História Confessing my love - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Daniel Sharman, Troian Bellisario
Personagens Personagens Originais, Troian Bellisario
Tags Casamento, Daniel Sharman, Romance, Troian Bellisario
Exibições 119
Palavras 5.849
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa tarde, amores, aqui esta mais cap ♥
Leiam as notas finais.

Capítulo 4 - I love you


Fanfic / Fanfiction Confessing my love - Capítulo 4 - I love you

Troian point of view.

Sinto um peso em cima de mim, tento tira-lo de cima de mim ainda de olhos fechados, mas escuto a pessoa reclamar. Vou abrindo os meus olhos lentamente para a luz do sol que entrava no quarto não queimar as minhas retinas. Sinto duas pequenas mãos nas minhas bochechas virando o meu rosto então tenho uma visão clara dos olhinhos verdes e os cabelos loiros de Hanna. Sorrio para ela, envolvendo o seu corpo pequeno nos meus braços.

— Bom dia, mamãe. — disse Hanna.

— Bom dia, bebê.

— Mamãe, eu tenho que ir para a escola. — ela me avisou, descendo do meu colo.

— Tudo bem, eu vou te arrumar. — me levantei da cama de Nathan, ele já devia ter descido para tomar café da manhã com a megera da mãe dele.

Fechei a porta do quarto para que ninguém entrasse, depois levei Hanna até o banheiro e a ajudo a tirar a sua roupa. Abro a boxer para ela entrar, abro o registro do chuveiro fazendo a água morna cair pelo seu corpo, depois que termino de dá banho nela a levo para o quarto enrolada na toalha. Pego a mochila que estava em uma cadeira, tiro o uniforme da escola, e visto na pequena. Depois penteio os seus cabelos loiros e levemente ondulados como os meus.

— Espera a mamãe aqui. — digo a Hanna, que senta na cama. — Eu já venho.

Eu não queria que Hanna descesse sozinha, eu não confio na mãe de Nathan perto da minha filha. Voltei para o banheiro, peguei a minha escova em um potinho em cima da pia e escovei os meus dentes. Lavei o meu rosto para amenizar a minha cara de sono. Saio do banheiro, pego a bolsa em cima da cama, e seguro a mão de Hanna. Nós duas saímos do quarto de Nathan, descemos as escadas e entramos na cozinha vendo os senhores Russo e Nathan tomando café. Sento Hanna á mesa, e tomo o meu lugar ao lado de Nathan.

— Bom dia, amor. — diz Nathan, envolvendo o braço no meu pescoço e depositando um beijo na minha bochecha.

— Bom dia! — sorrio, passo geleia em algumas torradas e encho um copo de suco para Hanna.

— Bom dia, Troian. — disse o Joseph, o pai de Nathan.

— Bom dia! — disse Elizabeth com desdém fazendo a sua típica cara de nojo. Como alguém consegue ser tão chata a essa hora da manhã?

— Nathan, por que não me acordou? — encho a minha xicara de café, levo a boca bebericando os poucos o liquido quente.

— Você estava tão serena enquanto dormia que achei melhor não te acordar. — respondeu Nathan.

— Você tem que provar o seu terno hoje, o nosso casamento é amanhã e você já devia ter resolvido isso. — digo, e mordo a minha torrada.

— Eu tenho que passar no escritório antes, alguns fornecedores me ligaram eles querem conversar comigo.

— Ok, então você vai para o escritório, eu levo Hanna para a escola e mais tarde passo no seu trabalho, então nós dois vamos juntos para a prova do seu terno.

— Achei que a noiva não pudesse ver o terno do noivo antes do casamento. — ele solta uma risada.

— Não, amor, você que não pode ver o meu vestido. — beijo a sua bochecha. Termino de tomar o meu café, e me levanto. — Vamos, Hanna.

— Tchau, Nathan! — disse Hanna.

— Tchau, princesa! — ele sorri.

Hanna segurou minha mão, passamos pela sala e saímos da casa de Nathan. Enfio a mão dentro da minha bolsa procurando pela chave do carro até encontra-la, abro a porta do veiculo e sento Hanna na cadeirinha de criança, depois tomo o meu lugar no banco do motorista. Liguei o som do meu carro, que começou a tocar uma musica infantil, era de um cd de musicas que comprei para Hanna, mas eu não imaginava que eu acabaria decorando todas as letras do álbum principalmente do filme Frozen.

