilo seja abriu a boca, e de lá, saiu um líquido preto que se derramava no chão e seguia em direção a Maggie. O líquido se movimentava formando espinhos, enquanto o ser gritava em sinal de dor. Maggie gritou, como nunca vez em sua vida, estava com muito medo, não sabia o que fazer. O ser a olhou, agora sem gritar e sorriu, estendendo sua mão. A última coisa que ela sentiu foi uma forte pancada em sua cabeça e o contato com o chão gelado, apenas isso.


Notas Finais


Obrigada por ler capítulo, espero que vocês tenham gostado.

O próximo deve demorar um pouco mais logo vai sair.

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