História Conflitos - Capítulo 72


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Comedia, Lemon, Romance, Yaoi
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Palavras 2.525
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


CHEGAAAAAAY CHEGANDO ZAMORES depois de um tempinho fora estou de volta senti falta de vcs:3

Boa leitura.
Desculp os erros ortográficos

Capítulo 72 - Sempre é bom perdoa e dizer eu te amo!



[ Deyvi on ]



Me ajeito na cama um pouco chateado enquanto Phelipe me abraçava.



- Eu sei que não fomos convidados para a festa da prima chata da Kumi, mas não prescisa ficar emburrado bebê! - diz Phelipe.

- Eu estou inconformado é pelo motivo da garota ter chamado a gente de pirralho...ainda na nossa cara, olha que eu pensava que ela era uma garota legal por ser prima da Kumi! - digo franzindo o cenho - pirralhos...você devia ter deixado o Cris pular encima dela e rancar cada fio daquela cabeça ouca que nem miolo tem.


- Deixa, aposto que quase ninguém vai na festa dela, pois os alunos mas legais são os do 1° ano, os que participam do grupo de Skate e de dança, sem contar as meninas que organizam os eventos escolares.


- Tem razão...mas eu queria ir na festa amanhã, não quero ficar aqui em casa fitando meu pai sentado na poltrona mexendo em documentos! - digo cabisbaixo e Phelipe rir.


- Bom, amanhã nós fazemos algo na minha casa, posso chamar a galera...o Cris, Jonas, Escott, Paulo, Nico até o Yury e a Kumi.


- Legal...mas a Kumi vai ter que ir na festinha por causa que a tia dela pediu, álem do mais vai levar o Yury - digo.


- Bom não tem problema, podemos fazer a sexta só para meninos já que amanhã não vai ter aula por causa do feriado! - diz sorrindo.


- Boa ideia, ainda bem que seus amigos são pelo menos gente fina - digo sorrindo - errr...posso te pedir uma coisa? - pergunto envergonhado.


- O que você quiser.


- Me dá um beijinho - peço fazendo bico e o mesmo rir colando nossos lábios em um selinho que logo se transforma em um beijo.




O mesmo pede passagem com a lingua e logo concedo sentindo seu piercing gelado triscar em minha lingua fazendo-me sentir uma sensação extremamente boa.

Phelipe fica por cima do meu corpo apoiando os cotovelos na cama e com cada perna em um lado do meu quadril, ainda sem quebrar o beijo.

Depois de poucos segundos nossas bocas se separam por falta de oxigênio, eu podia ouvir a respiração ofegante minha e do Phelipe devido ao beijo.

Fecho os olhos tentando captar o que eu estava sentindo naquele momento, meu coração batia descompassadamente só faltava sair do peito. Meus pensamentos são interrompidos por uma respiração quente em meu pescoço fazendo-me arrepiar.




- Você está sentindo o que eu estou sentindo? - pergunta Phelipe em um sussuro, fazendo meus olhos se abrirem e fitar o teto do quarto.


- Uhum...- murmuro baixo, sentindo algo úmido entrar em contato com o meu pescoço.


- Se não gostar de qualquer coisa que eu esteja fazendo eu posso parar! - diz Phelipe.


- Não...continua - digo baixo e fecho os olhos sentindo a sensação que seu toque provocava em meu corpo.




O mesmo beija meu pescoço adentrando sua mão fria por dentro da minha camiseta, fazendo-me arrepiar com o leve toque.

Phelipe para de beijar meu pescoço, indo até minha barriga onde o mesmo beija e passa a lingua fazendo seu piercing raspar contra minha pele arracando-me um gemido baixo.

O mesmo tira minha camiseta e beija minha barriga subindo o beijo até minha boca onde começamos um beijo mais necessitado, onde nossas bocas se movimentavam rapidamente.

O mesmo se levanta de cima de mim e me puxa para seu colo fazendo-me sentar no mesmo e entrelaçar os braços em seu pescoço enquanto nos beijavámos, o mesmo morde e puxa meu lábio inferior de leve, logo em seguida sua boca desce até o meu pescoço lambendo o mesmo e chupando fazendo-me arfar.