Tirei o cd, pois não aguentava mais escutar esse tipo de musica, então começou a tocar “sorry” de Justin Bieber na rádio. Olhei pelo espelho vendo Hanna mexer os bracinhos dançando na sua cadeirinha, ela cantava a musica alto. Involuntariamente, comecei a batucar os dedos no volante do carro enquanto dirigia. O refrão da musica chegou, e sem perceber eu já cantava alto acompanhada por Hanna e mexia os ombros no ritmo da musica.

Parei em frente à escola de Hanna vendo que alguns alunos já começavam a entrar no local. Desço do carro, abro a porta de trás do veiculo e tiro Hanna da cadeirinha. Pego a sua bolsa de carrinho que estava ao seu lado no banco, bato a porta do carro e sigo com ela até a entrada da escola. Depois que Hanna entra na escola, volto para o meu carro e tomo o caminho em direção ao meu apartamento. Entro no estacionamento do meu prédio e estaciono o carro em uma das vagas livres, saio do carro travando o mesmo, entro no elevador e subo para o meu apartamento.

Paro em frente à porta do meu apartamento, enfio a chave na maçaneta e abro a porta, assim que entro vejo a sujeira de dias não estava conseguindo limpar a minha casa, e isso estava me deixando aborrecida. Fechei a porta e me joguei no sofá tentando ignorar mais uma vez os brinquedos de Hanna espalhado pela casa, eu tinha coisas mais importantes para me preocupar como, por exemplo, ligar para Christian. Tiro o meu celular da bolsa, procuro o numero de Christian na lista de contatos, e levo o celular a minha orelha escutando a linha chamar.

Alô? — disse Christian, do outro lado da linha.

— Oi, Christian, sou eu Troian.

Eu sei, agora fala o que você quer. — ele disse rude.

— Não precisa ser grosso, idiota. Você ainda esta em Nova Iorque?

Não, voltei para Miami no dia do casamento de Bryan. Não estava querendo ver a cara do seu amiguinho Mason.

— Não tenho culpa, você mereceu aqueles socos. — digo irritada.

Fala logo o que você quer.

— Eu preciso que você volte para Nova Iorque.

Por quê?

— Eu vou me casar amanhã, e depois vou viajar para a minha Lua de Mel, então preciso que você cuide da Hanna.

Agora você quer deixa-la comigo? — ele ri, me fazendo revirar os olhos.

— Eu sei que você não vai negar de cuidar da própria filha. Quando pode vim?

Tudo bem, hoje mesmo eu pego um voo para Nova Iorque, só preciso resolver umas coisas antes.

— Ótimo, quando chegar me avisa.

Troian, uma curiosidade: onde vai ser a sua Lua de Mel? — ele pergunta em um tom divertido.

— Eu não sei, Nathan disse que seria uma surpresa. Por quê? — pergunto confusa.

Nada demais, mas se caso a sua Lua de Mel não te satisfazer fique sabendo que você ainda pode me ligar. — disse Christian. Eu não conseguia vê-lo, mas já imaginava um sorriso malicioso em seus lábios.

— Você é muito escroto. — respondo enjoada.

Eu não sou escroto, eu tenho um escroto saiba diferenciar. — ele ri.

— Tchau, Christian! — desligo irritada.

Levanto-me do sofá, vou para o meu quarto, abro o meu guarda-roupa e tiro a minha mala. Tinha que preparar a minha mala para a viagem, não fazia a mínima ideia para onde iria se era calor ou frio. Fui olhando as minhas roupas, escolhendo as peças para as duas estações. Depois que terminei de arrumar a minha mala deixei a mesma guardada na parte de baixo do meu guarda-roupa, entrei no banheiro me despedindo e adentrei o boxer do banheiro. Abri o registro deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo, depois do banho me enrolo em uma toalha e vou até o meu guarda-roupa.

Jogo a toalha que cobria o meu corpo em cima cadeira, escolho uma lingerie preta para vestir, e em seguida estico uma calça jeans escura nas minhas pernas longas. Passo os braços pelas mangas curtas da minha blusa branca, fecho os botões na frente, e calço as minhas sapatilhas. Pego o meu celular em cima da cama, vejo algumas mensagens que a minha secretaria mandou sobre o trabalho, eu não estava trabalhando esses dias porque queria me dedicar ao meu casamento. Guardo o celular dentro da bolsa, e sigo para fora do meu apartamento.

