História Conexões - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Pepper Potts, Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers
Tags Natasha Romanoff, Romanogers, Sreve Rogers, Stasha, Tony Stark
Visualizações 63
Palavras 3.371
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite , gente!!!!

Quero agradecer a cada um de vcs por colaborarem com a divulgação e incentivo para a elaboração da fic.

Quero dar as boas vindas caso vc seja um leitor novo aqui. Sinta-se a vontade.

Que todos se divirtam com mais esse capitulo .

Ah isso eh um aviso . Amanhã não postarei nenhuma das fic de minha autoria . Estarei fazendo prova das 9:30 às 19h . Sim isso mesmo . São dois turnos de prova . Torçam por mim , se puderem.

Vamos ao capítulo ...

Estou aberta a críticas , eh com elas que eu melhoro meu trabalho

Boa leitura !!!

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Conexões - Capítulo 5 - Capítulo 5

Natasha entrou em casa um pouco mais calma, mas não menos preocupada. Para Nat a situação do Matthew  era ruim, mas mexerem com a cabeção de uma criança de 7 anos é o cumulo. Ela não entendia como a escola permitiu isso, até mesmo como os pais de crianças tão pequenas tem coragem de falar sobre assuntos tão pesados com elas.  Natasha jogou a chave  sobre um dos andares da estante e assim que virou viu seu filho descendo a escada. 

 

— Está melhor? Conseguiu descansar um pouco? — Natasha perguntou enquanto o esperava ao pé da escada. — Sua avó está nos esperando para comer. Ela quer mimar o neto dela. —Natasha o abraçou de lado, já o conduzindo para a sala de jantar. —

 

— Vovó esta fazendo bolo de brigadeiro, Matt. — Hayden veio da cozinha com uma colher de madeira pingando chocolate, cheia de granulado todo empolgado novamente.

 

— Achei que era para a sobremesa? — Natasha agachou levantando o filho no colo e passando o dedo na colher e colocando-o na boca. — Irresistível , tem razão.  Vai querer provar também?

 

— não agora — Matt respondeu e foi para a sala de estar e deitou no sofá.

 

— Matt, mama vai me levar a praia de tarde, você quer ir?— Hayden desceu do colo da Natasha e foi atrás do irmão no sofá . Pulando para se sentar.

 

— Praia? — Matt reclamou irritado novamente. — Achei que tinha me entendido , mãe. — Matt falou se levantando e se direcionando para o hall de entrada.

 

— Sim, praia. — Natasha entrou na frente do filho., o impedindo de fugir para longe dela.—  Eu sei que não te agrada, mas foi onde descobri que o cara que te salvou vai estar. Fora que eu havia prometido ao seu irmão irmos dar uma volta. Achei que gostaria de estar conosco. 

 

— Não obrigado. Vou ficar lá no meu quarto mesmo.— Matt respondeu chateado.

 

— Não senhor, Matthew. O almoço está pronto. Venham comer. — Senhora Rogers falou e Matthew abaixou a cabeça  seguindo para sala de jantar com outros. — Fiz o preferido do pai de vocês, quando vinha para casa. 

 

— Parece delicioso como sempre Sarah. — Natasha falou  servindo a comida ao caçula que já se distraia com os talheres.  — Hayden, pare, comporte-se.. — Natasha chamou a atenção dele enquanto apoiava o prato na frente dele.

 

 Senhora Rogers acabou de servir a todos e se sentou ao lado de Matthew. Natasha já sabia o que viria. O momento de graças de toda a refeição. Ela japesar de não ser muito religiosa, já tornara isso uma pratica por conta do marido.  Senhora Rogers olhou para Matthew e ele a ignorou. Matthew não queria falar. 

 

— Eu acho que darei as graças dessa vez, posso? — Natasha perguntou e não houve contraposição.—  Eu quero agradecer pela oportunidade que eu estou tendo em estar com pessoas  que eu amo por mais uma vez. Agradecer que o Matthew esta a salvo e sem complicações. Isso é um alivio, porque não sei se posso suportar perder algo que faz parte de mim, mesmo quando estou a quilômetros de distancia. Quero agradecer pelo dom e paciência da minha segunda mãe , que não apenas cuida dos meus bens preciosos como tornou esse almoço ainda mais saboroso.  Obrigado. — Natasha terminou de dar graças . — Acho que agora podemos comer. 