Suas mãos descem até minha cintura e logo para minha bunda, ainda coberta pela calça jeans, onde o mesmo deposita um aperto fazendo-me puxar seus cabelos negros de leve.

Sinto algo duro por baixo da minha bunda fazendo-me gemer, e logo fito Phelipe tirando sua blusa e visualizando seu torço desnudo, sorrio de lado e mordisco o queixo do mesmo, descendo para seu pescoço onde inalo seu delicioso cheiro.



- Você cheira bem! - digo e o mesmo sorrir beijando meu ombro.


- Obrigado...você também cheira bem little cat!




Rio baixo e as mãos de Phelipe vai até minha calça desfivelando o cinto e desabotoando a mesma descendo o zíper em seguida. Ajudo o mesmo a tirar minha calça fazendo-me ficar apenas de cueca boxer cinza, vejo o mesmo morder o lábio inferior e apertar minhas coxas, agora desnudas.

Phelipe me deita na cama ficando novamente por cima de mim, e tira sua calça ficando também apenas de boxer. O mesmo beija meu rosto, e deposita um selinho carinhoso fazendo-me sorrir.



- Eu te amo meu loirinho! - diz carinhoso.

- Eu também! - digo e colamos nossos lábios.




Sua mão vai até minha boxer a tirando fazendo-me ficar um pouco com vergonha, eu já estava bastante excitado como Phelipe.

Sinto uma de suas mãos segurar meu membro e masturbá-lo fazendo-me gemer durante o beijo, logo nossas bocas são separadas e o mesmo põe dois dedos na mesma, e entendo o recado começando a chupá-los com vontade, depois dos dedos estarem bastante molhados Phelipe os tira da minha boca adentrando um dos seus dedos na minha entrada fazendo-me gemer desconfortavelmente, depois de me acostumar ele coloca o segundo e gemo de dor.




- Calma meu fofinho...- diz Phelipe tentando me confortar, o mesmo faz alguns movimentos de tesoura e vai e vem.



Logo me acostumo com seus dedos e gemo em aprovação, mas Phelipe os tira fazendo-me resmungar.

O mesmo abaixa sua cueca, e vejo seu membro ereto imaginando-o dentro de mim, não tem nem comparação com dois dedos.



- Vai doer um pouquinho Dey, mas vou ser o mais carinhoso possivel! - diz e beija a ponta do meu nariz.




Phelipe segura minhas pernas e se posiciona em mim, logo sinto seu membro entrar em mim devagar fazendo-me gritar de dor e puxar o lençol da minha cama, o mesmo para um pouco.



- Acho melhor parar está te machucando! - diz Phelipe.

- N-não pode c-continuar - digo e o mesmo assenti, adentrando todo seu membro em meu orifício anal, mordo o lábio inferior para suportar a dor, e sinto lágrimas nos meus olhos.


- Tudo bem meu fofinho, já passou! - diz baixo e me dá um selinho - quando já estiver melhor eu começo a me movimentar.




Depois de um tempinho dou sinal para Phelipe começar a se movimentar dentro de mim, gemo de dor pelo desconforto que ainda estava sentindo, mas logo esse desconforto foi se transformando em algo melhor dando espaço ao prazer.

Entrelaço minhas pernas ao redor de Phelipe, e mordo o lábio inferior para conter meus gemidos, enquanto Phelipe estocava eu me masturbava.

Fito Phelipe que gemia baixinho e puxo o lençol da cama soltando um gemido agudo, se os empregados da casa ouvirem eu estou ferrado.



- Phe - gemo - a-acerta naquele l-lugar de novo! - digo entre gemidos, e o mesmo assenti me virando de bruços sem tirar seu membro de mim, Phelipe segura minha cintura e estoca mais uma vez naquele lugar fazendo-me gemer alto, afundo o rosto na cama para abafar meus gemidos finos.