Entro no elevador, desço para o estacionamento, assim que saio da caixa de metal ando em direção ao meu carro destravando o mesmo. Abro a porta e entro no veiculo, enfio a chave na ignição ligando o motor, saio dirigindo em direção ao escritório de Nathan. Ele trabalha na parte de marketing para empresas desde artigos esportivas, moda, entre outras coisas. O caminho é tranquilo para o escritório dele, estaciono o carro em frente e entro no prédio. Sigo para o elevador, aperto o botão ao lado então às portas se abrem, entro na caixa de metal que me leva até o andar desejado. Saio do elevador vendo os funcionários daquele andar apressados de um lado para o outro, o prédio inteiro não era da empresa que Nathan trabalha só apenas aquele andar especifico.

— Bom dia, senhorita Bellisario. — disse Julia, a secretaria de Nathan ao ver que eu me aproximava.

— Bom dia! — paro em frente a sua mesa. — Avise ao Nathan que eu estou aqui.

— Sim, senhorita. — ela pego o telefone, enquanto ela fala com Nathan. Olho em volta vendo todos trabalhando, falando no telefone, ou as mulheres andando fazendo o som agudo do salto ecoar pelo local. — Senhorita Bellisario, já pode entrar.

Abro a porta do escritório de Nathan e adentro o local, vendo ele sentado na cadeira giratória de couro. Aproximo-me dele dando a volta na mesa, e beijo os seus lábios em um beijo lento. Ele se levanta sorrindo largo e me abraça com força.

— Está pronto para sairmos? — pergunto, deslizando as mãos pelo seu terno azul.

— Infelizmente, vamos ter que mudar os nossos planos. — ele responde, entortando os lábios.

— O que aconteceu? — encaro os seus olhos azuis esperando uma resposta.

— Finalmente assinei um contrato com a Calvin Klein, o meu pessoal vai ser responsável pela campanha deles. — disse Nathan, empolgado, e me apertando em seus braços.

— Amor, isso é maravilhoso. — selo nossos lábios.

— Por isso, vou dá um jantar na minha casa para os representantes da Calvin Klein.

— Nathan, você tem que provar o seu esmoque. — digo indignada, e me afasto cruzando os braços.

— Troian, eu tenho certeza que ele vai ficar perfeito em mim. — ele responde.

— Como você pode ter certeza? Você nem chegou a provar. — bufo estressada.

— Amor, eu vou está no altar esperando por você com o esmoque perfeitamente alinhando ao meu corpo, não se preocupe com nada. Amanha é o nosso casamento, você precisa relaxar em um spa com a Phoebe. — suas mãos alisam os meus braços. — Quero você maravilhosa mais tarde no jantar, todos vão ver o quanto a minha noiva é linda. — ele diz, sorrindo largo. Encaro-o por um tempo, e mostro um leve sorriso de lado.

— Tudo bem. — suspiro.

***

Olho-me no espelho mais uma vez, deslizando as minhas mãos pelo meu vestido de seda vermelho, devo admitir que tenho uma paixão por essa cor. Ele tinha um decote aprofundo na frente, deixando os meus seios pequenos um pouco mais volumosos, e uma fenda nas minhas pernas. Meus cabelos estavam soltos e caídos pelos meus ombros, minha franja bem alinhada em minha testa, e o batom vermelho estava presente em meus lábios finos. Pego a minha bolsa em cima da cama, saio do quarto seguindo para a sala.

— Está linda, senhorita Bellisario. — disse Lilly. Ela é uma garota loira de 17 anos, que mora no apartamento ao lado. Ás vezes eu preciso de uma babá, e ela precisa de dinheiro, então uma acaba ajudando a outra.

— Obrigada, Lilly. Prometo não chegar muito tarde, qualquer coisa você pode ligar para o meu celular.

— Tudo bem. — ela sorri.

— Tchau, mamãe. — disse Hanna, acenando.

— Tchau, meu amor. — deposito um leve beijo na sua bochecha. — Se comporte, até mais tarde. — aceno para as meninas, saio de casa fechando a porta, aperto o botão do elevador fazendo as portas se abrirem então entro na caixa de metal.

As portas do elevador se abrem novamente quando chega ao estacionamento, caminho em direção ao carro. Tiro a chave da minha bolsa e já vou destravando o veiculo, entro no meu carro, enfio a chave na ignição já ligando o mesmo. O caminho para casa de Nathan foi bem tranquilo, as avenidas não estavam tão lotadas algo que achei estranho, pois essa cidade nunca dorme. Estacionei o carro em frente à casa de Nathan, já vendo alguns veículos ali que deviam ser dos seus convidados.

Desço do meu carro, ativo o alarme do mesmo e sigo para a casa de Nathan. Toco a campainha, a porta é aberta me mostrando um homem vestido de garçom assim que entro percebo que não se tratava mais de um jantar, mas sim de uma festa.  O meu sangue ferve, como Nathan resolve fazer uma festa um dia antes do nosso casamento?

