História Confused Feelings of an Earl - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroshitsuji
Personagens Ciel Phantomhive, Grell Sutcliff, Personagens Originais, Sebastian Michaelis, Undertaker, Vincent Phantomhive
Tags Ciel Phantomhive, Kuroshitsuji, Sebaciel, Sebastian Michaelis, Undertaker, Vincent Phantomhive, Vincentxundertaker
Visualizações 979
Palavras 2.807
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha só quem ressurgiu das cinzas trazendo mais um capítulo! É isso aí jovens, quem é vivo sempre aparece e cá estou eu novamente! Acho que demorei um pouquinho – de novo! Minha vida realmente está uma correria e cheia de problemas, mas uma leitora me lembrou que eu tenho uma fic para postar então eu fiz de tudo para conseguir atualizar nesse fim de semana, mais precisamente hoje, já que amanha tem círio e eu pretendo ir, e eu só estou tendo tempo para postar nos fins de semana!
Bem, vamos parar de enrolação e partir para o que realmente interessa: a leitura!
bjinhos e até as notas finais!

Capítulo 8 - A pintura e o Pedido


Fanfic / Fanfiction Confused Feelings of an Earl - Capítulo 8 - A pintura e o Pedido

“S-SEBASTIAN!!! O que você pensa que está fazendo?” Ciel corou até chegar ao tom mais rubor que suas bochechas conseguiam tingir e baixou o olhar de forma que sua franja caísse sobre seus olhos, ele realmente não acreditava na situação pela qual estava passando. 

“Não é óbvio? Eu estou te inspirando” O moreno respondeu casualmente como se estar pelado na frente do menor fosse a coisa mais natural do mundo e de fato era para ele. Ciel poderia até não se lembrar de sua vida passada, mas ele tinha guardadas todas as lembranças do passado que viveram juntos, principalmente os momentos mais quentes.

Mesmo tendo prometido que seria paciente e que não apressaria o relacionamento, Sebastian já não aguentava mais ficar só na troca de beijos e queria cada vez mais de seu bocchan. Como demônio seu amor era egoísta, era ganancioso e por isso queria tudo que pudesse extrair de Ciel, decidiu então que estava na hora de dar um empurrãozinho para que ele permitisse aprofundar a relação. 

Pigarreando para normalizar a voz que teimava em sair trêmula, o jovem não sabia para que canto da sala olhar, a verdade era que seus olhos insistiam em focar no corpo desnudo a sua frente “Me inspirar? Sei!” Ele tentou dar um sorriso escarnecedor para aliviar o nervosismo, o que não teve muito efeito, mas pelo menos - a seu ver - estava conseguindo disfarçar. 

Apesar do enorme constrangimento, Ciel não poderia dizer que não estava gostando da bela visão, admitia que aquela era muita inspiração para sua cabecinha de pensamentos impuros, tanto que sua mente profana relembrava os vários sonhos eróticos que já havia tido com o moreno e nesse sentido sentiu um grande alivio por já está sentado, pois caso contrário, Sebastian com certeza notaria a pequena elevação que havia se formado em sua calça. 

Suspirando e mentalizando pensamentos broxantes, ele deixou suas lembranças impuras para outra hora, esse não era o momento propício para se perder em divagações e certamente o material a sua frente lhe serviria de inspiração para muito alem do necessário apenas para pintar. Reconhecia ainda que aquele corpo pessoalmente era ainda mais bonito do que em seus sonhos, achando incrível a semelhança do sonho com a realidade. 

“Qual o problema Ciel? Não me diga que você está envergonhado!” O demônio deu um sorriso de deboche para provocar, sentindo uma vontade enorme de rir da cara hilária que o adolescente fazia, parecia até que iria explodir de tão vermelha que estava “Nós dois somos homens, então não há porque se envergonhar”.

Ao ouvir a pequena risada que o moreno soltou, o jovem sentiu o coração acelerar e o sangue esquentar ainda mais, mas agora não era de vergonha e sim por sentir seu orgulho ferido, quem Sebastian pensava que era para rir de sua cara?

“Hump. Quem disse que eu estou envergonhado?” Levantou a cabeça de maneira altiva, encarando finalmente os olhos carmesins, por nada desse mundo seria sobrepujado “Só não esperava por esse tipo de atitude!”.

“Ah então é isso? Se quiser se tonar um pintor famoso, você tem que está preparado para fazer todos os tipos de pinturas!" O demônio falou o mais sério que pôde, como se aquilo realmente fosse algo puramente profissional, o que na verdade estava bem longe de ser, de todas as intenções que pudesse ter decerto que o ‘profissional’ não era uma delas.