 

O almoço foi regado por uma paz e tranquilidade. Hayden falava animado do jogo que teve na escola na aula de educação física, Natasha e Sarah conversaram sobre as mudanças do bairro e Matthew permaneceu calado.  Todos comeram sobremesa e se lambuzaram com a calda que a senhora Rogers havia feito.

 

A tarde também passou tranquila. Senhora Rogers  conversou com Natasha enquanto tricotava.  Falou de cada um dos netos, com brilho nos olhos, mas com preocupação claramente estampada quando falava do mais velho. Natasha ouvia atentamente cada relato e os motivos da preocupação, Mas o que a chocou mais foi saber que o seu primogênito já havia tentado tirar a própria vida antes e que ela não ficará sabendo. Estava claro que Natasha precisava tomar providencias , ela se perguntava se o filho poderia atentar contra si mais uma vez.   

 

— Eu sei que vocês cuidam dos meus filhos todo esse tempo, e eu agradeço, mas talvez seja a hora de começar a tomar as rédeas da vidas dele de perto. Eu estava pensando em de imediato providenciar a terapia para o Matthew obvio, mas achar de fato um professor que o ajude.  É necessário, ele querendo ou não. E — Natasha relutou por um momento.— Estou entrando em contato com meus chefes e verificando se seria possível trabalhar de casa e apenas viajar se for necessário. Caso eu consiga, eu pensei em talvez nos mudarrmos Eu ter os meu espaço com os meninos. Ou no outro extremo , se não for possível , eu leva-los para morar comigo fora do país. 

 

— Não fique cheia de dedos comigo, minha filha. Se você puder ficar na cidade acho que será uma alegria para as crianças, independente se for aqui em casa ou numa casa que você possa chamar de sua . Se tiver que levá-los , eu não impedirei . Assim como eu , você é mãe , mulher e diplomata.  Eu a apoiarei . —Sra. Rogers tomou as mãos de Nat , dando dois tapinhas , como quem diz " está tudo bem ". 

 

— Eu não quero tirá-los de vocês . Eles sempre os tiveram presentes na vida deles. Não quero ser injusta. A Liz e o Matt já vão para a faculdade , será o último ano deles, de repente tudo muda. Eu não sei como cada um deles irá reagir. — Natasha soltou o ar , que nem ela sabia que estava prendendo. 

 

— Não se preocupe agora. Faça uma proposta ao seu chefe. Veja o que ele pode fazer tenho certeza que teremos uma ou mais soluções. Dai sentamos aqui mais uma vez e conversamos, chamamos as crianças, as ouvimos e por fim decidimos a melhor solução . Não tenha pressa , criança . - Sra. Rogers  voltou a tricotar e deu um sorriso doce de mãe orgulhosa.  

 

— Obrigado , por me compreender. Não sei se teria condições de ter essa conversa com o seu marido. Ele demorou muito para me aceitar . Lembro dele dizer que eu estava tentando dar o golpe da barriga no Steve. — Natasha recostou-se no sofá e deixou a sogra  confirmar o que sempre soube.

 

— Não estava nos nossos planos sermos avós tão cedo. E convenhamos tudo entre vocês aconteceu muito rápido. O Steve destruiu a carreira gloriosa como professor para ir pro exército , tudo para mostrar ao pai que ele podia sustentar vocês . Eu confesso que adorei a rebelião que ele proporcionou . Joseph precisava perder as rédeas dele. Meu filho cresceu muito com isso , mas como mãe vê-lo  na guerra apavorou um pouco. — Sarah seguiu seus pensamentos . 

 

 

— Na verdade também não estava nos nossos planos  virarmos pais aos 17 anos, mas aconteceu.  E sim o Steve mudou com tudo isso. O rapaz tímido  e amigável, altamente manipulável emocionalmente sumiu , ou melhor amadureceu e tomou as rédeas da própria vida. Foi bom , eu cresci também . E esse ano no exército foi tão ruim quanto esse primeiro após a morte dele. - Natasha falou mais séria , mas com um brilho nos olhos de orgulho. 

 

— eu imagino , se eu sinto a falta do meu filho , você que amava e vivia 24h com ele não seria diferente. Você é a que menos falou sobre isso, pelo menos abertamente . Sabe que podemos conversar. Eu a tenho como filha e como mãe , sei que não fala pelas crianças . — Sra. Rogers olhava triste , mas continuava seus afazeres manuais sem erras nenhum momento. 