Olho em volta procurando por um homem loiro de olhos tão transparentes como água, no caso seria o meu noivo, então o encontro conversando com alguns homens de terno.

— Nathan! — chamo a sua atenção ao me aproximar.

— Oi, amor. — ele disse, selando os nossos lábios e passando o braço na minha cintura. — Senhores, essa é a minha noiva Troian Bellisario, a mulher com quem vou me casar amanhã.

— A filha do engenheiro Raul Bellisario? — pergunta um homem moreno que segurava uma taça de champanhe.

— Eu mesma. — sorrio cínica. Não estava com paciência para aturar esses mortais. — Nathan, eu já venho. — digo me afastando deles.

Vou andando pelo local vendo varias pessoas conversarem a maioria ali é funcionários do escritório de Nathan. Pego uma taça de champanhe da bandeja de um garçom que passou por mim, me aproximo de mesa de aperitivo olhando o que tinha de mais interessante, levo um camarão a boca sentindo o gosto do mesmo. Minha visão vaga pelo local vendo os quadros nas paredes e alguns vasos espalhados pelo local, meus olhos se fixam a Elizabeth que usava um vestido vermelho horrível, ela conversava animada com um homem enquanto marido estava sentado no sofá bebendo. Aproximei-me do senhor Russo me sentando ao seu lado.

— Oi, senhor Russo.

— Oi, Troian, não precisa me chamar assim você sabe que pode me chamar de Joseph. — ele sorri. — Onde esta a princesa Hanna?

— Achei melhor deixa-la em casa com uma babá.

— É uma garota de confiança? — ele pergunta preocupado.

— Sim, ela é minha vizinha. Onde esta a sua esposa?

— Está dançando com o seu amigo Mason. — ele leva a taça de vinho à boca, tomando um longo gole.

Fico surpresa com a sua resposta, olho a minha volta procurando pela vaca da Elizabeth assim que a encontro praticamente se esfregando em Mason, saio do lado do senhor Russo e andando entre as pessoas em direção deles. O meu sangue já estava borbulhando dentro das minhas veias, assim cadela da mãe do Nathan se jogando para cima do Mason e agora eu ia mostrar o lugar dessa vadia velha. Já percebo que o homem de cabelos ondulados era Mason, me aproximo dele e cutuco o seu ombro o fazendo se virar para mim.

— Oi, Mason. — digo seria, e olho para Elizabeth. — Não me lembro de tê-lo convidado para esse jantar.

— E não me convidou. — disse Mason calmo, bebericando o seu uísque.

— Eu o chamei, Troian. — disse Elizabeth, passando a mão no terno de Mason. — Queria ter uma companhia agradável para esse jantar. — ela sorriu.

Apertei as minhas unhas contra as palmas das minhas mãos ao ponto de machuca-las, virei o resto do meu champanhe sentindo o liquido descer pela minha garganta, entrego a taça vazia para um garçom que passava e me viro para Elizabeth já pronta para falar uma verdade na cara dessa cadela.

— Vaca! — a chamei.

— O que você disse? — ela pergunta confusa.

— Eu não disse, eu a chamei de vaca porque você é um a grande vaca. — digo nervosa.

— Nathan! — ela grita pelo filho.

— Isso mesmo grita por ele, Elizabeth.

— Troian, se acalma. — disse Mason, deslizando a mão pelo meu ombro.

— Cala a boca, mortal idiota. A minha conversa é com ela. — tiro a sua mão de mim.

Sentia uma raiva incontrolável subindo dentro de mim, uma vontade incontrolável de meter a mão na cara dessa mortal, sempre senti ódio quando vadias desse tipo davam em cima de Mason na minha frente. Ele e eu saímos às vezes como amigos para conversar sobre coisas do dia a dia em alguma cafeteria em quando eu ainda morava em Miami, e sempre tinha alguma garota que parava para falar com ele. Será que elas não conseguiam notar a minha presença bem ali do lado dele?

— O que esta acontecendo aqui? — pergunta Nathan se aproximando, me fazendo revirar os olhos.

— A sua noiva me chamou de vaca. — disse Elizabeth fazendo voz de choro.

— Troian, isso é verdade? — Nathan me olha.

— Filho, você não acredita em mim? Eu não estou mentindo. — Elizabeth passou as pontas dos dedos a baixo dos olhos limpando as lagrimas de crocodilo.

