História Confessions - Eddie Redmayne's Imagines Preferences - Capítulo 1


Escrita por: ~

Visualizações 34
Palavras 1.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Atendendo a pedidos de leitoras amantíssimas, eis o meu livro de Imagines com os personagens de Eddie Redmayne...
(s/n) = (seu nome) 😉

*

Porque eu adoro Newt... esse pequeno lufano tímido e prestativo, que conhece e compreende a alma dos animais, criaturas, feras e bestas... E é capaz de amar mesmo àquelas que o ferem.
*

Imagine...
Você está em Hogwarts, no ano de 1913, cursando o ano letivo de sua respectiva Casa, e tudo segue perfeitamente bem, até que...
*

SMUT ALLERT - FLUFFY SMUT AS FAR AS THE EYES CAN SEE...
(alerta de safadeza fofinha)

Capítulo 1 - Imagine... Newt Scamander


Fanfic / Fanfiction Confessions - Eddie Redmayne's Imagines Preferences - Capítulo 1 - Imagine... Newt Scamander

Já era tarde quando você enfim retornou com seus livros de (sua matéria mágica favorita) debaixo do braço, e estava um pouco cansada de haver estudado tanto, mas como você mal havia tido tempo de ver ao seu namorado durante o dia todo, você resolveu passar no quarto de Newt, para desejar-lhe ao menos uma boa noite antes de ir finalmente dormir. Vocês haviam completado seis meses juntos e Newt era o namorado dos sonhos de qualquer garota: Romântico, educado, gentil e absolutamente doce, mas extremamente tímido; e por isso mesmo vocês ainda não haviam tido ainda mais intimidade, qualquer que fosse, além dos beijos e abraços. Mas você não se preocupava muito e tinha certeza de que era melhor deixar as coisas acontecerem naturalmente e na hora certa, e não tinha pressa, embora sendo mais velha do que Newt dois anos (ele tinha 16), você já tivesse alguma experiência e, na verdade, às vezes, ao pensar no assunto, você pegava-se pensando se por acaso ele já teria alguma - ou não.
          Indo então na direção das cozinhas, ao chegar à porta você bateu a senha para entrar no alojamento da Lufa-lufa, como Newt havia-lhe ensinado (no caso de você ser lufana também, como eu, LOL, ignore essa parte) e entrou, tentando fazer o mínimo de barulho, e dirigiu-se para o quarto de Newt, que a essa altura já estava na cama, mas ainda acordado, vestido com um pijama e aproveitando as últimas horas para estudar mais um pouco sobre criaturas mágicas, que ele tanto amava, sob a luz do abajur ao lado da sua cama de solteiro. Não demorou para que ele viesse abrir a porta e, assim que a viu pelo vão aberto, por onde espiou, abriu bem os grandes olhos azuis na carinha sardenta, surpreso, estacando um instante antes de exclamar baixinho:
          - Ah! Ahn... É você.
           Rindo, você deu um passo à frente, fazendo com que ele terminasse de abrir a porta, saindo de trás dela, e enquanto entrava, você brincou, bem humorada:
          - Claro que sou eu, ué. Quem poderia ser? Merlin?
          Largando os livros sobre a escrivaninha do quarto e parecendo aliviada com isso, você tornou a virar-se para ele, que meio desconcertado ainda segurava a maçaneta da porta entreaberta, olhando-na com os olhos grandes. Novamente você riu:
          - O que foi?
          Ele engasgou-se ligeiramente e baixou o rosto, fechando a porta e sussurrou - Nada!
          Sorrindo, você foi até ele e deu-lhe um selinho nos lábios.
          - Puxa, quem vê pensa que não gostou de me ver - você brincou - Vim dar-lhe boa noite antes de ir dormir - mas então você olhou ao redor e notou a cama vazia ao lado da dele, que estava perfeitamente arrumada, e estranhou, perguntando - Cadê o seu colega de quarto?
          - Ah... - disse Newt, tímido, voltando para sua cama, de onde começou a recolher e ajeitar os livros e os cadernos, de rosto baixo - Ele... Ele está por aí... com a namorada... Provavelmente... ahn... ele não vem dormir aqui hoje.
