História Confidence - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Axl Rose, Drogas, Duff, Hentai, Izzy, Rock N' Roll, Sexo, Slash, Steven
Exibições 70
Palavras 3.231
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amoras, como vão?

Desculpem o sumiço.

Espero que gostem. 💓💓

Enjoy!

Capítulo 35 - Sebastian?!


Fanfic / Fanfiction Confidence - Capítulo 35 - Sebastian?!

P.O.V ANELIZE

12:30 P.M

Claridade atravessou minhas pálpebras, fazendo-me despertar de um sono completamente pesado, mexo-me bruscamente sentindo algo desconfortável por baixo de mim, tateio-o, notando o orvalho molhar minha mão, exalando o cheiro de terra molhada.

Para me acostumar com a claridade, abro meus olhos devagar, té cessar o incômodo da mesma, e dar de cara com o céu azul límpido, sento-me olhando aos lados, avisto Rachel logo a minhas esquerda com um copo em mãos, Scotti sobre uma mesa do outro lado da piscina dormindo, Jon e Richie deitados acima de uma bóia sobre a própria, Snake cochilando sentado com a boca aberta e a cabeça escorada na parede, mas a pessoa que me importava não encontrava-se naquele quintal

Onde está Katherine?

Não tinha força de atrito para andar normalmente, meus músculos estavam entorpecidos, arrasto-me até a parede alguns centímetros atrás de mim e apoio-me numa das cadeiras até ficar totalmente de pé, sustento meu peso, e apoiando nas outras caminho até Rachel, agachando, tentando acorda-lo.

— Bolan?? Bolan! — O chacoalho e o baixista resmunga, cerrando seus olhos, dando um sorriso largo.

— Eu to no olimpo?

— Não Rachel, você não está no olimpo.

— Pensei, afinal estou vendo uma Deusa a minha frente.— Ri, e eu bato em seu peito.— Aí!!!

— Idiota!— Afirmo rindo.— Vamos, você não parece tão mal visto os outros.— Aponto.

— Oque aconteceu depois daquela rodinha?

— Todo mundo caiu, aí depois, saimos passando o rodo.— Puxo-o pelo braço.

— Eu lembro da parte de cozinha viu?— Sorri perverso, levantando-se e jogando seus cabelos negros para trás.

— Não foi tão ruim.— Pisco.— Eles vão ficar bem?

— Com toda certeza.— Olha-os.— Cadê sua amiga?

— Eis a pergunta! Depois daquela bagunça aqui, ela desapareceu.

— Deve tá no quarto com alguém.

— Será?— Indago.

— Ninguém resiste, vamos entrar, estou morrendo de fome.— Boceja.— Acho que você também.

— Sim.— Sorrio e rumamos para dentro da mansão, na sala Nikki encontrava-se com duas mulheres muito bonitas por sinal em cima dele, na escada para o quartos, Tom Keifer parecia que havia morrido, e eu me segurava para não gargalhar ali e acordar todo mundo, ao entrarmos na cozinha Bolan fecha a porta, para abafar o barulho.

— Sempre é tão animadas?

— Sempre, só faltou o Aerosmith.— Abre os armários.— Sebastian não faz compra nessa caralha não?

— Não parece ser a cara dele.— Avisto um pó de café.— Mas pelo menos tem café e provavelmente ovos e bacon.

— Sou uma negação.— ergue os braços em forma de rendição.

— Vai procurar uma aspirina para nós, eu cuido do café.— Pego o coador.

— Sério?

— Sim.— Assento e ele se retira.

Após conhecer de fato o Guns e acabar criando intimidade com cada um deles.— Até com Axl querendo ou não.— Minha vida começou a virar de ponta cabeça, nunca que a Anelize de quase cinco meses atrás em sã consciência iria numa festa de um roqueiro polêmico, como Sebastian, e se pegar com o baixista gostoso de sua banda.

Passei o café, fritei bastante ovos e bacons, recheiei algumas torradas, o cheiro forte desses alimentos acordava qualquer ser humano tombado, continha a convicção que algum deles iria vir até a cozinha, coisa na qual, se sucedeu em minutos.

— Que cheiro maravilhoso.— Era Keifer, e logo depois Nikki.— Expulsamos as groupies só para virmos comer.

— Fizeram bem.— Rio, colocando sobre dois pratos os bacons junto aos ovos, e despejando nas xícaras o café forte.— Fiquem a vontade.

— Obrigado gracinha.— Nikki senta-se.

— Onde está o resto?— Keifer.

— Alguns falecidos ou quase na piscina, outros no quarto.— Respondo-o sentando defronte a eles.— Mas só sobrou eu e minha amiga de mulher aqui, eu acho.

