História Conflitos - Capítulo 73


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Comedia, Lemon, Romance, Yaoi
Exibições 99
Palavras 2.621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Chegaaaay com mais um cap obg pelos comentarios do cap anterior fico muito feliz q vcs sentiram minha falta ocês saum fodah zamores.


Boa leitura.
Desculp os erros ortográficos.

Capítulo 73 - Porcaria de um livro encomendado



[ Deyvi on ]




Me levanto da cama com uma certa dificuldade e caminho até o banheiro sentindo meu quadril doer.

Olho para meu reflexo no espelho do banheiro e sorrio.

Não acredito que ontem fiz amor amor com Phelipe, doi um pouco no começo, mas depois fica muito bom. Depois que ele foi embora de casa consegui ir na lavanderia e colocar o forro sujo da minha cama na máquina de lavar, a empregada ficou um pouco confusa pois disse que trocou o forro da minha cama de manhã, tive que inventar que derramei suco de laranja, sorte que ela acreditou.

Suspiro e pego minha escova de dente e coloco creme dental na mesma começando a escovar.

Depois de ter escovado, tiro minha roupa a colocando no cesto de roupa suja e ligo o chuveiro sentindo a água quentinha bater no meu corpo, pego a bucha e o sabão começando a me esfregar.

Depois de ter terminado o banho, desligo o chuveiro enrolando uma toalha na minha cintura e saindo do local. Abro meu guarda roupa e pego uma cueca boxer vestindo a mesma.

Jogo minha toalha na cama e pego uma calça jeans amarela junto a uma camiseta polo preta vestindo as mesmas. Fecho o guarda roupa, e pego minha meia a colocando no pé, logo em seguida calçando meu All-star preto.

Volto para o banheiro e penteio meu cabelo rapidamente, deixando o pente encima da pia.

Saio do quarto e sigo andando pelo corredor, encontro alguns empregados dando "bom dia" para os mesmos que sorriem e seguem andando para fazer os seus afazeres.

Desço a escada, e vejo meu pai deitado no sofá com pijama.

Seu pijama era resumido em: uma regata branca, e um short que batia na metade das coxas em cor azul claro, o mesmo estava dormindo, acho que todos os empregados viram essa cena linda. Mas porque ele está dormindo no sofá?

Me aproximo do mesmo agachando em sua frente ouvindo sua respiração, sorrio e acaricio seus cabelos pretos.



- É pai você pode ser um pouco chato com proteção, mas eu te amo! - digo sorrindo.

- Eu também te amo... - diz ainda de olhos fechados e sorrio ainda mais -... eu também te amo Denni.




Arqueio uma sombrancelha e desfaço o sorriso.




- Para Denni... assim não...mais para baixo.




Me levanto do chão rapidamente, e tento captar a informação.

Quer dizer que meu pai está tendo sonhos eróticos com um homem? E quem é esse tal de Denni?

Pego uma almofada do sofá e meto com força na cara dele, fazendo-o sentar no sofá rapidamente um pouco desorientado.



- Hum? Deyvi ? Quantas horas? - pergunta sonolento coçando um dos olhos.

- Deve ser 10:00 da manhã! - digo sério cruzando os braços - apropósito quem é Denni? - pergunto com um semblante raivoso.

- Denni? - pergunta para si mesmo, logo cora franzindo o cenho - s-sei lá...e como você sabe da existência desse nome?

- Ah, sei não... mas acho que eu ouvi alguém mecionar ele enquanto dormia! - digo fuzilando meu pai - olha que álem de mecionar o nome, também dizia coisas bem sujas.




Meu pai se levanta do sofá e coça a cabeça um pouco nervoso.




- Deve ser impressão sua... - diz e me fita - onde vai arrumado desse jeito? - pergunta mudando dramasticamente de assunto e bufo.

- Eu vou passar o dia na casa de Phelipe junto com alguns amigos! - digo bravo.

- Porque está falando de um jeito grosso comigo? - pergunta e sorrio falso.

- Nada, eu só acordei de mau humor - digo.




