História Conexão inevitável. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Nico, Nina, Pedro, Ramiro, Simón, Yam
Tags Lutteo, Sou Luna
Exibições 115
Palavras 464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeira fic publicada aqui. É um tema diferente do qual eu geralmente escrevo. Mas enfim, aproveitem.

Capítulo 1 - A chegada.


Logo descendo do avião, vi Tia Tamara a minha espera. Era impossível não nota-la com aquele batom rosa choque - que eu queria muito ter coragem de usar. Após a morte de meus pais em Cancun, eu precisava morar com alguém e já que não tinha nenhuma família no México, o melhor foi me mudar. Tia Tamara sempre foi uma pessoa muito amorosa comigo, na verdade, era como minha outra mãe. Acredito que esse tempo com ela vá me fazer bem.

— Meu anjo! - falou ela, depositando um beijo estalado em meu rosto. Seu batom ficara ali.

— Tia, que saudades da senhora! - envovi-a em um abraço apertado e amoroso. 

— Vamos amor, nós temos muito o que fazer em casa.

Durante o caminho, conversamos sobre vários assuntos bobos. Rimos muitíssimo. Logo que chegamos em sua casa - bem, uma mansão na verdade - deixei uma expressão pasma sair de meu rosto. Eu não me dou bem com as expressões, elas me entregam muito. Ouvi um risada vinda de minha tia enquanto ela descarregava algumas de minhas malas. 

— Matteo, meu amor, desça e conheça sua prima. 
Matteo? Quem era Matteo? Um garoto realmente lindo desceu as escadas de forma educada e calma. Ele se aproximou de minha tia e depositou um beijo enorme em seu rosto. 

— Muito prazer, Luna. - ele pegou em minha mão e apertou a mesma calmamente.
Seu toque era incrível. 

— Pra-prazer. - droga, eu havia gaguejado. Ah Luna, que boba. 

Minha tia chamou uma empregada, muito fofa na verdade. Ela me levou até meu quarto. Ele era rosa, cheio de detalhes que me faziam sentir-me uma princesa. Estava desfazendo minhas malas quando ouvi uma pessoa batendo em minha porta.

— Licença... - disse Matteo adentrando ali. 

— Ah, oi. - disse um tanto desanimada. 

— Ei, tudo bem? - ele falou e sentou na ponta de minha cama. - não gostou do quarto? Ele é muito rosa? Você não gostou da casa?

A preocupação dele o deixava totalmente fofo. 

— Não é isso. Muito pelo contrário, eu amei esse lugar. Eu só... - pude sentir algumas lágrimas aproximando-se - sinto falta de meus pais. 

Naquele momento, desabei. Não consegui evitar chorar, afinal, não fazia muito tempo que eles faleceram. 

— Não fica assim. Ai meu Deus, o que eu faço, eu não sei o que fazer quando mulheres choram. 
Acabei deixando escapar uma risadinha inocente de mim. Ele olhou e sorriu. 

— Acho que eu sei sim. Vem cá - ele abriu os braços, indicando um abraço. Me aproximei e dei-lhe um abraço. Senti-me protegida ali, por mais que conhecesse ele a apenas 30 minutos. 

Ficamos abraçados por um longo tempo. Logo nos afastamos.

— Nós podemos andar, afinal, não conhece a casa, não é mesmo? 

Eu assenti com a cabeça e levantei da cama, enxugando minhas lágrimas. 
 


Notas Finais


O formato pode ter ficado um pouco estranho, mas logo que entrar pelo computador eu ajusto. Realmente, espero que gostem. Deixem seus comentários ai em baixo, deixem essa escritora feliz! Até logo amorinhas.


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