— Quanta falsidade, não sabe nem fazer uma ceninha decente. — digo olhando para Elizabeth com nojo, depois me viro para Nathan. — Eu só disse uma verdade, amor. — sorrio cínica.

— Troian, por que fez isso? Vamos conversar no meu escritório. — disse Nathan, ele segura o meu braço e tenta me levar para a sua sala, mas Mason o impede.

— Você não vai trata-la assim. — Mason disse grosso.

— Por que você não cuida da sua vida? Nem devia esta aqui, pois eu não o convidei para a minha festa. — respondeu Nathan, sua voz saia mais grave que o normal mostrando o quanto ele estava furioso.

— Não vou deixar você trata Troian como se ela fosse a sua filha adolescente. — disse Mason. A sua mão foi até o colarinho de Nathan, que ainda segurava o meu pulso com força, os olhos azuis de Nathan desceram para a mão de Mason e depois o seu olhar se fixou ao meu.

— Troian, leve o seu amigo até a saída da minha casa. — ele disse, soltando o meu pulso. — Não o quero aqui.

Peguei a mão de Mason, e segui furiosa em direção à porta, minhas pernas longas andavam apressadas entre as pessoas. Assim que atravessamos a mesma e descemos os degraus de concreto, escuto Nathan me chamar então me viro para ele que tinha uma expressão mais calma no rosto. Mason segue para o meu carro e encosta-se ao veiculo, ele cruza os braços ainda me observando.

— O que você quer? — pergunto irritada.

— Desculpa! — ele suspira enfiando as mãos no bolso, depois se aproxima de mim. — Não devia ter te tratado daquele jeito, eu não suporto esse seu amigo queria que ele fosse embora.

— Mason é o meu melhor amigo e ele vai ficar para o nosso casamento. — cruzo os braços.

— Eu sei, não quero que fique com raiva de mim. Amanha, nós vamos nos casar e viajar para a nossa Lua de Mel, então não quero que você entre na igreja ainda chateada comigo. — seus dedos deslizam pela minha face fazendo um leve carinho com o polegar na minha bochecha. — Eu te amo, Troian, e espero que ainda queira casar comigo.

— Eu quero sim, amor. — suspiro tentando me acalmar, mas os meus nervos ainda continuam agitados.

— Agora leve o seu amigo para casa do Bryan, e depois vá descansar porque teremos um longo dia amanhã. — ela sela nossos lábios, depois ergue o seu rosto encarando Mason por alguns segundos como um macho alfa demarcar o seu território.

— Até amanhã. — me despeço de Nathan.

Tiro a chave do carro da minha bolsa, já destravando o mesmo e entro no meu carro. Passo o cinto de segurança vendo Mason tomar o banco ao meu lado, enfio a chave na ignição, ligo o veiculo e saio dali. Apertava o couro do volante com força, ainda me sentia irritada pelo fato da minha sogra ser uma completa vaca que fica dando em cima do Mason, e o pior de tudo é que ele finge não importar como se estivesse se divertindo com tudo isso. O vento forte batia nos meus cabelos e o silencio das ruas mais afastadas da casa de Nathan adentrava os meus ouvidos.

— Quero ver a Hanna. — disse Mason.

— Ela já deve está dormindo. — respondi seria.

— Por favor, eu quero muito vê-la.

Respiro fundo relaxando o meu corpo no banco do carro, então dirijo em direção ao meu prédio. Eu sabia que tentar discuti com Mason sobre isso seria uma grande perca de tempo e que ele ia acabar na minha casa de qualquer jeito. Entro com o veiculo no estacionamento e para em uma das vagas livres, desço do carro junto com Mason, travo o mesmo e vou para o elevador. Nós dois entramos na caixa de metal que subiu para o meu andar, abro a porta de casa vendo Lilly e Hanna no sofá. Minha filha dormia serena no colo de Lilly que fazia carinho nos seus cabelos.

— Faz muito tempo que ela dormiu? — pergunto sussurrando para não acordar Hanna.

— Ela caiu no sono agora. — responde Lilly.

— Eu vou leva-la para a cama. — disse Mason, pegando o corpo molengo da minha filha em seus braços e foi para o quarto dela.

— Obrigada por ter ficado com ela, Lilly. — abro a minha bolsa, pego a minha carteira e pago uma quantia a Lilly.

— Se precisar pode me chamar de novo. — ela sorrir.  Abro a porta do meu apartamento, Lilly passa pela mesma indo embora então fecho a porta novamente. Assim que me viro tomo um susto ao ver Mason logo atrás mim. — Já vai embora?

— Não, nós precisamos conversar. — ele diz, enfiando as mãos nos bolsos da calça.

