História Confissões de uma Idol em apuros. - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias EXO, TWICE
Personagens Baekhyun, Chaeyoung, Chanyeol, Chen, D.O, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Kai, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Sehun, Suho, Tzuyu, Xiumin
Tags Baekhyun, Drama, Exo, Twice, Tzuyu
Visualizações 29
Palavras 2.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Consegui voltar antes do que eu previ, ultimamente eu ando possuída pelo demônio da preguiça e escrevendo pelo celular, então ás vezes fica tudo meio cagado porque corrigir as coisas pelo celular é uma bela duma nhaca, e eu ainda estou com um monte de coisa pra fazer, não sei quando vou conseguir atualizar a fic, vou fazer o possível pra conseguir duas vezes por semana, porém caso eu não consiga, somente nos sábados ou domingos que são meus dias de folga.

Não me abandonemmmmmm </33

Capítulo 6 - VI - Responsabilidade


I'm out on the edge and I'm screaming my name
Like a fool at the top of my lungs
Sometimes when I close my eyes I pretend I'm alright
But it's never enough

 

Jason Walker Echo

 

 

 

~

 

 

Byun Baek Hyun

Ponto de vista.

 

.

Meu maxilar travou automaticamente quando aquela frase inesperada saiu pelos lábios da mulher por quem eu estava apaixonado. Dentre todas as coisas que eu imaginei que ouviria quando a questionei o motivo de tanta instabilidade emocional, aquela foi a única que eu jamais poderia prever. Então agora, eu simplesmente a encarava um tanto encolhida em minha frente após instintivamente eu afastá-la do aperto em meus braços para checar a veracidade de suas palavras.

 

Eu não sabia o que pensar!

 

Não sabia que ela havia me dito aquilo apenas para brincar ainda mais comigo ou se o que ela dizia era realidade. O que eu não poderia ignorar era o quanto fiquei desesperado quando a vi desmaiada em minha frente, sem saber se o certo seria chamar uma ambulância ou pedir ajuda de alguém. Me certifiquei de procurar na internet algo relacionado ao que havia lhe acontecido, chequei seu pulso para verificar se o mesmo ainda existia e quando me preparava para ligar para a recepção ela acordou. Seus olhos nublados me encaravam por alguns segundos até ela usar meu corpo como apoio para se levantar e correr até o banheiro, vomitando debruçada sobre o vaso sanitário. Eu não costumava a conviver com pessoas doentes, apesar de termos nossos problemas, tanto eu quanto os garotos procurávamos nos manter saudáveis, então aquilo foi um tanto repentino, e assustador.

 

Eu estava nervoso, minhas mãos suavam e irritado demais para fazer ou falar algo, me limitei apenas a rir. Eu não queria rir, eu não queria parecer grosseiro, porém era impossível! Toda aquela situação me deixava perplexo demais para ter uma reação diferente, aquilo parecia uma piada! Uma grande, idiota e nada engraçada piada de péssimo gosto! Eu não sabia onde ela queria chegar com aquilo, se seu intuito desde o princípio fora me tirar do sério ou se tudo aquilo não passava de uma brincadeira.

 

 

— Você só pode estar brincando comigo! — Esbravejei puxando meus próprios cabelos. — Escuta garota, eu não sei se você entende a gravidade do que você me disse, isso não é o tipo de coisa com que se brinca então eu te suplico, pare de palhaçada e me diz logo o que você quer com isso! — minhas palavras soaram rudes e duras, eu não queria parecer tão insensível; porém não podia me dar ao luxo de simplesmente acreditar em toda aquela idiotice e fechar meus olhos pra realidade.

 

— Eu não estou brincando Baekhyun! — sua voz soou desesperada, me causando um incômodo — Eu não queria te dizer, porque eu não queria que você se prejudicasse e...

 

— Então você não me disse porque quer meu bem? — a interrompi, rindo de escárnio após o término da minha frase. Suas palavras eram no mínimo ridículas. — Você espera realmente que eu acredite que você está grávida, aparentemente de um filho meu, e que escondeu isso de mim pra me proteger? — Franzi o cenho de forma divertida, quase caindo na gargalhada quando, relutante, ela confirmou num aceno com a cabeça. — Você é no mínimo estúpida se acha que eu sou idiota o suficiente pra acreditar em algo assim!

