História Conflitos - Capítulo 52


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Comedia, Lemon, Romance, Yaoi
Exibições 140
Palavras 1.679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hey zamores mais um cap!

Boa leitura

Desculp os erros ortográficos.

Capítulo 52 - Eu estou um pouco confuso.....



[ Deyvi on ]

Chego no reifetório é encontro Yury é Kumi em uma das mesas me chamando, vou até eles é me sento ao lado de Kumi.


- Deyvi tudo bem? - pergunta a garota me fitando.


Assinto com um sorriso falso no rosto é começo a observar o local.


-  Hum....eu te conheço loirinho, você está com algum problema sim! - diz a garota séria.

-  Concordo, seu rosto está meio cabisbaixo - diz Yury - quem morreu?



Kumi bate no braço de Yury fazendo o garoto se calar.

Logo escuto o auto barulho do sino tocar fazendo-me se levantar rapidamente do banco, mas meu pulso é segurado por Kumi.


- Calma Deyvi, espera a gente! - diz.


Fito a garota, é suspiro segurando uma de suas mãos, logo Yury segura a outra.

- Quem não conhecesse a gente diria que somos um trio de ménage - brinca yury, arracando uma risada baixa de Kumi.


Tento rir, mas nenhum barulho sai da minha garganta, só consigo pensar no Phelipe...mas porque ele? Eu não posso gostar desse moleque, eu não gosto dele!

Chegamos na sala de aula, e a primeira coisa que eu vejo é Phelipe é Cris se pegando. Os dois se beijavam, enquanto a mão de Phelipe estava dentro da calça do idiota do Cris.


- Sala de aula virou motel agora? - pergunta Yury baixo, fazendo Kumi repreende-lo.

Bufo de raiva é aperto os punhos. Aquele filho de quenga disse que me amava, não é mesmo?


- Ignora Deyvi va... - interrompo Kumi, é vou em direção ao casalzinho de novela mexicana, é puxo os cabelos de Cris fazendo Phelipe se assustar.

- SAI DE PERTO DO PHELIPE SEU CÚ ARROMBADO! - grito com raiva, é jogo o garoto no chão.

- D-Deyvi o que v-você está fazen.... - interrompo phelipe.


- CALABOCA PHELIPE! - grito, é chuto a parte intima do Cris fazendo-o me xingar - ISSO É PARA VOCÊ APRENDER QUE COM HOMEM DOS OUTROS NÃO SE METE.

- Seu loiro oxigenado - diz Cris se levantando do chão - o Phelipe não é propriedade sua seu rodado - diz é rio exagerado, fazendo o garoto ficar sério.

- Rodado? Não sou você que deu para a metade do colégio! - digo, é Cris se aproxima de mim.


- Você sabe demais da minha vida né? - pergunta, é segura a gravata azul do meu uniforme, fazendo-me ficar um pouco sem ar - pare é pense garoto enxirido, o mundo não gira ao seu redor.


Encaro os olhos castanhos do garoto, é vejo um olhar de ódio é raiva, sorrio de lado é esmurro a cara do menino fazendo-o cair sobre uma carteira.

Sinto uma mão segurar meu pulso impedindo que eu partisse para cima de Cris é esmurrasse sua cara até virar purê de batata. Olho em direção ao aperto, é vejo Phelipe com um semblante raivoso.

Cris se levanta um pouco bambo, é deposita um murro em minha boca fazendo eu quase desmaiar ( sim, eu sou frouxo).



-  Eu quebro sua cara seu cretino! - diz Cris, é logo escuto alguns gritos fazendo-me reparar que a sala já estava quase cheia.


Passo a manga do meu uniforme na boca, vendo-a ficar um pouco avermelhada pelo sangue do corte feito em meus lábios.


- Eu não tenho medo de você seu arrombado! - digo é escuto alguns gritinhos de alunos.

- Pois devia ter - diz é os alunos se apróximam mais - vou te bater tanto que você vai esquecer seu nome, loiro oxigenado! - diz é avança em minha direção, fazendo vários alunos gritarem que nem loucos.


Sinto suas unhas arranharem meu braço, é meu cabelo ser puxado com agressividade, puxo a manga do seu uniforme fazendo-a se rasgar um pouco, é puxo sua orelha até a mesma ficar toda avermelhada.



- BRIGA ,BRIGA, BRIGA - gritava os alunos na sala.


Cris é tirado a força de cima de mim por Yury, é Phelipe me levanta do chão fazendo-me sentir minha cabeça dolorida pelos puxões de cabelo é meus lábios arder pelo corte feito no mesmo.



- O que está acontecendo aqui? - pergunta a professora entrando na sala é vendo a situação.


- O Cris é o Deyvi estavam se matando! - diz um garoto com um sorrisinho.


A mulher fita Cris e eu com reprovação fazendo-me engolir seco.


- Os dois para a diretoria imediatamente! - diz a mulher rude.



***



Cris é eu estavamos sentados em uma cadeira de frente a mesa do diretor, que nos olhava de forma decepcionante.


- Briga....muito vergonhoso - diz o homem - Deyvi, é presciso te suspender para você não se meter mas em encrenca? - pergunta o diretor.

- Não senhor - digo - não chame meu pai por favor, se ele souber que estou metido em encrenca de novo pode ter certeza que amanhã mesmo vai ser o meu fúneral.


O homem suspira é fita Cris, que estava mordendo o dedão da mão.


- É você garoto não tem vergonha do que fez? - pergunta é Cris suspira.

- Não, eu bateria de novo nesse vadio! - diz é fito-o com raiva.


O diretor se levanta da mesa é me encara.