          - Entendi - você disse, sentando-se aos pés da cama dele, observando-no ao que ele fazia, e quis saber - O que estava fazendo?
          - Escrevendo um pouco. Quer dizer, tentando... Estava tendo problemas - e sentou-se também, pegando um lápis e começando a apontá-lo - Eu hoje devo estar com a mão muito pesada... Não estou conseguindo... veja - e esticou-lhe o lápis, mostrando-lhe a ponta que quebrara, e o lápis já começava a ficar curto. Voltou a apontá-lo, mas ela quebrou-se de novo, deixando-no com um ar desolado, e ele curvou as costas, desapontado. Sorrindo, você pegou-lhe o lápis das mãos e apontou-o, entregando-no perfeito a ele que subitamente sorriu, pegando-no de volta, e exclamou contente - Oh, (s/n), você é realmente fantástica! Veja! - e beijou-a impulsivamente, mas logo sentiu vergonha e abaixou o rosto, ficando um pouco vermelho. Sorrindo, você colocou a mão em seu joelho esquerdo, e Newt teve um leve tremor, que você achou muito cute, e logo ele disse, apressadamente - Ei (s/n), quer ver uma coisa?
          Sorrindo, você deu de ombros e ele levantou-se de seu lado, colocando-se de joelhos ao lado da cama e, abaixando-se, enfiou um braço para debaixo dela e puxou de lá uma caixa de madeira pouco maior que uma caixa de chapéus, mas era uma caixa com tranca, e você bem sabia porque ela tinha aquela tranca.
          Antes de ter sua mala para com ela poder viajar o mundo com suas criaturas mágicas sempre à mão e protegidas, Newt, ainda em Hogwarts, tinha já secretamente essa caixa, aonde guardava algumas criaturas, embora isso fosse terminantemente proibido. E ele a tinha não porque fosse rebelde ou desobediente às regras, mas simplesmente porque sua paixão pelas criaturas era maior do que qualquer coisa. Quando colocou a caixa sobre a cama, os olhos dele estavam brilhando, e erguendo o rosto ele olhou para você, ainda ajoelhado no mesmo lugar:
          - Sabe o que consegui? Alguns filhotes de dragão, e algumas outras coisas. Quer vê-los? Entramos os dois na caixa, só cinco minutos...
          - Newt - você exclamou preocupada - Mais criaturas? Onde isso vai parar? Já não tinha criaturas o suficiente?
          Ele olhou-a desconcertado e um pouco chateado, deslizando os dedos sem pensar pela tranca da caixa, enquanto tentava desculpar-se:
          - Sim, mas é que, (s/n), você sabe, eu não consigo resistir...
          - Às vezes eu me sinto enciumada dessas criaturas - você disse de repente, sem pensar - Parece que você gosta mais delas do que de mim.
          Rapidamente pondo a caixa de lado na mesa de cabeceira, Newt sentou-se novamente ao seu lado e, pegando uma mecha de seu cabelo, colocou-o carinhosamente atrás de sua orelha, enquanto falava baixinho:
          - Ei, isso... Isso não é verdade!
          Você então olhou-o no rosto, um pouco chateada, e vocês olharam-se nos olhos em silêncio por um tempo, enquanto ele continuava com os dedos em sua orelha, fazendo uma leve carícia, até que você baixasse os olhos.
          - Bem, vim dar-lhe boa noite e já fiz isso, então agora vou para o meu quarto. Até amanhã, Newt - e fez tenção de levantar-se, mas ele segurou-a gentilmente pelo braço, não deixando que levantasse, e sussurrou:
          - Ei, não... Eu, ahn, não quero que vá.