 

— E você acha que eu não sei que eu sou uma idiota? Eu me entreguei pra você sem pensar nas consequências e agora elas apareceram e se jogaram na minha cara antes mesmo de eu ter tempo de fazer algo a respeito! — Eu tive vontade de apertá-la contra meu peito e dizer que tudo ficaria bem, porém meu orgulho falava mais alto! Meu cérebro dizia que era errado confiar naquelas palavras já que, eu ao menos a conhecia o suficiente para acreditar nela.

 

— Certo, isso é fácil de ser resolvido. — Afirmei de forma óbvia — Se livra disso.

 

— M-me livrar? — Gaguejou com os olhos levemente arregalados.

 

— Claro, não se sinta mal por isso, diversas garotas como você fazem isso todos os dias. — Cuspi as palavras no intuito de feri-la. Ao contrário do que imaginei quando decidi dizê-las não me senti mal por ela, me senti feliz, satisfeito. Meu ego ainda estava ferido por ter sido rejeitado, ela aparentemente estava mentindo pra mim e eu não conseguia parar de pensar em que tipo de vagabunda era Chou Tzuyu.

 

— O que você quer dizer com isso? — Sua voz embargada acalentou meus ouvidos me trazendo uma indescritível sensação de prazer. Era isso? Eu estava realmente me sentindo bem por fazê-la sofrer?

 

Eu achei que havia sido claro. — Iniciei a nova sessão de humilhação. — Quando eu te liguei mais cedo eu achei que estava apaixonado por você, na realidade eu percebi que a tal paixão não passava da excitação causada pela garota com quem eu fodi num local proibido. — Terminei a frase estalando a língua no céu da boca. — Depois de te foder novamente eu achei que gostava de você, até perceber o tipo de garota você é, o que me fez concluir apropriadamente que você não serve pra mim, e olha só, você até conseguiu engravidar na primeira transa, ou melhor, se é que você realmente está grávida.

 

— Você acha que eu fiz isso de propósito? — Seu tom de voz era ressentido — eu não pedi pra isso acontecer Baek Hyun, eu não iria correr o risco da minha carreira ir por água abaixo por um capricho! Eu não te contei por que eu não queria que você perdesse sua popularidade no grupo por minha culpa!

 

— Você acha mesmo que eu vou cair nesse seu papinho de que você estava pensando em mim esse tempo todo? Se o que você diz realmente é verdade você não exitaria em me contar, e tiraria essa droga logo de uma vez! — cuspi as palavras.

 

— Eu tentei! — gritou me fazendo estremecer pelo som agudo de sua voz — eu tentei mas desisti no momento em que ouvi o coração dele batendo, implorando pra viver! Eu não poderia tirar a vida do meu bebê por ser imatura o suficiente para não conseguir assumir meus erros.

 

— Guarde seu sentimentalismo pra você porque eu não preciso de nada disso! — Peguei meu celular sobre minha cama colocando-o no bolso de meu moletom, junto a minha carteira. Prendi a máscara preta em minhas orelhas e me voltei a Tzuyu, que agora chorava sentada na poltrona. — Deixarei a conta do hotel paga, faça a merda que você quiser, só me mande a data do exame de DNA porque não ajudarei financeiramente uma coisa da qual eu não fui responsável por fazer. — Passei a caminhar até a porta para dar o fora dali o quanto antes, porém me impedi quando me lembrei de um detalhe. Retirei minha carteira do bolso e joguei algumas notas de ₩50000 em seu colo. — Isso pode pagar facilmente uma clínica de aborto. Use sua inteligência e tome a decisão correta.

 

 

Sai do quarto, jogando o cartão por baixo da porta para que ela saísse e me locomovi no automático até a recepção. Paguei pela diária e informei que a chave magnética da porta estaria com minha acompanhante que a deixaria lá quando fosse embora. Esperei alguns instantes na entrada do hotel até que um manobrista parou o Porshe Panamera em minha frente, entregando-me às chaves.

 

Me joguei no banco da frente e acelerei, no intuito de sair daquele lugar infernal. Minha garganta queimava e meus olhos ardiam, eu só pude perceber que chorava quando parei no sinal e senti as lágrimas quentes escorrerem por meus olhos. Bati a cabeça no volante algumas vezes em frustração. Eu chorava de ódio, de raiva por ter sido tão idiota e ter me apaixonado por aquela víbora! Não sabia onde ela queria chegar com essa história de gravidez, porém eu não estava disposto a me machucar para saber a resposta. Dirigi até a entrada do prédio da SM em direção ao estacionamento. Passei a mão nos olhos algumas vezes no intuito de secar as lágrimas que ainda escorriam, respirei fundo e procurei um óculos qualquer no porta luvas, o coloquei e sai do carro, travando o alarme.