Depois de alguns pequenos minutinhos gozo na minha cama ouvindo um gemido arrastado e rouco, logo Phelipe sai de dentro de mim gozando em sua mão.

Respiro cansado e suado, tiro o forro melecado de gozo da minha cama e jogo o mesmo no chão, me deitando na cama em seguida me cobrindo com o lençol, sinto braços rodearem minha cintura e um beijo ser depositado em minha testa.



- Eu já disse que te amo? - pergunta Phelipe e assinto rindo - Dey eu posso te perguntar uma coisa?


- Claro.


- Será que não tem nenhuma câmera  gravando a gente? - pergunta e rio nasalmente.


- Não a única que tinha eu tirei! - digo - eu vou ter que me preocupar é com o forro da minha cama, ele está todo sujo! - digo.


- Ué, é só colocar na lavanderia e a empregada lava! - diz Phelipe.


- Você não acha que seria estranho a empregada encontrar um liquido de origem duvidosa no forro? - pergunto e Phelipe rir.


- Tem razão.


- Vamos tomar um banho; a gente está todo suado! - digo abraçando o mesmo.


- Eu não trouxe roupas - diz.

- Não se preocupe, eu arrumo uma que te sirva! - digo.





(....)




[ Max on ]


Olho o apartamento em minha frente e respiro fundo tomando coragem para entrar no mesmo.

Vou até o interfone avisando minha chegada, e quem desejo visitar.



" Nome completo por favor senhor? " - pergunta a voz feminina no interfone.

- Maxiel kernevhal.

" Ok obrigado, o quarto do senhor Robert Kernevhel fica no quinto andar, porta 334, tenha uma boa tarde!"




Respiro fundo e vejo a tranca do portão de grade branco se abrir, empurro o mesmo e o fecho em seguida começando a andar pela trilha de pedra vendo um jardim sendo cuidado por um idoso, enquanto do outro lado tinha um parquinho onde algumas crianças brincavam.

Finalmente subo em uma escada que levava até um corredor onde tinha um elevador no final do mesmo, onde dois adolecentes acabaram de entrar.




- EI SEGUREM O ELEVADOR! - grito correndo, e os dois garotos se entrolham e um segura o elevador para mim - o-obrigado! - agradeço ofegante entrando no elevador, vendo a porta metálica do mesmo se fechar.

- Você mora aqui? - pergunta o garoto que tinha cabelos pretos repicados que batiam no pescoço esboçando um sorriso contagiante.

- Não, eu só vim visitar uma pessoa! - digo olhando o visor na parede do elevador marcar segundo andar.


- Ah, por isso eu nunca te vi por aqui! - diz - você veio visitar quem? - pergunta o garoto ainda sorrindo, logo o outro garoto que tinha os cabelos castanhos dá um tapa na cabeça do menino sorridente.

- Para de ser curioso Jonas! - repreende o garoto.


- Vai bater na sua bunda, eu nem estava falando com você! - diz acariciando o local do tapa.


- Calaboca, eu sou seu irmão mais velho! - diz o de cabelos castanhos.


- Mais velho? Meu, nós somos gemêos! você fica dizendo que é mais velho por causa de miséros três segundos! - diz o de cabelo preto.



Fito os dois jovens tentando buscar a semelhança entre eles, provavelmente são irmão gemêos não indênticos, pois não são muito parecidos, sorrio de lado e decido responder o garoto de cabelos pretos para parar um pouco com a briga entre os dois irmãos.



- Eu vim ver meu pai - digo e os dois param de descutir, logo vejo o garoto chamado Jonas sorrir novamente.

- Legal, como ele se chama? - pergunta.

- Robert - digo e vejo o sorriso de Jonas aumentar mais.

- Sério? o tio Robert é seu pai? Ele é o cara mais legal do condominio! - diz e rir - quase todo final de semana eu chamo ele para jogar video game comigo e com o Escott - diz apontando para o irmão - eu não sábia que ele tinha um filho...legal.




Sorrio, e vejo a porta do elevador se abrir, saio do objeto sendo seguido pelos dois adolecentes.



- Thau moço! - acena Jonas indo para o lado oposto do corredor.