— Não temos nada para conversar. — passo por ele, e desligo a televisão com o controle. Já imaginando qual seria a conversa que ele queria ter, eu não estava conseguindo esquecer o fato de termos nos beijado.

— Eu não vou embora até conversarmos, eu quis vim aqui para isso.

— Então, me enganou com a desculpa de ver a Hanna? — cruzo os braços.

— Não era uma desculpa eu realmente queria ver a Hanna, mas eu também quero falar com você sem a presença do seu noivo. Sinceramente, Troian, ele é o namorado mais babaca que você já teve, mas ainda tenho minhas duvidas se ele vence de Christian.

— Não fala assim dele. — respondo irritada. — Por favor, vai embora.

Caminho em direção à porta para abri-la, mas sinto a sua mão agarrar o meu pulso com firmeza e me puxar para si fazendo os nossos corpos se chocarem. Meu olhar se fixa os seus olhos azuis, tento tirar a sua mão de mim, mas ele segura os meus dois pulsos com força. Encaro-o por alguns momentos já sentindo a minha respiração falhar, sua língua passa lentamente entre seus lábios finos os umedecendo.

— Eu não vou embora, Troian, eu não vou deixa-la com aquele idiota.

— Você já fez isso uma vez, porque não pode fazer de novo?

— Eu nunca te deixei, você que me trocou pelo babaca loiro do Christian.

— Mason, você não se decidia e eu não podia ficar sofrendo com uma espera sem fim.

— Então, resolveu me trair com ele, você não devia tomar uma decisão por mim. — ele disse nervoso, me soltando e passando as mãos pelos cabelos.

— E eu me arrependo disso até hoje não foi a melhor decisão que tomei, mas eu estava magoada por que no fundo eu sabia que você ia ficar com aquela sonsinha ridícula da Mia. Você não faz ideia do quanto eu odiei fazer o papel da sua melhor amiga, o quanto eu ficava irritada com os olhares das outras garotas em cima de você, do jeito que você tratava a Mia na minha frente mostrando o quanto estava feliz. — respiro fundo, tentando controlar as minhas lagrimas. — Mason, vai embora. — suspiro, e sigo para o meu quarto.

— Para de tentar me expulsar, por que eu não vou embora. — ele disse, vindo logo atrás de mim. Entro no meu quarto, me viro para ele e tiro os saltos que estava começando a machucar os meus pés. — Acha que eu gostei de saber do seu namoro com o Christian? Eu não gostei, por que eu sabia que você ia sofrer na mão dele, e eu o odiava ainda mais quando você me liga chorando porque vocês tinham brigado. Eu fazia o papel do melhor amigo que iria ajuda-la a se resolver com o Christian, e eu não queria ter que fazer isso.

— Então porque nunca me disse? — pergunto quase aos gritos.

— Por que eu não queria ter mais brigas entre nós, e a única culpada de tudo era você porque se não tivesse me traído nada daquilo teria acontecido. — ele responde gritando.

— Eu sou a culpada? Era você que estava apaixonado por duas mulheres, mortal idiota.

— Sim, toda sua então depois de um ano você vem me dizer que terminou com ele e que ia se mudar para Nova Iorque bem na época que estava pensando em pedi a Mia em casamento.

— Você ia pedi ela em casamento, e não me contou? — pergunto incrédula. — Você é meu amigo, e não me contou nada.

— Nós não somos amigos, nós nunca fomos amigos, será que você não consegue ver isso? — ele grita, fechando a porta do meu quarto.

— Então, o que nós somos?

— Eu sou o vicio que você não pode ter, e você é o remédio para minhas dores de cabeça.

Deslizo os meus dedos entre os meus cabelos, uma irritação profunda subia dentro de mim então fui para cima de Mason empurrando o seu peitoral com força fazendo o mesmo bater as costas na porta do meu quarto. Comecei a estapeá-lo com vontade, queria machuca-lo para valer, sentia tanta raiva do jeito que ele respondeu a pergunta jogando a verdade na minha cara.

Mason segurou os meus pulsos com força, se virou me prendendo contra ele e a porta do meu quarto. Sua testa encostou a minha, então já senti a minha respiração falhar, o meu peito subia e descia de forma acelerada e os meus batimentos já deviam está a mil. Seus lábios estavam bem próximos aos meus, que mesmo sem toca-los eu já podia sentir o gosto.

— O que te fez mudar de ideia sobre casar com a Mia? — pergunto, e mordo o lábio com força.