Vejo o mesmo assentir.

Eu não acredito que estou com ciúme do meu pai, acho que tenho medo de tomarem a única pessoa que cuidou de mim.



- Tudo bem, se divirta na casa do seu namoradinho...junto com seus amigos, mas volte antes das 22:00! - diz e assinto.


- Obrigado pai, eu já vou indo, meus amigos estão esperando na lanchonete, então não vai dá para eu tomar café aqui em casa! - digo depositando um abraço e um beijo no rosto do mesmo.


- Tudo bem cuidado, não faça nada de errado, deixe o celular ligado! - diz beijando o topo da minha cabeça.

- Ok - digo indo até a porta mas dou meia volta voltando a fitar meu pai - errr... papai você faz um favorzinho para mim?

- Tudo que você quiser anjo - diz sorrindo.

- Você pode ir buscar um livro que eu encomendei? já deve ter chegado, é para mim estudar em filosofia! - digo sorrindo e o mesmo assenti.

- Ok eu vou, onde fica a livraria que você encomendou o livro?

- Ah é aquela que fica perto da cafeteria, acho que o tio do Yury trabalha lá! - digo e vejo meu pai ficar um pouco nervoso.

- T-tem certeza que n-não pode ir lá buscar o l-livro? - pergunta e nego.

- Mas se não puder tudo bem pai...eu arrumo outra pessoa! - digo sorrindo de lado.

- N-não eu vou para você! - diz - é para ir hoje?

- Sim...eu já vou indo pai, estou dez minutos atrasado do combinado, thau beijo! - digo acenando para o mesmo, e saindo de casa batendo a porta.



Tomara que a galera não brigue comigo pelo atraso.





(....)




[ Sean on ]




Depois de ter feito minha higiêne matinal, visto uma camiseta social e uma calça jeans de cor clara, saindo do quarto em seguida.

Ando pelo corredor e desço as escadas rapidamente indo até a sala de jantar onde todos os empregados (quase todos) estavam sentados sobre a mesa me esperando.

Sempre gostei de comer junto com os empregados, não sou aquelas pessoas frescas que se acham melhor só porque tem dinheiro.

Sento no meu lugar de sempre na mesa e sorrio.



- Bom dia, não prescisavam me esperar para o café! - digo.

- Que isso patrão! - diz Thobias e olho feio para o mesmo - digo Sean.

- É chato comer sem você Sean! - diz Joana sorrindo.



Retribuio o sorriso, e começamos a tomar café, e me lembro do maldito livro do Deyvi.

Eu não vou colocar o pé naquela livraria, tantas livrarias no mundo e Deyvi foi logo encomendar um livro naquela. Ultimamente  estou tendo uns sonhos estranhos sem sentido algum, e tudo por causa daquele cara chamado Dennilson.

Vou arrumar um jeito de pegar esse livro, mas naquela livraria eu não entro.




- Roby você pode fazer um favor para mim? - pergunto e o mesmo para de beber seu suco me fitando.

- Claro, que pergunta Sean, eu trabalho nessa casa e ganho para isso - diz sorrindo.

- Você pode ir naquela livraria que fica do lado de uma cafeteria, você sabe qual é né?

- Sim eu sei, mas tem um problema...é muito longe para ir a pé e o carro foi inventar de estragar hoje! - diz e penso.

- E os outros quatro carros?

- Bom, um está sem gasolina, o outro você imprestou para o motorista que está de folga hoje passear com a familia, o outro o Logan levou, e o último está com problema no motor, mas eu liguei para um mecânico que vai vir amanhã! - diz.




Isso só pode ser macumba da Regina.




- Nossa, eu tenho Cinco carros e nenhum está aqui! - digo rindo para não chorar.

- Você tem que ir na livraria hoje? - pergunta Roby e assinto.

- O livro que o Deyvi encomendou chegou hoje - digo pegando uma garfada de bolo e colocando na boca.

- Liga para o Logan vim te buscar! - diz Thobias.