— É o trabalho delas, dar, receber e ir embora.— Sixx diz, como alguém poderia se submeter ao um nível tão baixo? Todavia não era de me surpreender, afinal groupies são prostitutas e esse trabalho é um dos mais velhos da humanidade.

— Tem razão.— Sorrio fraco, esvazio meu copo, e Rachel aparece minutos depois com o remédio.— Foi faze-lo?

— Pode vim comigo?— Indaga.

— Vamos comer isso tudo aqui, se não voltarem logo.— Brinca Keifer.

— Podem comer caras.— Rach.

Nos retiramos do cômodo.

— Encontrei sua amiga.— Põem o remédio em minha mão, e o copo com água.

— Onde está?— Engulo-o.

— No quarto com o Sebastian, e a cena é comprometedora.— Ao responde-me de tal forma engasgo-me com o remédio.

— Katherine e Sebastian? É sério isso?— Arqueo a sobrancelha, Rachel não diz nada apenas segura em minha mão e me guia ate o segundo andar no último cômodo, abro a porta lentamente constatando o que o moreno havia proferido.

Steven iria morrer se visse aquilo.

Katherine dormia serenamente nos braços de Sebastian, ambos sem camisetas.

— Vai acorda-los?— Murmura.

— Não mesmo.— Fecho a porta.— Deixa eles acordarem por si só, talvez nem vão lembrar do que rolou.

— Vamos terminar nosso café e despertar os filhos da puta lá em baixo.

— Com certeza.

Realmente espero que Katherine ao acordar saiba direitinho dos seus atos junto com Sebastian.


P.O.V STEVEN

1:30 P.M

A caminho do local onde iriamos ceder as entrevistas, Axl com a cabeça apoiada nos ombros de Stephanie, prosseguia com a tromba enorme no rosto, por não ter conseguido dobrar alan e nosso assessor, para poder ficar trancado no quarto comendo a modelo, qual, também não ficou muito satisfeita com a decisão, mesmo não contestando deixava nítido em seus olhos, porém, nada ela era da banda, por tanto tinha mesmo que ficar calada, e só concordar.

Por inteiro encontravamos exaustos pelas doze horas dentro daquela aeronave, e o com o pouquíssimo tempo que tivemos no hotel. Eu só queria deitar a cabeça no travesseiro, dormir mais doze horas, mas , ser integrante de uma banda notória como o Guns estava se tornando a cada dia, era realmente uma utopia.

A coletiva de imprensa seria realizada na cede de um dos veiculos de comunicações, nenhum fã soube do evento, ja que nossa assessoria conseguiu fazer algo  totalmente discreto, tornando mais fácil a transitação pelas ruas de Portugual. 

Adentramos ao predio, e fomos guiados até o salão onde os jornalistas se encontravam, ao nos perceber ali, levantam-se, batem palpas, sorrio sentando entre Slash e Izzy.

— Não diga nada sobre o ocorrido com você.— Murmura Axl ao passar por trás de mim, maneio a cabeça em positiva, bebendo um copo d’agua, por um lado seria tenso estar presente, pois, os jornalistas sempre conseguiam pisar nas feridas da banda.

Uma mulher baixinha de cabelo encaracolados se levantou com um gravador em mãos.

— Podemos iniciar??— Questiona.

— Claro— Respondemos em unisso, fazendo-a sorrir.

— Ficamos muito honrados de terem cedido esta coletiva conosco.— Afirma ligando gravador e estendendo o braço para captar melhor nossas vozes.— Primeira pergunta, para o lider da banda, Axl Rose, poderia nos falar um pouco sobre o inicio da banda? e  o que você esperava antes do lançamento do Appetite? Como é para você viver esse sucesso pós AFD?  E como consegue lidar com o lema Sexo Drogas e Rock N' Roll?

Axl bebe um pouco da sua cerveja e aproxima-se do micronofe.

— O prazer é todo nosso de estarmos aqui.— Mais falso que isto impossivel— Bom…Eu sabia que oque eu queria não era mais possível há algum tempo atrás, eu não conhecia muito sobre blues ou como escrever letras paras as musicas, eu não tinha muita experiencia mas a pouca que tinha usava nas letras. mas eu sabia onde queria chegar, um ano antes de assinarmos com a Geffen e sairmos nas manchetes, as musicas estavam sendo preparadas.