          Você olhou-o novamente apenas para vê-lo inclinar-se ligeiramente e tocar seus lábios levemente com os dele, começando a beijá-la devagar, e logo sua rebeldia derreteu-se e você não queria mais ir embora, enquanto o beijo de vocês se aprofundava ao que você retribuiu a ele. Lentamente você colocou uma mão sobre sua coxa magra, alisando-na de mansinho enquanto seus dedos iam de sua orelha para seu cabelo, e aos poucos Newt deixou que seus dedos entrassem em meio ao seu cabelo, e muito gentilmente segurou-a por ele, próximo à nuca. E sentindo-se à vontade você soltou-se de seu beijo para morder-lhe de leve o queixo, fazendo-no rir, antes de plantar inúmeros beijinhos ao longo de seu maxilar até chegar ao pescoço, onde, assim que você encostou nele seus lábios, sentiu que Newt estremeceu, soltando um suspiro, e você o abraçou, afagando os cabelinhos ruivos de sua nuca, enquanto ele desceu as mãos pelas suas costas, de forma deliciosa e tímida. Logo ele voltou-se para você enquanto beijavam-se novamente e o beijo tornou-se mais profundo, enquanto as mãos deslizavam ainda um pouco indecisas, de ambas as partes, mas logo o desejo cresceu e um calor começou a crescer no interior de vocês, que acabaram tombando para trás, você por cima de Newt, e ambos riram, divertidos, deitados na cama.
          Retirando seus cabelos da frente de seu rosto, Newt olhava-a com expressão apaixonada, acariciando sua face com ambas as mãos, e vocês ficaram-se olhando por um tempo assim antes de começarem a beijar-se novamente, dessa vez de forma mais intensa e, inebriado, Newt deslizou a mão direita já então em sua cintura até o seu peito, timidamente pegando-lhe o seio esquerdo por cima do suéter, arrancando-lhe com isso um suspiro. Era a primeira vez que ele tomava uma iniciativa e fazia algo assim. Para encorajá-lo a continuar, você colocou sua mão sobre a dele, apertando-a levemente, beijando-no apaixonada  e ele, em meio ao beijo, tentou balbuciar algo que não conseguiu. E, devagar, você pegou-lhe a mão, fazendo-na descer e passar por baixo do suéter e da camisa do uniforme que você vestia, e logo ele estava com seus dedos sobre o seu seio, contato pele a pele, e Newt engasgou-se, semicerrando os olhos, falando baixinho, com os lábios próximos aos seus:
          - Oh, (s/n), você... o seu... seu seio... É tão macio!
          Você sorriu e cobriu seus lábios com um beijo antes de pegar-lhe a mão novamente e, retirando-a de seu seio, a fez deslizar por sua cintura até chegar ao seu quadril, e deixando-na alí você puxou sua saia plissada para que ele a tocasse na coxa, e assim que sua pele morna surgiu sob ela e Newt tocou-a, você viu como ele fechou os olhos de prazer, com um pequeno sorriso, antes de passar a língua entre os lábios e, tornando a abrir os olhos, olhou nos seus e sussurrou:
          - (s/n), amor, sua pele... - mas você não o deixou terminar, cobrindo-lhe os lábios com um beijo, e sentiu que ele apertou-lhe a coxa com a mão agora já menos tímida e mais ansiosa.
          - Por que não experimenta subir um pouco a mão? - você propôs num sussurro.
          Com um sorrisinho no rosto feliz, Newt obedeceu e subiu a mão muito lentamente, até chegar com ela na lateral de sua calcinha branca, onde parou, e ele olhou-a, com os olhos perguntando-lhe se estava tudo bem, ao que você, compreendendo, acenou com a cabeça; e novamente então ele, ainda timidamente, deslizou as pontas dos dedos por baixo dela até que saíssem do outro lado, e mordendo o lábio ele fechou os olhos.
          - Você... Você é tão linda... Eu...
          - Você quer?

*

*


          (continua...)

 


Notas Finais


Um livro de imagines que já começa com 1666 palavras deve mesmo ser muito pecaminoso, porque já vem com o número da besta embutido, kkkkkkk, por sorte temos um monge de responsa nessa catedral para ouvir as confissões e fazer o exorcismo. 😉
Ao final de cada imagine eu me confessarei, e não reparem, que todos podem ler.

Minha cara isso. Helpo. 😅


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