- Eu não quero incomodá-lo, ele deve está dormindo agora! - digo.

- Ah lembrei Sean, Logan deixou a moto dele aqui - diz Roby - eu posso te levar até a livraria! - diz.




Sorrio nervoso...eu não quero ir na livraria...mas concerteza Deyvi ficaria chateado se eu mandasse outra pessoa no meu lugar, ele pensaria que aceitei fazer o favor por obrigação de pai.




- T-tudo bem Roby, pode ser! - digo.





(....)





Depois de terminarmos o café, Roby pega a moto do meu sobrinho na garagem e sai de casa me esperando do lado de fora da mesma.

Comprimento o porteiro, e vou até Roby, que está parado com a moto do lado do meio fio.



- Aqui o capacete seu Sean - diz e coloco o capacete na cabeça, vendo-o colocar o outro e montar na moto - senta ai chefinho, já vou avisando que meu histórico com moto não é legal - diz rindo e me assusto.

- Como assim?

- Estou brincando - diz e suspiro aliviado, me sentando também na moto - segura firme Sean! - diz e seguro em sua cintura, vendo o mesmo ligar a moto e sai com ela.



Depois de um tempo em um trânsito dos inferno, finalmente chegamos na porta da livraria.

Suspiro nervoso e desço da moto tirando o capacete e entregando o mesmo para Roby.

Naquele momento minhas pernas começaram a bambear, minha vontade era de sair correndo e finjir que aquela livraria não existia muito menos o homem que trabalha nela...eu devia ter uma biblioteca em casa...Ai que raiva!



- Eu vou ficar olhando a moto enquanto você pega o livro Sean! - diz Roby sorrindo, e assinto se aproximando da porta de vidro da livraria.



Empurro a mesma devagar, e olho para trás vendo Roby me fitar, engulo seco e continuo olhando para frente. Entro na livraria e sinto o local fresco por causa do ar condicionado.

E é aqui que o jogo começa, eu o mocinho que tenta pegar o tesouro sem ser visto ou barrado pelo dragão de sete cabeças.

Vou andando rapidamente até um balcão, onde tinha uma mulher que usava óculos e uma roupa social.



- Bom dia, eu vi pegar um livro de Filosofia que foi pedido por encomenda - digo e a mesma me fita e sorrir.

- Ah sim, já chegou! - diz doce - Dennilson trás o livr...

- NÃO SENHORA! - grito e a mesma me olha assustada - digo, não senhora! eu prefiro que a mesma vá pegar o livro, pois confio mais em você.

- Ah tudo bem, como o senhor preferir! - diz e sai do balcão entrando por uma porta.




Respiro aliviado e logo vejo a mesma chegar com um livro lacrado, logo a mulher coloca o objeto dentro de uma sacola que tinha o nome da livraria.



- O livro já está pago? - pergunto e a mulher assenti.

- Sim um menino loirinho chamado Deyvi pagou.

- Ah sim, obrigado.

- Eu que agradeço, volte sempre!




Pode esperar que aqui eu não volto.

Pego a sacola com o livro e assinto falsamente para a mulher, e vou andando até a saida.

Já consegui pegar o tesouro, só falta sair da caverna e passo de nivel.

Meus passos são interrompidos por uma mão em meu ombro e uma voz animada.




- Bom dia Sean! - diz Dennilson fazendo-me fitar o chão fracassado.



Game over.




- Bom dia para você também Dennilson! - digo sem encarar o homem que rir nasalmente.


- Você parece um pouco abatido, está tudo bem Seanzinho? - pergunta e coro.

- Não me chame de "Seanzinho"! - digo com o rosto ainda vermelho - a conversa está ótima, mas tenho que ir, tenho que trabalhar ainda! - digo fitando o rosto do homem que sorrir.


- Ah sim claro, afinal hoje é sexta, mais não é feriado? - pergunta e arqueio uma sombrancelha.

- Sim é... mas como sou patrão de uma empresa...patrão não tem feriado! - digo sério - se hoje é feriado como você diz, porque está trabalhando?