Da uma pausa, bebendo mais e ajeitando sua bandana, prosseguindo:

— Então um dia num parque, começamos a tocar, porque num quarto ficava alto demais para saber o que estava acontecendo, mas sabiamos que tinhamos atingido o tipo de musicas que estavamos procurando. Agora estamos vivendo uma realidade e não mais uma fantasia, sempre imaginei que poderia ser melhor do que na verdade é quando eu chegar lá, no entanto, as coisas estão indo bem e crescendo, acho que não vou conseguir relaxar até atingir algo maior. Até lá estaremos "famintos" para fazer shows mais grandiosos, pois ainda temos muito oque fazer musicalmente.— Olha-me e eu assento.— Essa coisa de sexo, drogas e rock n' roll está lá, e você tenta se manter vivo, pois isso se torna cada vez mais complicado conforme cresce mentalmente.

Concordei com Axl mentalmente em todas suas palavras ditas, todavia, me preparava para as perguntas, mais "íntimas".

— Vimos a Rolling Stone desse mês, uma entrevista feita pelo escritor e jornalista Del James.— Ela continua anotando tudo.— Vocês tem uma noção de quando será o melhor momento para lançar um novo projeto?

— O Lies é muito recente ainda, estamos concluindo nossa tour de divulgação. —Slash tira sua cartola.— A muito material, não apenas para um álbum, cada um de nós temos nossas composições, não diria um "momento certo" mas sim, quando estivermos preparados e convictos que aquilo era como esperado. Queremos com certeza alcançar o topo com nosso trabalho, mas não com um álbum mal feito.

— Ótimo.— Senta-se.

— O Guns N' Roses tem dois álbuns no Top Ten, há algum medo de que a continuação de ambos não ganhar tanta notoriedade, como e principalmente o AFD ganhou?

— O medo acaba sendo nosso aliado, isso é música.— Izzy traga seu cigarro.— A preocupação nos ajuda à correr atrás de fazer o melhor que pudemos, dar todas nossas forças para aquilo.

— Voltando à alguns meses atrás, a tragédia em Donington.— Afirma, ligando o gravador.— Vocês ficaram sabendo apenas da morte de duas pessoas logo após o encerramento do show, a banda em si, é a favor de apresentações com lugares marcados? Para não ocorrer mais essas fatalidades?

— Não somos o tipo de gente a realmente mudar nosso jeito, shows com cadeiras marcadas são chatos demais.— Fala Duff.

— Realmente, é como dirigir a 55 por hora e não a 150 em uma reta na estrada.— Compara Axl.

— Não sei o que pensar sobre isto, não queremos que ninguém se machuque, queremos o oposto.— Pronuncio.— Não sentimos que a nossa performance intensa fez de nós os responsáveis por aquilo.

— Não falamos para as pessoas se esmagarem.— Rose.— Não dissemos: Bebam tanto álcool a ponto de não conseguirem ficar em pé, não me sinto responsável neste aspecto.

— Fizemos tudo o possível.— Concluo.

— É uma pena que para duas pessoas, o show acabou daquele modo, obrigado.— senta-se e maneio minha cabeça em positiva.

                         ***

Bocejava mais do que respondia as perguntas, e algumas como sempre eram desnecessárias, pareciam que eles não estavam levando nossa boa vontade de estármos presente ali, tanto à sério. Cansaço me dominava, porém, havia chego a parte mais polêmica envolvendo a banda; Drogas e vida pessoal.

— O lema Sexo, Drogas e Rock N' Roll regam provavelmente todas a bandas existentes, para vocês como é lidar com a dependência química? Isso interfere no comportamento dos integrantes e no material futuro? — Questiona olhando para mim.

— Nós tentamos não ter com o que lidar.— Curto e direto Axl a responde.— Já passamos por muito juntos, mas nada que destruísse nossa amizade e o trabalho, estamos nos cuidando.

— Vida amorosa?

— Jack Daniels.— Slash responde e todos gargalham.

— Sexo.— Axl.

— Marlboro.— Stradlin ergue o maço de cigarro.

— Não pensamos nisto.— McKagan conclui, eu deveria entrar na onda se não tivesse uma pessoa em minha cabeça.

                      ***

Chegamos ao hotel no fim da tarde e eu só pensava em uma coisa; Dormir.

— Ainda bem que não perguntaram nada sobre o Steven.— Duff diz ao sairmos do elevador.

— Por que eu respondi com as palavras certa meu caro.— Gaba-se William.

— Como sempre faz, não é?— Afirma Seymour brincando com seu cabelo, nos fazendo revirar os olhos.

— Obrigado Rose.— Pisco andando para meu quarto.— Mas agora a cama me aguarda, preciso repor minhas energias para o grande show de amanhã!