 

— Eu não quero que eles sintam que não podem contar comigo para falar dos seus sentimentos em relação a isso porque eu sofreria , mas ao mesmo tempo.nao quero que achem que me perderam também, — Natasha falou dedilhando as capas da almofada. — Porém me parece que o Matthew sentiu como se me perdesse também . Às vezes eu acho que fiz tudo errado. 

 

— Nós mães sempre sentimos isso. Acho que faz parte do contato vitalício.   Natasha, eu sei que a perda não vai passar , mas aos poucos ela vira saudade . Isso vale para vocês todos.— Sra Rogers falava firme e em tom de conselho. —Eu acho que você poderia começar a tentar novamente se quiser as crianças vão entender e você é nova . Reconstrua essa parte da sua vida,  se encontrar alguém que você goste , que goste de você . 

 

— Não sei se consigo. Não agora pelo menos.  Eu não consigo ver outras pessoas como elas. Eu vejo um gesto , o tom de voz, um olhar, uma mania que o Steve tinha e eu às vezes reclamava. É como se eu negasse que ele  está morto. —Natasha deixou deixou finalmente uma lágrima rolar. — Eu ando por essa cidade  , passo pela porta do quarto dele . Eu sinto ele ali me observando de canto de olho disfarçando , e quando olho envolta ele não está . Eu pedi para mudar de cidade no trabalho. Eu não aguenta voltar para casa e ter todas as lembranças dele ali, invadindo pensamentos, sonhos , minha respiração . — Natasha não conteve mais as lágrimas . Fora 18 meses sem derramar uma lágrima, sem conversar com alguém sobre o que ela sente e não o que as crianças precisavam. Sra. Rogers apenas levantou e foi sentar-se ao lado dela, trazendo-a para um caloroso abraço . 

 

— há quanto tempo está prendendo esse choro , filha? Isso não está lhe fazendo bem, querida. Devia ter conversado com alguém , comigo, uma amiga, um amigo. Ande chore, deixa o peito aliviar essa dor e quando acabar saia, vá se distrair sozinha. Eu levo as crianças a noite na praia. 

 

Natasha não respondeu, apenas se envolveu no aconchego da sua segunda mãe e deixou a dor  abrandar enquanto os olhos transbordavam lágrimas mudas. Levou duas horas para Natasha ter condição de fazer qualquer outra coisa. Ela chorou até não conseguir mais, e quando as lágrimas secaram de seus olhos. Sarah  não a soltou , continuou a consolá-la e trazer paz e tranquilidade a alma de Natasha expressa num simples olhar. 

 

— Vá dar uma volta, meu bem. Eu fico com os meninos. Sente no pier, encare o mar, jogue pedras nele se for te fazer mais feliz feri-lo por segundos, como ele o feriu aí dentro. — Sarah a abraçou rapidamente e com delicadeza afastou secou as bochechas rosadas. — Erga a cabeça, você ficará bem. — Ela colocou Natasha de pé, arrumou o cabelo e ergueu o queixo dela.  

 

Natasha sorriu de leve. Ela sentia falta de uma mãe assim. Ela perdeu a mãe na mesma idade do seu filho mais novo, mas seu pai ficou completamente descompensado. Natasha nunca revelará isso a ninguém a não ser o marido, quando ele a pediu em casamento e queria pedir autorização . A história parecia se repetir com ela e os filhos e por esse motivo ela não se deixava quebrar na frente de ninguém .  Natasha respirou fundo e seguiu o conselho da sogra. Ela pegou a jaqueta novamente e calçou um tênis dessa vez. 

 

— Ligo para dizer onde estou . Dai encontro vocês lá . — Natasha falou  abrindo a porta. 

 

— Vá logo , criança. Depois levo seus filhos e  lanchamos em algum lugar. Não se preocupe. Estou de olho neles. — Sarah voltou a sentar-se e dedicar-se a seus dotes artisticos. 

 

Natasha  saiu de casa sem caminho certo para ir. Ela torcia para que a imprensa não a reconhecesse por conta do dia anterior estampado no jornal e no noticiário .  Ela tinha que por a cabeça em ordem, pensar nas crianças e nela. Do jeito que tava não poderia ficar, pelo menos era isso que ela pensava. 

 

Natasha viu um taxi passando e indicou que ele parasse. Ela queria sair do bairro, quem a via na rua e cruzava com ela, Daca um olhar de pesar. Natasha se sentia exposta, e ela não gostava dessa sensação. Natasha entrou no táxi e fechou a porta. 