- Senhor lausker pode se retira, que eu vou ter uma conversa séria com o senhor Winguerl - diz encarando Cris - aproveita é passa na enfermaria para cuidar desses ferimentos em seu rosto.


Assinto, é me levanto da cadeira estofada, é vou até a porta a abrindo é saindo do local a fechando em seguida.

Caminho pelo corredor é bato em uma porta branca onde se encontra a enfermaria, mas nem sinal de vida.

Abro a porta do local é não vejo  ninguém na sala, entro no local é me sento em uma das macas a espera de uma enfermeira.

Eu não devia ter brigado com Cris, porque eu não ignorei Phelipe é o idiota e fui sentar no meu lugar na carteira? mas como sempre tenho que me envolver em encrenca.

Cruzo os braços emburrado, é ouço o barulho da porta ser aberta revelando Phelipe com um semblante receoso, o mesmo fecha a porta é vem em minha direção.



- O que você quer? Como descobrio que eu estava na enfermaria? - pergunto rude.

- Eu vi você vindo para cá - diz calmo - eu só queria te fazer uma pergunta.


Balanço meus pés pelo fato da maca ser um pouco alta, é encaro o garoto desleixado a minha frente.


- Sim pode me fazer uma pergunta - digo desintereçado.

Vejo Phelipe sorrir, é se apróximar de mim.


- Porquê você falou para o Cris não se meter com homem dos outros? - pergunto é coro - que eu saiba eu não tenho nenhum compromisso com você ou com qualquer outra pessoa.

Respiro pesado é me ajeito na maca fitando o chão.

Nem eu sei o motivo do porque eu disse aquelas palavras, eu não quero gostar do Phelipe, mas eu senti uma pontadinha de ciúmes quando vi o Cris é o "MEU" Phelipe quase se comendo no meio da sala....pera eu fisse "Meu" phelipe? Argh eu estou ficando doente só pode.

- Eu...eu - penso um pouco é vejo Phelipe me encara um pouco calmo - eu não sei porque disse aquilo - digo de uma vez.

- Deyvi se você não gosta de mim não faça isso - diz Phelipe baixo - eu não vou ficar a minha vida toda correndo atrás de você, quero seguir em frente sendo feliz ou não....se não quer ficar comigo pelo menos me deixe ficar com outra pessoa! - diz é sinto meu coração se acelera.


Eu não posso está apaixonado por esse moleque, EU NÃO POSSO.


- Thau Deyvi, era só isso que eu tinha para te dizer - diz indiferente, é se vira para poder sair da sala.

Por impulso me levanto rapidamente da maca, é seguro o pulso de Phelipe fazendo-o direcionar um olhar surpreso em minha direção.


- E-e-eu....eu...não quero que você vá! - digo ficando com o rosto totalmente corado.

- C-como!? - pergunta Phelipe surpreso.


Abaixo a cabeça, é fito o meu All-star branco.

O porque eu estou fazendo isso? acredite que eu queria saber.


- Eu só estou um pouco...confuso, mas não me deixe sozinho, por favor! não fique com outra pessoa, muito menos com Cris, só me de um tempo para saber o que eu sinto...  - digo baixinho é Phelipe me abraça.

- Tudo bem Deyvi, eu espero! - diz é afundo o rosto no seu uniforme que cherava a lavanda.

- O-Obrigada por me entender - digo é o mesmo sorrir fechado quebrando o abraço é caminhando em direção a porta, mas o interrompo - err eu posso te pedir uma coisa antes de você voltar para a aula?


Phelipe coça a nuca é me fita.


- Claro - diz.


- M-me beija - peço com vergonha, aposto que agora meu rosto está com 50 tons de vermelho.


O garoto arregala os olhos, mas logo sorrir de lado vindo em minha direção.

Sinto sua respiração bater em meu rosto, fazendo-me fechar os olhos, logo o toque de seus lábios marca presença fazendo-me se arrepiar.

Não foi um beijo desesperado, nem selvagem foi um calmo...um simples selar de lábios.

Phelipe se separa de minha boca é solta um sorriso singelo.

- Thau Deyvi, até amanhã! - diz calmo fazendo-me encara-lo confuso.

- Amanhã?

- Sim, eu escutei o diretor falar no telefone com seu pai para o mesmo vir te buscar! - diz é sai da enfermaria batendo a porta de leve.


Concerteza eu estou muito fodido.


Fico pensando no Phelipe, e cá entre nós....nunca pensei que um dia gostaria desse garoto.

Meus pensamentos são interrompidos por uma enfermeira que entra rápidamente na sala.


- Desculpe pela demora garoto - diz a mulher - sente-se na maca que vou cuidar desses seus pequenos machucados! - diz é me sento na maca, vendo a mulher pegar um litro de álcool é algodão junto com alguns band-aids é gazes.




Notas Finais


Nada a comentar da briga do Deyvi e do Cris....©_©

Ta vendo eu ñ sou taum mau assim.....oq acharam leitores?

Apesar de tudo eu amo ocês di mais pra da conta só....thauzinho beijim de sorvete de uva ©3©***** a genteh se esbarra...pera....FELIZ DIA DAS CRIANÇAS AHHHHHHHHHHHHHH VOU QUERER PRESENTE...MAEEEEEE.

LOGAN: tamem quero.

Marry: fica quieto que ninguem te chamou.

Logan: vou me demiti.

Marry: ta fica.

Thau pra ocês....EU SOU UMA CRIANÇA ETERNA QUE MERECE GANHA PRESENTE NO DIA DAS CRIANÇAS rsrsr ocês tamem!!!!

A genteh se esbarra fui.....


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