Dou de ombros abrindo a porta do cômodo, trancando-a logo em seguida, retiro todas minhas roupas quentes, e pulo sobre a cama apenas de cueca.


P.O.V KATHERINE

Uma movimentação ao meu lado fez-me acordar abruptamente, ao abrir meus olhos dei de cara com uma imagem inesperada e desesperadora; Sebastian Bach encontrava-se seminu ao meu lado.

SIM! O S-E-B-A-S-T-I-A-N!

SEBASTIAN? QUE DIABOS ACONTECEU AQUI?!— Por impulso empurro o loiro para o lado, fazendo-o cair bruscamente no chão e se assustar tanto quanto eu.

— AHHHHHH CACETE!!!— Berra.— O QUE DEU EM VOCÊ?!

— EU QUE TE PERGUNTO!!!— Fico em pé na cama, e me cubro com o lençol.— Eu transei com você?

— Vai perguntar isso pra mim? Eu bebi até a água da piscina, acha que eu vou lembrar de ter te comido?— Arquea a sobrancelha.

— Aí meu Deus, desculpas por ter te jogado no chão.— Ajudo-o a levantar.— Não é normal para mim acordar com alguém como você do meu lado, ainda mais seminua, falando nisso onde está minha blusa?

— Eu que vou saber?— Da de ombros indo ao banheiro.— Mas o que quis dizer com o "Como você?"

— Rockstar!— Reviro os olhos caindo de costas no colchão.

— Ah claro.— Tranca-se no banheiro, sento-me olhando meu reflexo através do espelho preso na parede, perguntando a mim mesma como e quando havia subido com o Sebastian, ouço passadas rápidas, olho para a porta e vejo Anelize chegar cruzando os braços.

— Acordaram?

— Você viu?— Olho-a.

— Os dois agarradinhos? Claro que sim.— Afirma rindo, sentando-se ao meu lado.— Sua blusa, a encontrei no corredor.

— Não lembro de nada, você lembra?— Indago, trajando-a.

— Vultos apenas.— Me fita.— Então você avançou seu diálogo com o loiro?

— Claro que não! Digo…Argh não sei!

Anelize ri da minha cara e eu mostro o dedo.

— Que dor de cabeça infernal!— Massageio as têmporas.

— Tem aspirina na cozinha, quando descermos peço para Rachel te dar.— Tira o amarrador de seu cabelo e faz um rabo de cavalo no meu, deito com a cabeça em seu colo. — Dor de barriga.

— Você que quis vir, e está pior do que eu! — Ri, bato em sua cocha.

— Não ria de mim.

— Não foi eu que transei com o Barbie humana!

— Ele está no banheiro sabia?— Diz, franze o cenho.— E como você tem certeza disso?

Inesperadamente puxa minha blusa, franzendo o cenho, deixando a mostra os dois lindos chupões, marcados nitidamente em meus seios.

— Precisa?— Murmura 

— Se foder!— Tampo o rosto com o travesseiro.

— Mas por que você está toda assim? — Pergunta.— Tu é a que mais transa sem compromisso entre nós duas, independente da pessoa.

— Primeiro; Eu não lembro de N-A-D-A.— Suspiro.— Segundo; Sebastian muito menos, e terceiro; Ele é um rockstar.

— Ah grande bosta.— Revira os olhos.— Eu transei com Duff, e ele é a mesma coisa que o Bach.

— É diferente.— Afirmo, e olha-se.

— Diferente porque ele é famoso? ou porque ele tem amizade com outra banda famosa, e mais cedo ou mais tarde uma pessoa irá saber do que rolou?

Solto um grito.

— ANELIZE!— A repreendo.— Eu nem estava pensando nisso porra! Ah merda!

— Cala boca Katherine! Eu te conheço!

— Foda-se, preciso de um banho!— Olho minha roupa manchada de vinho, levantando.

— Pode vir, tem toalha lá dentro.—Sebastian sai do banheiro com apenas uma toalha amarrada na cintura, seus cabelos claros tampavam seu rosto delicado de modo sexy, sinto minhas bochechas queimarem, caminho de cabeça baixa evitando trocar olhares com ele, fecho a porta do banheiro, ouço burburinhos dos loiros, no entanto, não presto atenção.

Despi-me adentrando ao chuveiro com água quente, deixando-a percorrer todo meu corpo e relaxar meus músculos, não conseguia ficar tranquila sabendo que, talvez, tenha transado com o Bach, eu sei que qualquer uma ficaria feliz em meu lugar, mas não é pelo fato de ter sido com o Sebastian, poderia ser com qualquer outra pessoa.

