História Confiança - Capítulo 2


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Cana Alberona, Carla (Charle), Droy, Elfman Strauss, Erik (Cobra), Erza Knightwalker, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gildartz, Grandeeney, Grandine, Gray Fullbuster, Happy, Igneel, Jellal Fernandes, Jet, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Kagura Mikazuchi, Karen Lilica, Kinana, Kyouka, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Lector, Leon, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Macao Conbolt, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Meredy, Mest, Metalicana, Metallicana, Mystogan, Natsu Dragneel, Romeo Conbolt, Silver Fullbuster, Skiadrum, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich, Ur, Virgo, Weisslogia, Wendy Marvell, Zeref
Tags Nalu Gajevy
Visualizações 198
Palavras 1.150
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Foi mal a demora, estudo de manhã trabalho até as oito da noite e tenho alguns eventos a noite. Tradução:não tenho vida hueheheye

Capítulo 2 - Padrasto do ano


Fanfic / Fanfiction Confiança - Capítulo 2 - Padrasto do ano

     Cheguei chutando a porta com Lucy nos braços enquanto eu gritava por minha mãe, mas não houve resposta.

Gajeel! Pega uma maleta preta embaixo do armário da cozinha! – Gritei e Gajeel correu em direção à cozinha e logo voltou com um dos kits de primeiros socorros, afinal à vários espalhados pela casa, peguei alguns lenços úmidos e limpei o excesso de sangue da ferida e depois limpei com algodão e álcool, aquilo iria doer muito. Mas, Lucy estava inconsciente, devia estar sentindo apenas um pequeno incômodo. A partir dai eu fiz um curativo simples, para não infeccionar a ferida, quando minha mãe voltar ela pode a tratar melhor.

“Quebra de tempo”

Lucy estava quase despertando, e eu já comecei a ficar nervoso, não sei como agir perto de garotas, muito menos com as que eu salvo de serem estupradas.

Onde eu estou? – Lucy perguntou ainda meio que em transe até que aparentemente se lembrou do acontecido.

ONDE EU ESTOU?! ME DEIXA IR EMBORA AGORA! SOCORRO!! – Ela gritou aos prantos enquanto ela tateava o seu corpo tentando descobrir se foi tocada ou não

Lucy, meu nome é Natsu, você estudou comigo a algum tempo, e eu preciso que se acalme, eu te salvei, não quero seu mal, muito pelo contrário, não permitirei que nada de ruim lhe aconteça, eu prometo à você. – Ela se acalmou aos poucos ao me reconhecer, eu nem imagino como falei o que eu falei, mas ela esta mais calma, graças a deus.

Natsu? É o seu nome? Eu assenti com a cabeça.

Natsu você sabe se ele... me tocou? Ela finalmente me olhou nos olhos, ela chorava, pude sentir a fúria me invadindo, mas eu tinha que ficar calmo.

Lucy, a única coisa que ele fez foi um corte na sua barriga, eu até fiz um curativo, mas não foi tão bom quanto o que minha mãe poderia ter feito, mas, ela não estava aqui quando trouxemos você, mas quando ela chegar ela vai tratar melhor da ferida. Lá em cima no fim do corredor tem um banheiro pra você tomar banho, mas antes eu vou tirar o curativo pra você tomar banho mais de boa. Ao me aproximar dela pude sentir sua desconfiança, ela tremia muito mesmo.

Lucy, eu prometo que não vou lhe fazer mal, e também não deixarei nada de mal te acontecer. – Eu disse segurando suas mãos, ela começou a pegar mais confiança em mim, mas não muita, só o suficiente pra que eu consiga remover o curativo. Logo após remove-lo eu entreguei uma toalha e uma camiseta minha bem grande e ela seguiu pro banheiro.

