História Conflitos - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Tags Chelsoo, Drama, Gyuhao, Jeongcheol, Jihan, Junhao, Meanie, Soonchan, Soonhoon, Tragedia
Visualizações 58
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Seinen, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - E os conflitos entram em ação


Fanfic / Fanfiction Conflitos - Capítulo 4 - E os conflitos entram em ação

Conflitos

 

 

Mansão – Quarto do Minghao

 

 

– Ei, está tudo bem? – Mingyu perguntou gentilmente, acariciando o rosto fininho do chinês. – Parece chateado.

– Não – ele riu nasalmente. – Só estou cansado. A academia tem exigido muito de mim.

Mingyu bufou.

– Eles não sabem o que fazem. Você precisa descansar.

– Eu não vou poder descansar enquanto você estiver aqui – o chinês riu, olhando para Mingyu. – Boa noite, Mingyu?

Mingyu riu constrangido, abaixando a cabeça.

– Tudo bem, boa noite – e beijou a testa do mais novo. – Até amanhã.

– Até – Minghao sorriu, acompanhando com olhar o mais velho até a porta.

Mas Minghao não dormiu naquela noite.

 

 

Casa dos Lee – Sala Privada

 

 

– Pode me explicar essa coisa do seu irmão, por favor? – Soonyoung perguntou sem paciência. – Seokmin!

O rapaz mais novo respirou fundo, sentando-se no sofá branco ao lado do amigo de infância.

– É uma história tão triste, Soonyoung – ele pareceu sincero, tanto que se não fosse pelo cansaço Soonyoung teria jurado ver lágrimas em seus olhos. Seokmin o encarou com amargura no olhar. – Eu até me sinto sujo no meio disso.

Soonyoung ficou ainda mais tenso.

– Creio que conheça Choi Seungcheol – ele continuou e Soonyoung concordou com a cabeça. – O riquíssimo Choi Seungcheol, talvez até mais rico que meus pais. Só que a história não tem na a ver com ele e sim com o pai.

Soonyoung arqueou a sobrancelha direita.

– O pai?

Seokmin fez uma expressão triste.

– Sim. Pra partir desde o ponto, Chan é prometido desde que nasceu – Seokmin revelou num tom sutilmente raivoso. – Antes de Chan nascer, isso quando minha mãe descobriu estar grávida de novo, o Choi disse que queria que o filho ou filha se cassasse com ele assim que atingisse a maioridade. Na época ele não especificou a preferência do sexo e nem se importou quando disseram que Chan era menino.

– Espera aí, deixa eu ver se eu entendi – Soonyoung interrompeu. – Choi queria alguém pra se casar futuramente. Ele viu que sua mãe ‘tava grávida. Ele quis o bebê. E então... Os seus pais aceitaram isso? Por quê?

– É aí que entra a coisa – Seokmin bufou. – Chan desde bebê já estava com sua alta riqueza definida. Oito bilhões de dólares. É claro que o Choi tinha em mente alguém bonito pra se exibir ao público, mas o principal de todos era o dinheiro de Chan. Nem mesmo ele sabe que tem tudo isso, Soonyoung.

– Tá, mas por que seus pais aceitaram dar o filho pra um velho idiota que só pensa em si?

– Eu nunca soube e nem acho que o Choi vá contar – Seokmin respirou fundo mais uma vez. – Então meus pais deixaram isso no testamento deles, sobre Chan obrigatoriamente ser prometido ao Choi, que, a propósito, tem muito mais dinheiro que o Chan vai ter. E é claro que, como eu fiquei responsável, tenho de cuidar do Chan.

– E você o trata daquele jeito por isso? As coisas continuam meio sem sentido. Que mal faz Chan se socializar com as pessoas?

– Porque ele já sabe de tudo, Soonyoung – Seokmin explicou. – Desde que ele soube disso ele tanta de todo jeito achar alguém que vá o defender na hora do altar, sabe? Detalhe: o Choi o quer puríssimo.

Soonyoung gelou.

– Choi já viu Chan? Ou ele só está esperando o tempo passar?