— Quando você embarcou eu senti um pedaço de mim morrer na hora, então percebi que eu estava te querendo perto de mim porque ainda sou apaixonado por você, e isso mostra que nunca fomos amigos. — tentei me soltar mais uma vez, mas ele prensou com força contra a porta colando os nossos corpos. Sua mão desceu pela minha cintura, entrou na fenda do meu vestido deslizando os seus dedos pela minha coxa e depois subiu a minha perna pela sua cintura.

— Mortal idiota. — arfo baixinho. Ele sorriu sacana, então sinto a maciez dos seus lábios nos meus, depois foi descendo os seus beijos pelo meu pescoço. — Mase, não!

Sua boca dava leves chupões no meu pescoço, então fechei os olhos sentindo um fogo intenso subir dentro de mim. Ele enfiou os seus dedos nos meus cabelos puxando os fios para trás, meu corpo se inclinou para frente e ele me empurrou novamente contra a porta, não existia nenhum lugar vago entre nós. Deslizei as minhas mãos pelos seus ombros tirando o seu blazer aos poucos, envolvi uma perna sua cintura, depois levei as minhas mãos até o seu rosto e voltei a beija-lo sem pressa. A língua de Mason adentou a minha boca remexendo sob a minha.

— Quer mesmo que eu pare? — ele sussurra na minha orelha fazendo todos os meus pelos se arrepiarem, então nego com a cabeça voltado a beija-lo. — Aposto que sentiu falta do meu toque, do jeito que eu te fodia. — ele me ergueu pela minha cintura, e eu envolvi as minhas pernas no seu quadril. — Eu senti tanta vontade de te foder no casamento do Bryan, você está tão sexy naquele vestido.

Mason deu alguns passos para trás até sentar na cama comigo em seu colo, sua mão deslizou para a minha bunda apertando a mesma com força, e pressionando a minha intimidade contra o volume que começava a se formar dentro da sua calça. Sai do seu colo e fiquei de joelhos em cima da cama, Mason tirou os seus sapatos com pressa e também subiu na cama ficando de joelhos na mesma. Meus lábios capturam os seus dando inicio ao um beijo lento, senti as suas mãos descer pelo meu corpo e puxar o meu vestido para cima até livra-se totalmente do tecido me deixando apenas de calcinha preta rendada.

— Você é meu? — pergunto, entre o beijo.

— Você é minha? — ele pergunta, chupando o meu pescoço.

— Sim, Mase. — gemo.

— Então eu sou seu.

Meus dedos foram desabotoando a sua camisa por completo, puxei a mesma pelos seus braços deixando a mostra o seu peitoral definido. As pontas dos meus dedos deslizam pelo seu tanquinho sentindo os seus músculos rígidos, desço os meus beijos pelo seu pescoço vou passando a minha língua pelo seu abdômen. Ele segura o meu cabelo em um rabo de cavalo, enquanto me olha e morde o canto dos lábios. Tiro o cinto da sua calça, depois abro a mesma e desço pelas suas pernas. Mason vestia uma cueca branca, que deixava bem visível os contornos do seu membro ereto. Segurei a barra da sua cueca, desci a mesma pelas suas coxas e segurei o seu membro com cuidado.

— Você tem uma mão tão leve. — ele sussurra baixinho, enquanto eu começo a massageá-lo. Passo a língua pela glande do seu pênis, então escuto um gemido rouco, deslizo a minha língua pela sua extensão o lubrificando por completo, depois começo a chupa-lo com vontade enquanto encaro seus olhos. Mason tomou a cabeça para trás, mordendo os lábios, volto a me olhar iniciando um leve carinho na minha face. — Troian, me chupa, ele é todo seu. — ele geme baixo. — Senti tanta falta dessa visão.

— Todo meu. — sorrio maliciosa, vou chupando com vontade dando uma atenção especial na cabecinha do seu membro.

Paro de chupa-lo, e vou subindo os meus beijos seus corpo. Mason envolve os seus braços em volta do meu corpo me prendendo contra si com brutalidade. Ele volta a me beijar com delicadeza, enquanto vai me inclinando para trás até que sinto as minhas costas se chocarem com o colchão. As pontas dos seus dedos desceram pelo meu corpo tocando o meu ventre. Minha pele estava em chamas implorando pelo toque dele, remexi as minhas pernas em baixo do seu corpo, pois a minha intimidade molhada estava inquieta. Sinto a minha calcinha descer entre as minhas pernas.