Algum tempo depois ela voltou com seus cabelos loiros molhados

Só espera minha mãe chegar pra ela tratar melhor do seu ferimento, ai eu te levo pra cas- Antes de que eu pudesse terminar a frase ela me interrompe

Não! Pra minha casa não, por favor!- Ela estava apavorada

Calma, você não tem que ir embora relaxa. Mas por que não quer ir pra casa? Ela me olhou nos olhos, e não estava bem, eu podia ver isso em seus olhos, mas não ira forçar ela a falar

Tudo bem, não precisa falar, eu vou arrumar o meu quarto pra você dormir

Deixa eu fico no sofá, não precisa se inco... – Eu a interrompo e digo

Não, você vai ficar no meu quarto, o sofá é duro e desconfortável, não te deixaria passar a noite assim. E outra, se você ficar no meu quarto, eu deixo a chave com você, ai você pode ter maior privacidade, e se sentir mais segura ok? – Ela assentiu com a cabeça e logo se colocou a subir as escadas, e logo após pude ouvir a porta fechar, e logo me coloquei a dormir. Afinal ia ser complicado explicar pra minha mãe o que aconteceu.

Quebra de tempo

Três dias se passaram e Lucy continua em casa, sempre pra baixo e chorando pelos cantos, e então acessei o perfil dela no Facebook, e vi várias fotos com uma garota de curtos cabelos azuis, e então mandei uma mensagem a ela perguntando se ela era muito próxima a Lucy, pergunta idiota, pra aparecer tantas fotos delas juntas elas só podem ser melhores amigas. Então cerca de um minuto depois de ter enviado a mensagem, meu celular começou a vibrar mais que vibrador turbo chinês, era a amiga de Lucy chamada Levy. Ela perguntou desesperadamente se eu sabia onde Lucy estava, então passei um rápido resumo pra ela do recente ocorrido e então lhe dei meu endereço, cerca de quinze minutos depois ouço a campainha.

Olá entre – Dei passagem a ela e a guie até meu quarto onde Lucy estava e bati na porta, mas não houve resposta, mas antes que eu me pusesse a bater novamente Levy gritou.

LUUUUUCYYY HEARTPHILIA!! ABRE ESSA PORTA! – Eu dei um passo pra trás, a baixinha me deu um certo medo, mas logo a porta se abriu e Levy correu pra abraçar Lucy e as duas choravam em uma sena melosa e tão boba que comecei a rir muito.

E Lucy soltou um pequeno gemido de dor e Levy se assustou.

Lucy, o que houve com sua barriga?

Durante a tentativa de estupro, o homem me cortou, mas o Natsu e a mãe dele estam cuidando do meu ferimento – Lucy explicou e me olhou com um lindo sorriso, fiquei feliz em ver aquela expressão no rosto dela.

Caralho Natsu que gritaria foi essa? – Gajeel aparece sem camisa, com uma calça cinza de moletom e com a cara amaçada.

Desculpa hehehe, foi eu – Levy o fez notar sua presença ao falar, e Gajeel travou e ficou olhando ela conversar com Lucy, acho que esse aí se apaixonou a primeira vista haha.

Lucy fica inquieta na presença de homens, ela tem medo de que se repita o que aconteceu a alguns dias atrás.

Ela já confia em mim e em Gajeel, não totalmente, mas estamos caminhando. Eu sai dos meus pensamentos após uma pergunta de Levy a Lucy.

Lucy, me conte a verdade, éra ele naquela noite? – Lucy olhou pra ela relutante e seus olhos marejados novamente e então balançou a cabeça em positivo.

Ele quem? – Gajeel foi mais rápido que eu em perguntar

A mãe de Lucy faleceu quando ela tinha dez anos, e a tia Layla, éra separada do pai de Lucy, e Layla se casou novamente com um homem chamado Eric, nós o chamamos de cobra, ele é agressivo e dês de sempre dizia que Lucy era dele, e que quando ela crescesse, ele tiraria a virgindade dela, e após a morte de Layla, ele ficou com a guarda de Lucy.

Mas e o pai biológico? – Perguntei de imediato

Ele não pode ficar comigo, pois a empresa dele faliu, e ele acabou por ser um morador de rua. Lucy respondeu olhando o chão. E eu fiquei muito irritado por saber que alguém poderia ser tão cruel.


Notas Finais


Comenta aí e é nóiz


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