Senti que, de certo modo trai Steven.— Mesmo estando ciente, que Popcon poderia está neste exato momento comendo uma puta, mas caralho! Eu não mando no meu coração!— Ele se declarou pra mim no parque, eu fiz o mesmo, e semanas depois acordo ao lado de um dos seus amigos com uma ressaca infernal, não sabendo nem como cheguei no quarto, muito menos lembrar se rolou algo ou não.

Bufo escorando as costas na parede gelada, e tombando a cabeça para o lado.

Flashbacks rápidos começaram a vir átona; Sebastian havia me beijado do nada, e eu segundos depois caí novamente, o vocalista me pegou no colo e levou-me até seu quarto, deitando-me sobre a cama.

 Seu rosto começou a ficar turvo, forço minha mente, no entanto, as lembranças evaporaram repentinamente, deixando apenas o som da música alta e a algazarra na piscina rondarem.

Balanço minha cabeça no intuito de destruir meus pensamentos, contudo era impossível não me questionar. Afinal, eu havia transando com Sebastian Bach?


P.O.V AXL

4:30 P.M

Todos haviam trancado-se em seus quartos, e eu era o único que não estava morto de cansaço.

— Vamos fazer o que?— Stephanie deita ao meu lado.

— Apenas apreciar o quarto.— Rio, jogando a fumaça de nicotina para o alto.

— Patético isso, poderíamos fazer algo melhor.— Acaricia meu peito.

— Angel, não estou disposto.— Afirmo fechando os olhos.

— Axl Rose não está disposto?

— Não posso?

— Pode, mas é estranho.

— Sabe, todos os nossos encontros só tem uma finalidade, Sexo.— Digo.— Nunca paramos para conversar sem pensarmos em segundas intenções.

— E desde quando tu liga para isso?Você é uma pessoa promíscua.

— Não ligo.— Respondo-a.— É o tédio.

Ela me olha, e mexe os ombros, caminhando para onde encontravam-se as bebidas.

Gostava de Stephanie, ela me ouvia e concordava com tudo o que falava, contudo, comecei a perceber que nunca havia dialogado verdadeiramente com ela, nossas conversas só levavam ao prazer de um a outro.

Provavelmente a única coisa que me atraia na morena era a capacidade na qual, ela tinha de me excitar com poucas palavras e a disposição anormal, fora isto, apenas se importava com sua carreira e seu nome mundialmente.

— Vou buscar um café, não saia daí.— Abro a porta e me retiro, nem esperando sua resposta, desço assobiando rumando ao café do prédio.

Pacato, fora rápido fazer meu pedido, três copos de cafés bem fortes, e algumas torradas, estranhei não ter nenhum segurança na porta de saida, mas não fiquei conjecturando o motivo.

No entanto, como minha alegria sempre tinha o prazer de durar pouco, ao virar o corredor indo aos elevadores, ouços gritos finos e estridente atrás de mim, paro e me viro lentamente, deparando com quatro fãs eufóricas com cartazes em suas mãos, ela abrem a boca quando tiveram a certeza que o ruivo no final do corredor, era realmente o Axl Rose.

— É ELE MESMO!!!!!— Uma baixinha pula berrando.— AXL VEM AQUI!!!

— AI MEU DEUS, ME COME POR FAVOR!— Começam a corre em minha direção.

— UM AUTOOGRAFOO!!!!!— Com o inglês bem ruim, a mais alta quase beija o chão, olho para os lados e corro o mais rápido possível.

Fãs tinha um problema; não importa a segurança elas sempre iram conseguir um jeito de burla-las.

Os elevadores pareciam mais longe que imaginava, se eu parasse sem dúvidas, o quarteto iria querer até minha alma, a hora de tirar fotos e autografar havia acabado.

— RUIVOOO EU TE AMO!!! SEU GOSTOSO!!!— Acabo gargalhando com o comentário de uma delas, mas não tiro sua razão.

Sai do elevador Duff, e mais dois seguranças lado a lado.

— ALGUÉM DA UM JEITO NAQUELAS DESCONTROLADAS LÁ TRÁS!— Aponto, indo em direção à McKagan, qual começa a rir.

— Meu santo vicious.— Passa o braço pelo meus ombros.— Isso que dá se achar o " Gostoso"

— Mas sou.— Observo os seguranças de mais de dois metros de altura com uma dificuldade demasiada para retira-las dali, nego com a cabeça, pela incompetência da nossa segura portuguesa.

Se elas me conhecessem realmente, iriam odiar até minhas malditas tripas!


Notas Finais


EAAI? KKKKKKJ

Até logo, beijos da tia. 😎💓


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