Ciel refletiu sobre as palavras reconhecendo que realmente o moreno estava certo, na profissão que deseja seguir se depararia com todos os tipos de situações e se ocasionalmente surgisse um nude para fazer não poderia simplesmente se recusar ou ter a reação patética que estava tendo.

O pior de tudo era que mais uma vez estava se portando de maneira infantil na frente de Sebastian enquanto este parecia está bastante sério em relação ao assunto. Depois de muito se remoer em vergonha havia conseguido limpar sua imagem depois da cena do beijo e agora estava cometendo o mesmo erro, sabia que sua reação estava sendo inadmissível para alguém de sua idade, afinal, ele se considerava um adulto e portanto deveria se portar como tal.

“Você tem razão! Desculpe o meu comportamento” Sustentou novamente o olhar no moreno tentando não se intimidar por sua nudez, era difícil resistir à vontade de reparar no belo corpo, mas naquele exato momento era o 'Ciel pintor' que deveria prevalecer “Eu irei lhe pintar”.

“Ótimo!” Sebastian deu um sorriso de olhos fechados “Você prefere onde?” Se referiu ao sofá ou divã e sem que o menor percebesse colocou uma pitada de malícia em sua voz. Queria plantar o bichinho da luxúria no conde, mas lógico que faria isso de maneira que parecesse inocente na história.

O jovem ainda desconfortável revezou os olhos entre os dois assentos, decidindo por fim que no divã seria melhor, pois daria para pintar os vasos com flores no fundo “No divã!”.

“Certo! Que posição você prefere?” Perguntou inocente, vendo o menor engolir o nó na garganta.

“Deitado!” Ciel se punia mentalmente por está tendo pensamentos tão impuros em relação às perguntas inocentes, mas era impossível não imaginar as varias posições que poderiam 'fazer'.

Ele esperou o moreno se deitar no divã e foi até o roupão que estava esquecido no chão e pegou percebendo que ainda estava morno devido ao calor de seu corpo, teve vontade de cheirar o tecido de textura sedosa, mas logicamente não o fez. Quando virou novamente mais um vez sua pulsação acelerou, ter a visão de Sebastian ali deitado e totalmente exposto era algo difícil de lidar, ou melhor, de se conter. Por mais que ainda fosse virgem, nunca antes havia sentido tanta vontade de provar o sabor de alguém.

“Há uma condição para que eu lhe pinte!” Se aproximou apertando o roupão em sua mão, era difícil está tão perto e não olhar para certo lugar.

“E qual seria?”

O jovem jogou o roupão em cima das partes íntimas do vizinho “Isso aqui ficará coberto!” Ajeitou o tecido de maneira que caísse de forma natural.

“Tcs. Mas que chato!” Sebastian fingiu ficar entediado, mas a verdade era que ansiava para que os dedos de Ciel tocassem na pele perto de sua intimidade.

O menor lhe dirigiu um olhar reprovador enquanto ajeitava a posição que ficaria seus braços e pernas “Não imaginei que você fosse assim tão... descarado”.

“Agora eu me senti ofendido” O demônio tentou por uma expressão ressentida, mas no canto de seus lábios havia um pequeno sorriso zombeteiro.

“Sei! Realmente esse sorriso nos seus lábios mostra o quanto você está ofendido” Arqueando uma sobrancelha ele deu um sorriso debochado, agora que pelo menos a intimidade de Sebastian estava coberta e assim era mais fácil conversar sem ter que ficar se vigiando para não olhar para o membro que em sua opinião tinha um tamanho satisfatório.

“Ohhh acho que fui desmascarado!” O moreno falou de forma teatral e os dois riram, agora o clima estava menos pesado e a conversa começava a fluir de forma natural.

“Pronto! Fique nessa posição e não se mexa nem que uma bomba cai em cima dessa casa” Ciel ordenou firme e foi para o banquinho em frente à tela.

“Agora eu serei a Rose?” Se referiu a protagonista de Titanic devido a posição que o jovem lhe colocou, parecia a pose da cena em que ela havia sido desenhada “Então você será o meu Jack? Acho que isso não está certo, não deveria ser o contrário?”.

“Cala boca idiota!” Corando pela milésima vez Ciel virou o rosto para as tintas, ele sabia que quando sua relação com Sebastian aprofundasse ele era quem faria o papel da ‘Rose’ “A partir de agora não fale mais nada, eu preciso me concentrar”.

“Entendido!” Sebastian relaxou o corpo também se concentrando, unicamente em Ciel.