- Thau - digo.



Sigo andando pelo corredor olhando os números dourados presente nas portas de madeira...330...331...332...333...334...335...não pera!

Dou alguns passos para trás parando na porta de 334, como a mulher do interfone disse, esse é o quarto do meu pai.

Passo a mão no meu cabelo, e dobro a manga da minha camiseta xadrez até os cotovelos, fitando a porta de madeira com o número dourado. Respiro devagar, e bato na porta três vezes.

Espero alguns segundos, e vejo a porta se abrir lentamente, revelando um homem alto, com cabelos castanhos escuros; e olhos verde claro, que chegava a parecer falso, vejo seu olhar confuso e cansado ao mesmo tempo.

Não digo nada, e vou até o homem abraçando o mesmo fortemente, ouço um soluço e lágrimas quentes cairem em meus ombros.



- Meu pequeno Maxiel - sussura choroso e aperta mais seus braços em meu torço.



Apesar de tudo eu perdoo meu pai, sei que ele não fez o que fez por mal, não foi para me prejudicar.

Nesses últimos dias tive várias conversas que me fizeram abrir meus olhos...Logan, Daniel e Yume me ajudaram bastante me dando conselhos, principalmente minha querida tia Rosa, foi ela que me explicou tudo o que aconteceu.

Ela me disse que no dia que meu pai foi supostamente morto, os policiais me viram correr da casa rapidamente, logo nessa hora os bandidos foram pegos e algemados, os policiais foram socorrer meus pais mas já era tarde demais para minha mãe, diferente de meu pai que ainda tinha pulso. Mesmo com o pulso fraco os policiais ficaram reanimando ele até uma ambulância chegar no local, enquanto outros soldados levavam o corpo de minha mãe para o IML que acabará de chegar no local.

Depois que a viatura que eu estava presente partiu, a ambulância chegou, por isso eu não a vi no dia.

Os médicos conseguiram salvar meu pai, mas o mesmo ficou muito para baixo com a perda da minha mãe.

Eu sempre soube que o mesmo a amava muito.

Enquanto meu pai não levava alta do hospital, minha tia disse que sempre o visitava quatro vezes por semana, em uma dessas visitas meu pai pediu para minha tia ficar com minha tutela, pois o mesmo estava com medo de não conseguir cuidar de mim como minha mãe cuidava.

Minha tia aceitou o pedido do meu pai, o mesmo disse que ia viajar para outro pais, que era para a mesma dizer que ele estava morto, que logo ia providenciar um túmulo falso para tudo parecer mais verdadeiro.

Confesso que no momento que minha tia me contou toda a história eu fiquei chorando até minhas lágrimas acabarem. Minha tia pediu perdão para mim por ter escondido todos esses anos que meu pai estava vivo.

Claro que pedoei a mesma, nunca ficaria com raiva da mulher que cuidou de mim em todos esses anos como uma mãe cuidaria de seu filho, álem do mais consegui entender o lado do meu pai, ele amava muito minha mãe, eu faria o mesmo se Logan partisse.

Por isso estou aqui... abraçando o homem que nunca imaginaria abraçar novamente, estou aqui abraçando meu pai.




- Me perdoa Max, me perdoa meu pequeno! - pedia meu pai choroso ainda me abraçando - me perdoa.

- Xiiiu, claro que te perdoo pai! - digo fechando os olhos e afundando o rosto em seu ombro - não chore mais tudo bem? eu sei que você não me deixou por mal.

- Eu te amo meu filho, nunca mais vou te deixar, nunca! - diz e sorrio sentindo lágrimas quentes rolarem em meu rosto.


- Eu também te amo papai.





Notas Finais


Kkk pessoal falando serio eu naum gostei do cap muito menos do Lemon achei fraco sabe...e que as provas me deixaram um caco estou surpresa por esta viva kkkkk o prox lemon vai ser melhor eu prometo fofuras.

Comentem escrevam oq acham rsrse

Beijim de gelo©3©*** a genteh se esbarra monamus.

Ocês saum fodah©u©


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