História Conexão inevitável. - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Nico, Nina, Pedro, Ramiro, Simón, Yam
Tags Lutteo, Sou Luna
Exibições 119
Palavras 859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amorinhas! Esse capítulo vai para as pessoas que favoritaram minha fic! Obrigada, adoro vocês <3

Capítulo 2 - Nosso lugar


Matteo e eu conversamos. Conversamos muito, na verdade. O jardim era um lugar tranquilo de se andar. Passei minha tarde toda jogando conversa fora com ele.

× Na hora do jantar ×

Amanda chamou-nos mais cedo. Estávamos apenas eu e Matteo ali. Esperando que Tamara chegasse para comermos. Matteo me olhava em silêncio. Ficava me observando de baixo a cima. Para ser sincera, não me achava uma garota bonita. 

— Matteo... eu posso te dizer uma coisa? Sei que nos conhecemos a algumas horas, mas sinto que posso confiar em você. 

Ele assentiu com a cabeça, pois levava uma taça com suco na direção de seus lábios. 

— Eu tenho medo de ficar aqui. Eu tenho medo de Buenos Aires. - disse, abaixando a cabeça.  

— Ei, não fique assim. - colocou sua mão em cima da minha, que se encontrava na mesa. - eu estarei aqui para o que precisar. 

Aquele momento foi único. Seu toque era mágico, suas palavras traziam paz. Tia Tamara desceu e nós tivemos um jantar tranquilo. 

— Crianças, vou subir. Me deu uma enxaqueca... - Ela sorriu, triste, e subiu as escadas rumo ao seu quarto. 
Matteo e eu terminavamos de comer a sobremesa. Ele me olhava como se nunca tivesse visto uma garota antes em sua vida. 

— Que foi, Matteo?

— É que você é muito bonita. - senti meu rosto corar ao ouvir isso.

— São seus olhos. - disse irônica e ri.

— Ah sim, são. - ele reagiu da mesma forma e levantou. - Vou dormir. Não esquece que amanhã tem aula, ouviu? - Ele depositou um beijo em minha cabeça e subiu. Não demorou muito para que eu subisse e fosse dormir. 

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Aquele barulho insuportável do celular berrando porque era hora de acordar, me dava vontade de sumir. Ainda com os olhos fechados, estiquei o braço a procura do celular no criado mudo ao meu lado. Bufei, desliguei o despertador e fui tomar um banho. Fiz tudo igual normalmente e me vesti. Aquele uniforme não tinha nada haver comigo. Revirei os olhos e desci as escadas. Tomei meu cacé e entrei no carro, esperando a boa vontade de Matteo chegar. 

— Bom dia, flor do dia! - sua animação era espantosa.

— Bom dia pra quem? - respondi seca. 

Ele me olhou com uma cara de espanto e ficou quieto. Chegamos na escola e eu desci do carro ainda em silêncio. Andei e acabei esbarrando em uma menina morena de óculos. 

— Aí me desculpa, eu estou desligada! - Eu disse, juntando algumas coisas que eu a fiz derrubar. - Oi, sou a Luna 

— Ah tudo bem, eu já estou acostumada... e eu sou a Nina. Prazer em te  conhecer, Nina. 

Ela tinha um ar de ser uma garota mais quieta. Ela me acolheu super bem no Blake. Senti que seríamos grandes amigas. Ficamos um tempo encostadas na parede. Na parede do outro lado, estavam Matteo e Gastón. Eu olhava Matteo com uma cara ridícula de apaixonada.

— São os garotos mais populares do Colégio... estou vendo o jeito que olha pra Matteo.

— Que? Pro Matteo? Com os olhos... ele é meu primo e tem namorada...

— Mas e se não fosse? Ah, vamos Luna... 

— Que? Ah, por favor... - corei.

— Bom, ele é impossível... bem como seus amigos. - ela olhou, suspirando pra Gastón. 

— Você gosta de alguém? - disse, curiosa.

— Eu gosto de Matemática e esqueci meu livro na sala, tchau. - ela saiu correndo.

— Mas Ni... - não consegui terminar a frase e peguei meu celular, colocando-me a mexer no mesmo
Matteo se aproximou. 

— Ei, tudo bem? 

Fingi que não escutei e fiquei mexendo no celular.

— Luna? 

— Anh, que? - guardei meu telefone - está falando comigo? 

— Tem algum problema? 

— Que? Problema? Não. - fiz uma careta e dei de ombros. 

— Tô vendo... - ele deu uma risada. - você realmente está bem? - ele pegou em minha mão, dando um sorriso bem galanteador. 

— O que está acontecendo aqui? - uma loira apareceu, olhando-me com um sorriso falso. 

Matteo me puxou para seu lado, ainda segurando minha mão. A loira me olhava com um ar de nojo misturado com raiva. Matteo, estava um tanto nervoso. 

— Vão me dizer ou não? - ela disse, quase gritando. 

— Não te devo nenhuma satisfação. - ele revirou os olhos e me puxou para dentro de uma sala de aula vazia e fechou a porta. 

O silêncio tomou conta da sala. Ele me olhava, com um meio sorriso no rosto. Por um momento, deixei minha mente viajar e fingir que éramos apenas eu e ele no mundo. Ele se aproximou de mim. Talvez fosse fazer uma coisa ridícula. Talvez não. 

— Luna... - colocou a mão em meu rosto.

Meu coração estaca mais acelerado que o normal, minhas mãos soando e eu com medo. Matteo acariciou meu cabelo e encostou seus lábios nos meus. Aquele momento fez com que meu corpo esquentasse. O beijo era um beijo inocente, um beijo com conexão, sem segundas intenções. Um beijo que me deixou com uma sensação de desejar mais e mais aquilo. Por um instante, fingi que Matteo não era meu primo ou que talvez tivesse namorada. Não queria sentir nada por ele, não podia. 


Notas Finais


E é isso amorinhas <3 beijinhos e até logo!


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