Como era bom depois de tanto tempo ter novamente aqueles lindos olhos sobre si e era uma pena não ter mais o pentagrama do contrato na íris violeta, ele amava os antigos olhos bicolores, mas reconhecia que os azuis oceano não perdiam em beleza e mesmo não tendo mais a marca que mostrava que se pertenciam, sabia que Ciel sempre seria seu assim como ele sempre seria dele.

Porém mais do que ser apenas olhado, o demônio ansiava por ser tocado, quantas foram as vezes que por não aguentar mais se reprimir teve que se aliviar sozinho, ele odiava ceder a esses impulsos tão humanos, mas o desejo era tão avassalador que acabava falando mais alto e quando chegava ao ápice era o nome de seu conde que chamava, eram suas preciosas lembranças que alimentavam suas fantasias nesses momentos e agora que finalmente podia ter Ciel, ainda tinha que continuar esperando, isso era torturante demais até mesmo para si que – de certa forma - sempre soube se controlar.

Com o lápis em mão o jovem fechou os olhos e deu um profundo suspiro mergulhando em seu espírito artístico, agora era apenas ele, seu alvo de inspiração e a tela, nada mais deveria existir. Começou fazendo o esboço de todo o desenho, assim que terminou pegou o pincel e começou a pintar, como ali tinha um leque variado de cores, não era preciso ter que fazer muitas misturas para chegar à tonalidade desejada e isso facilitava bastante seu trabalho.

S&C

Num piscar de olhos alguns pares de horas haviam se passado e logo os tons alaranjados tingiriam o céu trazendo o pôr do sol, a pintura estava quase concluída, Ciel sempre havia sido perfeccionista em relação a seus desenhos e por isso estava demorando tanto para terminar. Se fosse honesto consigo mesmo admitiria que propositalmente estava pintado mais devagar que o normal, apenas para que o agradável trabalho não acabasse precocemente.

Vez ou outra ele ameaçava perder o foco, talvez se Sebastian fosse menos bonito seria mais fácil manter a concentração, nem mesmo Yan que sempre achou uma pessoa atraente chegava aos pés da perfeição que estava deitada sobre aquele divã e por isso era tão difícil pintar mais do que admirar a bela estrutura de proporções equilibradas, pernas longas e esguias, abdômen definido e peitoral largo e musculoso, tudo muito bem distribuído e sem exageros. Sebastian era perfeito.

“Não me olhe assim!” O jovem sentiu o corpo esquentar ao perceber o modo intenso que era observado, pelo visto ele não era o único a se ocupar da prazerosa tarefa.

“‘Assim’ como?” O demônio era ciente de que estava comendo o menor com os olhos, mas também sabia que o outro não fazia diferente, era evidente o desejo nos olhos de Ciel cada vez que olhava para seu corpo.

“Assim como você está me olhando nesse exato momento, parece mais um lobo faminto olhando para um cordeiro”.

“Talvez eu seja um lobo faminto... que quer devorar lentamente o inocente cordeirinho” Sebastian falou mais para si mesmo, aquela era uma metáfora que se aplica aos dois, ele queria degustar seu jovem mestre de todas as maneiras possíveis, mas havia uma que estava fora de questão. Jamais!

Desviando o olhar para a tela Ciel entendeu muito bem o que o outro quis dizer e tendo seus hormônios aflorados pela bela visão, o que ele mais queria naquele momento era ser devorado. Não importava se fosse em cima daquela mesa cheia de tintas ou sobre o divã,  ele apenas queria se sentir preenchido por Sebastian, mas sua timidez o impedia de vocalizar esse desejo.

“Inocente?” Falou irônico.

“Puro seria a palavra correta?” O ex-mordomo deu um sorriso malicioso, ele sabia que apesar do jovem já ter beijado alguns meninos – e meninas – ninguém havia tocado em seu corpo, até porque isso era algo que ele não permitiria “Não vou negar que saber de sua inocência me dá ainda mais vontade de corrompê-lo!”.

“É impressionante como você não tem um pingo de vergonha na cara!” O jovem tufou a cara sentindo uma onda de vergonha se apossar de seu corpo, era tão óbvio assim que ainda era uma pessoa ‘pura’?

‘Eu sou assim apenas com você bocchan’ Sebastian pensou, Ciel era o único a ver esse lado de sua personalidade demoníaca, geralmente em seus contratos ele era um demônio frio, reservado e procurava se manter apenas no campo profissional.

Mesmo quando era obrigado a se deitar com suas contratantes fazia isso apenas por obrigação, agia com falsidade e fingia também estar gostando quando na verdade o que sentia era asco. Poucas foram às vezes que fez sexo por se sentir atraído e mesmo assim ainda não havia sentido tanto prazer como já sentiu com Ciel, talvez fosse por ter o tão famoso ‘amor’ envolvido no meio, nao tinha certeza, mas o fato era que de todas as formas Ciel era um ser único e precioso para si.