– O tempo já passou, Soonyoung. Faltam apenas alguns meses e... Pronto. Está feita a desgraça.

Soonyoung passou a mão nos cabelos, indignado.

– Posso ir falar com o Chan? – e Seokmin pareceu alarmado com a pergunta. – Juro que não vou fazer nada que vá arruinar essa nojeira toda.

Seokmin pareceu concordar e Soonyoung se levantou de onde estava, indo em direção as escadas que davam no andar de cima, onde deveria ficar o quarto de Chan.

– Soonyoung – Seokmin chamou. Soonyoung virou parcialmente pra trás, encarando o amigo. – Eu não tenho nada contra ele se apaixonar por alguém, eu só quero o bem da vida dele por enquanto, sim? Não vou impedir vocês dois de se verem ou coisa parecida, mas, por favor, evite qualquer contato íntimo caso algum sentimento venha à tona.

Soonyoung sorriu em sinceridade.

– Certo.

 

 

Mansão – Biblioteca

 

 

– Eu quero uma explicação, Kim Mingyu – Junhui disse assim que ouviu a porta ser aberta e sentiu o cheiro forte de perfume masculino e caro invadir suas narinas. Virou o rosto, encarando a figura parada do mais novo perto da porta. – Agora.

Mingyu bufou, como se estivesse cansado daquele assunto.

– Achei que já tivesse sacado tudo, Wen Junhui – dessa vez Mingyu não pronunciara o nome em sotaque coreano. – Minghao agora é meu. Resta você aceitar isso.

Junhui se levantou em um salto.

Aceitar? – perguntou, com vontade de socar o rosto bonito à sua frente. – Você acha que eu sou louco de aceitar que a pessoa que eu planejava um noivado me troque por alguém que só enxerga a si mesmo? – agarrou o braço de uma das poltronas suecas e praticamente rosnou. – Eu não vou perder o Minghao por causa desse péssimo hábito seu, ‘tá me entendendo? Não vou.

Mingyu riu debochado, mas com raiva.

– Saiba que a culpa disso tudo é de Wonwoo – ele apontou o dedo na direção de Junhui, que ficou ainda mais furioso. – Eu me apaixonei por Xu minghao, Junhui, e consegui conquistá-lo. Junhao está morto, entendeu bem? – e chegou ainda mais perto, ficando com o rosto praticamente colado ao de Junhui. – Morto.

 

 

Apartamento Hong – Quarto de Hóspedes

 

Mas é claro que eles não foram dormir. Se dormir inclui se perderem de amor um pelo outro, então eles foram dormir sim. Abraçados e encostados na parede, Joshua e Jeonghan trocavam carinhos.

– Achei que eu fosse dormir com você – Jeonghan sussurrou entre os beijos sedosos que trocavam, abrindo mais alguns botões da camisa do Hong. – Que maldade a sua.

Joshua riu, beijando a bochecha macia de Jeonghan.

– Se você fosse dormir comigo eu não iria dormir, Yoon Jeonghan – disse e o mais velho sorriu. – Eu te amo.

– Eu também te amo – disse e beijou a ponta do nariz de Joshua. – Não importa o que você decidir, eu vou continuar te amando.

Joshua desfez seu sorriso, olhando pra baixo, com a testa colada à de Jeonghan.

– Eu quero você, Jeonghan – disse sincero, certo do que estava fazendo e não bêbado pelos carinhos macios do Yoon em seus braços. – Eu quero você.


Notas Finais


galera, a introdução da história finalmente chegou ao fim
ela não vai ter essa escrita magrinha, sim? o próximo capítulo as coisas vão ficar mais mastigadinhas :D
"junhao está morto"
ELE DESAFIOU ELE

bem, a playlist está 98% pronta e vai ser divulgada no próximo capítulo, então atentos
sobre a capa, disseram pra mim que esse formato fica melhor na versão mobile e creio que nos pcs tbm
caso nenhuma das duas estejam funcionando, posso dar um jeito de botar o pack dos cenários pra vocês baixarem, sei lá, vocês que sabem <3
talvez vá ter outra capa pra fic também, essa daí foi feita na pressa

é isso bebês, nos vemos no próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...