 

— Para onde deseja ir , senhora? — O taxista virou para trás a perguntando. 

 

— Desculpa, eu não sei. Só preciso sair do bairro. — Natasha falou com olhar tristonho enquanto pensava. 

 

— Senhora, desculpa me intrometer , mas se é um lugar bom para pensar e liberar emoções , desculpa-me é o que parece,  eu posso sugerir o pier Norte. É um lugar lindo, tranquilo . — O Taxista falou. 

 

— Pode ser. Me leve até lá por favor. — Natasha deu o comando é o taxista começou a dirigir.  

 

A viagem não durou tanto . Natasha conhecia a área . Ficava no extremo oposto da praia do farol. Tinham pessoas circulando ali, mas nenhuma delas no pier em si. Natasha achou um bom lugar para ficar sozinha pensando . 

 

— obrigado, o local é perfeito. — Natasha falou e olhou o taxímetro, pegando o dinheiro logo em seguida e pagando o motorista . Natasha saiu logo em seguida , mas assim que desceu ela deu uma batina de leve no vidro . — tem um cartão com o seu número para que eu possa ligar quando for embora?  — O motorista apenas sorriu e puxou um carão de visita a entregando e deixando Natasha sozinha. 

 

 

Natasha desceu algumas degraus que dariam acesso ao pier de madeira, foi quando ela lembrou do que a sogra falou sobre o mar. Ela voltou e catou algumas pedrinhas  ali próximo e voltou a descer os degraus. Natasha sentia que as pedrinhas lhe dariam bem, mesmo que elas ficassem em suas mãos . 

 

Natasha caminho contra o vento frio que batia naquela paisagem e em sua pele facial. As ondas quebravam sob o píer erespingavam. Em sua roupa. Natasha não se incomodou com aquilo. Era um lembrete a ela que ela podia sentir, que sua lágrimas podiam manchar a roupa sem medo de serem descobertas.  Ao final do piso de madeira, um banco isolado. Os namorados deviam usar com frequência . Ela mesma lembrava-se de ter vindo com o Steve ali na primeira vez na cidade.  O parapeito não mais existente trouxe a certeza que o carinho e amor entre eles foi destruído pelo mar, mas não apagado, pois os furos que os sustentavam  ainda eram remanescentes.  

 

Natasha se sentou, e deixou os sentimentos virem sem medo. Se fosse necessário ela iria ferir o mar sem medo. Assim como ele a vida tomava novos rumos e voltaria ao normal. Natasha não sabia como de fato tinha acontecido o acidente , mas as últimas informações começavam a construir uma cena na sua cabeça . Natasha não aguentou pensar no desespero da cena e com lágrimas atirou a primeira pedra e ficou observando. 

 

— É engraçado pensar que uma coisa tão pequena como essa pedrinha num ritmo tão grande propaga essa onda por toda a água , mesmo que não possamos mais ver as ondulações. É como na vida,  um fato pode mudar sua história por completo. Desculpa, você se incomoda se eu me sentar com você aqui ? — Natasha ouviu uma voz que a lembrava alguém , mas não parou para olhar quem fosse.  Ela não sentia-se pronta para conversas. O rapaz se sentou e ficou observando a pedrinha ser levada ainda mais fundo. — Você não gosta de conversar , não é ? Às vezes falar com pessoas desconhecidas alivia. Você tem certeza, que ela não será influenciado por nada mais que a sua versão . Ela te entende e por estar de fora, pode te dar ajuda da forma correta. 

 

— Eu de fato não sou de conversas. — Natasha respondeu sem o olhar novamente. 

 

— Eu também não sou. Situação difícil em casa? — Ele voltou a perguntar. 

 

— Um pouco , mas acho que não lhe diz respeito. Eu realmente não quero conversar. Com licença — Natasha falou olhando para ele rapidamente e depois desviando o olhar para a água, e decidindo que ali já não era um bom lugar. Natasha se levantou rapidamente.

 

— me desculpa — ele se levantou também — eu não queria te incomodar , moça . — Natasha ajeitou a roupa e ia se retirar quando ele simplesmente ela sentiu o toque no pulso virando-se para brigar com o rapaz que ousou toca-la —  me desculpe , juro , acho que quem precisava conversar era eu.  Se não se importa posso ficar com as pedrinhas ao menos . — O rapaz tagarelava . 