 

Meus passos eram lentos e duros, eu estava confuso e irritado com toda aquela situação e queria enfiar minha cabeça em um buraco para esquecer por um mísero instante que aquela droga estava acontecendo comigo, enquanto me praguejava mortalmente por ter sido idiota o suficiente por me envolver com ela. Fui até a sala de descanso e encontrei Xiumin e Chen conversando despreocupadamente enquanto Chanyeol mexia em seu celular. O olhar dos três pousaram sobre mim e logo vi Chanyeol se levantar apressadamente e se mover em minha direção, tirando os óculos de meu rosto. Eu poderia esconder os olhos vermelhos, porém nunca minha aura quando estava negativa.

 

— Que merda aconteceu com você Baek? — Chen questionou colocando suas mãos sobre meus ombros.

 

— Aconteceu muita coisa. Eu preciso conversar. — Afirmei quando Suho entrou pela sala. Nos entreolhamos por alguns instantes e logo o segui até um local mais reservado. Eu não tinha problemas em falar sobre meus problemas pessoais com o restante dos garotos, porém aquilo era algo até mesmo vergonhoso para que eu dissesse, e naquele instante, as duas pessoas á minha frente eram as únicas para quem eu tinha coragem o suficiente de falar sobre o assunto.

 

Chanyeol estava escorado na parede em minha frente, ao lado de Suho, enquanto eu estava sentado na mesa sendo observado por meus amigos, ambos em quem eu confiava cegamente para contar o que tanto me angustiava naquele momento. Suspirei dizendo desde o começo tudo o que havia acontecido entre mim e Chou Tzuyu desde o momento em que transamos até momento em que a humilhei após saber sobre a suposta gravidez. Ambos curiosos não me interrompiam enquanto eu contava cada fato ( omitindo alguns detalhes ) sobre a forma como eu havia me envolvido com ela, demonstrando o quão irritado e amargurado eu me sentia em relação aquela situação.

 

 

— Eu não vou dizer que entendo o que você está sentindo nesse momento porque isso é algo pelo que nunca passei, então o que eu vou te dizer nesse momento Baek, não é um conselho de amigo, ou de um irmão mais velho... — Seu tom de voz escureceu quando ele se aproximou e parou em minha frente, cruzando os braços — Será uma repreensão de homem pra homem.

 

— Eu não preciso de um sermão agora Suho.

 

— Um sermão é exatamente o que você precisa. — Afirmou Chanyeol se jogando em uma das cadeiras.

 

— Independente do que aconteceu entre vocês, se você se chateou por ela ter lhe dito que seria melhor que vocês não ficassem juntos, você deveria pensar que talvez ela estivesse certa.

 

— Se ela quisesse nós poderíamos ter dado um jeito! — Rebati recebendo um olhar negativo como resposta.

 

— E ela pode namorar por acaso Baek Hyun? — questionou franzindo o cenho quando neguei. — E vocês ficariam como? Escondidos? — Fiz menção de responder porém fui interrompido. — Você está cansado de saber que isso não dá certo, Sehun é prova viva que esse tipo de relacionamento não dá certo, assim como eu também! — Concluiu pesaroso, me fazendo lembrar que ele se apaixonara por uma trainee logo após debutarmos, o que resultou na demissão da garota de quem ele gostava e a proibição dos relacionamentos para todos nós pelos dois anos que sucederam o ocorrido. — E se existe uma possibilidade de ela realmente estar grávida, você agiu como um idiota imaturo ao dizer essas coisas desnecessárias pra ela. É o tipo de conversa que não se tem na hora da raiva.

 

— E você queria que eu fizesse o quê? — questionei irritado pela dura realidade que estava sendo jogada em mim. — eu estava irritado o suficiente pra mandar aquela garota pros quintos dos infernos, você queria que eu fosse doce e concordasse com todo aquele absurdo?

 

— Eu queria que você fosse justo. Você amadureceu muito nos últimos anos, porém existe uma coisa que agora, você precisará criar mais do que nunca.

 

— O que? Maturidade? Porque se for isso...

 

Responsabilidade. — Fui interrompido, e o encarei confuso. — Você vai precisar aprender a se responsabilizar pelos seus erros Baek, sinto lhe dizer mas um filho não se faz sozinho, então se as coisas realmente foram da forma como você disse, eu infelizmente deverei lhe parabenizar, papai.


Notas Finais


Acho que vou comprar um caminhão. Estão todos dizendo que esse vai ser um ano de mudanças, vou ficar rica fazendo frete

Ps: Que arrombado esse baek né? e.e


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