Fecho os olhos sentindo os seus lábios chupar o meu pescoço, depois o seu polegar massagear o meu clitóris inchado e dois dedos foram introduzidos em mim. Arqueio o meu corpo para frente e aperto os lençóis da cama entre os meus dedos em resposta ao seu toque, ele volta a me beijar com um pouco mais de pressa. Mason fica por cima de mim distribuindo o seu peso com cuidado, seu quadril se encaixa entre as minhas pernas. Logo, sinto o seu membro ereto entrando em mim poucos, sua extensão deslizou com facilidade para dentro da minha intimidade extremamente molhada.

— Mase! — gemo baixinho. Minhas mãos sobem pelas suas costas, sinto o seu corpo quente se movimentar em cima de mim, metendo o seu membro em um ritmo lento e preciso. — Eu senti mesmo falta de você. — minhas unhas descem arranhando as suas costas lisinhas.

Sua mão subiu pela minha costela, sua boca quente desceu até os meus seios deixando um rastro de beijos pelo meu pescoço. Ele começou a chupar os meus seios, suas mãos apertaram os mesmo espremendo um contra o outro, então sinto a sua língua quente chupando o bico. Minhas pernas se esfregaram nas suas quase se enroscando.

— Senta cadela, senta gostoso. — disse Mason, mordiscando o meu queixo.

— Eu adoro quando você é mandão. — sussurro.

Ele sai de cima de mim e senta na cama de frente para mim, fico de joelhos no colchão vou me aproximando de Mason e sento no seu colo sentindo o seu membro me preencher novamente. Envolvo os meus braços no seu tronco quente, então começo a rebolar devagar. Sinto a sua mão grande dá um tapa na minha bunda me obrigando a rebolar mais rápido, vou gemendo manhosa na orelha de Mason. Volto a beijar os lábios macios, enquanto sinto o seu membro entrar ainda mais em mim, dopando os meus sentidos com um prazer maravilhoso.

— Geme o meu nome, Troian. — ele pediu entre o beijo, mordeu o meu lábio com força, e deu mais um tapa na minha bunda em seguida.

— Mase! Mason! — seu nome saia com dificuldade. Enfio uma mão entra os seus cabelos, e sugo a sua língua com vontade sentindo o gosto maravilhoso da mesma.

— Agora goza para mim, Troian. — sua voz rouca adentrou nos meus ouvidos.

Sentia-me uma viciada no corpo de Mason, pelo jeito que cruel que ele me tocava, e até como a sua voz consegue me comandar com tanta facilidade. Mason podia conseguir qualquer coisa de mim apenas com um simples sussurro na minha orelha, e eu já estava ali completamente entregue a ele. Inclinei o meu corpo para frente remexendo o meu quadril em um ritmo mais acelerado, voltei a beija-lo com pressa e as minhas unhas desceram pelas suas costas com força. Aperto o seu corpo contra o meu, já sentindo o prazer subir pelas minhas veias, então abro a porta deixando um gemido fino escapar e acabo gozando.

Ainda meio sem força continuo rebolando no seu membro, então sinto o seu gozo jorrar dentro de mim. Sinto as suas mãos agarrem a minha cintura, ele vai deitando o meu corpo mole na cama e depois cai ao meu lado. Puxo o lençol para cobrir a nossa nudez, me viro para ele e fico admirando os seus olhos azuis. Sinto os meus olhos pesarem, mas eu não queria dormir agora, queria admirar um pouco mais os olhos azuis e tão sacanas de Mason. Levo a minha mão ao seu rosto fazendo um leve carinho na sua face, ele se aproxima de mim e passa a mão na minha cintura.

— Eu te amo, Troian. Você é minha, você sempre foi minha.

— Você é meu. — sussurro sonolenta. — Isso foi incrível. — sorrio, e selo nossos lábios.

— Você é incrível. Queria muito ter um filho com você.

— Parece que tenho sangue doce para homens que querem me engravidar. — rio.

— Você tem o sangue doce para transar e eu gosto disso, te engravidar é só um lucro a mais. — ele sorri, mordendo os lábios. — Vai dizer que nunca pensou em ter um filho meu? Nunca parou para pensar que Hanna poderia ter dito o meu sangue?

— Sim, eu desejei muito. — respondo com a voz mansa, por causa do sono. — Estou com sono.

— Pode dormir, você parece esta bem cansada. — ele ri, e beija os meus lábios novamente. Fecho os meus olhos e não demora muito para o sono me embalar.


Notas Finais


Esse é o penúltimo capitulo, no próximo sábado eu vou postar o ultimo e a fic vai ter acabado, mas logo estarei lançando a minha nova fic onde os personagens são mais briguentos que Mason e Troian. kkk


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