“Isso te incomoda?” Perguntou sério, ele não queria que o menor acabasse de afastando por se sentir desconfortável com seu comportamento.

Ciel ficou surpreso com a pergunta e pelo modo como foi feita, não havia brincadeira, cinismo ou sarcasmo na voz do moreno, ele realmente esta falando sério quanto a questão.

“Não. Não me incomoda... Desde que você seja assim apenas comigo!” Apesar de sentir que suas bochechas estavam vermelhas, não desviou o olhar, ele também falava sério quanto a isso, não queria que Sebastian tivesse essa mesma liberdade ao falar com outras pessoas, apenas com ele deveria se assim “Pronto. Já terminei! Se vista e venha ver como ficou”.

Enquanto limpava os dedos na pequena toalha que havia sobre a mesa, pelo canto dos olhos observou o moreno levantar e por o roupão, era óbvio que não deixaria de dar uma ultima olhada em todo o corpo do... namorado? Ficante?  Na pior das hipóteses 'amigo'? Franziu o cenho, agora que veio atentar para essa questão, o que ele e Sebastian eram? Mesmo estando juntos não haviam de fato conversado dobre o assunto.

“Eu realmente ainda não consigo me acostumar com o fato de você desenhar tão bem” O demônio olhava fascinado para a bela pintura, se não tivesse visto com os próprios olhos não acreditaria que fosse o menor que tivesse feito.

“Sebastian?” Ciel chamou num tom confuso, sendo compatível com a expressão em sua face.

“Sim?” Ele virou para o menor enquanto terminava de fazer o laço do roupão.

“O que nós somos?” Viu o moreno tombar a cabeça para o lado e também ficar confuso “Digo, nós estamos juntos e... eh...” Empacou sem conseguir terminar a frase, pois sua vergonha não deixou, mas ele sabia que Sebastian havia entendo onde queria chegar.

“Ahh, então é isso que você martelava nessa sua cabecinha!” O demônio deu um peteleco em sua testa coberta por alguns fios azulados “Bem... Eu ainda estou esperando você me fazer um pedido de namoro adequado”.

“Como é que é?” Ciel estava incrédulo, era mesmo muito descaramento da parte do moreno e estava pensando em reconsiderar a parte de não se sentir incomodado por seu comportamento deslambido.

“Eu ainda estou esperando você pedir minha mão em namoro!” Ele repetiu como se estivesse sendo a pessoa lesada da relação.

“Você é realmente inacreditável. Nem morto que eu vou te pedir em namoro, você que deveria fazer isso!” Andou pisando duro até o divã e sentou com a cara amuada.

Sebastian não conseguiu deixar de dar uma sonora risada, ele teria mesmo que fazer aquilo? Ele um demônio milenar pedindo um adolescente de 16 anos em namoro? NAMORO? Realmente era o cúmulo do ridículo. Andou até o divã sentando ao lado do menor e segurou suas mãos, ainda tentava conter a enorme vontade de cair na gargalhada pelo que estava preste a fazer “Você quer namorar comigo?”.

"S-Sim!" Apesar de dar gritos internos de alegria, o adolescente se sentia ainda mais constrangido “Essa situação é estranha né?!”

“Acho que desconfortável seria a palavra que melhor definiria esse momento!” Sebastian suspirou colocando uma mecha de sua franja para trás “Você vai querer que eu peça permissão para seus pais?”.

“Claro que não!” Olhou apavorado para o moreno, já bastava de tanta vergonha e ele se acertaria com seus pais depois, até por que não era uma menininha para ter que pedir permissão para namorar, ao contrário, era um homem que sabia muito bem o que queria e com total capacidade para tomar suas próprias decisões “Idiota”.

“Que bom que o nosso grau de intimidade está aumentando, pois vejo que você adora me xingar de idiota!” O demônio fez um pequeno biquinho magoado, mas lógico que só queria troçar com a cara de seu bocchan “Porque não tenta me chamar de ‘amor’!” Se segurou ao máximo para não rir.

“Vai sonhando... pela eternidade de preferência!” Ciel levantou do divã e se ocupou em fechar os potes de tintas para esconder a face ruborizada, talvez tivesse se metido numa enrascada e arranjado um péssimo namorado, mas era inegável o quanto estava feliz “Idiota” Sussurrou com um sorriso travesso.


Notas Finais


Aos que interessarem, essa é uma mini fic de kuro que eu estou escrevendo que se passa quando o Sebas derrota o Ash e completa a vingança de Ciel! Ai está o link:
https://spiritfanfics.com/historia/lembrancas-dos-meus-anos-6673568


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