 

— Steve ! — Natasha levou um susto , deixando todas as pedrinhas irem ao chão, desfalecendo logo em seguida. 

 

Natasha abriu os olhos devagar, tentando entender o que havia acontecido. Ela sentiu os respingou do mar no seu rosto, lembrando-se que estava no pier na praia. 

 

— Moça, moça, moca . —um rapaz fora de foco apareceu na sua frente tampando a luminosidade do entardecer. — Você está bem ? Precisa de um médico ? Quer que eu ligue para alguém ? 

 

Natasha esperou o rosto do rapaz entrar em foco para tentar se levantar. Enquanto esperava , o que levou alguns segundos . Natasha ficou em choque quando um par de olhos azuis por trás de óculos de grau a olhavam . Natasha achou que estava sonhando, inconscientemente ela beliscou a mão do homem . 

 

— Aí ! — O cara falou saindo de perto de Natasha — Eu apenas queria ajudá-la . Não fiz nada contra você. 

 

— Desculpa, você parece com o meu marido . — Natasha falou se levantando e aceitando a mão do rapaz que lhe foi estendida. 

 

— Steve? É esse o nome dele. Olha eu juro não precisa chamá-lo aqui. Eu não faria nada contra você . - o rapaz falou levantando o capuz e ajustando o óculos 

 

— Não estava o chamando, eu achei que você era ele. Seus olhos são iguais aos dele. E não se preocupe ele não vira. Ele está morto tem um ano e meio. E só para você saber eu tenho spray de pimenta na bolsa. - Natasha falou ajeitando a roupa. 

 

— Uouh , ok. Momento ruim , parece que as nossas vidas não estão sendo fáceis . Eu não queria incomodar . Desculpa-me. É um momento triste.  Deixe eu apenas me apresentar , assim desfazemos o mal entendido. Meu nome é Grant Maximoff , é um prazer. Desculpa toda essa situação . — Grant sacudiu a cabeça. —Eu não vou te perturbar mais . Pode se sentar, com licença . — Grant  falou saindo de perto. 

 

Natasha ficou em choque por uma segunda vez. Era o mesmo nome do rapaz de mais cedo. Natasha puxou o celular numa mão e na outra puxou o panfleto da jaqueta . Para Natasha não poderia ser tanta coincidência . — Espera ! — Natasha chamou , mas Grant continuou a andar de volta ao calçadão que beirava toda a orla.  Natasha tentou um outro jeito . Digitou rapidamente o telefone no panfleto e de longe podia ouvir tocar. 

 

Grant movimentou a mão  para o bolso da calça e puxou o celular — Alô , quem fala? — Grant parou de andar por alguns segundos. 

 

— Acho que você salvou ontem a vida do meu filho. Meu nome é Natasha Rogers, nós podemos nos encontrar ? — Natasha falou observando as reações do Grant de longe. 

 

— Tudo bem. Não foi nada.— Grant respondeu. 

 

— Foi muito para mim. Eu gostaria de agradecer pessoalmente. — Natasha falou se aproximando dele. 

 

— Ok, onde quer me encontrar?  E por favor sem imprensa. — Grant falou . 

 

— No pier , no banco onde você estava há poucos minutos . — Natasha sorriu assim que ele virou para onde ela estaria se deparando com ela a três passos dele.  — Obrigado. Acho que começamos errado. 

 

— parece que sim. — Grant sorriu. 

 

— Tenho mais pedrinhas no bolso da jaqueta. Topa conversar ? — Natasha falou . 

 

—Primeiro as damas . — Ele esticou o braço dando passagem para Natasha tomar a frente e poder se sentar. — Parece que foi um ano intenso para você também . Seu marido, seu filho. Seu filho está bem ? 

 

— Graças a você parece que sim. Sente-se por favor. — Natasha virou de lado no banco de modo que pudesse encara-lo. 

 

Nada mais se falou pelos próximos minutos. Natasha sentia seu coração acelerar olhando para aqueles olhos que refletiam completamente o por do sol e de alguma forma aqueciam o coração dela. 


Notas Finais


Surpresa!
Quem assim como eu ama a senhora Rogers? Tô apaixonada pela minha velhinha.
Se puderem deem um feedback dos personagens originais .
Até os reviews .
Até qualquer hora.
Ah podem comentar , assim que eu voltar da prova ou no intervalo eu respondo .

Os: fotos do Google.


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