- Bibliotecário...bibliotecário não tem feriado! - diz debochado e viro os olhos.

- Sendo assim, bom trabalho! - digo seguindo meus passos até a saida, mas o mesmo segura meu braço fazendo-me o encarar confuso.


- Você vai está ocupado o dia inteiro? - pergunta Dennilson.


- Não sei, porquê? - pergunto seco.


- É que eu ia te chamar para ir no cinema comigo para ver o novo filme que está em cartaz - diz e coro violentamente.




Meus deus o que eu faço agora? Eu não quero sair com o Dennilson eu me sinto muito estranho perto dele...talvez eu possa inventar que ficarei trabalhando hoje o dia inteiro, assim digo que não posso ir, mas não gosto de mentir me sinto mal, também não quero dizer na cara que não quero ir, pode magoa-lo ou ele pode pensar que sou um ser humano chato de nariz empinado que se acha melhor que os outros, e eu não quero que ele pense isso de mim...mas porquê estou me preocupando com o que ele acha ou vai pensar de mim?


- Se não quiser ir tudo bem, eu sei que você pode ir no cinema o dia e a hora que você quiser.... porque você aceitaria ir no cinema com um cara como eu?



Agora ele apelou para meu lado sentimental.



-  DENNILSON PRESCISO DE VOCÊ! - diz  a balconista em um tom de voz alto para o homem ouvir.

- JÁ VOU, SÓ UM MINUTINHO! - diz alto pela distância do balcão onde se encontrava a mulher - thau Sean, bom trabalho! só não se esforce muito, pode te fazer mau... as vezes trabalhar muito não é legal! - diz sorrindo, e sinto uma pontada no meu coração.


Vejo o mesmo se afastar e engulo seco sentindo meu corpo se movimenta sozinho e segurando a mão do homem alto de cabelos castanhos.



- Eu aceito ir no cinema hoje com você! - digo no automático, vendo um sorriso enorme se formar no rosto do bibliotecário.


- Sério? Nossa pensei que não aceitaria! - diz - eu posso passar na sua casa 20:00 horas? - pergunta e assinto - ok, então nós vemos mais tarde, eu já vou indo se não a dona ali me mata! - diz e me fita.



Percebo que o homem continua no mesmo lugar, e aqueio uma sombrancelha confuso, mas percebo que ainda estou segurando sua mão impedindo sua sainda, e solto a mesma envergonhado.




- D-desculpe! - digo e o mesmo assenti rindo, seguindo para o balcão onde estava a mulher que o chamou minutos antes.



Suspiro fundo, e seguro firme a sacola com o livro andando até a saida.

Roby me fita sorrindo, e me entrega o capacete da moto.



- Deu tudo certo seu Sean? - pergunta e assinto sorrindo de lado, colocando o capacete na cabeça - que bom.



Roby também coloca seu capacete e senta na moto, logo sento atrás segurando a cintura do mesmo vendo-o ligar a moto e sair em direção ao casarão.

Sinto o vento bater pelo meu corpo pela velocidade da moto que estava rápida, mais não tão rápido para provocar uma tragédia.

Não sei porque aceitei o convite do Dennilson para ir no cinema...isso não é um encontro não é mesmo? É apenas um passatempo de amigos no meu caso conhecido, mas acho que aceitei porque me senti culpado vendo aquela carinha triste e também para ele não pensar que só porque tenho dinheiro que não saio com pessoas humildes.

Mas na mesma hora que o vi sair para ir no balcão, senti uma pontada no coração, é como se ele me disesse para aceitar o convite para não ligar para o que meu cerébro estava achando de tudo...foi assim que meu corpo mexeu sem meu concendimento pegando na mão do homem.

Ah é melhor eu parar de pensar nessas besteiras! isso está me deixando louco.




Notas Finais


Entaaaaum oq acharam? Oq vcs acham q o Sean deve fazer?

Me digam kkkk

Beijim de sorvete a genteh se esbarra segunda:3

Ocês saum fodah ©3©/********


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